Meu Lar

25 Capítulo 25


Notas iniciais
Oi gurizada, como passaram o fim de semana? Capítulo escrito às pressas para vocês. Espero que tenha ficado bom. :D

Assim que terminaram o jantar, Quinn foi até a caminhonete pegar roupas para Alí dormir e alguma coisa para elas colocarem no dia seguinte, já que seus planos era que Santana e ela não usassem nada durante a noite além de seus próprios corpos para lhes aquecer.

Entrou no quarto e já da porta ouviu a bagunça que Alí fazia com Marley no banheiro e Santana repreendendo as duas. Abriu um sorriso enorme, que mal cabia no rosto, e se dirigiu até o local.

– Oi! Tem espaço para mais uma aí?

– Mamãe Quinnie, me salvaaa. – ria a pequena – A Tia Marley está me fazendo cócegas. – gargalhava.

– Como assim, Marley? E nem me chamou. – aproximou-se da pequena também rindo e ajudou Marley na bagunça.

Santana ria das três um pouco mais afastada. Tinha uma toalha em mãos e se preparava para logo se tornar a estraga prazeres delas. Não conseguia conter a felicidade que sentia em ter a irmã ali com elas naquela fase tão importante de suas vidas. Sua mãe iria surtar no dia seguinte quando chegasse com Marley de surpresa.

– Já chega. Vamos acabar com essa bagunça. – disse divertida.

– Aaaahhhh. – as três disseram em coro.

– Está na hora de uma certa mocinha ir para a cama. Já passou de sua hora de dormir. – disse para a filha, que mesmo a contragosto lhe estendeu os bracinhos para sair da banheira.

Santana secava e vestia Alí enquanto Marley correu ao próprio quarto para tomar um rápido banho antes da menina ir dormir com ela. Quinn tinha a transferido para o quaro ao lado do dela e de San, que eram na ala ‘vip’ do hotel.

Terminando de vestir a filha Santana a carregou para o quarto de Marley, enquanto Quinn tomava banho. A irmã pegou Alí já sonolenta nos braços, despedindo-se de San, já ia fechando a porta quando a abriu novamente.

– San! – chamou e quando a latina se virou abriu um sorriso travesso – Tenho planos de dormir esta noite. Então, por favor, gemam baixo.

Santana a olhou indignada e fez menção de voltar, mas a porta já havia sido fechada com uma gargalhada sendo abafada pela madeira. O que lhe restou foi sorrir de lado e voltar para o próprio quarto, onde sua namorada mui caliente a esperava para mais uma noite de paixão.

Ao entrar no quarto se deparou com Quinn sem qualquer cerimônia saindo do banheiro completamente nua, secando os cabelos com a toalha. Ficou momentaneamente embevecida com aquela visão da mulher que amava perdidamente. Aproximou-se da loira que tinha um sorriso safado nos lábios e a abraçou pela cintura, enfiando o nariz em seu pescoço e aspirando o perfume.

– Mulher cheirosa essa. – falou enquanto passava o nariz por toda a extensão do pescoço de Quinn.

– Cheirosa e toda sua. – rodeou a cintura de Santana com os braços.

– Hum, bom saber. Vou tratar de cheirosa igual a você, porque meu corpo está pedindo um banho morno e depois cama.

– Só isso?

– Cama... Completamente nua, com seu corpo colado ao meu de todas as formas possíveis. – sussurrou contra o ouvido de Quinn que fechou os olhos ao sentir a leve mordida no lóbulo de sua orelha.

Ao ver o estado em que estava deixando Quinn, Santana se afastou e apressou-se em direção ao banheiro. Se ficasse ali mais um minuto daria adeus ao banho que tanto desejava.

Já estava há algum tempo embaixo do chuveiro deixando a água morna escorrer por suas costas. Não viu quando a porta do banheiro se abriu e Quinn entrou preocupada pela demora.

– San, está tudo bem? – perguntou tentando não assustar Santana, que tinha os olhos fechados, os quais foram imediatamente abertos e dirigidos na direção em que vinha a voz.

– Sim. Só estava relaxando um pouco. – disse com um sorriso.

– Desculpe, amor, mas fiquei preocupada com a demora. – explicou constrangida, com medo de estar sendo invasiva.

– Não faz essa carinha, Quinnie. Não precisa se desculpar, não. Adoro o jeito que você se preocupa comigo. – disse fechando o chuveiro e colocando o roupão que havia deixado à mão.

– Fiquei temerosa que achasse que eu estava invadindo seu espaço e querendo te controlar. – explicou.

– Oh, minha paixão. Nunca que eu ia achar isso de você. Sei que estava só preocupada. – falou se aproximando de Quinn e envolvendo seu pescoço com ambos os braços – É muito bom ter você cuidando de mim assim.

Quinn sorriu bobamente para Santana e em seguida a beijou com todo o carinho. O beijo começou lento, mas em seguida tomou proporções maiores, fazendo com que as duas estreitassem ainda mais o espaço entre seus corpos.

Santana abriu o roupão que Quinn vestia e passou a alisar o corpo bem formado e com músculos no lugar certo. Explorava sem qualquer vergonha o corpo da namorada, que estava adorando as provocações que recebia.

– Como pode ser tão perfeita. – gemeu Santana alisando as costas bem definidas.

– Te amo tanto. – Quinn conseguiu falar ao desamarrar o roupão que cobria o corpo de Santana, curvando-se e tomando os seios fartos na boca.

Imediatamente as costas de Santana se curvaram para trás, como forma de aumentar o acesso de Quinn aos mamilos túrgidos. Suas unhas estavam cravadas nas costas alvas, trazendo-a para mais perto.

Provocativamente, a latina passou a roçar o quadril contra o de Quinn, que já estava praticamente ereta. Santana baixou a cabeça e passou a distribuir beijos molhados pelos ombros da namorada, que agora apertava suas nádegas e trazia seu quadril para mais junto do seu, esfregando as intimidades, mostrando que já estava no ponto exato para a consumação daquele ato.

Quinn empurrou delicadamente Santana de encontro a pia do banheiro e sem delongas a colocou de costas para si e fez com que se curvasse e apoiasse sobre o mármore. Beijou toda a extensão das costas de sua amada enquanto esta rebolava o quadril contra seu membro pulsante. Moveu-se lentamente e a penetrou da mesma forma, arrancando um gemido alto da latina, que em seguida passou a se mover sob a namorada.

Os movimentos eram sensuais. O corpo moreno ondulava sob o de Quinn, que movia seu quadril no ritmo exigido, possuindo-a de um jeito enlouquecedor. As duas estavam quentes. O cheiro de sexo já havia tomado conta do ambiente.

Quinn se curvava sobre Santana e beijava seu pescoço, enquanto tinha uma de suas mãos posicionadas no clitóris da amada, estimulando-o de forma a enlouquecer a namorada.

Santana rebolava de forma frenética, perto de atingir seu limite. Quinn sentia os músculos apertando seu pênis cada vez mais e se segurava para não gozar antes de sua amada. Não precisou esperar muito, pois logo sentiu sua latina ser tomada por espasmos de prazer e a acompanhou naquela onda de satisfação.

Assim que se recobraram um pouco ficaram novamente frente a frente e se beijaram apaixonadamente. Santana afastou-se levemente de Quinn e lançou-lhe um olhar lascivo, com a promessa de que a noite de prazeres recém havia começado. Sem mais esperar, tomou a mão de sua loira e a puxou em direção ao quarto, empurrando-a sobre a cama e recomeçando tudo de novo.

Com certeza aquela seria uma longa noite.

...

Na manhã seguinte Quinn acordou antes de Santana e ficou um bom tempo apreciando sua amada dormindo. Olhou para o relógio e viu que passava um pouco das oito da manhã. Com um sorriso no rosto afastou-se vagarosamente da namorada e levantou, sem fazer qualquer ruído.

Vestiu-se rapidamente, procurou algo dentro da bolsa de Santana, escreveu um bilhete, que deixou no próprio travesseiro, e saiu, não sem antes olhar mais uma vez para San dormindo como um anjo.

Passava das nove da manhã quando Santana começou a acordar e instintivamente se movimentou a fim de abraçar o corpo de Quinn, encontrando o lugar antes ocupado por esta na cama completamente vazio. Abriu os olhos lentamente e analisou o quarto, encontrando-o completamente vazio. Apurou a audição para ver se a namorada estava no banheiro e o silêncio era total.

Estranhou a ausência de Quinn e já estava sentando na cama para se levantar quando enxergou um pedaço de papel sobre o travesseiro que a loira usara. Desdobrou o bilhete e já nas primeiras palavras abriu um sorriso apaixonado.

“Santana, San, meu amor, minha vida, minha latina caliente, tive que dar uma saidinha para resolver umas questões urgentes que surgiram, mas logo estarei aí com vocês. Prometo que vai ser rapidinho e mal vai dar tempo de sentir minha falta. Garanto que antes de vocês terminarem o café da manhã já terei voltado e almoçaremos em casa.

Te amo mais que tudo!

Beijos.

Sua Quinn”.

Santana abriu um sorriso bobo ao ler as palavras de Quinn. Como ela conseguia deixá-la ainda mais apaixonada apenas com um bilhete. Pensando nisso dirigiu-se ao banheiro e tomou um banho lento, lembrando dos momentos de paixão que tiveram durante a noite.

Vestiu o jeans que usara no dia anterior, uma blusa e lingerie novas que Quinn fizera questão de lhe presentear. Sorriu ao lembrar que nem tivera tempo de surpreende-la com o conjunto que havia comprado e guardado na bolsa, mas não faltariam oportunidades para tal.

Saiu do quarto e foi em direção ao de Marley, ver como ela e a sua pequena haviam passado. Bateu à porta e logo a irmã a abriu. Tinha um sorriso malicioso no rosto e em função disso ganhou um leve tapa no ombro.

– A noite foi boa, heim. – afirmou.

– Nem vem que nem fizemos barulho.

– Podem não ter feito, mas esse chupão aí no seu pescoço denuncia vocês. – riu ao ver a cara de espanto de Santana, que voou para o espelho mais próximo.

– Me empresta a maquiagem. – disse simplesmente.

– Mamaaaa. – Alí correu em sua direção.

– Bom dia, mi preciosa. Você dormiu bem? – perguntou apertando a filha em um abraço – A tia Marley não te beliscou? – brincou.

– Dormi bem sim, Mama. A tia Marley não me beliscou, não. Ela me encheu de beijinhos. – ria.

– Essa sua tia estava carente de você, então. – brincou, com a filha ainda no colo.

– Estava e ainda não matei toda a saudade do meu ursinho. Acho que vou ter que dormir abraçada a você esta noite de novo. – disse, no mesmo tom da irmã.

– Obaaaa. – a pequena vibrou.

– Vocês duas, heim. Assim vou ficar com ciúmes. – fez beicinho e a filha a abraçou pelo pescoço.

– Não precisa, Mama. Eu te amo muito, muito. Você e a Mamãe Quinnie. – dizia enquanto salpicava beijos no rosto da mãe.

– Também te amo mais que tudo, meu bebê. – disse carinhosa. Realmente, aquele pequeno ser e o bebê que esperava eram as coisas mais importantes de sua vida.

– Falando na Quinn, cadê ela? – Marley perguntou.

– Saiu antes que eu acordasse, mas me deixou um bilhete explicando que teve que sair para resolver umas coisas urgentes antes de irmos para casa.

– Mama, estou com fome.

– Então vamos lá ver um super café da manhã para a minha bebezinha.

Santana conversava animadamente com Marley, enquanto tomavam café da manhã, quando Quinn se juntou a elas, dizendo que teve de resolver umas questões do rancho antes de voltarem. Assim que sentou Alí saiu do colo da mãe latina e pulou para o de sua Mamãe, sob o argumento de que ainda não a tinha visto naquele dia, após Santana dizer que estava se sentindo trocada.

– Mas Mama, eu te amo igual ao que eu amo a Mamãe. – explicou inocentemente.

– Eu sei, mi amor. A Mama está só brincando. – riu, diante da explicação mais do que fofa de sua pequena.

– Então, terminaram o café? Podemos ir? – Quinn questionou.

– Claro, estou ansiosa para ver a minha madre. Nem quero ver o susto que ela vai levar.

Dirigiram-se a seus respectivos quartos e juntaram suas coisas, para em seguida partirem em direção ao Rancho Fabray, onde elas definitivamente estavam construindo um verdadeiro lar.

Notas finais
Quero agradecer a todos os comentários. Assim que tiver tempo responderei um por um. Uma ótima semana a todos.