Meu Estranho Mafioso

41 Trinta e cinco.


Notas iniciais
Sim! Postando adiantado! Na verdade, queria postar esse dia 28, que era para ser uma comemoração de um ano da minha conta no Nyah, mas hoje estou me sentindo animada! *u* Então estou comemorando adiantado! (^ u ^). ♦ Obrigada à Mili pela décima sétima recomendação! Realmente, muito obrigada ♥ Aproveitem~

[…]

Infelizmente, por causa desse ato, ele perdeu a direção do carro, que começou a derrapar na estrada. E tudo o que pude fazer foi...

Gritar.

— VOCÊ ESTÁ LOUCO? — Berrei, enquanto ele recuperava o controle do carro.

— Desculpe! — Exclamou. — Como queria que eu reagisse a uma notícia dessas?!

— Esperava que você ficasse surpreso sim, mas não que largasse do volante! — Continuava gritando. — Quer nos matar? Seu grande idiota maluco!

Ele estacionou o carro em uma parte segura da estrada e virou-se para mim.

— Quem gostaria? — Começou a responder na mesma altura que eu. — Você não sabe que existem momentos certos para dizer as coisas?

— Bem, não teria contado isso agora e desse jeito se não tivesse ignorado todas as minhas tentativas de conversar!

— Então agora a culpa é minha? Tenho que lembrá-la de que foi você que me deixou irritado a ponto de eu ficar tão bravo que quis lhe ignorar?

— Oh, mas como é infantil! Você tem quantos anos, senhor Dragneel? Sete?

— Como eu adoro quando você é irônica! — Revirou os olhos.

— Obrigada! — E assim o silêncio voltou a tomar o carro. Respirei fundo. — Tudo bem. Olha... Admito que foi erro meu tentar lhe dizer isso em um momento nada propício. Me desculpe.

— Tudo bem. — Disse simplesmente.

— É... só isso? — Indaguei incrédula.

— Claro que é. O que mais poderia querer?

— Você deveria pedir desculpas também! — Brandi.

— Pelo o quê? Não fiz nada de errado!

— Me ignorar não foi errado de sua parte? Há! — Soltei indignada. — Você é mesmo incrível, senhor Dragneel! Bem, não precisa se preocupar — soltei o cinto de segurança —, pois em breve não vai ter que se incomodar com minha presença!

— Onde pensa que vai? — Perguntou.

— Para um lugar beeem longe de você. Não quero incomodá-lo com a minha presença por mais tempo! — Abri a porta, jogando minhas pernas para fora. — Passar bem, Natsu Dragneel!

Fui bruscamente puxada para dentro de volta pelo rosado. Ele fechou a porta com força e travou-a com os botões do seu lado.

— Luce...

— O que pensa que está fazendo? — Forcei a maçaneta do carro. — Destrave isso. Agora!

— Luce.

— Você está infringindo meus direitos! Abra essa porta logo!

— CALA A BOCA E ME ESCUTA! — Explodiu ele. Lancei um olhar assustado em sua direção, ao mesmo tempo em que voltava a me endireitar no banco macio.

— Certo... — Concordei.

— Assim não dá. —Murmurou para si mesmo. — Você vai acabar me enlouquecendo!

— Você não precisa da minha ajuda para isso. É só alguém lhe deixar segurar uma arma. — Ele realmente estava falando aquilo para mim?

— Sinto muito! Quantas vezes tenho que dizer isso?

— Essa é a primeira vez que você diz! Por que está gritando comigo?

— Me desculpe então! Eu não queria ter feito nada daquilo!

— Ótimo! Agora eu sei o quanto é perigoso estar junta de você! — Bufei. — Me dê apenas um bom motivo para continuar na mansão.

— Porque eu te amo, droga! — Berrou, virando-se para mim bruscamente. — Eu realmente gosto de você, Lucy...

Engoli em seco diante daquela confissão. Meu coração falhou uma batida e começou a bater aceleradamente.

— Não é uma pena? Aparentemente, não é um sentimento recíproco.

— Luce... — Estendeu a mão em minha direção, porém me afastei de seu toque.

— Pare com isso. Não me chame assim. — Virei-me para a porta. — Abra a porta, Natsu.

— Luce...

— DESTRANQUE A PORTA, NATSU!! — Gritei. Ele fez o que pedi e saltei para fora do automóvel. — Obrigada. A partir daqui eu vou a pé. Minhas coisas serão buscadas logo. — Respirei fundo antes de soltar aquela frase. — Adeus, Natsu.

— Luce...

— É Lucy! Aprenda de uma vez! Isso realmente é irritante!

Pude ouvir um “droga” seguido de uma batida na buzina enquanto caminhava para longe dali. Para longe dele.

Adeus... Natsu Dragneel.

✩✩✩

Já estava de noite e eu ainda estava no meio da estrada. A luz da lua minguante infelizmente não deixava-me ver muito, uma vez que havia muitas nuvens, embora nenhuma previsão de chuva.

Por que não deixei Natsu me levar até o hospital?; era o que me perguntava.

Soltei um longo suspiro. Será que ia chegar lá antes do amanhecer? Aliás, eu nem sei onde é hospital, agora que parei para pensar.

Oh céus! Estou ferrada!

De repente uma luz iluminou o local mais a frente de onde estava. Amém! Era um carro!

Espera! Pode ser o Natsu! Ignore Lucy, ignore!

— Lucy? — Chamou-me o motorista, que pela voz deduzi não ser Natsu. Virei-me e apertei os olhos para distinguir a pessoa.

— Jellal! — Exclamei ao identificá-lo. — Há quanto tempo!

— Realmente. — Concordou. — O que faz aqui?

— Na-nada... — Brandi, olhando ao redor.

— Quer que eu acredite que não estava fazendo nada no meio de uma estrada vazia perto de uma floresta?

— Está certo! — Bufei. — Estava indo visitar a Erza junto com Natsu, entretanto tivemos uma... discussão, por assim se dizer, e acabei decidindo ir o resto do caminho a pé.

Um sorriso brincou em seus lábios.

— E isso foi há quanto tempo?

— Va-vai saber... — Virei o rosto em outra direção para que ele não visse meu rosto vermelho de vergonha.

Pude ouvir sua risada baixa, sendo seguida do barulho de uma porta abrindo.

— Entre. — Encarei-o. — O que foi? Ambos estamos indo ao Hospital Geral, certo? Não lhe dar uma carona seria muita falta de educação de minha parte.

— E-então acho que vou aceitar... — Acomodei-me no banco macio e confortável ao seu lado e fechei a porta. Ele deu a partida em seguida. Do rádio, o som de um piano entoava baixinho.

— Você está bem? — Perguntou ele de repente.

— Eh?

— Ouvi dizer que você foi acertada por uma bala — olhou rapidamente em minha direção —, então queria saber se estava bem.

— Ah... sim. Levaram-me até a Poluchka e ela deu um jeito na situação. Ah! Porém eu não fui acertada. A bala passou apenas de raspão.

— Natsu é realmente um tapado. — Afirmou.

— Pois é... — Tive que confirmar. Nos minutos seguintes dediquei meu tempo a olhar para fora. As estrelas já haviam aparecido, embora muitas fossem sobrepujadas pelas nuvens. Observei o rosto de Jellal. Ele era realmente lindo... Me perguntava como andavam as coisas entre ele e a Erza... — Você está indo visitar a Erza? — Indaguei.

— É... também. — Não desviou o olhar da estrada.

— Também? — Estranhei.

Um sorriso meio conformado tomou seu rosto.

— Sabia que perguntaria isso. — Soltou um suspiro. — Tenho um parente lá.

— Oh... Algum de seus pais?

— Não. — Virou em um trecho da pista e pude ver o prédio do hospital finalmente. — Meu irmão.

— Então você tem um irmão! — Exclamei. — Que legal! Ter um irmão... hein?!

Lançou-me um rápido olhar dedutivo.

— E você?

— O quê?

— Tem algum irmão? Ou irmã?

— Não... — Olhei novamente em direção do prédio, que agora parecia ainda maior. — Minha mãe bem que queria me dar uma irmãzinha, entretanto ela — soltei um suspiro triste — morreu antes disso.

— Sinto mui...

— Não, tudo bem. — Cortei-o. — Está tudo bem. Já passou, não há nada que eu possa fazer a respeito disso, infelizmente.

Sorriu gentilmente em minha direção.

— Você é incrível.

— Eh? — Senti minhas bochechas arderem.

— É incrível ter essa visão. — Estacionou o carro.

— Oh... Obrigada. — Lancei um riso envergonhado para ele.

Saímos do carro e, depois de sermos devidamente instruídos, caminhamos até o quarto onde Erza deveria estar. No entanto, não tivemos a chance de chegar no quarto devido a uma multidão no corredor. Pelas câmeras de nível profissional dava para perceber que metade do povo ali eram repórteres. A outra metade eram enfermeiras, que os impedia de seguir adiante. Mais à frente haviam dois homens vestidos de preto, em frente a porta do quarto que deveria pertencer a Erza.

— O que será que está havendo aqui? — Indaguei para Jellal. — Eles não estão tentando chegar no quarto da Erza?

Ele apenas suspirou.

— Então ela veio, hein?

— Eh? — Perguntei confusa.

— Já vai descobrir. — Disse simplesmente.

A porta do quarto abriu-se e os homens de preto precipitaram-se para a frente da pessoa que saiu, impedindo-me de vê-la. Um espaço na multidão se abriu, deixando-a passar. Aparentemente Jellal conhecia a pessoa, pois ela veio diretamente em nossa direção.

Os guardas afastaram-se, deixando-me finalmente vê-la. Seus olhos eram azul esverdeados, o cabelo ruivo alaranjado,a pele clara e... ela era uma celebridade!!

Kyoko Knightwalker.

A atriz mais bem sucedida do país.

Encarei-a admirada enquanto ela inclinava-se para frente para beijar a bochecha do azulado.

— Jellal... Como cresceu! — Brandiu.

— E você parece ter ficado ainda mais bela, Kyoko-san.

— Mesmo? — Jogou uma mecha de cabelo para trás. — Sabe como é... nesse ramo, aparência é tudo!

Fernandez riu para ela.

— Como foi lá? — Indagou.

— Bem... — Lançou o olhar para o quarto de Erza. — Não muito harmonioso, admito. Porém, é o preço que pago por meu egoísmo.

— Kyoko-san...

— Knightwalker-sama. — Chamou um dos guardas. — Temos que ir.

— Oh, entendo... Bem — pressionou levemente o ombro de Jellal —, por favor, continue tomando conta dela por mim.

Colocou seus óculos escuros e seguiu como se nada houvesse acontecido.

Ela me ignorou por completo...

Seguimos até o quarto da ruiva.

— Kyoko Knightwalker... conhece a Erza? — Perguntei para o jovem ao meu lado.

— Não tanto quanto deveria. — Lancei-lhe um olhar confuso, fazendo-o rir. — Ela é a mãe de Erza.

— Eh? — Exclamei, alto o suficiente para umas das enfermeiras pedir-me para fazer silêncio. — Kyoko é ma... mãe da Erza?! Como poderia? Não há nenhuma noticia sobre isso!

— Deve haver, se procurar em jornais de dezenove anos atrás. Bem — abriu a porta do quarto —, não é um assunto agradável para Erza.

Mirei meu olhar para a ruiva em questão, que olhava, através das finas cortinas do quarto, o céu noturno. Deu-se conta de nossa presença e sorriu. Sua perna estava atada, engessada e presa a um apoio, mantendo-a levantada.

— Lucy! Jellal!

— Ei, garota. — Jellal aproximou-se, dando-lhe um beijo na testa. — Como se sente?

— Não vou morrer, então acho que me sinto bem. — Sorriu gentilmente. — Lucy, como você se sente?

— Eh?Ah! Eu estou bem! — Balancei as mãos em um gesto desconcertado. — Aquela bala pegou de raspão, nada para se preocupar.

— Vejo... — Sorri para ela. Soltou um suspiro pesado. — Aconteceu algo?

— Só estou... cansada.

— Foi um desastre, certo? — Indagou Jellal, enquanto arrumava algumas flores de um vaso.

— Foi. — Apoiou a cabeça nos travesseiros posicionados verticalmente em suas costas. Acho que nunca vou me entender com ela.

— Claro que vai. — Apoiou ele.

— Não enquanto ela estiver apenas concentrada em sua carreira. — Sorriu com escárnio. — Que patético, nós duas.

— Não acho que isso seja patético. — Intrometi-me.

— Lucy?

— Por que seria patético? Escute, Erza. — Peguei sua mão entre as minhas. — Às vezes, não é você que está dificultando essa aproximação?

— Hein?

— Digo... é a isso que estava se referindo, certo? Não acho que sua mãe esteja tão concentrada na carreira a ponto de esquecê-la.

— Como poderia saber?

— Porque ela mesma disse, agora à pouco. Não foi, Jellal?

— Eh? — Surpreendeu-se com minha chamada. — Hum... sim... Ela disse que o reencontro de vocês não foi muito harmonioso e que a culpa era dela por ser tão egoísta.

— Entendo. — Baixou o olhar.

— Ela se preocupa o bastante para vir até aqui ver como você está. Talvez vocês só não tenham achado ainda uma maneira de dizerem o que realmente sentem.

— Você... está parecendo uma conselheira – compararam os dois.

— Desculpe! — Soltei suas mãos. — É apenas que, depois da morte de minha mãe, aconteceu algo parecido entre eu e meu pai. Então... por isso... — envergonhei-me o bastante para calar-me.

A ruiva riu, pegando minhas mãos em seguida.

— Obrigada, Lucy. Isso realmente me deu esperanças. Não vou desistir.

— Erza... — Animei-me, pulando sobre ela e lhe dando um abraço.

— Lucy, a perna dela! — Alertou-me Jellal.

— Desculpe!! — Afastei-me imediatamente.

— Ai! — Exclamou ela. — Você é bem forte quando quer.

— Realmente sinto muito.

— Não... Esse abraço me deu forças. Obrigada.

Fernandez levantou-se, caminhando até a porta.

— Hora de ver aquele pirralho. — Avisou-nos.

— Espere! — Interrompeu-o Erza. — Leve Lucy com você.

— Po-por quê? — Indaguei envergonhada.

— Estou muito cansada e gostaria de descansar agora. Além disso, algo me diz que é essencial que vá.

— Esse “algo” atende pelo nome de Aries? — Brandi desconfiada.

— Ha?! Por que atenderia? Aries odeia esse lugar.

— Sério? — Estranhei. — Por quê?

— É o lugar onde a mãe dela foi dada como morta. — Explicou. — Depois disso ela só é atendida pela Poluchka, nas raras vezes que fica doente.

— Oh... — Murmurei.

— Não estaria lhe pressionando, estaria? — Dirigiu-se a Jellal.

— De maneira alguma. — Pegou-me gentilmente pelo cotovelo, guiando-me para fora do quarto. — Venho lhe ver outra hora.

— Certo. — Sorriu.

— Pirralho... — Comecei, quando já esperávamos o elevador. — Quer dizer seu irmão, certo?

— Sim.

— E... desculpe se for rude perguntar, mas... por que ele veio para cá?

— Ele... está aqui a bastante tempo. — Sorriu tristemente.

— Bastante tempo quanto? — Apedrejei-me mentalmente por estar sendo tão insensível.

— Há alguns anos já. — Meneou a cabeça em um gesto pensativo.

— A-anos?! — Assustei-me.

— Bem, deixe-me contar um pouco da minha história: eu nasci junto a mais dois irmãos.

— Trigêmeos? — Indaguei.

— Sim. — Sorriu por tê-lo entendido rapidamente. — E crescemos fortes e saudáveis por um bom tempo. No entanto... estávamos voltando do concurso nacional de música clássica, do qual participei...

— Música clássica? — Encantei-me. — Qual instrumento toca?

— Eu... tocava piano.

— Tocava... Não mais?

Suspirou.

— Nesse dia, quando voltávamos do concurso, chovia muito e... acabamos sofrendo um acidente. Meus pais e um dos meus irmãos, Siegrain, não suportaram e acabaram falecendo. — Seguíamos por um corredor agora. Paramos na frente de uma porta. — Somente eu e meu irmão mais novo sobrevivemos, no entanto — soltou um sorriso debochado — ele acabou entrando em coma, sobrando apenas a mim.

— Eu sinto muito! — Meu peito doía. Mal havia aguentado a morte de minha mãe, mas Jellal... Ele perdera os dois pais e um irmão, enquanto o outro estava em coma, e parecia ainda tão... vivo.

— Não precisa ficar assim. — Afagou minha cabeça. Aproximamo-nos da cama. — Tenho certeza que uma hora esse dorminhoco vai acordar. Estou certo, não estou, Mystogun?

Mystogan era idêntico a Jellal, tirando o fato de seu cabelo estar um pouco maior e ele estar conectado a fios e tubos. Uma tela ao seu lado mostrava seus batimentos cardíacos, que eram tão calmas que parecia que ele estava apenas dormindo.

Apertei a mão do azulado ao meu lado.

— Você que é a pessoa realmente incrível aqui. — Elogiei.

— Não, não sou. — Discordou. — Eu apenas estou tentando ser positivo em relação a isso, porém realmente tenho medo dessa situação toda.

— Enquanto acreditar no que disse, tudo ficará bem.

Sorriu para mim.

— Obrigado.

— De qualquer forma — desviei meu olhar —, por que está me contando tudo isso?

— Por que Erza pediu que a trouxesse aqui e você me perguntou sobre meu irmão.

— Mas eu sou apenas uma estranha para você.

— Entretanto, mesmo sendo uma estranha para mim, não é para Erza. Ela gosta e confia em você o bastante para me pedir para trazê-la aqui. Pode não aparentar muito, mas também confio em você. Embora acho que você não tenha a mesma opinião à meu respeito.

— Claro que não! Quero dizer... Por que não confiaria? Você é tão vivo! E.. me contou tudo o que indaguei. Toda a sua história!

— E quanto à Natsu?

Fechei meu rosto.

— O que tem?

— Você confia nele?

— Por que está me perguntando isso? — Mexi os ombros, desconfortável com aquela situação.

— Porque vejo duas pessoas que podem ter um futuro impressionante juntas sendo separadas a toa.

— Não é a toa! — Exclamei. — Respondo a todas as perguntas que ele me faz, porém ele continua fechado! Como posso saber as reais intenções dele? Ele nem ao menos me conta sua história! Como poderia considerá-lo quando ele não se dá ao mínimo trabalho de informar-me? — Desabafei.

— Já tentou perguntar a ele?

Acalmei-me repentinamente.

— Perguntar? Tudo o que indago ele diz “tudo ao seu tempo”. — Fiz uma péssima imitação de sua voz.

— Esse não seria o ponto crucial para ele?

— O quê?

— Você está a ponto de deixá-lo, certo? — Acenei afirmativamente com a cabeça. — Então por que não lança um ultimato? “Conte-me sua história”; ou algo assim. Se ele negar-se, siga em frente com sua vida.

Considerei a possibilidade hesitante.

— Eu... deveria?

Aproximou-se um pouco do meu rosto, olhando em meus olhos e sussurrou:

— Acho que deveria.

Então decidi-me. Daria a ele mais essa chance. Só mais essa.

Natsu deveria me contar sua história, ou perder-me-ia para sempre

Notas finais
Aposto que a maioria pensou em tragédia no final do capítulo anterior, hein? u3u Gente... Jellal, como você é forte! Para os curiosos que se perguntavam que era Kyoko desde o CDU-EI- em que Igneel a mencionou, heis aí a resposta! Aliás, o PhotoBucket está em manutenção, então eu coloco uma imagem dela mais para frente, quando ela aparecer novamente (se aparecer). Agora é um ultimato, Natsu tapado. Vê lá o que vai responder, hein? Aliás, por causa desse final, tive que dar uma mudança drástica no futuro da fic. e.e Tive que arrumar novas soluções para alguns problemas, e arranjar novos problemas também! Aguardem... • Obrigada a quem favoritou no capítulo passado. Quero reviews, muitos reviews~