Melly, A Princesa Camaleão
13 Chamelion: The death game
Notas iniciais
Tudo estava muito bem pra mim. Acordei feliz e super animada. Senti que todos estavam. Achei que este seria um dia maravilhoso. Achei.
Fui para o reino doce, comi um pedaço de uma árvore doce lá, e encontrei a Jujuba e um monte de doces aglomerados em uma parte da praça doce.
Cheguei perto, passei por alguns doces que me cederam passagem, e cheguei perto dela.
– Jujuba, o que está acontecendo? – Olhei e vi um enorme buraco cercado por umas faixas amarelas escritas “perigo, mantenha-se longe”.
– Bem, eu estava no meu castelo quando ouvi um barulho. Cheguei aqui e vi isso. – Ela disse, resumidamente.
– Vou ver o que é. – Falei e desci.
Cheguei ao fundo, havia uma espécie de caixa. A peguei com a minha cauda (pra que não sabe, as vezes eu uso minha cauda para pegar as coisas. Na verdade a maior parte do tempo. Quem precisa de mãos quando se tem uma cauda?) e subi de novo.
– Achei essa coisa aqui. – coloquei minha cauda por cima do meu ombro com a caixa. Era bem detalhada e bonita. Tinham algumas letras verdes meio brilhantes.
– Parece... um jogo – Pj comentou.
– Hum, parece mesmo. – Peguei a caixa, dessa vez com as mãos, e a observei por alguns segundos. – Tem alguma coisa escrita. Cha...me...lion... – Deixei a caixa cair. Eu já vi esse filme antes. Tanto que participei dele. – Fique longe dessa caixa! – Falei, apontando para ela, e dando alguns passos para trás. Quase caí no buraco.
– W-wow, oque foi Melly? – Ela disse, mexendo as mãos num gesto de “calma fia, você tem 14, mas ainda sim pode ter um ataque cardíaco”.
– E-esse jogo é do mal! Quando começa, você deve terminar. Tudo pode se amaldiçoar. Ele vai te chamar, ele vai te dominar, ele vai te puxar, mas você deve resistir, e não jogar.
– Ficou que nem um versinho. – A Jujuba falou.
– Meio que é mesmo um versinho. Mas, isso não importa. Oque importa é que temos que sumir com isso. Mas não simplesmente, sei lá, enterrando, porque pessoas o acharão, e então a maldição continuará!
– Não se preocupe. Vamos entregar para Finn e Jake, eles saberão o que fazer. – Ela disse, e fomos andando.
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Depois de um tempo que tínhamos entregado o jogo, meu sentido não parava de gritar nos meus pensamentos. Cheguei a ter dor de cabeça. Então, fui ao reino doce, saber se tinha acontecido algo.
– Jujuba, aconteceu alguma coisa? Meu sentido endoidou aqui.
– Não. Nada de mais. Talvez tenha algo haver com Finn e Jake. Vamos verificar? – Ela disse, e fomos.
Que bom que ela foi comigo, por que uma hora eu quase tive um mini ataque epilético no meio do caminho. Minha cabeça doía demais! A Princesa chamou a Kitan, que enquanto eu morria ali, pedi para que a chamasse. Então ela me ajudou e nós fomos voando para a casa dos dois. “Maldito sentido” pensei na hora. Só na hora.
Porque, quando cheguei na casa de Finn e Jake, vi uma pérola caída no chão, onde os dois estavam encolhidos e presos.
– Masoq? – Eu disse, pegando a pérola.
– Melly! Nós falhamos! — Finn disse com voz de esquilo.
– O jogo nos dominou Melly! Daí começamos a jogar! Ajuda a gente! – Jake falou, numa voz de esquilo também.
Kitan e Jujuba entraram depois, mas já tinha escutado o que tinha acontecido.
– Mas oque? – Kitan Disse. Ela estava com o tradutor universal.
– Eu disse que o jogo era do mal. Eu disse. – Falei. – Okay, vou ajudar vocês. – Completei e vi Kitan e PJ fugindo – Vocês duas ficam!
– Bah. – Kitan reclamou. – Ela reparou. Tá, a gente fica. – Kitan segurou a Jujuba, que tentava fugir de novo.
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– Okay, como o jogo funciona Melly? – Kitan e PJ perguntaram ao mesmo tempo.
– Funciona assim: Vocês jogam os dados. Como podem ver, as peças são pequenos seres... – olhei para as peças – Que neste momento estão dançando por algum motivo. Mas, quando você jogar o dado, deve dizer o número, assim, as peças andarão as casas. Elas andam. Desengonçadamente, mas vai.
As peças pareciam disquinhos coloridos com pernas finas e estranhas. E usavam salto.
– Para entrar no jogo, coloquem o dedo dentro dessa área do tabuleiro, onde tem várias peças. Uma vai subir em seu dedo, então você coloca no início. – Exemplifiquei, fazendo o que eu disse.
– Okay! – As duas falaram ao mesmo tempo de novo. Nossa, que ligação.
– Quando ela parar em uma casa, uma carta irá se virar, e você fará exatamente o que a carta disser. Podem sair várias coisas, bobas, como oque aconteceu com Finn e Jake, ou sérias, como a morte. Mas tudo volta ao normal quando o jogo acaba, que é quando alguém alcança o último quadro do tabuleiro. Ele tem dezoito casas, mas segundo a lenda, ninguém nunca completou ele com menos de uma hora.
– O-Okay... – A Princesa falou, meio com medo.
– Vamos começar. — Falei, jogando o dado. – 7.
– Tá, como um dado de seis faces pode dar o número sete? – A ser doce do meu lado perguntou.
– Macumbas do jogo querida, Macumbas do jogo.
Uma carta virou por cima de outras de Finn e Jake.
– Deixe me ver... – Peguei a carta. Não é permitido pegar e colocar de volta no monte de cartas. Pegar pode. – “Você só vai falar coreano, por que coreano é legal. E queremos fazer a Mile traduzir tudo nas notas finais”. What? 암컷의작은아들
Todos se perguntaram o que diabos eu estava falando, menos Jake, que sabia do que se tratava. Então, explicou para todos.
– Minha vez. – A Jujuba disse e jogou o dado. – Legal. Agora deu oito. Nunca vou entender esse dado. – Mais uma carta virada. — Vejamos... “Rimar é uma coisa legal, Rimar é demais. Já rimamos um pouco, por que você não rima mais?” O que isso quer dizer?
– (que você vai rimar até o fim do jogo). – Eu disse.
– Oh glob, por que isso acontece? Rimar o tempo todo? Ninguém merece.
– Agora sou eu. – Kitan falou em um tom nervoso, fez todo o ritual, três, e leu. – “Como eu queria um cantinho para me esconder...” O que isso significa? Fiquei até com medo... – Ela comentou.
– (exatamente).
Fim de qualquer P.O.V.
– M-minha vez. – Jake disse. Ele fez todo o ritual, um, e tirou uma carta horrível.
– “Nossa, vocês estão desanimados. É como se estivessem mortos.” Masoq... – Ele caiu com a cara na pérola. Logo em seguida, o resto do povo caiu.
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