Meu Estranho Mafioso

51 Extra - Gentileza.


Notas iniciais
Extra explícito do que ocorreu entre o Rogue e Aries na continuação do DS no Aniversário da caipira².

[...]

— Irônico, não? A jovem Aries que nasceu sob o signo de Aries perseguida por um carneiro.

— Pare de tirar sarro de mim, Cheney! Odeio o fato de você ser o único vivo que sabe de um momento vergonhoso desses a meu respeito. Por que não lhe matei mesmo?

— Porque — começou, beijando a base de meu pescoço —, sou o ex-namorado de uma das suas amigas e atual namorada de seu irmão. — Seus beijos foram subindo pelo meu pescoço. Meu corpo começou a esquentar. — E porque depois que voltou a Lupinus se descobriu incrivelmente apaixonada por mim. Já falou isso para Loki?

— Ele não precisa saber disso. — Remexi-me em seu colo, arrancando um suspiro extasiado dele. — Não é como se ele gostasse ou fosse meu namorado mesmo. — Levei sua mão livre até um de meus seios. — Agora vamos terminar o que começamos da última vez?

Sua mão deslizou para dentro do decote.

— Como é mandona, Dragneel. — Soltou minha perna e segurou minha cintura, beijando-me selvagemente e meneando ainda com a mão em uma região mais abaixo, fazendo-me gemer em sua boca. — E se seu pai descobrir que um cara três anos mais velho tirou sua pureza?

— Ninguém lhe contou? — Sussurrei. — Ele é um mafioso. — Voltei a lhe beijar.

Talvez não devesse ter me deixado ser seduzida por ele. Afinal, era o ex da Lucy! No entanto, ela o trocou pelo meu irmão e ignorou as tentativas do mesmo de salvar a relação de ambos. Não havia motivo nenhum para sentir-me culpada. Então, apenas aproveitei o momento, entregando-me completamente a Rogue Cheney.

ELE INTERROMPEU O BEIJO, pegando-me em seu colo e caminhando até o quarto em que estava hospedado.

— Melhor não arriscar ser descoberto por ninguém, por enquanto. — Decidiu sabiamente.

— Isso tudo é receio de levar um tiro? — Ri.

— Ao contrário, srta. Dragneel. — Sussurrou sensualmente em meu ouvido, fazendo um arrepio delicioso percorrer minha espinha dorsal abaixo. — Meu verdadeiro medo aqui é ser descoberto por Lucy. Não teria coragem de encará-la caso fossemos pegos.

— É estranho dizer isso após encará-la desde que chegou a Magnolia, praticamente todos os dias, enquanto estávamos...

— É. Eu sei. — Outro sorriso voltou a se formar no canto de seus lábios, porém dessa vez de escárnio. — Sou um cretino por isso. No entanto, quando estiver pronto para assumir isso...

Suspirei, já prevendo o que viria a seguir.

— Não tenha pressa. Não é como se tivéssemos que tomar uma decisão apressada. Temos tempo, Rogue. O tempo está ao nosso favor. Pelo menos por agora. — Sorri.

Ele devolveu o gesto.

— Tem razão.

Deitou-me no espaçoso divã vinho que decorava o local — outra das extravagantes decorações de Virgo e minha mãe. Embora meu pai tenha mudado a decoração da casa para algo mais informal, ainda existiam esses locais que permaneceram intocados no tempo. Sentia-me estranhamente culpada pelo o que planejava fazer em breve.

… Nah. Conhecendo mamãe, ela até apoiaria isso. Só não sei se com essa idade.

— É um vestido bonito. — Elogiou ele, observando e avaliando o vestido que trajava. Era de alças finas e possuía bordado rendado em quase todo comprimento, com exceção da região do busto.

— É ainda mais bonito jogado de qualquer forma nesse chão. — Comentei maliciosa, vendo seus lábios se repuxarem em um sorriso enigmático.

— Se não soubesse que cresceu em um ambiente cheio de armas e morte — enquanto balbuciava isso, posicionava-se sobre meu corpo —, me perguntaria onde alguém de aparência tão pura aprendera coisas desse gênero.

— Não está nem um pouco curioso? — Perguntei com um suspiro satisfeito. Seus dedos, hábeis, percorriam meu ombro desnudo, escorregando as alças do vestido pelos braços deixando a mostra o sutiã nada puro que trajava.

Arqueou uma sobrancelha ao encarar aquela peça.

— Você se prepara para todas as situações ou...

— Até parece não saber o quanto sou manipuladora. — Revirei os olhos, arrancando um sorriso dele.

— Aries Dragneel... Que garota!

— Rogue Cheney... — Murmurei, assim que ele se abaixou e voltou a despir-me. — Que... maldito — soltei um ofego surpreso ao sentir seus lábios macios sugarem levemente a pele da base de meu pescoço. — Caipira.

— Seu irmão não lhe contou? — Circundou meus seios parcialmente desnudos com um único dedo, traçando uma linha do início de suas curvas até o abismo entre eles. — Os caipiras são, irrevogavelmente, os piores. Não temos culpa de ser tão apaixonantes.

— Ah, não mesmo. — Concordei, puxando-o pelo rosto e selando nossos lábios. Ele pareceu se esquecer de nossa pequena atividade e aproveitei-me dessa oportunidade para retirar sua camisa.

Uma de suas mãos entrou por baixo da saia do vestido, apertando minha coxa e conduzindo-a até sua cintura. Enlacei minhas pernas ali. Retirou o traje por cima e não pude evitar corar um pouco. Embora meu melhor amigo fosse o maior playboy do século — nos dois sentidos, uma vez que ele era bissexual (embora o povo da máfia pensasse nele somente como homossexual) —, e tivesse se oferecido para me ensinar isso diversas vezes, sempre neguei. Queria fazer isso quando estivesse em uma relação recíproca.

— Está com vergonha? — Perguntou, notando a vermelhidão em minhas bochechas.

— Cla-claro que não! — Neguei, cruzando o braço em frente dos peitos e virando o olhar em outra direção.

Descruzou-os gentilmente.

— Não se preocupe, Aries. Como é a sua primeira vez, faremos isso com calma. — Sorriu para mim.

Cada mafioso com suas fraquezas... Certo?

Abri um sorriso envergonhado para ele. Rogue lembrava-me dele.

— Então... Gentilmente...

— Gentilmente. — Acenou concordando.

Desarmei qualquer defesa pudesse haver em meu corpo. Assim como prometido, ele começou gentilmente, beijando-me e deslizando aquelas linhas cálidas de beijos por todo meu corpo até alcançar a região pélvica.

Àquela altura ambos já estávamos desnudos. Seus dedos tocaram minha intimidade e senti meu corpo tremer, porém o moreno sussurrou em meu ouvido que estava tudo bem e que agora a parte divertida ia realmente começar.

Abri lentamente minhas pernas e, quando sua mão alcançou meu clitóris não pude evitar a mistura entre grito e gemido que escapou por entre meus lábios. Senti como se meu corpo todo pegasse fogo enquanto seus dedos remexiam-se ali, e a cada toque que o moreno iniciou depois disso me fez ansiar por ele mais e mais.

Rogue havia mantido sua promessa — fizemos sexo gentilmente — e ele prometeu guardar todos os outros artifícios para a próxima vez. Ah, mas se ele fosse pensar que esperaria até lá para isso, estava muito enganado. Sei muito bem onde Natsu e Igneel guardaram os pornôs. Iria aprender alguns truques e com certeza iria surpreendê-lo...

Penetrou-me devagar, temendo pela minha reação. Finquei as unhas no couro macio do divã ao sentir aquela ligeira dor que sumiu tão rápido quanto apareceu. Um gemido alto ecoou pelo quarto, junto às nossas respirações ofegantes. O vai e vem do membro de Rogue dentro de mim só fazia-me querer que deixasse a merda da gentileza para lá e fosse bruto comigo. Eu o desejava desesperadamente.

E então, com uma leve pressão no abdômen, aquele líquido viscoso escorreu por entre minhas pernas, nas quais me apoiava, e tocaram o couro vinho daquele sofá.

O membro de Rogue saiu de dentro de mim. Rogue e eu caímos, assim que o havia feito, cansados.

— Precisaremos limpar isso. — Começou, assim que recuperou oxigênio o suficiente para poder falar.

— Hum. — Murmurei concordando. Virgo não poderia saber disso. Ela era a informante número um do Igneel. Juntei um pouco de força e joguei meu corpo sobre o dele, que ajeitou uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha. — Foi melhor do que imaginava.

— Há muito para evoluirmos ainda, Aries. — Informou. — Seios... — Tocou-os, acariciando os bicos enrijecidos de prazer. — Mamilos... Há tantas coisas para mostrar que...

Calei-o com um beijo doce.

— Com certeza exploraremos todos. — Afirmei. — Aos poucos.

Apoiei minha cabeça em seu peito, ouvindo as batidas — agora calmas — de seu coração. Podia ser uma iniciante neste tópico, mas de uma coisa tinha certeza:

Adoraria fazer isso mais vezes.

Notas finais
Nasce uma perva. e.e Agora SIM ficou uma relação que eu queria. Gente, na verdade, eu tinha perdido o extra junto com tudo, e o original era COMPLETAMENTE diferente. Era mais detalhado e NADA INOCENTE. Posso tentar escrever outro hentai deles mais para frente, fiquem ligados. Se eu escrever, eles já vão estar BEM MAIS evoluídos — ou melhor, a Aries vai, né? O Rogue aparentemente já manja do assunto. /comoassim • Obrigada aos que favoritaram. E sim, a Aries era virgem. Pasmem -q Até o próximo!