Notas iniciais
OIEEE
ESSE PENUUULTIMO CAP VAI PARA A IVY Q RECOMENdOU MINHA FIC bjos infinitos gata =*
Tamb queria agradecer a "sabidinha" q me deixou muito feliz com seu review. bjo pro c tamb.
BEIJO PRA TODOS PQ EU ESTOU MUITO HAPPY!
Bom cap pra vcs...

– Por favor gente. Vocês sabem o quanto eu queria ir pra Disney. Faz uma forcinha vai. Não vai doer nada.

– Tá bom Malcom! Nós vamos ao parque aquático! – Ele correu e pulou em cima da Clarisse, que começou a se debater e xingar o mundo inteiro.

– É mas não tem parque nessa praia. – Malcom deu aquele sorriso de eu resolvo tudo e veio saltitando com um papelzinho na mão.

– Aqui Barbie. É mais ou menos uma hora de barco até o parque. – Hazel ficou verde na hora.

– UMA HORA?!! Eu não vou aguentar tudo isso!

– Vaai sim! Vamos nos arrumar, o barco sai daqui 17 minutos. – A Barbie soltou um “ai meu deus” e botou a mão no cabelo. – Naaaaao perua! Nem vem. É parque aquático trem! Leo segura. – Antes que ela saísse correndo pra se emperiquita Leo a segurou pelos braços. – Vamos, vamos, vamos!!!! – Eu ri, ele dava pequenos pulinhos em direção ao barco e a 78 ia atrás toda happy também.

– Eles são impossíveis. – Eu disse. Percy soltou uma risada pelo nariz e deu um beijo na minha têmpora.

– Vai ser legal. Vamos parar em alto mar. To louco pra dar um mergulho. – Seus olhos brilharam. – E quem sabe a gente não dá uma de adolescentes com hormônios à flor da pele e não se atraca no túnel do amor? – Ele pegou meu queixo com a ponta dos dedos e me deu um beijo, sorri nos seus lábios.

– Posso não ser adolescente, mas meus hormônios estão bem atacados. – Colei meu corpo no seu e passei os braços pelo seu pescoço.

– Licençaaa. To passando ae! – A veia separou a gente e passou no meio. Mas é chata né? Puta que pariu.

– Sabe o que é isso ai? Recalque. Vaza daqui crakuda.

– É deixa eles se comerem. – Clarisse deu um empurrão no meu ombro e seguiu o “guia” Malcom.

– Ai depois sai foto dos dois pelados no jornal e fica reclamando com cara de cu sujo.

– Ei! A gente não reclamou tá legal? Levamos até que numa boa.

– Sabe o que deveriam fazer? Gravar um filme pornô. Não gostam tanto de se agarrar em público? Pois então, gravem um filme. Tenho certeza que muitas pessoas comprariam pra ver o documento do ‘herdeiro’ ai.

– Eu compraria! – Mostrei o dedo do meio pra 78 e ela me mandou um beijo.

– Ah não, o que acontece entre 4 paredes fica entre 4 paredes.

– É mas vocês não enganam ninguém não fi. Até parece que não transaram na praia aquele dia. – Desviei os olhos e encontrei os de Percy que estavam sorridentes. – Sabia.

– Ohhh eu não disse nada não!

– E precisa dizer? – Dei de ombros.

– Isso não significa absolutamente nada. – Leo revirou os olhos.

– O cambada, será que da pra vir ou tá difícil??? – Malcom deu um assovio já dentro do barco e começou a pular, chacoalhando todo mundo que tava lá dentro, o barco não era tão grande assim, Hazel se agarrou na borda e começou a se abanar.

– O meu senhor. Vai ser difícil. – Ela fechou os olhos e fincou os dedos na borda. Frank sentou do seu lado com uma garrafa d’água e deu pra ela beber.

– Vamos logo antes que a criancinha ali morra de ansiedade.

...

Depois de longos minutos impacientes dentro daquele barco avistamos a praia, mas nossa embarcação não tinha o direito de chegar até o porto então ficamos ancorados em alto mar.

Pouvez attendre ici, nous avons un bateau pour les emmener à la plage (Podem esperar aqui que temos um bote para leva-los até a praia). – Olhamos pra Percy com um ponto de interrogação na cara.

– Ele disse que tem um barco pra levar a gente até a praia. Nous pouvons aller à la piscine à terre? (Podemos ir nadando até a margem?) – Ele perguntou pro cara.

Si vous voulez. (Se o senhor quiser). – Percy abriu um grande sorriso.

– Podemos ir nadando até a margem, se quiserem esperar o bote podem ficar, mas eu fui. – Ele tirou a camiseta e foi até a ponta do barco. Tirei minha saída de praia jogando ela pra barbie e fiquei ao seu lado, se possível seu sorriso ficou ainda maior.

– Será que da pé? – A Barbie olhou pra água com uma cara de duvida. Percy riu debochado e juntos pulamos no mar.

É uma sensação maravilhosa. Você não consegue relar o pé no chão e a maré vai te levando. Você flutua e sente seu corpo muito leve. Percy estava com um sorriso besta na cara enquanto me observava boiar na água.

– O que? – Ele fez um sinal de negação com a cabeça e eu nadei na sua direção. – Eu não vou te propor uma corrida porque sei que você vai ganhar. – Ele riu.

– Gruda aqui no meu pescoço que é sucesso. – Eu abracei ele pelo pescoço e dei um tapa no seu ombro.

– Não fala que nem favelado, por favor. – Ele fez um bico lindo e eu dei um beijo na sua bochecha.

– Pronta? – Apertei as pernas envolta da sua cintura.

– Mais que pronta. Só para mais vezes pra respirar tá? – Ele riu e mergulhou.

...

– Eu quero ir nesse! Naaao nesse primeiro! Olha aquele ali gata! – Malcom saltitava sem parar e a gente ria. Ele é pior que criança.

– Enquanto vocês vão ai nós vamos dar um pulinho em um brinquedo que tinha ali perto da entrada ok? – Eles olharam pra Percy e olharam pra entrada. A veia recalcada bufou.

– Não conseguem apagar o fogo nem por um minuto?!

– Mas o que você acha que vamos fazer lá? Apagar esse fogo que tá me consumindo. – Subi as mãos pelo meu corpo e estremeci eles riram e a veia olhou pra mim como se estivesse fazendo uma oração mental. – E não me olha com essa cara não moreeeena. – EU LEMBREI DE ZOA-LOS!!! Se for possível uma negra ficar vermelha de vergonha, pode apostar que ela ficou.

– Você é impossível.

– Eu sei. Agora me deixa ir antes que o fogo comece a se alastrar. – Ela olhou pro céu e a gente riu. Mandei um beijo pra eles e abracei Percy. Virei a cabeça pra olhar pro povo e escorreguei minha mão pra bunda do Percy. Ele riu e Malcom explodiu em uma gargalhada, ligando a câmera e batendo uma foto nossa.

– Então você tá com fogo? – Ele subiu de leve com seus dedos pela lateral do meu corpo me arrepiando.

– Você não faz ideia. – Apertei sua bunda e ele me olhou safado.

– Talvez eu faça. – Ele me beijou e eu sorri. — Fille, combien de temps est le tour? – (Moça, quanto tempo dura o passeio?) – Eu não entendi nada do que ele falou, mas a mulher ficou encarando meu namorado abobalhada, o que não me deixou nada satisfeita. Limpei a garganta.

Oh, hmm, 15 minutes belle. (15 minutos lindo). – Perae. Ela chamou meu namorado de belle??? É foda quando a pessoa quer morrer mais cedo. Dei uma tossida bem escrota, e a nariguda pareceu finalmente ter me notado. Me olhou de cima abaixo e deu um sorriso falso. Oh caralho, biscate é biscate no mundo inteiro né. Brincadeira.

– Como que eu mando essa filha da puta se fuder em francês? – Praticamente rosnei pra Percy. Ele riu.

– Acho que assim. – Ele me deitou nos seus braços e me beijou furiosamente. Minhas pernas fraquejaram, e quando ele me colocou de pé no chão eu dei uma cambaleada pro lado. Minha respiração tava acelerada e provavelmente tava com a boca vermelha e inchada. Mas satisfeita, muito satisfeita ao olhar o nariz enorme daquela infeliz dilatado de raiva. Dei um tchauzinho pra putona tucano e puxei Percy pela mão para o barquinho em forma de coração que passava por um túnel escuro iluminado com apenas uma luz vermelha e tocava uma música muito melosa pro meu gosto.

Entramos naquela coisa instável, que eu quase cai ao entrar, e que parecia uma concha em forma de coração. Sentei no cantinho e coloquei a cabeça pra fora a procura de algumas câmeras. Tinha vários cupidos com aqueles arcos e fralda soltando água pela boca. Nenhuma câmera a vista, mas tinha uns carinhas no final entregando alguma coisa aos casais. Isso seria um problema.

– 15 minutos? – Perguntei assim que ele se ajeitou do meu lado e passou o braço pelos meus ombros.

– Isso ai. – Ele também olhou pros lados e franziu a testa.

– Tem apenas esses carinhas no final.

– É muito pouco tempo. – Estávamos parados esperando os outros casais entrarem pra ligarem o brinquedo.

– Então é bom aproveitar. – Abri o primeiro botão da minha saída de praia e passei uma perna por cima da sua. Á luz vermelha, seu rosto conseguia ficar ainda mais bonito e excitante, meus deuses.

– Ah sim, vamos aproveitar bastante. – Ele enfiou a mão dentro da minha saída pelo botão que eu tinha acabado de abrir e escorregou ela pela minhas costas desamarrando o laço do biquíni. – Você vai fazer o seguinte. – Ele disse com a voz rouca, rodou a peça e deixou pendurada no meu pescoço, colocando a parte da frente pra trás e deixando meu seios expostos. – Essa perna aqui. – Ele agarrou minha perna e passou pela sua cintura. – Você coloca aqui, e senta no meu colo, como se estivéssemos abraçados. – Mordi os lábios e apoiei minha mão nos seus ombros. – Agora eu deito minha cabeça aqui no seu colinho. – Eu ri quando ele disse isso de uma maneira infantil e encostou a testa na minha clavícula. Uma de suas mãos massageava meus cabelos pela nuca, com a outra ele pegou meu seio e levou a boca. Eu soltei um gemido. – Shh quietinha anjo, não queremos acabar com a brincadeira né? – Ele olhou nos meus olhos divertido e deu uma mordida no meu mamilo soltei outro gemido um pouco mais alto e ele riu.

– Desse jeito fica difícil né. – Minha voz falhou quando ele colocou minha calcinha pro lado e começou a me acariciar ali. Soltei um choramingo e rebolei na sua mão. Ele encostou o corpo no escoro do barquinho e ficou me observando com os olhos escuros de desejo. – Não me olha com essa cara. – Ele riu e enfiou um dedo em mim. Apertei um lábio no outro e apertei seus ombros.

– Que cara? – Ele puxou meu corpo me colando a ele e sussurrou isso no meu ouvido. Sua outra mão ele escorregou pelas minhas costas. Levantou minha saída e acariciou minha bunda. Eu mordi seu pescoço.

– Essa, de quem quer me devorar. – Ele soltou uma risada rouca e lambeu o lóbulo da minha orelha. Enfiou mais um dedo em mim e esfregou meu clitóris com o polegar. Sua outra mão atrevida puxou o fio dental da calcinha pro lado e começou a acariciar aquela região. Levantei a cabeça o encarando ofegante. Aquilo era novo. Alguns arrepios de excitação subiam pelo meu corpo, eu nunca tinha experimentado aquelas sensações antes. E era muito bom, muito bom mesmo.

– É o que eu mais quero. – Ele apertou minha região ainda virgem e eu não pude conter o gemido que saiu dos meus lábios. Seus olhos me encaravam firmemente e eu tremia no seu colo. Cravei minhas unhas no seus ombros e ele continuou a me acariciar ali enquanto me estimulava com seus dedos. – Te foder inteirinha aqui. – Pegou um dos meus seios com a boca e aumentou a velocidade dos seus dedos, assim como a pressão ali a trás. Eu rebolei no seu colo e mordi meu dedo pra evitar gemer mais alto. Ele girou seus dedos dentro de mim e meus olhos também giraram nas orbitas. Explodi em um orgasmo maravilhoso mordendo seu ombro pra não gritar e soltei meu peso sobre ele ofegante.

– Deuses. – Murmurei ainda tremendo. Ele soltou uma risadinha safada e lambeu os dedos melados. Observei aquilo com luxuria e logo enfiei minha língua na sua boca. Arranhei sua nuca e chupei sua língua, ele soltou um gemido sôfrego e se ajeitou no banco. – Ai desculpa. – Desci do seu colo e sentei do seu lado. Já conseguíamos ver os carinhas mais a frente entregando qualquer coisa pros barcos à frente. – Não deu tempo de nada, você nem pode curtir. – Olhei pra sua enorme ereção apertada dentro do shorts e o olhei me desculpando. Ele sorriu e se inclinou pra me beijar.

– Pode ter certeza que eu curti bastante. – Ele me virou pelos ombros e amarrou rapidamente meu biquíni nas costas. Nossa, tinha até esquecido. Ajeitei minha calcinha me lembrando das sensações que senti quando ele me tocou lá.

Aquilo, foi incrível. – Eu disse e seus olhos brilharam e voltaram a escurecer.

– Ah foi, foi delicioso. – Ele passou a língua pelos lábios me encarando daquele jeito faminto.

Antes de ter a chance de pular sobre ele novamente uma rosa vermelha apareceu na minha frente. Peguei da mão do carinha bufando e olhei pra Percy que estava tentando esconder a ereção e não contive uma risada.

– Vai ser meio difícil de sair daqui. – Com a ajuda do mesmo carinha sai do barquinho. Percy penou, mas eu o puxei e ele cambaleou, mas saiu. – É muito desconfortável isso aqui, você não faz ideia. – Parei na frente dele pra que pudesse ajeitar o shorts e passei minha mão pelo seu peito.

– O dó. – Dei um selinho nele que rosnou me fazendo rir.

– Isso não está ajudando muito.

Vous voulez une image? (Vocês querem uma foto?) – Olhei pro carinha confusa mas Percy concordou.

– Oh oui, s'il vous plaît. (Ah sim, por favor). Vamos tirar uma foto.

– Ah sim.

Restez un front à l'autre, maintenez la belle fleur près du visage et regarder votre belle pro (Fiquem um de frente pro outro, linda segure a flor perto do rosto e olhe pro seu belo). – Percy me segurou pela cintura e ficamos frente a frente, eu sendo mais baixa que ele ergui o rosto para olha-lo e sorri. Ele pegou minha mão que segurava a flor e levantou perto dos meus lábios. Quando eu vi a foto já tinha sido tirada com aquelas câmeras legais que revelam na hora.

Percy deu alguns euros pro cara que saiu agradecendo (já to manjando dos francês), olhei a foto e gargalhei.

– Olha a nossa cara. – Meu cabelo estava uma bagunça e meus lábios inchados assim como os de Percy. Sem contar a marca de unha e uma mordida no ombro dele.

– Ficou incrível. Sexy e romântico. – Olhei com mais atenção e realmente, era isso que passava. Ao mesmo tempo em que estava na cara que tínhamos dado um belo de um amaço. A rosa vermelha e os olhares conectados deixava a foto com aquela cara de “fui feita pra ser papel de parede”.

– É verdade. Ficou linda, mesmo que meu cabelo esteja uma zona. – Ele riu e passou a mão pelos meus fios loiros dando uma abaixada. Abracei ele pela cintura e olhei pra baixo. – Já se acalmou?! – Ele me olhou sarcástico e eu ri dando um beijo no seu queixo. – Vamos atrás dos outros.

...

– Mil desculpas mas vou esperar aqui.

– Porque? Medo de altura? – Clarisse debochou de mim.

– Não mesmo, mas olha o tamanho da escada e vou ter que chegar lá em cima depois de ter as pernas moídas pra descer em um tobogã que vai durar 5 segundos. Não obrigada.

– Isso é desculpa pra medo de altura. – Revirei os olhos.

– Continue acreditando nisso.

– Bom, eu vou. – Percy disse e começou a subir as escadas, os meninos foram atrás assim como Clarisse e a 78.

– Então parece que não é tão “macho” assim. – Bufei e fui até o final do tobogã esperar a descida dos outros.

– Quando eles chegarem aqui vamos ver quem tem razão.

E eles desceram. Um por um. Primeiro Percy, que me surpreendeu ao ir porque ele não é o maior fã de altura, o shorts estava na metade da bunda o que me tirou várias gargalhadas.

– Puta descida é essa, as costas descolam do bagulho. – Seus olhos estavam arregalados enquanto ele erguia as calças.

Ai veio o Leo.

– Descida legal, da uns 5 segundos de medinho, mas não vale a subida. – Ele também veio levantando as calças.

Chris não achou muito legal porque ele é grande demais pra descolar as costas do brinquedo, então ele achou meio sem graça.

Frank até que achou legal, mas disse que não compensa a subida. Concordo totalmente.

Malcom e 78 gostaram, porque eles não fazem parte da maioria das pessoas que são consideradas normais, e subiram de novo.

Ai veio a Clarisse. Tremendo da cabeça aos pés.

– Essa foi a pior coisa que eu já fiz na minha vida. – E eu explodi em uma gargalhada.

– Bem feito sua trouxa. – Ela olhou pra mim verde e saiu correndo pra vomitar em uma lata de lixo que tinha ali perto. Eca.

– Acho que já deu por hoje né? – Quando a Barbie disse isso, ouvimos Malcom gritando ao descer no tobogã.

– DE NOVO!!!!!!

...

Era nosso ultimo dia ali naquele paraíso. Durante a semana andamos pela ilha e conhecemos vários lugares e pessoas. Comprei uma lembrança pra todo mundo e comi de tudo um pouco. Até mesmo ostra...

FLASHBACK ON

– Credo olha isso. É gosmento e o bicho tá vivo aí Percy. Eu não vou comer esse treco nojento.

A gente tinha resolvido ficar no quarto hoje à noite. E Percy pediu uma porção de ostras enquanto eu estava no banho.

– Para de ser fresca e vem aqui experimentar. – Fiz uma cara de nojo vendo ele engolir aquele troço.

Sentei do seu lado e vi ele espremendo limão e colocando sal em cima daquele trem que mais parecia catarro.

– Desculpa, mas eu não vou comer isso. – Ele deu uma risadinha de quem ia aprontar alguma.

– Vai sim. – Ele dobrou uma perna e apoiou um braço na beirada da cama (estávamos sentados no chão por motivos desconhecidos), ele colocou sua mão nos meus cabelos e ergueu uma ostra até a altura da minha boca. Olhei pra ele suplicante e ele me olhou divertido. – Confia em mim vai. Feche os olhos. – Eu lhe olhei mais uma vez e fechei os olhos bufando. Com a mão que estava na minha nuca ele colocou minha cabeça um pouco pro lado. Franzi as sobrancelhas, confusa e abri um pouco os olhos. Ele riu. – Para de ser curiosa e impaciente! Fecha esses olhos. – Eu voltei a fecha-los. – Agora você vai chupar a ostra e lentamente engolir. – Ele sussurrou isso no meu ouvido. Seu hálito quente de encontro com a minha pele enquanto seus dedos massageavam meu couro cabeludo me fazendo arrepiar.

Percy encostou a concha da ostra nos meus lábios e eu me preparei mentalmente pra chupar, mas agora o foco estava em outra coisa. Chupei aquele treco vivo e senti apenas o gosto do limão e do sal na boca. O problema era a textura de catarro.

– Agora engula bem devagar. – Ele murmurou com os lábios colados no meu ouvido. E eu engoli.

Senti a ostra gelada escorrer pela minha garganta e Percy veio com a sua língua quente na direção contrária. Seus dedos desceram pelas minhas costas ainda úmida e um tremor percorreu meu corpo quando ele capturou meus lábios com um beijo luxuriante. Eu gemi e o empurrei subindo sobre ele.

– Isso foi surpreendente. – Ele sorriu e mordeu meus lábios.

– Eu sou cheio de surpresas. – Ele puxou a toalha em que eu estava parcialmente enrolada e nos levantou me jogando na cama...

FLASHBACK OFF

Aquela foi uma ótima noite, e eu nunca mais verei ostras da mesma forma.

Também comemoramos meu aniversário. E aquilo sim foi inesquecível.

FLASHBACK ON

Depois de uma ótima tarde em que eles me fizeram virar 20 tipos diferentes de shots de várias bebidas em comemoração a meu aniversário de 20 anos. As meninas me sequestraram e estavam me fazendo de boneca no chalé da Barbie.

– Gente pra que tudo isso? Estamos na praia.

– Cala a boca Annabeth Chase. – A Barbie se transforma quando o assunto é “se arrumar”.

– Eu sou a aniversariante sabia, isso tem que valer alguma coisa.

– Você vai descobrir isso mais tarde. – 78 disse e elas soltaram suas risadinhas cúmplices.

– Ok o que tá rolando? Eu quero meu namorado sabia? Eu planejei transar até o sol raiar essa noite e vocês estão me atrapalhando. – Tentei levantar da cadeira mas Clarisse me imobilizou. Bufei.

– Aquieta a xanex ai minha filha. – Cruzei os braços.

– Vão pro inferno. Onde vocês acham que eu vou com um vestido e um salto desses na praia?!

– O meu deus você reclama demais criatura. – A veia disse.

A campainha tocou assim que a Barbie terminou o ultimo cacho do meu cabelo. Ela deu uma batida básica e gritou um “JÁ VAI!”

– Eles são muito impacientes. – 78 foi até a porta e abriu revelando Malcom, Chris, Leo e Frank vestidos de smoking. Abri a boca em choque. – Hmm que delicia em? Vai ter que devolver quando? – Ela perguntou passando o dedo sobre o peito de Malcom que sorriu safado pra ela.

– Só amanha a tarde gata. – Ele pegou ela pela cintura e a beijou.

– Ei cara, esse não é o plano, pode parar. – Chris desgrudou a 78 dele e com um “plock” a boca dos dois foram descoladas e Chris entrou no quarto carregando ela no colo e a jogou na poltrona. Leo veio na minha direção e me estendeu a mão.

Mademoiselle – Ele disse e eu ri pegando sua mão.

– O que... Por que?

– Sh sh sh shhhh – Ele me calou. – Não temos tempo para lenga lenga. – Ele disse com um sotaque francês ridículo que fez a gente rir. – Vamos criatura loira, temos um caminho razoável a seguir.

– Onde?

– Afe vai logo. – Clarisse me empurrou e 4 pares de braços me ampararam.

– Valeu caras.

– Estamos aqui para guia-la esta noite.

– Guiar pra onde? – Eles riram cúmplices.

– Você vai ver. Agora vamos. – Malcom me estendeu o braço e eu aceitei. Leo também me estendeu e eu também aceitei. Frank e Chris colocaram suas mãos nos meus ombros e andamos em sincronia até a porta.

É claro que não passamos.

Eles me deixaram passar primeiro e depois vieram atrás, voltando a posição inicial.

– Sério o que está acontecendo?

– Não se desespere garota, você vai ver quando chegarmos lá. – Nossa ajudou bastante.

Tivemos que andar um pouco, ai chegamos até a praia e eu estava de salto.

– Grande! – Eles riram e se abaixaram formando uma cadeirinha. Leo me empurrou e eu cai sentada nos braços deles. – Nossa! Isso é realmente ridículo, vocês sabem.

– Ordens do Percy. – Levantei uma sobrancelha.

– E desde quando vocês acatam as ordens dele?

– Desde que ele prometeu me dar exclusividade disso pro blog! – Malcom sorriu, revirei os olhos.

– E vocês? – Perguntei pros outros. Eles deram de ombros.

– Nós somos amigos, é isso que fazemos.

– Awwwn que fofo da parte de vocês.

Fomos chegando perto do porto e havia um barco completamente iluminado, e Percy na proa vestindo uma calça social e uma camisa branca com os primeiros botões abertos. O vento batia nos seus cabelos deixando eles completamente bagunçados. Eu fechei os olhos e neguei com a cabeça, sorrindo. Não acredito que ele tá fazendo isso.

Os meninos me levaram até o trapiche e me colocaram no chão. Fui andando na frente com as pernas bambas enquanto eles me seguiam.

Percy estava com aquele sorriso arteiro e divertido nos lábios. Eu sorri pra ele, deixei os saltos pelo caminho e comecei a correr. Ele gargalhou e abriu os braços pra me pegar. Pulei no seu colo e ele me abraçou apertado.

– Feliz aniversário amor. – Lagrimas escaparam dos meus olhos.

– Obrigada. – Eu o beijei.

– Cara, você estragou tudo. – Malcom entregou os meus sapatos na mão do Percy e eu virei para olha-los.

– É se tivesse tirado antes a gente não precisaria te carregar. – Frank disse. Percy riu.

– Obrigado caras. Sério mesmo. – Eles sorriram pra ele e Leo bateu continência. Eu ri.

– Vamos cobrar isso dai em velho. Curtam essa noite. – Eles acenaram e foram embora.

– Maldade fazer eles me carregaram. – Ele riu e andou comigo no colo pra dentro do barco.

– Eles superam. – Ele me soltou e eu escorreguei do seu colo e apoiei os pés no chão.

– Como conseguiu isso? – Dei um giro 360 para olhar todo o barco. – Poseidon. – Eu disse ao ver o emblema de tridente no timão. Ele sorriu.

– Poisé. Meu pai tem esse fraco por barcos. – Eu ri e me virei pra ele.

– Obrigada por fazer isso. – Ele riu e se abaixou pra me beijar.

– Eu não fiz nada ainda. – Me deu um ultimo selinho e foi até o timão. Ligou o barco e começamos a sair do porto. Eu estava boquiaberta.

– Você sabe dirigir um barco? – Ele riu.

– Filho de peixe peixinho é. – E eu gargalhei. Sentei em um banco estofado que tinha ali do lado e o observei. Navegamos mar adentro por um tempo. A brisa do mar batia no meu rosto e eu não conseguia parar de sorrir.

– Ela é impossível. – Ele disse de repente. Abri os olhos e percebi que tínhamos parado. Ele me observada. Levantei e fui na sua direção.

– Quem? – Perguntei apoiando minhas mãos no seu peito.

– Aquela Barbie endemoniada, eu pedi um vestido fácil de tirar e ai está você nesse negócio que parece que foi colocado a vácuo no seu corpo. – Eu ri e me afastei dele.

Coloquei a mão nas costas alcançando o zíper invisível e o puxei.

O vestido se abriu por completo revelando minha lingerie preta. O queixo de Percy parecia ter caído com o vestido.

– É parece que ela não é tão ruim assim. – Eu ri e corri pros seus braços. Eles nos virou e abriu uma porta revelando uma cama bem feita com lençóis azul marinho. Ele me colocou na cama e abriu um champanhe que tinha do lado.

– Já não bebi o suficiente por hoje? – Ele riu abriu os botões que faltavam da camisa branca e a jogou no chão. Se debruçou sobre mim com a garrafa em mãos. Me fez segurar a garrafa enquanto tirava meu soutien, para logo pega-la de volta.

– E quem disse que é você quem vai beber? – Ele me olhou divertido e jogou champanhe sobre meus seios, abri a boca em choque. Não acredito que ele fez isso. Ele logo substituiu o champanhe gelado pela sua língua quente e aveludada e eu tremi embaixo dele. – Definitivamente melhor que qualquer taça.

Ele voltou a derramar champanhe pelo meu corpo e me limpar com a boca.

...

Pensava nisso enquanto terminava de calçar as sandálias. Mordi os lábios observando ele a minha frente terminando de abotoar a camisa. Ele sorriu pra mim.

– O que? – Eu neguei ainda sorrindo e ele se inclinou e beijou meus lábios.

– Vamo gente. Vocês não podem estar se comendo agora né? Por favor vai é a ultima noite! – Eu ri, me levantei e abri a porta pra Barbie endemoniada. Ela me avaliou da cabeça aos pés, dei uma voltinha.

– E então? Estou bem? – Ela virou a cabeça um pouco pro lado com um bico rosa por causa do batom. Pegou um pouco do meu cabelo e colocou pra frente e arrumou minha franja, rolei os olhos. Ela deu um sorriso e bateu palmas.

– Nada mal! Tá linda. Eu apenas passaria um batom e trançaria o cabelo...

– Ninguém vai trançar meus fios dourados. – Percy apareceu por trás e me abraçou, beijando meu pescoço eu sorri. – Eeee batons me deixam borrados. – A Barbie sorriu sarcástica.

– Isso é simples de resolver, é só vocês não se comerem. – Ela deu de ombros e Percy riu.

– Não tem como. Ela é meu prato predileto. – Ele deu uma mordida no meu ombro descoberto e eu dei um tapa na sua coxa.

– Fecha logo a porta e vamos ver como funciona esse luau.

Quando chegamos à praia todos já estavam lá. Uma fogueira crepitava no centro com várias pessoas em volta sentadas em troncos de árvores. Alguns caras faziam malabarismos com fogo o que era bem legal.

Mas o melhor mesmo eram as lanternas.

Aquelas lanternas de papel.

Tinha por toda parte, iluminando o lugar ou voando pelo céu, soltadas por pessoas. Era uma coisa fantástica.

– É lindo. – 78 disse com água nos olhos. Eu nunca a vi chorando (chorar de rir não conta) mas deu pra ver que ela estava emocionada. – Eu não quero ir embora. – Ela olhou pra mim e veio me abraçar.

– Ei, nós vamos voltar. Não fica assim. – acariciei seus cabelos e olhei pro pessoal que estavam tão confusos quanto eu.

– Nós vamos né? – Ela ergueu os olhos pra mim e eu sorri enxugando suas lágrimas.

– Eu prometo. – Ela sorriu e saiu correndo por ai. Percebi que ela estava descalça o que me pareceu uma ótima ideia.

– O que foi isso? – Percy me perguntou. Dei de ombros e apoiei nele tirando minhas sandálias. A Barbie me encarava em choque.

– Não sei, mas eu também não quero ir embora. Então é bom aproveitar enquanto estamos aqui. Vou sentir a areia um pouco. – Entreguei minhas sandálias a ele e sai atrás da 78.

...

Eu sei que, eu bebi muito, mesmo. Assim como todo mundo. Nós não acabamos a festa muito tarde, até porque tínhamos um voo amanha de manha, mas eu lembro que quase no fim do luau nós soltamos algumas lanternas no céu. A realização de um sonho pra falar a verdade.

E uma coisa que deixou todo mundo muito surpreendido.

Leo fazendo malabarismos com fogo.

É isso mesmo minha gente. O maluco decidiu que conseguia fazer aquilo, e não é que foi? Até aquele negócio de cuspir fogo ele fez. O cara tem as habilidades ocultas.

– Sai pra lá com essa boca de ‘água de fogo’ (o negócio que usa pra cuspir e tals). Eu não vou beijar você com esse bafo.

– Se você for pensar bem, não vai fazer tanta diferença do bafo de cerveja. – Frank “o soltinho” disse e Leo soltou um há há.

– Ah mesmo assim eu não encarava não. – Eu disse pra ela.

E fora isso eu lembro que nós dançamos muito, e é claro eu pulei no mar. Era o ultimo dia, não poderia ser diferente.

– Vamo simbora? – Percy passou o braço pelo meu ombro e virou o copo de cerveja, antes que ele virasse tudo eu peguei dele e tomei o último gole. Ele me olhou com um beicinho nos lábios.

– Vamos. Amanhã temos que acordar cedo.

– Vou ficar mais um pouco. – Malcom colocou a cabeça no ombro da 78 e acariciou suas pernas.

– Ok. Acordar as 6:00 beleza? O voo é as 11:00.

– Ok. Tchau.

– Falou. Boa noite ai. – Acenei pra eles e entrelacei minha mão na de Percy enquanto ele levava minha sandália.

– Foi as melhores férias de todas. – Disse assim que ele abriu a porta. A primeira coisa que eu pensei foi em pular na cama, mas eu tava molhada porque entrei no mar. Como a noite estava quente Percy já chegou e tirou a camiseta. Olhei pra ele mordendo os lábios. E ele apenas me encarou sem nenhuma expressão aparente.

Puxei ele pelo cós da calça e colei minhas costas na porta dos fundos. Ele sorriu e apoiou as mãos na lateral da porta e se inclinou pra me beijar. Coloquei a mão sobre seus lábios e sorri pra ele.

– O qu... – Antes que ele falasse alguma coisa o empurrei, ele cambaleou e me encarou confuso. Destranquei a porta atrás de mim e a abri. Fui tirando o vestido lentamente e joguei pra ele, que logo jogou a peça no chão, junto com a sua calça que sumiu rapidamente. O encarei safada e me virei. Tirei a calcinha empinando a bunda pra ele e joguei nele de novo. Ele rosnou e correu na minha direção. Eu gargalhei e pulei no mar a nossa frente.

– Porque você adora fazer isso? – Ele disse quando me alcançou e me puxou pelos cabelos debaixo d’água. Eu mordi a ponta da língua e ele aproximou seu rosto do meu. – Adora me provocar sua cachorra.

– Porque é uma delicia quando você perde o controle e me pega desse jeito. – Eu o fiz sentar nos primeiros degraus e arranhei suas pernas.

Eu massageei seu membro e o coloquei na boca. Percy soltou um gemido alto quando eu engoli o máximo que podia. Ele colocou as mãos nos meus cabelos sentindo os movimentos de vai e vem. Massageei suas bolas enquanto ele fodia a minha boca.

Seus olhos me comiam enquanto eu me masturbava e o chupava. Ele me agarrou pelos cabelos novamente e tirou minha boca dali. Eu fiz um bico chateado, mas ele logo me recompensou me pegando no colo e se afundando em mim. Soltei um longo gemido que foi interrompido pela sua língua na minha boca.

Ele chupou meus lábios com força enquanto eu quicava no seu colo. Percy alcançou meu clitóris e o beliscou, joguei o corpo pra trás apoiando as mãos na sua perna e ele aproveitou pra chupar meus peitos.

Rebolei no seu pau e ele gemeu. Esfregou ainda mais meu clitóris e eu me agarrei a ele ofegante.

Peguei sua mão e coloquei na minha bunda. Abri os olhos e encarei os seus que me olhavam ferventes.

– Você gostou né? – Disse no meu ouvido e pressionou aquela região. Soltei um longo gemido e rebolei ainda mais.

– Hm eu amei Percy. – Seu nome saiu arrastado quando ele forçou seu dedo a entrar. Agarrei seus cabelos e meus olhos reviraram. Minha respiração ficou mais pesada e eu parei de rebolar por um instante.

Me sentia completamente cheia.

Ele tirou seu dedo e saiu de dentro de mim, deixando um vácuo profundo. Gemi em desespero e levei minha mão até lá de novo, mas ele me deteve.

– Espera ai anjo. – Percy melecou seu dedo na minha fenda e voltou a me penetrar ao mesmo tempo em que enfiou seu dedo escorregadio atrás.

Eu não me contive e gemi seu nome enquanto gozava.

Mas ele não parou.

Estocava cada vez mais fundo e mais rápido. Me agarrei ao seu pescoço e voltei a rebolar no seu colo.

Ele não demorou a vir.

– Wow. – Eu disse assim que minha respiração voltou o normal. O que demorou um pouco. Ele me abraçou e riu. – Isso foi especial. – O encarei e sorri encostando nossos narizes.

– Muito. – Ele encheu a mão de água e jogou pelas minhas costas. Eu me arrepiei é claro. Eu me arrepio só de estar perto dele. Isso é ridículo.

– Não sei se é porque eu estou um pouco bêbada... – Ele riu novamente e eu tremi com a sua risada perto do meu ouvido. – Mas foi muito intenso. – Ele me encarou com aquela cara de arteiro. – Eu nunca pensei em fazer anal...

– E nem quero que você pense, porque nós não vamos fazer. – Olhei pra ele confusa.

– Por que? Não é, tipo, o sonho de todo homem, depois é claro de transar com duas mulheres? – Ele riu e plantou um beijo na minha testa.

– Assim como você, eu não sou como a maioria dos homens.

– Mas...

– Aquilo foi só pra te dar prazer. Experiências novas, novas partes do corpo para serem exploradas. Apenas isso e mais nada além disso. – Eu sorri e o abracei. Ficamos assim por um tempo, ainda conectados e com ele jogando água pelas minhas costas até eu quase cair no sono.

– Percy? – Minha voz saiu falhada, pigarreei.

– Hmm...?

– Ainda bem que você não é como a maioria dos homens. Porque está fora de questão eu te dividir com qualquer outra mulher. Principalmente na cama. – Ele gargalhou e nos levantou. Entramos no quarto molhando todo o chão e fomos para o banheiro tomar um banho de espuma.

Eu não me lembro de como fui parar na cama.

...

Notas finais
Awwwwn gente proximo cap sera o ultimo! ='(
O q acharam desse cap em? Aquela coisa da ostra eu vi em um livro e achei bem legal pra por na fic.
E o aniversário dela hm? Tenho q admitir q tinha esquecido da comemoração do aniver dela por causa da casa de hades q revela a data, dia 12 de julho. Mas eu coloquei assim mesmo.
E o luau de despedida nao poderia faltar né?
Assim como a sacanagem no tunel do amor e o hentai super quente na escada submersa, a pedido da "virocha" lol espero q tenha gostado ;)
É isso gente até quando eu terminar de escrever o ultimo capitulo.

SPOILER!!!!!!!!!!!!!
TEMOS UM CASAMENTO AEEEE
E o cap ja passou das 18 paginas! *0*