Memories

27 Yes, I love a woman


Notas iniciais
Olá pessoal! Gostaria, como sempre, de agradecer mais uma vez, pelos comentários e favoritos, e também, por não desisterem dessa fanfic, mesmo com demoras para atualização, e mesmo ela sendo tão confusa para entender. Aos poucos eu estou desvendando os mistérios colocados aqui, e espero que consigam entender todos. Boa leitura! PS: Perdoem o péssimo título. Eu estava sem ideias.

27º Sim, eu amo uma mulher.

As irmãs Mills se encaminhavam para o quarto, pretendendo continuar a maratona de séries, após terem passado horas fofocando com Rose, quando Cora apareceu na escada, interceptando-as.

— Preciso conversar com você, Regina. — Avisou em seu tom mais sério, seguindo para a sala. Regina estremeceu dos pés à cabeça, e até Zelena ficou nervosa.

— Depois me conte tudo. — Zel pediu em um sussurro, empurrando a irmã para o meio da sala, deixando-a de frente para Cora, que estava sentada confortavelmente no sofá maior.

Quando Zelena se retira e desaparece na vista da mãe, Cora se volta para Regina, pigarreando.

— Eu queria continuar aquela conversa com você. — Diz, aumentando o nervosismo de Regina.

— Sobre? — Questiona, fingindo-se de desentendida.

— Por que não me contou que é... — Desvia do olhar da filha, prendendo-o em um quadro da família, pendurado na parede. — Gay...?

— Eu pensei que você soubesse que eu era lésbica... — Rebate rapidamente, nervosa com o rumo daquela conversa. Esteve feliz por em todas as realidades que esteve, Cora ter lhe aceito. Agora estava com medo de, justo na que, aparentemente, era a verdadeira, ela não aceitar. — Quando voltamos do hospital naquele dia, eu falei que havia sonhado sendo noiva de uma mulher.

— Eu não levei a sério. Afinal, era apenas um sonho. — Dá de ombros. — E também, eu pensei que, se fosse verdade, você teria me dito em algum momento.

— Mas nós já tínhamos conversado sobre isso antes, mãe... — Rebate em tom cansado, como se aquela conversa já tivesse acontecido várias vezes. Mas estava sendo a segunda vez, de acordo com suas lembranças. — Quer dizer... — Balança a cabeça de um lado para o outro, repreendendo-se pela loucura que acabara de dizer. — Na vida em que eu acreditei ser a verdadeira, logo quando acordei e... — Interrompe-se na explicação quando vê a expressão da mãe mudar, e ela começar a chorar. — Por que está chorando? — Pergunta nervosa, aproximando-se da mais velha e tocando seu rosto.

— Eu não terei netos? — Inquere entre lágrimas, que eram secadas delicadamente pelos dedos da filha, encarando os seus castanhos.

— Mãe, eu sou lésbica, não estéreo. — É rápida na resposta, que é dita com firmeza. — Há tantas formas de eu te dar um neto. — Acrescenta, começando a sentir alívio por perceber que o único problema para a sua mãe lhe aceitar, seria, aparentemente, a questão de ser avó. — Essa sua ideia e preocupação está muito ultrapassada, mãe. — Balança a cabeça negativamente, sorrindo. Zelena aparece em seu campo de vista e questiona, apenas mexendo os lábios, o que está acontecendo. Mexendo apenas os lábios também, Regina lhe responde qual o assunto da conversa. Lembrando-se dela e Ruby, a morena se volta para a mãe. — E você deveria saber também, que Zelena... — Para de falar ao ver a irmã pedir desesperadamente, que fique calada, pois ela contará depois.

"Mamãe vai ter um infarto." pensou, segurando-se para não sorrir.

— O que eu devo saber sobre Zelena também?

— Nada... — Balança a cabeça negativamente, franzindo o cenho. — É que ela apareceu ali e eu me distrai. — E aponta para onde Zelena estava. Ao ver a mãe se virar em sua direção, a ruiva se apressa em sair do topo da escada e voltar para o quarto, mas Cora ainda vê o seu cabelo desaparecendo. — Besta! — Murmura rindo. — Então... — Pigarreia, fazendo sua mãe voltar a atenção para si. Ela parecia estar mais calma com seu surto de choro. — Terminamos essa conversa por aqui? — Pergunta, já se posicionando para sair da sala. Estava louca para voltar para sua cama e poder comer pipoca com a irmã, enquanto devoravam alguma série.

— Você tem certeza? — Cora segura sua cadeira, fazendo-a parar os movimentos. Regina se volta para a mulher e franze o cenho, sem entender a pergunta. — Você tem certeza de que gosta de... — Desvia o olhar por alguns segundos. Seu rosto ficando vermelho de vergonha. Regina não entendia o motivo do embaraço. — Mulheres...?

— Sim, mamãe. Eu tenho certeza que gosto de uma mulher. — Rebate sem pensar duas vezes, destacando que era apenas de uma e não de várias, como ela disse.

— E se você for julgada? Se as pessoas não te aceitarem? — Seu tom demonstrava o medo real que estava sentindo.

— Infelizmente, eu serei julgada sim, por alguns, mas eu não vou me importar com isso, se vier a acontecer. Ninguém vai me botar para baixo por eu simplesmente amar. — Fala com convicção e olhos de Cora brilham de emoção. — E eu não devo nada a ninguém. Não dependo da aprovação de ninguém para amar ou deixar de amar. As pessoas por ai não têm que aceitar eu me relacionar com alguém do mesmo sexo. Elas só precisam respeitar. Além de que, os únicos que me importam a aprovação, estão bem aqui, nessa casa. Os outros? Eu não ligo! — E dá de ombros.

— E essa mulher que você diz amar, é a tal da Emma? — Regina assente sem rodeios.

— Eu a encontrei em Miami. — Revela, pegando a senhora de surpresa.

— E quando você a trará aqui para conhecermos? — Pergunta com voz firme, verdadeiramente interessada, e sem desviar o olhar. Cora parecia já estar aceitando a ideia da filha namorar uma mulher.

— Nós não namoramos. — Murmura em um tom triste. — Talvez um dia aconteça algo, se eu sair dessa cadeira... — Dá de ombros, desviando do olhar da mãe e segurando a súbita vontade de chorar.

Mas antes que Cora pudesse rebater, a conversa é interrompida pelo seu celular tocando. Ao ver o nome de Kristin piscar na tela, Cora se lembra do outro assunto que queria conversar com a filha. Na verdade, era apenas um aviso mesmo.

— Não vai atender? — Regina pergunta ao ver sua mãe jogar o celular no sofá.

— É a sua fisioterapeuta. — Responde, olhando para o celular vibrando no acento ao lado. — Ela está me ligando para confirmar sobre semana que vem. — Explica. — Depois eu falo com ela. — Dá de ombros. — Eu até tinha que te avisar mesmo.

— Quem é? — A morena já imaginava quem poderia ser, mas queria ter certeza.

— Dr. Page, esqueceu? — E ao ouvir o nome da mulher, assim como da outra vez, seu coração se agitou no peito.

Não podia ser coincidência.

Definitivamente, não!

— Acabei de me lembrar quando ouvi o nome. — Diz, tentando disfarçar o súbito nervosismo.

— Bem, depois eu confirmo com ela sobre a semana que vem, agora eu só quero encerrar a nossa conversa. — Aproximou-se da ponta do sofá e pegou nas mãos da filha, apertando-as. — Você me promete que vai ser feliz com essa mulher?

— Mãe, eu...

— Promete, Regina Mills? — Questiona usando seu tom mais firme, interrompendo-a.

— Não se preocupe com isso. — Sussurrou, olhando no fundo dos castanhos escuros de sua mãe.

— Eu só quero a sua felicidade. — Arrastando-se mais para a ponta, puxa a morena para um abraço, surpreendendo-a. — A sua e a de Zelena. — Acrescenta sussurrante. No início do corredor da cozinha, Regina observa seu pai com um sorriso nos lábios. Um sorriso grande e orgulhoso. Seu olhar brilhante dizia isso.

Alguma coisa havia acontecido para Cora estar tão mansa assim. Ela tinha certeza que sim. Logo que pudesse, perguntaria à sua irmã, o que tinha acontecido em sua pequena ausência.

•§•

— Conte-me tudo, não me esconda nada. — Zelena solta assim que entram no quarto e ela fecha a porta. — Black Mirror pode esperar. — Joga-se na cama e agarra o controle da TV, logo desligando-a.

— Antes eu quero entender essa história toda da Rose e o marido dela. — Cruza os braços e arqueia a sobrancelha. — Você me disse que ele era só um ex namorado e ela não sabia quem era o pai. Mas veja só, eles são casados.

— Por que isso importa? — Pergunta, realmente sem entender o motivo pelo qual a irmã queria saber sobre aquilo. Afinal, tinham assuntos bem mais interessantes para conversarem.

— Você sabe, eu sou curiosa. — Zelena revira os olhos e balança a cabeça negativamente. — Sem falar que uma pessoa com o mesmo nome que o dele, apareceu em minhas memórias. Talvez sejam até as mesmas pessoas. — Diz em tom pensativo, pensando na possibilidade. Quando dissera à Zelena que ela era noiva do homem, e ela lhe disse que ele era ex namorado da amiga, isso nem lhe passara pela cabeça, de que poderiam ser a mesma pessoa. Apenas achou uma coincidência de nomes. Até Rose confirmar que ele era seu marido. — Mesmo que não faça diferença, eu quero saber. — Acrescentou murmurante, fazendo um bico.

— Isso não vai te ajudar a solucionar esses mistérios, mas vamos lá... — Respira fundo e balança a cabeça negativamente. — Eles tiveram um relacionamento de gato e rato. Em uma das separações, Rose transou com outro. Dois meses depois eles voltaram e ela descobriu estar grávida de dois meses. Mas ela não teve coragem de fazer o teste para saber se o Graham era o pai. — Conta de uma vez, torcendo para que o assunto se acabasse logo e elas pudessem falar do que realmente interessa. A conversa que Regina teve com Cora.

— Mas ele aceitou a criança assim mesmo?

— Ele não sabe dessa aventura dela. — Regina arqueia a sobrancelha. — Mas enfim. Agora eu quero saber detalhes do que você conversou com a mamãe. Sei que ela queria saber sobre você ser gay, pois ouvi desde a outra vez, mas agora eu quero saber os detalhes.

— É muita história, viu? — Murmura consigo, sorrindo. — Bem, primeiro eu gostaria de saber se aconteceu alguma coisa enquanto estive no hospital. — Gira as rodas da cadeira até chegar na cama também, e com a ajuda da irmã, senta-se no colchão.

— Como assim? — Pergunta confusa, franzindo o cenho.

— Mamãe estava estranha em nossa conversa. — Seu tom era preocupante. — Aceitou muito fácil que eu gosto da Emma, dando a entender apenas que tinha medo de não ser avó e que eu não seria feliz. — Seu cenho franzido não deixa dúvidas quanto a sua surpresa e confusão pela forma como a mãe agira. — Até chorou quando falou de netos. — Acrescenta em tom incrédulo. — E quando me abraçou, o papai apareceu no corredor, todo contente.

Zelena se deitou na cama, ao lado da irmã, que estava sentada, encostada ao espelho, buscando em sua mente alguma coisa que pudesse explicar as atitudes da mãe. Mas nada vinha a sua mente.

— Bem, eu não sei...

— Zelena! — Repreende, interrompendo-a, acreditando que a ruiva não iria lhe contar a verdade.

— Rê, eu estou falando sério. — Diz em tom sério, olhando nos olhos da irmã, procurando passar verdade no que dizia. — Talvez tenha tido algo entre eles, não sei. — Dá de ombros. — Eu realmente vi que conversaram muito enquanto você estava lá, mas não sei qual era o assunto. — Fala sincera.

— Então agradeça. — Dá tapinhas no braço da irmã. — Cora está mais maleável, e acho que se você for falar com ela ainda hoje, sobre você e Ruby...

— Não há nada entre eu e Ruby. — Diz categórica, interrompendo-a.

— Não há nada sério, você quer dizer. — Corrige-a, rindo. — O que é questão de tempo. — Acrescenta convicta. O olhar de sua irmã lhe dizia tudo. E o que ela lembra de ter visto entre as duas quando estavam em Miami, não deixava dúvidas também. — Mas ainda assim, há. — Afirma, sorrindo novamente, ao ver a ruiva revirar os olhos, mas sorrir também, confirmando o que ela dissera. — Bem, se você for falar com ela ainda hoje, será bem tranquilo para contar tudo. — Seu tom tranquilo não lhe deixa mentir. — Mas bem, curiosa, basicamente, conversamos sobre eu ser lésbica e não ter dito para ela. Aparentemente, mamãe não gostou de ficar sabendo disso por terceiros. — Semicerra os olhos e arqueia a sobrancelha, encarando a ruiva que lhe sorri amarelo.

— Eu não tive a intenção de contar, eu juro. — Senta-se na cama rapidamente. — Você só sabia falar o nome da Emma quando acordou. O Victor quis saber quem era, e eu tive que contar o que sabia. — Defende-se, tentando se fazer de vítima.

— Victor... — Murmura. — Quanta intimidade. — Fala em tom de malícia.

— Foi algo passageiro. — Vira o rosto, desviando do olhar de Regina. — Eu estou em outra. — Acrescenta em um tom mais baixo.

— É, eu sei bem. — Seu tom ainda é malicioso. Zelena revira os olhos mais uma vez. — Mas bem, eu vou te perdoar por ter falado de mim sem a minha permissão, para a nossa mãe, mas com uma condição. — Levanta um dedo, deixando bem a vista da ruiva. — Você terá que falar com ela hoje. — Sentencia. Seu tom não deixa margem para contrariedades. — Se não fizer, eu vou lá contar para ela, ignorando o seu pedido de você mesma contar.

— Regina...

— Eu estou falando sério! — Fala mais alto, impedindo que Zelena tente contra argumentar. — Chega de esconder as coisas dela. Mamãe não é nossa melhor amiga, mas ela tem o direito de saber as coisas sobre nós. — A contragosto, a ruiva assente e aceita a condição dada. — E bem, a outra coisa de que falamos, é sobre a minha fisioterapeuta.

— A Kristin?

— Tem outra? — Zel dá-lhe uma tapa no braço, chamando-a de ridícula, e ela gargalha. — Você a conhece?

— Ela é amiga do Victor. Foi ele quem a indicou para a mamãe. Mas nunca a vi pessoalmente.

— Então você não sabe nada sobre ela? — Zelena negou, franzindo o cenho, achando estranho as perguntas da irmã. — Nem mesmo se ela tem alguma filha?

— OK! O que você não está me contando?

— Bem... — Respira fundo. — É que eu tenho algumas lembranças com a Kristin e com a filha dela, da realidade em que eu acreditava ser a real logo quando me acordei aqui.

— Acordei aqui... — Murmura em tom pensativo. — Você falando assim, parece mesmo, que vive em várias realidades, fica se transportando de uma para a outra, e que são todas reais. — Solta um risinho. — Acho que você deveria ir ver o Ricky. — Recomenda.

— Desculpa, mas eu prefiro ir me consultar com alguém que não tenha um nome que me faz pensar que não bata bem da cabeça. — Faz uma careta. — De louca, já basta eu. — Acrescenta em tom zombeteiro.

— Mas então... O que tem essa Kristin? Você conseguiu, mais uma vez, me deixar curiosa.

— Eu quero é novidade. — Diz bem-humorada e Zelena lhe mostra a língua. — Bem, digamos que eu já tive uma sessão com ela, em uma das minhas realidades. Mais necessariamente, a última em que me lembro de ter estado. — Conta, deixando a mais velha surpresa.

— A que eu sou noiva do Graham? — Regina assente. — Então ela...

— Mas não é só isso. — Acrescenta, cortando a irmã. — Deixa eu terminar de falar. — Repreende e Zel revira os olhos. — Apressada!

— Chata! — As duas se encaram por alguns segundos, mas logo caem na gargalhada. — OK, pode continuar.

— Obrigada! — Solta com ironia. — Bem, lembra que, quando eu acordei, eu me lembrava de ser noiva da Emma e...

— Sim, sim, sim... — Corta-a, agoniada. — Prossiga.

— Nessa realidade, Kristin e a filha dela, Lilith, eram pessoas erradas. — Começa, lembrando-se bem do que acontecera, ao menos para ela, anos atrás. — Conhecemos as duas antes de começarmos a namorar. Era só algo casual. Estávamos em um bar que nunca fomos antes, quando elas nos abordaram. Passamos horas bebendo e conversando. Mais tarde, elas nos levaram para outro lugar, ofereceram uma droga, mas não aceitamos. Emma conhecia bem, e sabia que não era coisa boa. Porém, de alguma forma, da qual nunca soubemos como, colocaram algo em nossa bebida, e depois, só lembramos de acordamos nuas, no dia seguinte, em um quarto de hotel, com todos os pertences roubados. — Finaliza sua história, deixando a irmã chocada, de boca aberta e olhos arregalados. — Passamos muito tempo com elas, por isso, nunca esquecemos seus nomes e nem seus rostos. — Acrescenta, antes que a ruiva fizesse alguma pergunta do tipo.

— De qual filme você tirou isso, Regina? — Regina sorri, balançando a cabeça negativamente. Zelena sempre tinha uma piadinha na ponta da língua. — E por que não denunciaram?

— Emma usava umas coisas também. Só não fumava cigarro. Não gostava. — Confessa, sorrindo. O rosto de sua amada vindo à mente. Sentia falta daquela Emma. Da sua Emma. — Ela tinha medo de envolver a polícia, então preferimos deixar para lá. — Dá de ombros.

— Então quer dizer que você fumava umas coisinhas também? — Pergunta em tom malicioso. Regina respira fundo e balança a cabeça negativamente.

— Apenas Emma fazia o uso, Zel, e isso acabou antes mesmo de começarmos a namorar. — Deixa claro, usando seu tom mais sério. No fundo, ela queria sorrir.

— Entendi. — Murmura, pouco convencida da resposta da mais nova. — E você nunca provou?

— Nada. — Rebate rapidamente.

— Hm... — A ruiva murmura alto, deixando claro que não acreditara nela.

— Estou falando sério. — Fala, desviando do olhar da irmã e se segurando para não gargalhar e perder a credibilidade. Zelena tinha esse pequeno poder de fazer as pessoas rirem em momentos indevidos. — Será que podemos voltar a assistir agora?

— OK! Eu vou lá embaixo abastecer nossa pipoca. — Levanta-se em um pulo e pega os dois baldes de pipoca. — Não dê play sem mim. — E então sai do quarto, deixando a morena sorrindo, enquanto olha para o nada.

Definitivamente ela amava essa Zelena Mills e não a trocaria por nenhuma outra.

Notas finais
Um mistério revelado e uma dúvida plantada. Pegaram? Vocês curtem as irmãs Mills? Gostam desses momentos, dessa cumplicidade, desse amor? Deixem-me saber de tudo ;) Até o próximo!