Notas iniciais
OLÁ PESSOAL! I'M BACK UHUUUU Eu estou tão feliz por finalmente poder voltar a atualizar essa fanfic. Espero que, para quem ainda acompanha aqui e não desistiu de mim e da estória, também esteja feliz com a volta de memories. Nesse capítulo, temos coisas para serem reveladas e mais dúvidas sendo plantadas, ao menos para as personagens. Espero que curtam esse capítulo, que traz algumas respostas para perguntas de alguns leitores em capítulos passados. Espero também, que me perdoem pela demora em voltar e ainda se lembrem dessa estória.

28º Novamente

[Regina]

Minha irmã havia acabado de fechar a porta do meu quarto, antes prometendo que falaria com mamãe no dia seguinte, e eu já estava me preparando para dormir, quando meu celular começou a vibrar embaixo do travesseiro. Eu havia passado o dia todo sem tocar nele, e nem lembrava da sua existência até agora.

Ao pegar o aparelho e olhar o nome que piscava na tela, abri um enorme sorriso automaticamente e meu coração se acelerou. Eu quase pude ouvir Zelena sussurrar em meu ouvido para eu atender logo e não perder tempo.

— Alô? — Devagar, levantei meu tronco e me encostei no espelho da cama.

— Regina? — Escutei a voz de Emma do outro lado e meu sorriso se alargou. — Eu sei que já está bem tarde, acredito até que tenha te acordado, e peço desculpas por isso... — Eu podia visualizar em minha mente, o seu jeito acanhado enquanto falava. Se ela fosse mesmo igual a Emma que eu conheço e vivi por algum tempo, estaria agora, olhando para baixo enquanto se balança de um lado para o outro e sorrindo minimamente, ou passando a mão repetidamente pelo cabelo.

— Tudo bem, eu não estava dormindo ainda. — Estiquei-me um pouco e acendi o abajur, clareando um pouco o quarto e permitindo que eu me visse pelo espelho pendurado em cima da penteadeira do outro lado do cômodo. Eu estava vermelha e sorria feito boba.

— Ótimo! — Ao fundo pude ouvir barulho de carros. Talvez ela estivesse na rua. Tentei imagina-la andando por uma calçada, perto de alguma praia, sorrindo enquanto falava ao telefone. — Bem... — Tossiu e pediu desculpas rapidamente. — Eu não tive muito tempo hoje, por isso só estou ligando agora. Podemos conversar um pouco? — Perguntou hesitante e eu achei adorável. — Se estiver com sono, eu...

— Não, tudo bem. — Interrompi-a rapidamente, temendo perder a grande oportunidade de conversar com ela e ouvir um pouco mais de sua voz antes de ir dormir. Eu não me lembrava de ser tão romântica assim. — Eu não estou com muito sono ainda. — Na verdade, eu estava, mas eu não diria a verdade, obviamente.

— Você está bem? — Meu coração bateu acelerado com a simples pergunta.

— Estou um pouco entediada e chateada por só ficar em casa o dia todo, e sofrendo antecipadamente por não poder sair nos próximos dias... — Sorri e ela me acompanhou. — Mas estou bem sim, e você? — “Muito melhor agora” é o que eu gostaria de ter dito de fato.

— Estou melhor agora que estou ouvindo sua voz, e escutando de você mesma, que está bem. — Respondeu rapidamente, pegando-me de surpresa e me deixando momentaneamente sem palavras para lhe responder. Eu podia sentir meu rosto queimar. Ainda bem que não estávamos conversando pessoalmente.

Então ficamos em silêncio, apenas ouvindo as respirações uma da outra. Escuto barulhos de uma porta se abrindo e depois fechando, e imagino que esteja chegando em casa.

— Eu queria ter ido ai para te ver, mas estive tão sem tempo desde a última vez que nos falamos. — Volta a falar, quebrando o silêncio e mudando o assunto. Ao fundo, escuto o som da TV ligada, e calçados sendo jogados ao chão sem cautela alguma. Ela estava me lembrando bastante da minha Emma quando chegava muito cansada em casa e se jogava no sofá, chutando suas botas pela sala e ligando a TV no seu canal favorito.

Suspiro pesadamente. Como eu gostaria de ter essa vida de volta...

— Regina? — Escuto-a me chamar e então percebo que fiquei bastante tempo sem dizer algo.

— Desculpa! Eu me distraí com algo aqui. — Digo sem graça, torcendo para que ela não leve a mal, e não tenha dito algo mais ou mudado de assunto. — Zelena me falou sobre isso assim que abri meus olhos no hospital. — Soltei um risinho e escutei sua risada também. Meu coração bateu bobamente mais rápido. — Aliás, obrigada por toda preocupação.

— Se eu pudesse, teria feito mais, mas... — Fez uma pausa, e novamente escutei barulhos ao fundo. Dessa vez, ela parecia estar se deitando. Talvez na cama, talvez no sofá, ou talvez no chão. — Bem, eu não sei se você ainda se lembra, mas eu fiquei de te enviar algo desde que saiu daqui...

— Sim, eu me lembro. — Respondo-lhe rapidamente, lembrando do dia em que eu a esperei no aeroporto e recebi só o seu recado por Ruby.

— Enviei esses dias e espero que goste.

“Vindo de você, pode ter certeza que irei gostar” Era o que eu gostaria de responder.

— Estou curiosa para saber o que é.

— Quando você receber, me ligue para eu poder te explicar os significados.

— OK! Assim que esse algo chegar, eu te ligarei. — Escutei sua risada e sorri também, dando um suspiro. Eu estava me sentindo uma boba apaixonada, que fica toda feliz com qualquer coisa que a pessoa amada faça ou diga.

— Mas então... Como foi o seu dia hoje? — E mais uma vez naquela noite, meu coração bateu acelerado com mais uma simples pergunta.

Eu esperava que aquela ligação durasse a noite toda e não estava me importando nem um pouco em perder uma noite de sono se isso significasse ficar conversando com ela.

•§•

Sinto algo ser enfiado em meu braço direito e abro os olhos rapidamente, assustando-me com Emma vestida toda de branco e cabelos presos em um coque, próxima a mim, segurando meu braço e injetando algo.

— Emma? — Digo extremamente assustada e confusa. Mas ela não olha para mim e nem para o que está fazendo. — Não! Não! Não! — Tento puxá-lo de seu agarre e se afastar dela, mas Emma solta a seringa no colchão e me segura, impedindo-me de ir para longe.

— Ei, ei, calma! — Pede, soltando-me rapidamente e levantando as mãos abertas em minha direção, sinalizando o seu pedido.

— Não sei o que é, mas não precisa colocar isso em mim. — Murmuro, escondendo os meus braços atrás do meu corpo.

— É apenas um calmante. Eu jamais injetaria algo que te faria mal. — Explica-me com calma, e pelo seu olhar, eu sinto que é verdade. Pega a seringa jogada no colchão e a coloca dentro de um saco plástico retirado de seu bolso.

Ficamos em silêncio e então eu olho ao redor, raciocinando finalmente, que o motivo para Emma estar aqui, vestida como está, tentando enfiar algo em meu braço, é que, mais uma vez, enquanto eu dormia, eu havia mudado de realidade, e que, aparentemente, estou na que Emma é minha psicóloga e eu não me locomovo de cadeira de rodas, mas sim, de muletas. A única realidade que não criei vínculo com ela, e que não sei quase nada. Apenas que temos uma relação bem mais que médico-paciente, pois me lembro da foto de nós duas, que vi da outra vez, e que Zelena e mamãe tinham morrido em nosso acidente, no qual me deixou no estado em que estou, com dificuldade para locomoção, sem me lembrar de nada, e sem saber em qual verdade acreditar. Ao menos é uma realidade já conhecida para mim. Incrivelmente, isso me conforta um pouco.

Pior que mudar de realidade cada vez que deito a cabeça no travesseiro para repor as energias gastas no dia, é mudar de realidade e ir para um lugar que, ao mesmo tempo que conheço, não conheço, e ao mesmo tempo que conheço as pessoas, também não conheço.

— Por que estava colocando isso em mim? O que eu fiz? O que aconteceu? — Encho-a de perguntas, quebrando o silêncio.

— Você não se lembra? — Nego rapidamente. Emma retira as luvas e se senta perto de mim. — Você viu o Henry e se alterou. Pedi que Victor o tirasse daqui e...

— Por que eu me alterei vendo o meu pai? — Questionei confusa. Por que eu me alteraria vendo o meu pai? Será que ele fez algo para mim?

— Não foi o seu pai... — Desvia o olhar para o chão e respira fundo. — Foi o nosso filho, Henry... — Murmura e levanta a cabeça. Quando me olha, percebo que está prestes a chorar. Seus olhos estão vermelhos e cheios de lágrimas.

Então eu tenho um filho? Eu tenho um filho com Emma? Eu tenho um filho com Emma, com o mesmo nome do meu pai? Eu tenho um filho com Emma, com o mesmo nome do meu pai e nem me lembro?

— Eu tenho um filho? Um filho com você? — Perguntei, sentindo-me horrível por não me lembrar disso. Como eu poderia não me lembrar do meu filho? O quão ruim era não lembrar do próprio filho? — Por que você não me contou isso dá outra vez? Por que não me explicou que o motivo de ter uma foto nossa em seu consultório, era porque tivemos, ou temos, um relacionamento? Que éramos ou somos casadas? — Pergunto um pouco irritada, lembrando-me de quando ela disse da outra vez, que não era casada.

— Eu contei! — Diz com a voz alterada, assustando-me. — Todas as vezes, eu te contei. Você que nunca lembrava quando acordava dessas suas trocas de realidade. — Explica, em um tom mais calmo e agora, também magoado. — Teve um momento que eu não suportei mais... — Dá uma fungada e enxuga as lágrimas. — Não suportei ver você não se lembrando de mim como tinha que se lembrar. Não suportei ver você não se lembrar de nós como tinha que se lembrar. Não suportei ver você não se lembrando do nosso filho. Nosso pequeno príncipe, como você o chamava. — Vira-se de lado na cama e esconde o rosto nas mãos, por alguns segundos, apoiando os cotovelos nas pernas. Só então percebo que está tremendo. Se eu pudesse, acabaria com o sofrimento dela. Abraçá-la-ia agora mesmo, com toda a força possível e diria que tudo ficaria bem. Mas eu não podia fazer isso. Não podia dizer que tudo ficaria bem, quando o motivo de seu sofrimento é justamente o motivo do meu, e eu não sei como acaba-lo ou controla-lo. Se soubesse, com certeza já o teria feito. — Então eu só parei... Parei de contar todas as vezes em que você acordava. — Continuou, com a voz embargada e o rosto repleto de lágrimas novamente. Dessa vez, ela não as enxugou. — Você agia exatamente como está agindo agora. A diferença, dessa vez, é que você se lembra da última vez que esteve aqui. Lembra-se da foto que viu em meu consultório. Lembra-se de ter estado aqui. — Conta com um pequeno sorriso. Um sorriso que eu conheço bem, é de esperança. — Temos mais um progresso, aliás. A última vez que esteve aqui, você também se lembrou um pouco.

— Você fala como se aqui fosse um lugar diferente dos outros. Mas todos são iguais. — Murmuro, segurando a vontade de chorar também.

— Eu só estou tratando o que tem acontecido com você, como você mesmo trata, Regina.

Ficamos em silêncio e eu escuto-a fungar novamente. Seu rosto está vermelho e repleto de lágrimas e ela não se preocupa mais em enxuga-las.

Eu queria poder enxuga-las. Queria poder para-las, na verdade.

— Nós ainda temos um relacionamento? — Sem olhar para mim, ela responde que sim com um balançar positivo da cabeça. — E como é possível você ser minha Psicóloga?

— O Código de Ética dos Psicólogos não impede que um profissional atenda familiares ou amigos. Fica a critério dele. — Responde-me, ainda sem me olhar. Está com o olhar perdido na parede. Mais necessariamente, em um quadro de pintura.

Será que...?

Não! Não é possível que essa Emma Swan também pinte e tenha me dado um quadro. Seria?

Seu fungado forte me traz de volta para a realidade.

— Eu sei, mas... Isso não interfere nos resultados? — Pergunto, continuando a conversa.

— Eu sei, certo? — Aproxima-se de mim rapidamente e agarra minhas mãos. — Eu só não queria outra pessoa cuidando de você quando eu mesma, melhor do que ninguém, poderia fazer isso. — Diz, olhando em meus olhos e acariciando minhas mãos com bastante carinho. Pude ver em seus olhos, que estava sendo sincera. Seus verdes, sempre tão expressivos, me dizia muita coisa em apenas um olhar. Dessa vez não estava sendo diferente. Eu podia ver paixão e amor em seus olhos. Porém, não era apenas isso que eles me mostravam. Infelizmente, também havia dor ali.

De repente a porta é aberta, interrompendo nossa conversa, e Dr. Victor, sem perceber a situação, adentra o quarto.

— Swan, você conseguiu... — Para de falar quando nos ver. — Perdão, eu só... — Abre a boca, mas fecha logo em seguida, provavelmente desistindo do que diria. — Eu vou esperar lá fora. — Aponta para trás, e sem esperar uma resposta, sai e fecha a porta novamente.

— Então... — Volta-se para mim e olha para as nossas mãos ainda unidas. — Eu vou deixar você descansar um pouco. Mais tarde eu trago o Henry aqui, se você estiver bem. — Olha para mim e abre um sorrisinho para mim.

— Emma...

— Eu estou feliz que você voltou. Espero não te perder mais. — Beija a minha testa e se levanta. Pega uma maleta jogada ao chão, que eu não tinha visto antes, e sai, deixando-me sozinha com os meus pensamentos.

Ao ver a porta se fechar, sinto uma enorme vontade de chorar e gritar, e não hesitando em realiza-la. Pego o travesseiro ao meu lado e o coloco em meu rosto para abafar meus gritos e meu choro.

Quando isso tudo iria acabar? Quando eu iria poder voltar a dormir tranquilamente, sem ter medo de ao acordar, descobrir estar em outra realidade, seja ela conhecida ou não?

Eu só não aguentava mais me machucar tanto há cada vez que isso acontecesse.

•§•

Sinto-me sendo sacudida e quando abro os olhos, encontro Zelena, aparentemente desesperada, quase em cima de mim, balançando meus ombros.

— Zelena? — Questiono, completamente confusa em vê-la ali.

— Jesus! Graças a Deus, Regina... — Solta um suspiro de alívio, soltando meus ombros e se sentando na cama. — Você estava tendo algum pesadelo e estava gritando muito. Eu fiquei preocupada.

— O que aconteceu? — Olho ao redor, percebendo que o quarto em que estou é totalmente diferente do que eu estava antes, e que já é de dia. — Espera... — Esfrego meus olhos algumas vezes e olho para a minha irmã, que parece estar tão confusa quanto eu. — Você está viva?

— O que? — Franze o cenho. — Você...

Parando de dar atenção ao que minha irmã falava, comecei a analisar cada ponto do quarto que eu estava agora e logo ao lado da minha cama, vi minha cadeira de rodas. Entendi o que estava acontecendo.

De novo.

— Eu mudei novamente, não foi? — Questiono mais para mim que para a minha irmã, mas vejo-a dar de ombros. — Onde eu estou? — Pergunto, desanimada.

— Eu não sei como você identifica cada realidade.

— Só descreva como esta daqui é. — Peço-lhe, agoniada com tudo isso. — Apesar de eu já ter uma ideia de qual seja, só por você está tão ok com essa situação. — Murmuro mais para mim, que para Zel.

— Uh... Ok! — Murmura. Pela sua expressão, parecia estar pensando no que dizer. — Então... Você acordou do coma quase sem falar, chamando pela Emma. — Começa, abrindo a mão esquerda e baixando um dedo. — Nós fomos para Miami atrás dela, assim que você teve alta. — Continua, em tom pensativo, e baixa outro dedo. — Nós voltamos alguns dias atrás e você teve uma conversa séria com a nossa mãe, sobre você curtir garotas.

— Então eu voltei para uma já conhecida. — Murmurei comigo mesmo.

— Então... — Senta-se melhor na cama e me encara em expectativa. — Como foi dessa vez?

— Lembra-se da realidade em que Emma era minha Psicóloga? — Minha ruiva pensa por alguns segundos, olhando para cima, mas logo balança a cabeça positivamente. — Eu estive lá de novo. Pela conversa que tive com Emma, acredito cada vez mais que aqui e todas as outras realidades, são falsas, e lá é a verdadeira.

— Não! Regina... — Sua expressão é preocupada. Mas também, com o que eu acabei de dizer, não podia ser diferente. — Aqui é a verdadeira, mana. — Diz com uma convicção que me abala, mas não me convence totalmente. Assim como essa daqui, as outras se mostram bem reais também. — Todas essas outras? — Gesticula nervosamente. Típico de Zelena quando está explicando ou contando algo. — São todas criadas por sua mente. — Toca em minhas têmporas e acaricia o local carinhosamente. — Acredite em mim. — Implora, juntando as mãos em frente ao peito. — Prova disso é que dessa vez durou uma madrugada, como se fosse um sonho, e você voltou bem rápido.

— Você sabe que isso não tem nada a ver, certo? Já teve outras vezes em que também durou apenas uma madrugada, como se fosse um sonho. — Faço uma pausa e respiro profundamente. — Até onde eu sei, eu ainda posso estar dormindo lá, ou em qualquer outra que possa ser a verdadeira. — Dou de ombros. — Ou quem sabe, eu nem esteja acordada de verdade. Talvez eu ainda esteja em coma na realidade verdadeira. Quem sabe?

Minha irmã baixa a cabeça e suspira pesadamente.

— Acho que está na hora de você procurar um profissional. — Diz, encarando-me profundamente e apertando minha mão. — Você precisa de ajuda, mana.

De repente seu telefone toca, interrompendo a nossa conversa.

— É a Ruby. — Diz, ao olhar no visor do aparelho, abrindo um sorrisinho, que eu conhecia bem, era sorrisinho de apaixonado. — Essa conversa ainda não acabou. — Avisa, atendendo a ligação e se afastando.

Enquanto vejo-a andar de um lado para outro enquanto conversa com Ruby, penso sobre a conversa que acabamos de ter.

E se nenhuma das realidades que eu passei seja a verdade? E se eu ainda estiver em coma, na verdade?

É... Talvez Zelena esteja mesmo certa e eu precise realmente de um Psicólogo, ou qualquer outro profissional. Contanto que me ajude a entender o que está acontecendo comigo, me ajude a se lembrar o que aconteceu comigo antes e durante o acidente, e me ajude a controlar toda essa loucura, é o que importa.

Notas finais
Então... Esse capítulo foi dedicado para os leitores que gostaram dessa realidade em que Emma é Psicóloga e gostaria de ver um pouco mais dela. ExtraInfo: O Henry é fruto de uma fertilização feita em Emma, quando já estavam há dois anos casadas. Emma cuida de Regina, porque ela teve depressão quando acordou do coma, por ter perdido Cora e Zelena de uma vez só. Então, o que vocês acham? Zelena está certa? Regina está certa? Quem está certa? Alguém está certa? Espero ver vocês interagindo nos comentários, porque estou pronta para interagir novamente, como antigamente.