Notas iniciais
Tô de volta, pessoal!! Desculpa não ter postado na quinta, mas eu tava meio deprê, porque fui assistir A Culpa é das Estrelas na terça e chorei litros! Vejo vocês lá embaixo!

POV Jhonny

Saímos logo depois do ataque da Mira e rumamos com o fantásticarrro rumo a Latvéria, onde encontramos sinais de uso de telecinese, ou seja, da minha irmã.

–O que será que Lyja está querendo com Sue e Reed? – perguntou Ben. Olhei para ele de soslaio e balancei a cabeça.

–Eu não sei, mas espero que esteja tudo bem com eles. – chegamos ao nosso destino, no caso, ao castelo de Victor.

–Aqui? – perguntou Ben. Concordei e estacionei a nave em uma floresta próxima.

–Acho que sim. – a caminhada fora curta, mas esse não era o problema. Invadir o castelo de Victor Von Doom seria o verdadeiro problema.

–Se focarmos a atenção dele longe da gente, podemos entrar escondidos. – propôs Ben. Concordei e o deixei perto da nave.

–Vou incendiar um pedaço da floresta do outro lado do castelo, mas temos que ser rápidos. – avisei e entrei em combustão. Passei pela floresta e encontrei uma clareira do outro lado do castelo, juntei galhos verdes para fazer fumaça e taquei fogo. Assim que ouvi o som de tiro dados pelos robôs do Victor, rumei em direção ao Fantasticarro para encontrar Ben.

–Vamos? – ele perguntou. Assenti e corremos em direção ao castelo, enquanto víamos os robôs voando para a direção oposta.

Ben conseguiu pular o muro, já eu apenas voei por cima dele. Entramos na primeira porta que encontramos e encontramos um corremos longo e cinzento, que mais parecia nunca ter fim.

–Pra que lado? – perguntei ao meu amigo. Ele apontou à direita e fomos. Mas, para o nosso azar, encontramos robôs três vezes maiores que os comuns. Deviam ser os de guerra dos quais Reed sempre falava. Demos meia volta, mas eles nos detectaram antes e o alarme foi acionado. Apenas deu tempo de virar antes de um tipo de laser me acertar as costas e eu cair no chão, sentindo uma dor excruciante subir pelas minhas costas, queimando meu uniforme.

–Jhonny! – ouvi Ben gritar. Ele não podia ser capturado, ele era nossa chance de fuga.

–Vai... Embora... – pedi. Ele assentiu com o rosto triste e desapareceu pelo corredor, enquanto os robôs me carregavam para longe dali. Fui deixado em uma enfermaria do outro lado do castelo e pude sentir minhas costas criptando quando limparam os machucados.

–Quanto tempo, Jonathan. Vejo que não mudou muito. – ouvi. Quando me virei, vi Victor me encarando do outro lado de uma parede de vidro.

–Victor! Onde a Sue está? – gritei. Ele apenas riu. Quando tentei entrar em combustão, algo foi injetado em meu braço por um dardo e eu apaguei.

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–Jhonny! – ouvi gritos. Acordei em uma cela cinza com as paredes úmidas de água, o que impedia que eu usasse fogo. Havia apenas uma cama.

–Jhonny! – virei-me para trás e encontrei minha irmã.

–Sue! – gritei. Tentei quebrar as barras de ferro, mas nada funcionava. Ela estava em uma cela envolta em uma energia azul que, provavelmente, bloqueava seus poderes. Já Reed estava em uma cela de vidro com pequenos furos no alto, provavelmente para entrar oxigênio, de onde ele não conseguia sair.

Então Victor pensou em tudo.

Ele pensou em cada detalhe para nos prender sem deixar frestas para escaparmos.

Mas havia uma falha. Apenas quatro celas.

Ele devia ter esquecido que Mira poderia nos encontrar com facilidade e nos libertar sem problemas. É quando ouço um grito.

–JHONNY! REED! SUE! – era Ben que vinha nos resgatar. Deu tempo dele libertar apenas Sue e Reed antes de ser detido. Ele foi colocado em uma cela do lado de fora, foi tudo que eu vi. Torcia que Reed e minha irmã estivessem bem e encontrassem o Fantasticarro antes de Victor.

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Sete dias e seis noites presos no castelo von Doom.

Aquele tempo fora agonizante por estar longe dos meus amigos e da Mira.

Ah, Mira. Aqueles doces olhinhos verdes que podiam de obrigar a fazer qualquer coisa que ela quisesse. Como sentia sua falta. Aquele cabelo que antes era platinado, estava vermelho fogo quando saí. A pele branca como porcelana fina e macia como veludo. É então que ouço um grito.

–Pai!?

Notas finais
O que acharam? Ficou muito curto? Eu quero avisar que vou mudar a sinopse da fic, porque não vai ser mais aquele contexto, certo? Comentários, please!! Eu não mordo! Tá ás vezes, mas não vou morder a tela do pc, né pessoal? Beijocas açucaradas!