Meu Gremista
59 Capítulo 59
Notas iniciais
ESSE VAI PRA TRINA LINDA QUE RECOMENDOU A FIC TAMB *-*
Esse cap ficou pesado, tem muito hentai mesmo divirtam-se ;))
– FELIZ NATAL!!!!!!!! – Tyson gritou assim que deu meia noite. Todos rimos e abraçamos uns aos outros desejando felicidades.
Sally estava radiantemente feliz. A casa cheia em pleno natal, seus dois bebes junto dela, o marido ao lado e a nova família que veio de brinde. Ela me abraçou e me agradeceu por tudo. Esse tudo eu não sei o que era, mas também a agradeci. Ela era uma sogra maravilhosa.
Tyson pulou no meu colo e me abraçou apertado. Beijei seus cabelos pretos e todo seu rosto fazendo ele gargalhar. Descendo do meu colo ele pulou nas costas do irmão que saiu correndo com ele pela sala.
Minha mãe com lágrimas nos olhos (ela é muito sensível) me abraçou e um beijo na minha testa. E disse que não poderia ter uma filha melhor, e eu me emocionei pra caralho. Qual é eu sou a cópia dela, também sou sensível.
Poseidon veio me abraçar e disse: “continue fazendo meu filho feliz”. Sorri pra ele e agradeci.
Dei um abraço na nanica, levantando ela do chão. Ela riu e me agradeceu por ter dado um empurrãozinho no namoro dela.
O mesmo foi com Nico, e quando eu disse que ele teria uma surpresa e tanto essa noite, seus olhos chegaram a brilhar.
Ta vendo? Eu faço um bem tremendo a humanidade, todos me agradecem.
Só que não.
Fiquei apoiada na viga da porta, observando todos se cumprimentarem. Meu gremista cabeça de alga, estava sorrindo brilhantemente pra minha mãe, e como se eu o tivesse chamado com o pensamento, ele olhou pra mim. Minha mãe também olhou e sorriu pra gente empurrando Percy na minha direção.
Quando ele se aproximou, puxei-o pela gola da camisa e colei nossos lábios. Ele riu gostosamente e entrelaçou sua língua da minha, escorregando suas mãos pela minha cintura e me colando na parede.
– Feliz natal anjo. – Ele murmurou com a boca ainda colada na minha, sorri.
– Feliz natal gremista. – Ele riu e voltou a me beijar.
Do nada alguma coisa nos sapara pelas pernas, se enfiando no meio de nós dois. Quebramos o beijo e olhamos pra baixo.
– Para de mastigar a Annie cabeção! Se você ta com fome vamos comer! – Gargalhamos. Percy pegou ele no colo e eu estalei um beijo na sua bochecha.
A nossa situação estava extrema. Minha menstruação tinha acabado à dois dias, mas eu não disse a ele. Estava esperando pra enlouquece-lo de vez essa noite. Meus deuses, só de pensar já molhei a calcinha. Me remexi desconfortável na cadeira. Percy olhou pra mim me perguntando o que foi, e apoiou a mão na minha coxa. Lhe mandei um sorrisinho amarelo e quase arrastei sua mão pra debaixo da minha saia.
Quase.
Se meu sogro não tivesse levantado para dizer algumas palavras e com toda sua delicadeza deu dois tapas na mesa para chamar nossa atenção. Só pra esclarecer, ricos não tilintam o talher delicadamente na taça de cristal, bom, talvez façam isso. Mas não meu sogro.
– Queria dizer a todos, que a presença de vocês está sendo mais que especial nesta casa. Vocês fizeram esse natal o mais especial de todos. E que tenha muitos pela frente. – Ai sim, ele levantou a taça e todos brindamos. – Ah quero dizer que sentiremos muita falta de vocês nessa casa. Sintam-se sempre bem vindos a voltarem.
– Mais já? – Tyson lamuriou.
– Sim, temos só mais amanhã, quinta e sexta. Eles vão embora no sábado. – Tyson fez uma carinha triste e me abraçou. Suspirei.
– Então ta. Mas primeiro vamos curtir nossa noite de natal temos 3 dias pela frente não é?
– Atacar! – Percy e Tyson gritaram juntos nos fazendo rir.
...
– Vou subir ta Percy? – Ele olhou pra mim com uma cara triste, tadinho do meu gremista, deixei ele na mão esses dias.
– Vou com você. – O impedi colocando a mão no seu peito.
– Não amor, sua mãe quer passar esse final de noite curtindo o bebê dela. Vai ficar um pouquinho com ela vai, depois você sobe. – Lhe dei um selinho e ele acenou indo falar com a mãe. Ela encontrou meus olhos e eu pisquei. Já estava tudo armado. Fiz um 10 com as mãos e ela acenou levemente. Subi as escadas e fui me preparar.
...
POV Percy
Não que eu não goste de conversar com a minha mãe. Mas meus olhos não se desgrudavam da escada e meus pensamentos definitivamente não estavam ali.
Minha mãe percebeu isso. Ela soltou uma risada debochada, olhou pro relógio e sorriu pra mim.
– Vai lá bebê. Tá na cara que você não consegue ficar longe dela por muito tempo. – Eu corei.
– Não mãe, não é isso é só que... Tá é isso sim. – Ela riu e me abraçou.
– Pode ir lá filho. Só cuidado pra não ter um ataque do coração. – Olhei pra ela confuso, mas ela riu como se o que ela disse fizesse o maior sentido do mundo.
– Hamm então tá. Boa noite pra vocês. – Dei tchau pra todo mundo e subi os degraus de dois em dois. Abri a porta delicadamente e entrei dentro do quarto. A luz estava acesa e ela não estava na cama. Entrei tirando os sapatos e as roupas deixando tudo pelo meio do caminho mesmo. Ela ia brigar comigo pela manhã, mas eu estava com preguiça de pegar. Deitei na cama e esperei, ela ainda tava tirando a roupa? Será que ela ta passando mal!
– Annie? – Gritei e levantei da cama. – Você ta bem? – Quando eu me aproximei da porta do banheiro ela se abriu. E eu deveria ter ficado na cama, porque eu quase cai pra trás.
– Não sei. – Ela deu uma virada, e eu tive uma taquicardia. Meu coração disparou de uma maneira que eu não sei como eu não morri. – To bem? – Ela me olhou por cima do ombro mordendo os lábios que estavam tingidos de vermelho, assim como, como aquela coisa que ela estava vestindo.
Quer dizer, usando. Porque vestindo não tava nada né? Era uma lingerie que só servia para realçar as partes mais perfeitas do corpo. Se eu já enlouquecia com ela nua, com aquilo então, meu cérebro meio que entrou em pane.
– Percy? – Eu escutava vagamente sua voz me chamando, mas eu estava longe. Quer dizer, perto, muito perto de fazer o que se passava na minha mente. – Não gostou do seu presente de aniversário? – Ok, agora ela tem a minha atenção.
– Oh meus deuses se eu soubesse que ganharia isso de presente eu teria dito que era meu aniversário. – Me aproximei dela, e ela deu um tapa nas minhas mãos não me deixando tocar nela.
– E é por isso que você não vai tocar em mim. – Sério, eu quase chorei.
– O QUE? – Agora eu parecia uma criança birrenta mesmo. Mas se ela resolvesse fazer isso mesmo eu nem sei o que seria de mim. Mas pro meu prazer ela riu, e não foi sarcasticamente. Obrigada deus.
– Até parece que eu vou fazer isso. – Ela se aproximou. E puta merda, ela é tão linda, e cheira tão bem. Eu sou um puta sortudo mesmo. Ela prendeu minhas mãos nas costas e agarrou meus cabelos, jogando minha cabeça pra trás. Eu poderia acabar com aquilo em um instante, mas tava tão bom esse joguinho que eu nem liguei. Fala sério, sua namorada que é uma puta de uma gostosa, e consegue ficar ainda mais gostosa a cada dia que passa, esta te segurando e te molestando. Você vai acabar com a brincadeira? Fala sério. Se ela quisesse me levar pro tártaro agora (NA:// chora baldes) eu iria, contanto que ela estivesse comigo. – Eu não sou tão mais forte que você nisso cabeça de algas. – Ela deu uma mordida no meu pescoço, soltou a mão do meu cabelo e segurou firmemente meu maxilar e me beijou. Um beijo luxuriante, quente e com muita língua. A beijei com fome, soltei minhas mãos das delas, que soltou um resmungo chateado e eu ri, agarrei sua bunda com força, amassando seu corpo no meu. Ela gemeu, e meu corpo entrou em combustão.
Ela passou as unhas pelo meus ombros e desceu pelas minhas costas, nos virei e fui empurrando ela pra cama. Ela quicou e mordeu os lábios abrindo as pernas pra mim. Grunhi, tirei a cueca, que era a única coisa que me impediu de fode-la assim que ela saiu do banheiro.
– Sabe, essa calcinha você vai poder rasgar, com os dentes. É comestível. – Com certeza meus olhos brilharam, porque ela riu e me chamou com os dedos, chupou eles e esfregou sobre as calcinha. Deuses ela estava alucinante, o batom agora estava borrado e os cachos no cabelo loiro estavam meio desfeitos e despenteados, mas ela nunca me pareceu tão linda e tão quente.
Eu literalmente cai de boca. Ela gemeu alto e jogou a cabeça pra trás. Seus seios cobertos pela fina transparência vermelha estavam eriçados e pulavam conforme ela rebolava na minha boca. Annabeth cruzou as pernas no meu pescoço, e os saltos que ela usava rasparam nas minhas costas, mas eu nem liguei. Quando a camada de gelatina se desmanchou sobre meus lábios, enfiei minha língua na sua fenda e raspei levemente meus dentes no seu clitóris. Ela tremeu e agarrou meus cabelos me olhando. Seus olhos estavam escuros, um cinza muito escuro com num dia feio de chuva mas que nos seus olhos ficavam extremamente excitantes. Annie passou a língua sobre os lábios e bagunçou seus cabelos com as mãos e quando eu senti que ela estava cada vez mais perto do clímax, eu parei e ela me olhou assassina.
Eu ri, puxei aquele tecido que “cobria” as minhas meninas com violência, não a ponto de rasgar, e elas pularam pra fora, muito felizes em me ver. Annie sorriu pra mim, ranquei aqueles sapatos, sabendo o quanto ela os odeia e puxei ela pela nuca fazendo-a ficar em pé na minha frente.
Prevendo que eu não conseguiria tirar aquela peça indecente e provavelmente a rasgaria, ela desabotoou e jogou longe.
Agarrei seus cabelos pela nuca e colei nossos lábios. Annie levou suas mãos ao meu membro e começou a me masturbar. Gemi e empurrei ela aos trôpegos. Ela descolou seus lábios dos meus e me olhou confusa.
– Onde estamos indo? – Ela perguntou, e ofegou quando suas costas bateram com violência sobre o vidro frio da janela.
– Desde a última vez que nós estivemos aqui. – Eu apertei seus seios e os chupei enquanto falava. – Eu estava com vontade de te comer aqui, na janela. Toda a cidade a nossa vista e nós dois nesse quarto, numa foda bem gostosa. – Ela me olhava safada, com a língua entre os dentes. Será que ela tem noção do quanto fica gostosa desse jeito? Virei ela, esmagando seus seios sobre o vidro e deixando sua bunda empinada na minha direção. Ela espalmou as mãos sobre o vidro, deixando-o embaçado na hora, e me olhou sobre os ombros. Sua cara demonstrava fome. – Pede pra mim, amor. – Esfreguei meu membro na sua entrada molhada e quente. – Implora pra ser fodida.
– Por que? Não me tortura mais Percy. – Eu puxei seus cabelos e colei seu rosto no vidro, enfiando só a cabecinha dentro dela.
– Implora. – Minha voz saiu rouca, e falhada. Eu estava me controlando ao máximo. Estralei um tapa na sua bunda, agarrando logo em seguida. – O que você quer? – Ela gemeu e rebolou. Segurei seu quadril, impedindo ela de fazer aquilo. Ela estava na ponta dos pés empinando ao máximo sua bunda no meu pau.
– Seu pau. – Ela soltou entre ofegos. – Eu quero seu pau me fodendo. Duro e forte. – Eu gemi, e estralei mais um tapa na sua bunda, sentindo ela ficar cada vez mais molhada. – Me fode Percy. – Ela gemeu meu nome, e eu não aguentei mais. Me afundei nela.
Estoquei forte, sentindo ela me esmagar. Annie soltou um gemido alto e jogou o corpo pra trás. Apertei seus seios, beliscando os mamilos e aumentei as estocadas. Ela voltou a espalmar as mãos no vidro e rebolou no meu pau.
Nossos gemidos ecoavam pelo quarto. Eu apertei sua bunda e estoquei mais forte e mais lento. Sai de dentro dela e rocei meu membro no seu clitóris, voltando com ainda mais força. Ela engasgou, revirando os olhos. Suas pernas amoleceram, segurei ela firmemente pela cintura e esfreguei seu clitóris com a mão. Annie socou o vidro e gozou, eu vim logo atrás.
Por um momento de distração, ela escorregou pelo vidro e foi parar no chão, respirando pesadamente. Me juntei a ela, e sentei ao seu lado.
Depois de alguns minutos de silencio, apenas o barulho da nossa respiração pesada, Annie se virou pra mim com aquele sorriso safado. Ela engatinhou até mim e beijou meus lábios.
– Você sabe. – Ela sentou no meu colo e passou os braços pelos meus ombros. – Que essa foi uma das nossa melhores fodas. – Lambeu meus lábios e eu ri, apertando sua cintura. – Então aproveitando nosso espirito selvagem. – Ela deu uma reboladinha e balançou os seios na minha cara, o que me deixou animado de novo. – Que tal experimentamos o chão?
Eu ri, nos virei rapidamente, fazendo ela soltar uma gargalhada maravilhosa, e fiquei por cima dela. Seus cabelos se espalharam pelo chão e ela riu mordendo os lábios.
– Você está cheia de boas ideias hoje. – Beijei seus lábios borrados de batom. Ela me segurou pela nuca entrelaçando sua língua quente na minha. Desci minhas mãos pelo seu corpo, apertando os bicos do seu mamilo, e logo alisando sua barriga. – Eu amo você. – Seus olhos cinzas me encararam sorridentes, se é que olhos podem ser sorridentes, e eu a penetrei forte. Sua boca se abriu em um perfeito O, ela puxou meus cabelos e rebolou.
– Eu também te amo. – Disse entre gemidos. Escondeu sua cabeça no meu pescoço, deixando alguns beijos e mordidas por ali. – Feliz aniversário amor. – Ela sussurrou no meu ouvido, raspou suas unhas pelas minhas costas, desde o ombro até a bunda e ali ela apertou nos grudando ainda mais.
– O melhor não aniversários de todos. – Eu gemi quando ela massageou as minhas bolas e mordeu meus lábios.
– Definitivamente. – Ela me empurrou, sentando sobre mim. – Agora como você foi um mal garoto. – Ela segurou minhas mãos sobre a minha cabeça e deitou sobre mim. Eu sorri estocando forte nela, que por um momento perdeu a linha do raciocínio, gemendo e revirando os olhos. – Eu vou te castigar. – Ela mordeu meu queixo e passou suas unhas pelo meu peito, deixando vergões vermelhos. Soltei minhas mãos rugindo, segurei firme na sua bunda fazendo ela quicar com mais força. Nossos gemidos ficavam cada vez mais alto, mas eu não estava me importando. Annie deitou sobre mim novamente e mordeu meu pescoço rebolando. Trinquei os dentes, puxei seus fios loiros e ela olhou pra mim com aquela cara de safada. Beijei seus lábios já inchados e desci até seu pescoço deixando um chupão ali. Ela gemeu e levou a mão até o clitóris querendo gozar.
– Isso amor, goza pra mim. – Ela gemeu meu nome e desabou. Seus fluidos escorrendo e se misturando com os meus.
Nossos corpos tremiam suados. Eu estava em um tipo de frenesi louco, minha mente estava meio adormecida e eu não conseguia pensar em muita coisa além do anjo em meus braços. Era uma coisa tão absurdamente louca, esquecer do tempo, do lugar, das pessoas e se focar apenas em uma coisa. Minha mente estava nublada e parece que o tempo parou enquanto estávamos ali, jogados no chão embolados um no outro.
– Você é impossível Annabeth. – Disse quando ela começou a subir com beijos pelo meu peito até a minha boca.
– Espero que não esteja cansado Dr. Jackson. – Ela passou as mãos pelo meu cabelo, passou as unhas de leve pelo meu rosto e agarrou meu maxilar. Desci minhas mãos pela sua perna, puxando a meia junto. Minhas unhas rasparam na sua pele macia e ela soltou um sibilo. – Por que eu vou abusar da sua disposição essa noite. – Ela lambeu meus lábios e roçou nossos narizes. Ela começou a distribuir mordidas desde o meu queixo até o meu ouvido, suas mãos faziam um cafuné no meu cabelo e ela rebolava no meu colo. – Eu espero não estar andando amanhã Percy. – Deuses.
Rolamos de novo no chão frio. Levantei e a peguei no colo. Ela escondeu seu rosto no meu pescoço e começou a arranhar meus ombros, subindo para minha nuca e se infiltrando nos meus cabelos me deixando completamente arrepiado. A joguei com violência sobre a cama e ela gargalhou. Subi em cima dela, mas ela ligeira nos virou na cama e subiu em cima de mim.
– Agora eu que lhe pergunto Dr. Jackson. – Tremi, já disse que adoro quando ela me chama assim? – O que você quer?
Annie desceu com a sua maravilhosa boca pelo meu peito. Suas unhas rasparam pela lateral do meu corpo e ela parou no meu umbigo, segurando na minha perna e me encarando divertida. Minha cara deveria estar desesperadora porque ela estava com uma cara debochada.
– Implora Doutor. – Ela dedilhava os dedos pela minha virilha enquanto mordia a pele embaixo do meu umbigo. – O que é que você quer Jackson?
– Me chupa. – Ela riu e lambeu só a cabeça. – Eu quero sua boca me chupando. – Eu disse ofegante. Ela fez aquela cara de safada e me engoliu.
A única coisa que eu posso dizer.
A noite foi longa.
...
POV Atena
Aquilo foi constrangedor.
– O que será que está acontecendo tia? Eu estou ouvindo gritos. – Definitivamente constrangedor.
Poseidon gargalhou muito alto. E eu tentei me segurar.
– Tyson que tal a gente dar uma voltinha lá fora?
– Eu vou chegar primeiro no balanço! – E saiu correndo. Olhei pra todo mundo na sala que começaram a gargalhar de verdade. Ouvimos barulhos da cama sendo arrastada e mais gemidos. Escancarei a boca e olhei pra Sally.
– Eles vão quebrar aquela cama! – Ela ainda rindo acenou. Poseidon estava rindo tanto que lhe faltava o ar. – Deixa eu ir lá distrair o menino.
– Vamos com você. Não dá pra ficar aqui sem ouvir aquilo. – Saímos rindo da casa e eu só imaginando a situação dos dois pela manhã.
...
POV ANNIE
Eu não sei como.
Mas quando abri os olhos nós estávamos enrolados um no outro deitados sobre o edredom, mas não na cama.
Olhei pro lado e vi minha imagem refletida no espelho do closet. Como fomos parar ali? E o mais importante, quem era aquela pessoa no espelho?
Parecia que eu tinha sido atropelada por um trator. Um trator não, a fazenda inteira! Mas não era nem isso que me impressionou, e sim os olhos. Meus olhos cinzas estavam mais brilhantes como nunca antes, e só de lembrar a noite passada eles pareciam brilhar ainda mais.
Percy se remexeu ao meu lado, passou o braço pela minha cintura e encaixou a cabeça no meu pescoço abrindo os olhos e me encarando pelo espelho. Seus olhos eram um reflexo dos meus. Sorri pra ele.
– Bom dia. – Eu disse, minha voz falhada e minha garganta doía por causa dos gritos de ontem anoite. Ele sorriu e beijou as sardas dos meus ombros, já disse o quanto eu gosto quando ele faz isso?
– Ótimo dia. – Ele também não estava diferente. Percy entrelaçou nossos dedos por debaixo do cobertor e se aconchegou mais perto de mim.
A gente ficou se encarando por um tempo e começamos a rir que nem dois idiotas.
– Porque você tá rindo? – Perguntei. Ele sorriu e deu outro beijo no meu ombro.
– Você é linda pela manhã. – Eu ri inconformada.
– E você tem sérios problemas. Eu estou um bagaço.
– Huuum um bagaço muito gostoso. – Ele disse e eu gargalhei. Me virei e o abracei escondendo o rosto na curva do seu pescoço.
– Você é impossível. – Dei um beijo em um chupão que tinha no seu pescoço. – Como viemos parar aqui em? – Ele riu e acariciou minhas costas causando aqueles familiares arrepios.
– Acho que depois da cama fomos pra porta. Ai a gente foi praquela poltrona e depois no espelho. – Passei meus olhos pelo quarto vendo a bagunça que estava. E arregalei os olhos.
– Nós descascamos a parede! – Ele riu gostosamente.
– Isso não foi nada, o pé da cama no lado direito quebrou. Por isso nós estamos no chão. – Ergui a cabeça para encara-lo pra ver se ele estava brincando, mas não. Sua cara era divertida, como se estivesse orgulhoso de ter quebrado a cama.
– Sally vai nos matar. – Olhei em volta novamente. – Isso aqui está uma bagunça!
– Mais do que o seu cabelo impossível. – Fuzilei ele como o olhar e ele riu me dando um selinho.
– O que aconteceu com o “você é linda pela manhã”? – Ele riu e me abraçou apertado.
– Mas você é, não disse em nenhum momento que você está feia, mas que seu cabelo está um ninho de rato isso tá. – Dei um tapa no seu braço e ele voltou a rir, gente o bom humor dele é uma coisa invejável. – Linda.
– Idiota. – Tentei tomar um impulso pra levantar, mas minhas pernas morreram e eu cai no seu peito com um gemido. – Filho da puta você me aleijo! – Ai ele gargalhou.
– Não foi você quem disse que não queria andar? Eu apenas atendi ao seu pedido amor. – Resmunguei um palavrão e rolei pro lado, descobri a gente, jogando o cobertor aos nosso pés e ofeguei.
– Puta merda olha isso! – Nós estávamos roxos. Tanto eu quanto ele. Meu quadril estava marcado pelas suas mãos e a minha virilha roxa por causa da força das estocadas. Meu sexo ardia e eu não sentia muito bem as minhas pernas. Não que eu esteja reclamando, se eu não tivesse que dormir teríamos transado pelo resto da vida.
Olhei pra Percy e ele não estava tão diferente. Seu peito, coitado, estava completamente arranhado. Ele tinha mordidas por muitas partes do pescoço e pelo abdome também. Empurrei ele, que ficou de barriga pra baixo e ofeguei mais uma vez. Suas costas estavam completamente marcadas, tinha algumas que até tinham sangue seco. Puta merda aquilo ia arder na hora do banho.
– Oh deuses, eu tenho que cortar as unhas. – Ele soltou uma risada pelo nariz.
– Você deveria ver como está a sua bunda. – Com muita dificuldade, virei e vi minha bunda com marca de mãos. Que horas foi isso gente? Eu não senti nada a não ser muito prazer ontem e amanheço toda marcada. Soltei um assobio.
– Uau somos selvagens. – Ele riu alto e deitou a cabeça entre os meus seios.
– E a culpa é completamente sua. – Dei de ombros.
– Eu sei, já esperava por isso mesmo. E eu espero que você me retribua, no meu aniversário nós estaremos na praia. – Ele levantou seus olhos azuis brilhantes pra mim, e quase consegui enxergar as algas dentro da sua cabeça tentando se desenrolar e bolar alguma coisa.
– Na praia é? – Assenti. – Deserta? – Assenti novamente. – Quais são as chances da gente botar fogo na areia? – Eu gargalhei.
– Areia é? – Ele sorriu e deu um beijo no vão dos meus seios.
– Eu tenho que pensar em alguma coisa.
– É bom mesmo. Agora tem como a gente tomar um banho?
– Gelado né? Só de imaginar água quente nas minhas costas. – Ele estremeceu e eu ri.
– Tudo bem, gelada. Mas vai ter que ligar o aquecedor do quarto, e você vai ter que me carregar. Não sei se vo consegui ficar de pé hoje. – Ele riu e se levantou, cambaleando e tropeçando no edredom, eu ri negando com a cabeça. – Mas é babaca.
– Um babaca que te chupa. – Eu ri e concordei.
– Muito bem por sinal. – Ele estufou o peito orgulhoso e se virou pro banheiro. O edredom estava enrolado no seu tornozelo e ele saiu catando cavaco e se apoiou na viga da porta. Eu gargalhei.
– Desgraça de coberta. – Ele puxou o edredom e jogou longe, e finalmente foi lá encher a banheira.
Me arrastei pelo chão do quarto, quase morrendo, pra pegar meu celular e me espantei com as horas. Já eram 15:28?????
– Porra já é quase 15:30!
– Ta bom ué, nós fomos dormir era o que? Quase oito da manhã. – Escancarei a boca.
– OITO? – Ele gritou um “aham”. – Puta merda. Isso que é maratona de sexo. – Ele apareceu na porta do banheiro e se encostou no vão da porta escovando os dentes.
– Como foi para ai? – Ele disse com a boca cheia de espuma, escorrendo pelo seu queixo. Ele saiu correndo e foi cuspir na pia, voltando a escovar.
– Me arrastei. – Me apoiei na cama e sentei sentindo ela pender. – Nós quebramos uma cama.
– E descascamos uma parede. – Ele apontou com a escova, que espirrou pasta pra tudo lado. Cruzei os braços e olhei pra ele o reprovando. – Já eu limpo! – Deitei na cama com cuidado, ela estava meio na diagonal.
– Estou com dó da Tereza. Só imaginando a cara dela quando entrar aqui. – Ele riu, enxugou a boca e veio na minha direção.
– Ela vai ter um ataque do coração. – Ele sentou na minha frente e ficou de costas pra mim. – Vem, sobe de cavalinho. – Eu ri e segurei no seu pescoço.
– Eu preciso escovar os dentes.
– Precisa mesmo. – Dei um tapa nele. – Ai amor.
– Ai amor. – Imitei com uma voz esganiçada e ele riu.
– Eu não falo desse jeito. – Ele me sentou na pia e eu peguei a escova de dentes, ele ficou me observando.
– Quem te garante? – Comecei a escovar e ele foi desligar a torneira da banheira.
– Eu me garanto. – Me mandou uma piscadinha e eu ri me engasgando com a pasta e comecei a tossir loucamente, espirrando pasta nele. – Ai sua nojenta.
– Ai sua nojenta. – lavei a escova e espirrei água na sua cara.
– Fala pra mim, pra que fazer isso? – Ele me pegou no colo e entramos com tudo dentro da banheira com a água extremamente gelada.
– Aiii que frio da porra.
– Aii que frio da porra. – Fuzilei-o.
– Já deu né?
– Ah quando você faz é engraçado, mas quando eu faço não. – Acenei dando de ombros e ele sorriu pra mim. – Larga de ser chata.
– Larga de ser infantil.
– Ah bem eu mesmo que estava imitando os outros né?
– É. – Peguei a esponja, mergulhei na espuma e comecei a me ensaboar. – Agora vê se toma banho porque eles devem pensar que a gente morreu.
– Só se for de tesão. – Ele beliscou a lateral da minha barriga e eu ri.
– Não fala isso na frente do seu irmão em. Será que eles ouviram alguma coisa?
– Acha, estamos no terceiro andar. Claro que não.
...
Descemos as escadas e encontramos todos reunidos na sala. Quando olharam pra gente tentaram segurar o riso até Tyson dizer:
– O que aconteceu ontem? Tinha alguma aranha no quarto? Vocês estavam gritando muito.
Ai eles começara a gargalhar pra valer.
– Claro que eles não ouviram. – Sussurrei no ouvido de Percy debochando do que ele disse, que a propósito tinha acabado de me por no chão porque eu não estava em condições de descer escadas, e estava me apoiando. Minhas pernas tremiam mais que vara verde.
– Será que sobrou alguma coisa naquele quarto ou vocês destruíram tudo?
Já deu pra ver como foi o resto da tarde né?
...
Notas finais
Eu estou meio entorpecida, esse cap só saiu pq eu estou tao eletrica e doida pq hj tem show do john que eu desembestei a escrever.
E esse hentai foi hot em? Quem ficou com mais calor ainda?? o//
Então espero que quem for assistir o show hj lembre de mim e pense no quanto eu estarei chorando loucamente por nao estar lá vendo o meu delicia.
Bem vindo aos novos leitores lindos que ja estão comentando.. love vcs d+ s2
bjos gatenhas =*
PS: proximo cap praia em ;))
PS²: Alguem viu o video do rick lendo um pedaço da casa de hades? pqp eu chorei PRA QUE FAZER ISSO RICK?????
Ja estou sofrendo antecipadamente pq tenho que espera mais 17 dias pro lançamento, que eu tenho certeza que vou ler em um dia ai espera mais um éon pro proximo. Morta morrida.
Agora sim
BYE!
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