Memories

16 A drop in the ocean


Notas iniciais
Vim aqui rapidinho postar esse capítulo maravilhoso para vocês! Desculpem-me não ter respondido os comentários, ultimamente estou vindo aqui no nyah apenas para atualizar as fanfics, nem mesmo para ler as que acompanho, eu estou. O nome do capítulo é o nome da música.

16º Uma gota no oceano

[Regina]

— Uau! — Zelena foi a primeira a se pronunciar. Olhei para trás e encarei-a. Zel abriu um sorriso para mim e voltou a olhar para frente.

Olho mais uma vez para a lancha, e então tenho uma lembrança de um passeio que fiz com Emma, quando nos conhecemos, três anos atrás.

Três anos atrás...

Eu e Zelena tínhamos acabado de arrumar nossas malas, iríamos embora de madrugada. Nossas férias tinham acabado. Meu coração estava quebrado por ter que voltar para a minha vida e ter que deixar Emma. Infelizmente eu não podia ficar, nem ela podia ir comigo.

Eu estava na sacada do quarto, deitada na espreguiçadeira, aproveitando a linda vista que ali me proporcionava, quando recebo uma ligação de Emma, pedindo para que eu descesse e fosse encontrá-la no calçadão.

Avisei a Zelena, que estava no banho, troquei a calça que eu usava por um short e então desci.

Ao chegar em frente ao hotel, avistei Emma sentada em um Quiosque do outro lado da rua, tomando uma água de coco. Usava uma saída de praia na cor branca e seus cabelos estavam trançados, com algumas mechas soltas pelo rosto.

— Oi... — Abri um sorriso, aproximando-me para beijar-lhe a bochecha, mas fui pega de surpresa, por seus braços me enlaçando e seus lábios cobrindo os meus. — Hmm... — Murmurei extasiada.

— Bom dia, minha linda. — Puxou-me para mais perto de seu corpo, fazendo-me ficar entre suas pernas.

— Bom dia... — Enlacei meus braços ao redor de seu pescoço e comecei a fazer um carinho em seus cabelos. — Então... Posso saber qual o motivo do seu chamado? — Levei meus dedos até seu rosto e comecei a passear de forma lenta, por cada traço.

— Vim apenas aproveitar os últimos minutos que restam da sua companhia... — Disse simplesmente. — Não gostou?

— Emma... — Empurrei-a de leve, vendo-a sorrir. — É claro que eu gostei, e você sabe disso... — Semicerrei os olhos.

— Que bom, mas... — Arqueei a sobrancelha. — Não foi para isso que eu te chamei. — Levantou-se do banco, ficando ainda mais próxima de mim. — Eu só falei isso porque queria ver sua reação... — Confessou-me.

— Ridícula... — Dei-lhe uma tapa de leve, no braço direito.

— Então... Já andou de lancha? — Indagou-me, mas antes que eu pudesse responder, ela tornou a falar: — Sei que você é rica e tudo mais, e... — Coloquei um dedo em seus lábios e ela o beijou sutilmente.

— Nunca andei de lancha... — Respondi, depois da interrupção. ­— Depois de três anos trabalhando sem parar, essa foi a minha primeira folga... Antes disso, eu era muito ocupada com outras coisas. — Expliquei-a.

— OK! — Deixou o coco seco em cima da bancada do estabelecimento, pegou em minha mão e saiu me puxando para a praia.

— Para onde estamos indo? — Indaguei após uns minutos andando em silêncio, na areia.

— Que tal o seu primeiro passeio de lancha, ser comigo?

As palavras de Emma ecoavam em minha mente, “achei que seria legal repetir o passeio que tivemos da outra vez, antes de você ir embora.”

Então... Isso realmente aconteceu? Não foi apenas mais uma lembrança da vida que minha mente criou durante o coma?

— Vamos? — Emma indagou animada, interrompendo minhas indagações. Pisquei algumas vezes, para “acordar” e quando percebi, Emma já estava me pegando em seus braços. Olhei para trás e vi Zelena sorrindo maliciosa enquanto pegava minha cadeira. Balancei a cabeça negativamente e quando ela voltou a me olhar, mostrei o dedo do meio. Em resposta, Zel me mostrou a língua.

•§•

Após Emma me colocar confortavelmente sentada na cabine do veículo, despedimo-nos de Zelena e logo Emma dá partida.

— Apesar de fazer tanto tempo, você se lembra daquele dia? — Indagou-me cortando o silêncio que se instalara desde quando ela ligou o motor.

Fiquei sem saber o que responder. Até onde as minhas lembranças eram verdadeiras? Até que parte elas realmente tinham acontecido? Até onde Emma sabia? A partir de onde, a lembrança era apenas da ilusão? E se a lembrança toda fosse da ilusão?

— Regina? — Olhou para trás. — Tudo bem? — Seu cenho estava franzido.

— Sim... — Dei um sorriso. — É só que... — Passei as mãos pelos cabelos, sem saber ao certo o que dizer. — Eu... — Respirei fundo e balancei a cabeça negativamente. — Eu lembro-me sim daquele dia, mas não tudo. — Disse por fim. Nem era tudo verdade, mas também nem tudo era mentira. Fora algo meio a meio.

— Eu me lembro de algumas coisas... — Voltou a olhar para frente. — Lembro-me que estávamos em alto mar, quando parei a lancha e fomos para a proa. — Olhou para trás e deu um sorrisinho. — Começamos a tomar um vinho e poucos minutos depois, estávamos nos beijando e tirando nossas roupas ali mesmo. — Dá uma risada e eu arregalo os olhos.

Flashback on

— Você já transou em alto mar? — Emma indagou-me, tomando mais um gole do vinho, e em seguida, depositando a taça um pouco mais afastada de nós.

— Eu nunca estive em alto mar antes, Emma... Quanto mais já ter transado... — Gargalhei. Não era algo tão engraçado, mas o vinho fazia essas coisas. Dei o último gole no líquido vermelho e Emma pegou minha taça, colocando-a juntamente a sua.

— Eu sempre tive esse fetiche... — Apertou-me em seus braços. Emma estava sentada atrás de mim, com suas pernas e braços ao meu redor. — Fazer um bom sexo, na proa de algum veículo aquático, de preferência com ele no mar... — Beijou minha bochecha. — E depois que eu te conheci, essa vontade só aumentou. — Beijou meu pescoço e seus lábios frios por conta da bebida, ao entrarem em contato com minha pele quente devido ao sol, fez meu corpo todo se arrepiar, e eu soltei um gemido abafado.

— Você está querendo realizá-lo agora? — Virei-me para trás para encará-la, e quando a vi acenar positivamente, puxei-a para um beijo urgente.

Flashback off

Será que isso realmente aconteceu? E se aconteceu, será que foi assim mesmo?

— Regina? — Emma chamou-me novamente. Tomei um susto ao vê-la sentada ao meu lado. — Em que mundo você estava? — Sorriu.

— Desculpe-me novamente... — Sorri sem graça. Estava me sentindo quente. Seria o sol ou era rubor mesmo? — Emma... Naquele dia, você estava sentada atrás de mim? — Ela olhou para frente por alguns segundos, que acredito eu, estava pensando a respeito, e em seguida, tornou a me olhar, assentindo. — Você me disse que... — Senti meu rosto esquentar novamente. Eu estava com vergonha de perguntar sobre o tal fetiche.

— Que eu tinha um fetiche...

— Isso... — Interrompi-a antes de completar a sentença. Não queria tornar o momento embaraçoso.

Deus! Eu estou ficando maluca... Se já não estou...

Como é possível algo que aconteceu entre mim e Emma Swan, Emma Nolan dizer que se lembra, como se tivesse sido com ela?

Além do nome, alguns hábitos diferenciam as duas. Não tem como serem as mesmas.

— Sim, eu disse isso... — Diz, tirando-me dos meus devaneios. Seu rosto ficou vermelho. Seria vergonha? Que linda!

— Então... — Passei as mãos pelos meus cabelos. — É que... — Respirei fundo. — Bem... — Como dizer o que eu quero, sem ter que dizer sobre a vida ilusória envolver ela? — Você se lembra de quando eu te disse que eu não me lembro de todas as coisas que antecederam o acidente? — Ela assentiu. — Bem... Eu... Eu me lembrei disso que você disse e só queria ter certeza se foi verdade. — Ela franziu cenho. Droga!

— Mas se você lembrou, por que não seria verdade? — Merda! Merda! Merda! Se eu responder como tem que ser, terei que dizer que ela estava inclusa na vida criada por minha mente, durante o coma.

— Ah! Não sei... — Dei de ombros para tentar passar que eu realmente não sabia. — Às vezes sonhamos com algo, e pensamos ser real, ou simplesmente imagens vem à nossa mente, e às vezes, parecem tão reais, que podem parecer que realmente são... — Dei de ombros mais uma vez. Minhas mãos estavam frias e não era por causa do vento frio. — Realmente não sei... — Olhei ao meu redor, observando a linda vista do mar que tínhamos ao nosso dispor. — Eu sofri um acidente e passei muito tempo desacordada, e quando eu abri os olhos, uma vida havia se passado em minha cabeça, além de coisas terem sido apagadas de minhas memórias... Então, tem coisas que fico na dúvida se realmente foram ou não reais... — Expliquei por fim. No fim das contas, omiti a parte que ela não poderia saber, mas não contei mentira alguma. Tudo que foi dito, fora exatamente a verdade.

Ficamos alguns minutos em silêncio, até Emma quebrá-lo.

— As pessoas costumam dizer “eu sei como se sente” para tentar confortar uma pessoa, mas muitas delas, nunca passaram pelo mesmo, ou até mesmo já se imaginaram passando por aquilo... — Murmurou e eu encarei-a sem entender onde ela queria chegar. — Gostaria de te dizer que sei como você se sente, mas eu estaria mentindo, apesar de saber que deve ser ruim... — Apertou minha mão que descansava em cima de minhas pernas. — Mas eu posso te dizer para não ficar triste ou qualquer outra coisa, por conta disso... — Seu dedão fazia uma leve carícia na palma de minha mão. — Quando você menos esperar, você tem se lembrado de tudo novamente... As lembranças têm voltado... — Dá um sorriso singelo.

— Obrigada. — Sorrio sem mostrar os dentes.

— Mas então... — De repente soltou minha mão, fazendo-me logo sentir falta do contato, e se levantou num pulo. — O que você acha de sentarmos na proa? — Apontou para o local. Seu pedido me fazia pensar que as coisas se repetiriam. Ou, chegariam perto. Bem perto.

— Eu não poderei nadar... — Ela franziu o cenho. — Se eu cair... — Expliquei sem graça. ­

— Se você cair, eu te salvo... — Seu tom parecia ser de quando se conta algum segredo. — Brigarei com os tubarões e te trarei sã e salva, para a lancha...

•§•

Flashback on

— Emma... — Murmurei entre gemidos. Swan estava com a cabeça entre minhas pernas, mas não estava usando seus lábios e línguas onde eu gostaria que estivesse. Ela estava me maltratando e muito.

— Eu adoro te ouvir gemer... — Sussurrou em um tom rouco e subiu beijando meu corpo, parando em meus lábios. — Eu adoro tudo sobre você... — Acrescentou, fazendo meu coração acelerar com a confissão. — Cada parte de você... — E então tomou meus lábios em mais um beijo urgente. Em seguida, senti seus dedos me invadirem delicadamente e as forças do meu corpo se esvaírem aos poucos.

Flashback off

— Você se lembra de quando dançamos aqui? — Emma indagou, apontando para onde estávamos sentadas, trazendo-me de volta para a realidade. Foi até bom isso acontecer, pois eu já estava excitada só de me lembrar da nossa pequena aventura, no mesmo lugar que estamos agora. Respondi que sim e logo minha mente vagou mais uma vez para uma lembrança.

Flashback on

— Eu quero dançar... — Disse de repente. Ainda estávamos nuas, cobertas por uma canga, deitadas, olhando para o nada. — Vamos dançar... — Levantou-se animada e me puxou, fazendo-me eu me sentar.

— Você quer dançar aqui? — Ela assentiu. — Nua? — Assentiu novamente. — Sem música alguma?

— Podemos pensar junto em uma música... — Estendeu a mão para mim.

Ignorando o fato de estarmos nuas e o corpo nu de Emma estar me excitando novamente e sussurrando: “venha me possuir”, eu aceitei sua mão e me levantei. Swan agarrou-me de forma rápida e forte, colando meu corpo ao seu, e logo deitou sua cabeça em meu ombro.

— Só você para me fazer uma coisa dessas... — Murmuro entre sorrisos, colando mais nossos corpos, sentindo seus seios esmagarem os meus.

— Que tal dançarmos “A drop in the ocean“? — Sussurrou em meu ouvido e eu assenti.

Juntamos nossas testas e nossas mãos, e então, de forma lenta, como o toque da canção é, começamos a dançar em seu ritmo. Era uma cena digna de filme de romance.

Flashback off

— Antes do seu acidente... — Emma me trouxe de volta a realidade com sua voz doce. — Depois que você foi embora... O que você fez?

Como responder essa pergunta, se minhas lembranças dessa época, fazem parte das esquecidas, e na verdade, de acordo com tudo que eu me lembro dessa época, eu não sofri acidente algum, e tempos depois eu estava com ela? No caso, Swan.

— Eu... Eu não me lembro... — Abaixei a cabeça e passei a brincar com a barra do vestido que Emma usava. — Eu acho que... Acho que trabalhei muito, como sempre... — Suspirei. — Antes de tudo acontecer, era só o que eu fazia... — Conclui dando de ombros.

— Você teve alguém? — Seu tom era hesitante.

— Eu só me lembro de você... — Deixei escapar, mas não me desesperei, pois, por sorte minha, a resposta até que coube sem dar nenhuma suspeita.

— Eu “terminei” tudo com a Allison... — Solta, fazendo aspas com os dedos, fazendo meu coração bater muito acelerado.

— Eu não queria dizer nada, mas, depois daquela tapa que ela te deu na noite do show e deixou o seu lábio machucado, foi a coisa mais sensata que você fez. — Comentei fingindo casualidade, mas ela sorriu e eu acabei sorrindo também.

— Eu... — Pegou em minha mão que ainda brincava com a barra de seu vestido, e começou a acaricia-la. — Eu quero... — Levantei meu olhar para ela. Emma estava mais próxima de mim. — Eu quero muito te beijar. — Disse finalmente.

Meu coração parou e depois passou a bater extremamente rápido novamente. Emma queria me beijar? Eu estava sonhando? Se for um sonho, por favor, eu não quero acordar. Nunca mais, de preferência.

Eu queria gritar. Queria correr, mesmo sabendo que não posso. Queria pular, tamanha felicidade que eu estava sentindo.

— Por que está me dizendo? — Indaguei, puxando seu rosto em minha direção para poder olhar bem em seus olhos.

— Você poderia não gostar e eu não queria estragar o bom clima... Além de que, eu não sei se você ainda gosta de mulheres... Faz tanto tempo que tudo aconteceu entre a gente... Você poderia ter mudado.

— Mas você me perguntou se eu tinha namorada...

— Eu sei... É só que... — Deu um sorrisinho. — Eu só tive medo de você não gostar da atitude, e como eu disse antes, esse clima bom entre a gente, terminasse...

Ficamos alguns minutos em silêncio. Emma olhava para frente, ainda esperando uma resposta, e eu admirava sua beleza, enquanto o que me disse, passeava por meus pensamentos.

“Eu quero muito te beijar”

— Você pode fazer isso, se quiser... — Cortei o silêncio. — Beijar-me... — Acrescentei.

E foi exatamente o que ela fez.

De forma lenta e tortuosa, para mim, Emma fora se aproximando, se aproximando, até nossas respirações se misturarem. Levou suas mãos até o meu rosto e começou a acaricia-lo de forma suave. Em seguida, fechou os olhos e eu também fechei, sentindo então, seus lábios tocarem os meus de forma delicada.

Devagar, nossos lábios se encaixaram e se moveram um sobro o outro. Logo senti a língua de Emma pedindo passagem, e então concedi, sentindo-a tocar na minha, e depois ser levemente chupada. Gemi com o ato.

Eu senti tanta falta do toque de seus lábios nos meus, de sua língua tocando a minha, de suas carícias em meu rosto, todavia não havia esquecido da maciez que eles tinham, do seu gosto, e de como Emma beijava bem. Eu estava me sentindo no céu.

Após alguns breves minutos, encerramos o contato, com Emma dando uma mordida em meu lábio inferior, seguido de alguns selinhos.

— Regina, eu te machuquei? — Escutei Emma indagar. Seu tom era preocupado.

— O que? — Abri os olhos. — Não... Pelo contrário... — Dei um sorriso.

— Você está chorando... — Tocou em minha bochecha, e só então senti as lágrimas descerem por minha face. Emma estava enxugando-as. Eu estava não extasiada com o momento que nem mesmo senti quando a emoção veio e se libertou por meus olhos.

— Foi apenas a emoção do momento. — Sorri.

— OK! — Deu-me um selinho, pegando-me de surpresa. Mas não achei ruim. Longe disso. — Você aceita beber alguma coisa?

— Tem água de coco? — Ela assentiu, levantando-se rapidamente.

— Só um instante. — E então sumiu de minhas vistas.

Toquei em meus lábios e abri um sorriso, me lembrando de minutos atrás, quando Emma me beijara. Ainda não tinha caído a ficha de que realmente aconteceu.

•§•

— Zelena, me leva para um banheiro agora... Tenho muita coisa para te contar, mas no momento, eu estou muito apertada.

Tínhamos chegado alguns minutos e Ruby e Zelena já nos esperava na Orla.

Depois de conversamos um pouco, as quatro, despedimo-nos das meninas e elas foram embora.

— Rê... Por que você não fez enquanto estava com a Emma? — Empurrava-me bastante rápido, pela pista, pois não tinha nenhum obstáculo. Em outra ocasião eu já teria brigado com ela, por isso, mas agora, o caso era sério.

— Eu não iria pedir para Emma me levar ao banheiro... — Só de imaginá-la, me vendo fazer essas coisas, já sentia meu rosto vermelho de vergonha.

— Então aguente aí, porque eu não vou te levar em um banheiro público... — Atravessamos a rua, mas ainda não estávamos em frente ao nosso hotel. — E depois você vai me contar tudo que aconteceu.

— OK! Agora, só me leve ao banheiro, em nome de Jesus!

— Amém!

Notas finais
Espero que tenha curtido. No próximo capítulo, Regina está voltando para casa, e sua fisioterapia finalmente começará... A música, vocês encontram na playlist da fanfic no spotify Agora é com vocês! OBS: Se você não comenta na fanfic, não tem o direito de vir reclamar de algo que aconteceu na história e você não gostou. Sabe por que? Porque, se você não comenta que não curtiu tal coisa, como eu vou saber que você não gostou? Como vou tentar melhorar ou mudar, se eu não sei que você gostou ou não? É por isso que comentário é tão importante... Se vocês não falam o que está ruim ou bom, nós não vamos nunca saber, e não vamos mudar, porque simplesmente não sabemos se está agradando ou não. OBS 2: Se tiverem algum problema com fanfic minha, cheguem no meu twitter e conversem comigo... Se não tem twitter, cheguem na DM, mas venham falar comigo. Não tirem conclusões erradas e precipitadas de algo que você não sabe.