Meu Querido Sogro

24 Resolvendo as coisas


Levantei da cama e foi impossível não sorrir, ao meu lado Damon dormia feito anjo. Apesar de tudo eu estava feliz, eu havia me resolvido com Damon, e isso já me fazia bem... Eu sabia que minha mãe não iria me perdoar tão cedo, e eu muito menos, afinal foi ela quem deu um tapa na minha cara... Eu não conseguia entender o porquê dela ter tanto preconceito, idade não é nada de mais, certo? Fui para o banheiro e tirei a camisa de Damon do meu corpo e entrei no chuveiro, deixando a água cair sobre meu corpo, me ensaboei e lavei meus cabelos, e só então fechei os olhos e fiquei ali, parada. Sentindo a água quente cair sobre mim. Não queria que fosse assim, queria poder levar o Damon para um jantar de família aos domingos... Senti vontade de chorar, eu gostava muito da minha mãe, a amava. E sua atitude foi muito decepcionante, queria saber a opinião do meu pai sobre o assunto, ainda não tinha tido tempo para conversar com ele sobre isso... Nem sobre nada que aconteceu comigo nos últimos tempos. Senti Braços quentes me abraçarem e só então percebi que era Damon, meus braços estavam imóveis pelo seu corpo que me abraçava de forma carinhosa. A água caia sobre a gente e minha respiração se descontrolou com a vontade de chorar que aumentou.

— O que foi? – Perguntou se afastando de mim e passando a mão sobre meu rosto. – É sua mãe, não é? – Indagou e eu assenti e ele me abraçou novamente em silencio. – Vai ficar tudo bem... Fica calma. – Pediu e eu assenti ainda sentindo seu abraço, ele então se afastou de mim novamente e me beijou calmamente, um beijo que esquentou, minhas mãos deslizaram até sua cintura, e ele me empurrou de vagar até a parede entendendo o recado, seus lábios foram para o meu pescoço e ele depositou beijos leves no mesmo, ele então voltou a me beijar e me levantou, enrolei minhas pernas em volta de sua cintura fazendo com que nossas intimidades se encostassem nos fazendo gemer, eu já estava quente o suficiente, implorando por ele, e ao julgar por sua ereção, ele estava do mesmo jeito, ainda nos beijando ele me penetrou, e como se me torturasse bem lento, um gemido rouco escapou de minha garganta, minhas unhas arranharam suas costas e graça ao meu gesto ele acelerou o compasso e não demorou muito para esparmos atingirem meu corpo e ambos atingirem o ápice do prazer.

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— Bom dia! – Falei sorrindo sentando na mesa e Stefan me encarou com um sorriso malicioso, ignorei e continuei me servindo do café de manhã.

— Poderiam fazer no mínimo menos barulho. – Falou mordendo seu pão e eu senti minhas bochechas ruborizarem.

— Não sei do que você está falando. – Disse sem olhar para ele.

— Bom dia! – Damon entrou na cozinha indo para a pia pegar um copo de leite e seu celular tocou no outro cômodo o que o fez seguir até lá.

— Quer que eu diga em detalhes do que eu estou falando? – Pediu e eu o encarei com raiva.

— NÃO! Fica quieto! – Gritei e ele rio.

— Pra você. – Falou Damon me entregando seu celular o que me fez juntar as sobrancelhas confusa.

Alô? – A voz de Caroline disse e eu logo entendi do que se tratava.

— Traidora. – Falei mordendo meu pão.

Meu Deus! Pensei que estivesse pulado pela janela do carro em movimento, e ai um caminhoneiro grotesco ia te achar no meio do caminho e te estuprar! Ai você...

— Eu to bem Caroline. – Cortei-a rindo da sua preocupação.

Ufa... – Suspirou. – Onde está o seu celular? – Perguntou com um tom de raiva.

Desligado em algum canto do quarto. – Falei e olhei rápido para o Damon que mantinha um sorriso malicioso no rosto.

Ata... E Como ta o convívio com o ex? – Perguntou e eu encarei Damon por um segundo que estava distraído e limpei a garganta.

— Bom... Não deu ainda pra ter uma convivência de ontem pra hoje, mas... Ele não é mais ex... – Olhei para os meus pés e Caroline deu um grito agudo o que me fez separar o celular de meus tímpanos para evitar de ficar surda. Logo em seguida ela ficou em silêncio.

Mas... E sua mãe? Ela surtou com um caso que aconteceu, no passado, Elena. Já pensou na reação dela quando souber disso agora? – Perguntou e eu olhei Damon que estava lavando o copo que ele bebeu o leite, me levantei me retirando da cozinha e indo para a sacada.

— Não é o melhor assunto de se conversar... Eu vou conversar com o meu pai, ele sempre foi mais compreensivo. – Falei suspirando.

Certo... Eu vou estar com você para o que precisar ok? – Falou e eu murmurei um “aham”. – Tenho uma novidade, e você? – Perguntou animada.

— Eu vou ver um trabalho de estagiária na S.O.S, parece que eles estão precisando de gente no escritório. – Falei animada me lembrando do anúncio que havia visto na faculdade. – E você?

Isso é uma ótima noticia, mas não é melhor do que a minha. – Falou empolgada e rio. – Eu e Klaus estamos definitivamente em um relacionamento. – Falou e eu fiquei surpresa enquanto ela gritava de felicidade. – Eu sei, a gente nem saiu direito, mas eu não quero mais esperar Elena! Ele é o cara da minha vida, e eu a mulher da vida dele... Não estou dizendo que somos perfeitos, quer dizer...

— Ele é o teu oposto, mas é exatamente por isso que você o ama... – Suspirei me virando e olhando Damon conversar algo com Stefan.

Exatamente Elena! Você lê meus pensamentos... Sou tão óbvia assim? Isso é muito clichê? – Perguntou e eu ri.

— Eu acho que sim... Mas não é questão de você ser óbvia, é questão de eu saber exatamente como é se sentir assim. – Sorri ainda observando Damon, que olhou pra mim sorrindo, mas logo seu sorriso sumiu aos poucos, mas eu ainda podia ver a felicidade em seu rosto, “Eu te amo.” Falou sem som e eu sorri. “Eu também amo você.” Fiz o mesmo que ele.

ELENA! – A voz de Caroline me gritou do outro lado da linha e eu me assustei.

— Oi? Desculpa! O que foi? Eu me distraí e...

Ta! Eu só disse que preciso desligar... Depois a gente conversa, beijo! – Se despediu e eu fiz o mesmo, desligando o celular. Encarei o aparelho por algum tempo, respirei fundo e tomei coragem, disquei o número que eu conhecia de cor e esperei alguém atender do outro lado.

Alô? – A voz masculina do outro lado atendeu.

— Oi... Pai? — Falei incerta.

Ai meu Deus! Filha... Você está bem? Tentei te ligar um monte de vezes... Onde passou a noite? – Perguntou desesperado.

— Eu to bem... Fica calmo... Eu preciso conversar com o senhor... Sua tarde está muito ocupada? – Perguntei e suspirei.

Hm... Eu não sei, mas arrumo! Que horas e aonde? – Perguntou e eu olhei a hora no celular.

— Duas horas no Starbucks pode ser? Vai estar mais vazio e tranqüilo... – Pedi.

Certo! Perfeito, te vejo lá filha...

— Aham, se cuida pai.

Eu te amo Elena.

— Eu também te amo pai. – Falei por fim desligando o celular, suspirei e voltei pra cozinha me encostando no batente da porta depois de ter devolvido o celular do Damon.

— Eai, como a loira está? – Perguntou Stefan.

— Bem... Me empresta o seu carro? Depois você passa lá em casa e pega o meu, a chave está comigo. – Falei e ele assentiu sorrindo.

— Sem problemas. – Falou jogando a chave pra mim.

— Não prefere uma carona? – Perguntou Damon.

— Não, eu vou passar lá para ver o estágio e depois vou ver o meu pai... – Falei.

— Tudo bem, Eu estou indo assaltar o seu carro, tenho um encontro hoje a noite e Caroline cismou de me comprar uma roupa nova ou algo assim. – Explicou e eu ri.

— Hum... Encontro com quem, posso saber? – Perguntei extrovertida.

— Rebekah Mikaelson. – Falou Damon fazendo uma careta engraçada.

— Mentira! – Fiz cara de surpresa. – Vai sair com a irmã do Klaus? Meu Deus! – Ri tampando a boca com as mãos.

— Exatamente por isso que Caroline quer me impiriquitar tanto. – Revirou os olhos. – Preciso ir, Tchau pai, Tchau Elena. – Falou dando um beijo no meu rosto e saindo.

— Vai contar para o seu pai sobre a gente? – Perguntou Damon colocando as mãos em minha cintura e eu envolvi meus braços ao redor de seu pescoço.

— Sim... – Falei e ele sorriu.

— Quer ajuda? – Perguntou e eu neguei com a cabeça. – Tudo bem, boa sorte. – Falou e deu um beijo no topo da minha cabeça. – To indo trabalhar. – Falou, me deu um selinho que logo se transformou em um beijo demorado. – Eu preciso. – Um selinho. – Trabalhar. – Outro selinho. – Para. – Sorrio entre o beijo.

— Ta, vai lá. – Falei me afastando dele, e ele foi, o acompanhei indo para a S.O.S.

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Estava mais que feliz por ter passado na prova, parece que fui admitida, Sorri sozinha e entrei no Starbucks olhando em volta procurando meu pai, que acenou pra mim, na mesa já havia dois copos de Milk shake, nem cogitei, peguei o copo e provei o gosto de Ovomaltine.

— Você me conhece... – Falei sorrindo.

— Você é minha filha... – Falou sorrindo.

— Pai... – Comecei.

— Antes eu queria pedir desculpas pela sua mãe... Você sabe que ela te ama... – Falou pegando na minha mão.

— Eu sei, mas eu te chamei hoje não foi pra falar sobre isso. – Expliquei e notei seu semblete confuso.

— Não?

— Não... Vim falar sobre o meu relacionamento com o Damon... – Comecei falando e ele permaneceu me encarando sem expressão.

— E existe um relacionamento? — Fez cara de confuso.

— Sim pai, existe. – Assumi e ele permaneceu sério, suspirou pesadamente e passou as mãos pelos cabelos.

— Ta. Então vamos por partes, quero conversar com ele, tudo bem? Depois eu vou conversar com a sua mãe... Sabe que não vai ser fácil não é? – Perguntou e eu assenti, passamos a tarde conversando, fazia muito tempo que eu não passava um tempo com meu pai, já havia me esquecido do quanto era bom.

Notas finais
GENTEM, nem demorei tanto vai JAHJASU, Olha, queria explicar 2 coisas: 1. Não terá mais notas iniciais .-. Vou por tudo aqui agora... 2. MEU QUERIDO "SOGRO" ta chegando no fim D: Pois é... Eu acho que não teremos mais 5 capítulos... Mas veremos não é? Enfim, é isso... Bye