Meiga E Abusada
2 Unica Virgem
Notas iniciais
Espero que gostem!
Aqui nesse capitulo está o motivo pela qual começa o envolvimento do nosso casal...
DAMON
Depois que Elena saiu com Fernando, fiquei pensando que o conhecia de algum lugar, tá eu sei que ele estuda no mesmo colégio que nós, mas não é de lá. Me despeço do Jeremy e sigo para casa da minha namorada.
- Oi – Eu digo quando ela atende a porta.
- Achei que não viria – Ela me puxa para dentro de casa e começa a me beijar.
- Calma – Eu digo e ela ri.
- Quem é você e o que fez com meu namorado? – Ela pergunta se jogando no sofá.
- Ainda sou o mesmo, mas seus pais não estão em casa? – Eu pergunto arqueando a sobrancelha.
- Não, já disse que eles só chegam amanhã – Ela diz e eu me jogo no sofá.
- Isso é bom – Eu digo a puxando para meu colo.
- Agora você quer né? – Ela diz e começa a rir.
- E você não? – Começo a beijar seu pescoço.
- Com certeza que quero... – Ela diz e tira minha blusa.
Retiro sua blusa e começo a descer beijos pelo seu pescoço. Sinto algo vibrar na minha calça, e não é o Damonzito.
- Calma ai Kath – Eu digo a retirando do meu colo.
- Ah Damon... – Ela tenta voltar para meu colo.
- É meu celular – Eu digo e ela bufa.
- Deve ser a chata – Ela diz de cara feia.
- Já falei para não chama-la assim – Eu digo e ela bufa — Ela deve ter chego em casa já – Olho para o visor da chamada perdida de Elena. – Volto já.
Eu levanto e vou até a cozinha e ligo para Elena, que no primeiro toque atende.
- Ei já chegou em casa? – Eu pergunto e escuto um choro na linha. – Elena o que ouve? – Eu pergunto preocupado.
- Dam, vem me buscar – Ela diz chorando e sinto uma raiva tomar conta do meu corpo.
- Onde você está? – Eu pergunto.
- No píer Dam, não demora – Ela diz chorando ainda mais.
- O que ele fez? – Eu pergunto com raiva.
- Venha logo Dam... – Ela diz e desliga.
O que aquele idiota fez?
- Damon – Escuto a voz da minha namorada me chamar.
Vou para sala e pego minha camisa.
- Onde vai? – Ela pergunta.
- Buscar a Elena... – Eu digo e lhe dou um selinho e saio antes que ela fale algo.
Estou com muita raiva, e eu vou matar esse desgraçado quando o encontrar, ele fez minha pequena chorar. Não demora muito tempo para chegar ao píer, não avisto Elena em lugar nenhum, ligo para o telefone dela e o escuto tocar, mas ela não atende, sigo o barulho e a vejo sentada toda encolhida debaixo do píer.
- Elena o que ouve? – Eu pergunto correndo em sua direção.
- Damon... – Ela levanta e me abraça. – Foi horrível.
Eu me afasto e então percebo sua roupa rasgada, sua maquiagem borrada, e marcas vermelhas em seus braços.
- O que ele fez? – Eu pergunto e ela chora ainda mais. – Xi, não chora, vem aqui – Eu digo a puxando para um abraço apertado. – Vamos para casa.
- Eu não quero ir para casa nesse estado – Ela fala chorando.
- Vamos para minha, eu aviso seu irmão. – Eu digo e ela funga.
- Não conta nada Dam... – Ela pede.
- Preciso que me conte... – Eu digo.
- Pode ser depois? – Ela pergunta.
- Claro, tome minha jaqueta... – Eu digo retirando minha jaqueta e lhe entregando.
A pego no colo e a levo até meu carro, ela não reluta, só chora, e a minha raiva desse Fernando aumenta, segunda feira ele ia ter uma lição. Coloco Elena no banco do passageiro, e ela logo se encolhe, dou a volta e sento no banco do motorista, seguindo até minha casa. Quando chego Elena está dormindo, a pego novamente no colo e a levo para meu quarto. Ajeito-a na cama e resolvo avisar Jeremy que ela vai dormir aqui.
Damon: Sua irmã vai dormir aqui, fui busca-la no encontro e resolvemos ver filme.
Jeremy: Cuida da minha irmã seu babaca!
Damon: Estou cuidado idiota!
Quando volto para meu quarto, Elena está sentada encolhida na minha cama.
- O que ouve Elena? O que ele fez? – Eu pergunto me aproximando.
- Ele tentou... – Ela começa a chorar novamente e sei o que ela vai dizer.
- Eu mato esse filho da puta! – Eu digo passando as mãos pelo meu cabelo.
- Não conta pra ninguém Dam... – Elena me pede.
- Esse cretino vai ter uma lição Elena... – Eu digo e ela chora ainda mais.
- Dam só quero dormir e esquecer... – Ela diz.
- Quer uma blusa para dormir? – Eu pergunto já que ela levou seu pijama que ficava aqui para casa de Caroline semana passada.
- Por favor... – Ela diz e eu vou até meu armário pegando uma blusa minha.
- Vou pegar mais roupa de cama... – Eu digo e saio do quarto.
Eu vou matar esse filho da puta! Quem ele pensa que é para tentar abusar da minha amiga? Quando volto para o quarto, Elena já está com minha blusa e sentada na minha cama, olhando para um ponto fixo.
- Pequena quer alguma coisa? – Eu digo me sentando a sua frente.
- Só dormir... – Ela diz e seca as lágrimas que escorrem.
- Vem cá, pequena... – Eu digo e a puxo para um abraço.
- Dam... Foi horrível... – Ela diz e eu a aperto em meu corpo.
- Não precisa lembrar disso... Quer um chocolate quente para conseguir dormir? – Eu pergunto, porque sei que ela ama meu chocolate quente.
- Você faria pra mim? – Ela pergunta e sei que está sorrindo.
- Claro, você fica aqui ou desce comigo? – Eu pergunto.
- Fico aqui te esperando... – Ela diz.
- Volto já... – Eu digo e beijo sua testa.
Preparo nosso chocolate quente, e subo. Elena está mexendo no meu notebook.
- Está melhor? – Eu pergunto lhe entregando o chocolate quente.
- Vou ficar... Dam... Não conte a ninguém, principalmente ao Jer... – Ela pede olhando em meus olhos.
- Elena, sua tia precisa saber... – Eu digo e ela faz biquinho. – Tudo bem, mas eu vou dar uma lição nele...
- Sei que se eu pedir para não fazer isso não vai adiantar... – Ela diz e ri.
- Ainda bem que sabe disso... – Eu digo e ela sorri. – Que bom que já está sorrindo...
- Vamos dormir? – Ela pergunta.
- Vamos... – Eu digo e ela levanta. – Deixa a caneca ai, amanha eu desço elas.
Deitamos na cama, e Elena fica olhando para o teto.
- Dam... – Ela me chama e eu olho para ela.
- Que foi? – Pergunto.
- Podemos dormir de conchinha? – Ela pergunta e olha pra mim.
- Claro – Eu digo me virando para o lado dela – Vem...
Ela se aproxima do meu corpo e eu tento controlar meus hormônios que com a simples aproximação de seu corpo, começou a me esquentar.
- Obrigada – Ela diz e acaricia minha mão que está em sua cintura. – Por tudo...
- Sempre que precisar – Eu digo e beijo seu ombro, sinto seus pelos arrepiarem.
Não demora muito e sinto que ela adormeceu, depois de muito carinho que fiz em sua cintura. Dormir com ela assim em meus braços, foi muito complicado, principalmente quando ela mexia, e sua bunda roçava em meu membro, me controlar foi quase impossível.
ELENA
Acordo e sinto braços na minha cintura, e me lembro de que dormir na casa do Damon. Ele sempre fica comigo quando preciso dele, sempre me sinto segura. Me mexo e sinto algo duro roçar na minha bunda, eu solto um gemido baixo, mas que é suficiente para meu amigo acordar.
- Elena eu... Eu... – Ele levanta e puxa a o travesseiro para cobrir sua ereção. – Meu Deus, você está toda vermelha!
Com certeza que estou, nunca havia visto meu amigo nesse estado. Então me lembro de ontem, quando o escutei se masturbando chamando meu nome. Essas coisas nunca haviam acontecido antes conosco. Sei que ontem quando ouvi ele se masturbando, senti um pouco de excitação e hoje ao sentir sem membro duro, meu Deus que calor me deu, uma vontade de...
- Calma Dam... – Eu digo depois de vê-lo passando as mãos pelo cabelo preocupado. – É ereção matinal – Eu digo e ele me olha confuso.
Decido não comentar sobre isso, porque não quero que as coisas fiquem estranhas entre nós.
- Mas... – Ele diz e suspira, eu me levanto e vou até ele, ele se afasta. – É melhor eu ir tomar um banho.
- Damon, muitos homens quando dormem de conchinha acorda assim – Eu tento aliviar sua consciência. Espero que seja por isso que ele ficou assim.
- Mesmo assim Elena. – Ele diz nervoso.
- Damon! Damon! – Escuto a voz de Sophia, irmã caçula do Damon.
- Merda! – Ele resmunga baixinho. – Que foi Soph?
- Kath está aqui – Ela diz e eu reviro os olhos.
Damon me olha e eu volto a deitar na cama.
- Já desço... – Damon grita. – Você está melhor? – Ele pergunta vinda até a cama.
- Não... Eu ainda sinto suas mãos em meu corpo... – Eu digo abaixando o olhar.
- Tome um banho e passe um óleo nessas marcas... – Ele diz apontando para vermelhidão dos meus braços.
- Ainda tenho roupa aqui? – Ela pergunta.
- Claro né, está no lugar de sempre, minha mãe lavou essa semana... – Ele diz. – Vou dispensa-la e volto para ficar com você.
- Não precisa Dam... Vai namorar um pouco. – Eu digo.
- Você precisa de mim, se não quer que Jer e Jenna saibam o que aconteceu, vai ter que passar o fim de semana aqui em casa, para as marcas passarem – Ele diz acariciando meu braço.
- Mas e a Katherine? – Eu pergunto.
- Os pais dela chegam hoje... Então... – Ele diz e eu começo a rir.
Damon morre de medo dos pais da Katherine, e eles não sabem que os dois namoram há três meses. O que eu acho um absurdo.
- Você tem que falar com eles! – Eu digo e ele ri.
- Pra que? Para eles me matarem? – Ele diz.
- Damon! – Sophie grita na porta.
- Já vou pirralha – Ele grita. – Volto já. – Ele me dá um beijo na testa e sai do quarto.
Respiro fundo e vou para o banheiro, quando tiro a blusa do Damon, vejo os hematomas que Fernando deixou no meu corpo, e lágrimas descem pelos meus olhos. Agradeço mentalmente por Damon ter uma banheira, preparo a água e quando sento, sinto meu corpo arder.
DAMON
Com a distração, minha ereção diminui, como eu queria que o que Elena disse fosse verdade, mas tenho certeza que o que me excitou foi ela “rebolando” em meu membro, e escutar o gemido dela então? Me excitou ainda mais...
- Elena está aqui? – Minha irmã pergunta.
- Sim, mas não fale isso para Kath – Eu digo e ela ri.
- Porque ainda namora a Kath? – Ela pergunta e eu a encaro – Esquece...
Desço até a sala e minha namorada está ao telefone, ela está alegre demais no telefone, mas fala um pouco baixo e eu não escuto, quando ela me vê desliga o telefone.
- Amor... – Ela diz alegre demais. – Que demora...
- Eu tava dormindo – Eu minto.
- Ah... – Ela diz e se aproxima de mim. – Vamos almoçar lá em casa hoje?
- Não – Eu digo. – Não posso.
- Por quê? – Ela pergunta.
- Tenho compromisso. – Minto.
- Com a chata? – Ela pergunta furiosa.
- Olha já falei para não chama-la assim. – Eu a repreendo.
- Ok desculpa – Ela me da um selinho.
- Mas não é com ela, meu pai quer que eu saia com ele – Eu digo e minha irmã ri, porque sabe que estou mentindo.
- Que pena, achei que hoje seria o dia ideal para você se apresentar aos meus pais – Ela diz.
- Outro dia gatinha – Eu digo e ela fica triste.
- Você promete? – Ela pergunta fazendo biquinho, o que faz eu querer revirar os olhos.
- Claro gatinha... – Eu digo e ela sorri.
- E o que ouve com a cha... Elena ontem? – Ela pergunta e eu estranho, ela nunca quer saber.
- O cara era um mala, e ela me pediu para busca-la – Eu minto.
- Ah – Ela diz. – E você sai como um cachorrinho.
- Não vamos começar de novo com isso... – Eu digo me afastando.
- Ok Damon, eu vou para casa. – Ela diz saindo sem se despedir.
- Vocês vão tomar café aqui em baixo? – Minha irmã pergunta.
- Vamos Soph... – Eu digo e ela bate palmas.
- Ela que devia ser sua namorada e não a chata da Kath – Ela diz e eu rio.
Soph era a única que acreditava que eu não tinha nada com Elena, nem meus pais acreditam em mim, porém ela sempre deixou claro que eu devia namorar Elena.
- Ela é só uma amiga... – Eu digo e ela bufa.
- Eu sei, mas poderia se tornar mais que isso... – Ela diz.
- Olha vou ver se ela está pronta, arruma a mesa do café da manhã. Nosso pais já saíram? – Eu pergunto.
- Umas meia hora antes da Kath chegar – Ela diz.
- Ok, Elena vai passar o fim de semana aqui... – Eu digo.
- Oba! – Ela diz e eu saio rindo.
Chego no quarto e não vejo Elena.
- Elena? – Eu pergunto um pouco alto.
- No banheiro – Ela diz e eu abro a porta que estava destrancada.
E a vejo deitada na banheiro, com os seios quase a mostra.
- Desculpa, pensei que estava vestida – Eu digo fechando a porta.
- Já estou saindo... – Ela diz.
Está ficando cada vez mais difícil.
- Vou tomar banho no outro banheiro, desça Soph está preparando a mesa do café. – Eu digo e suspiro tentando me acalmar.
- Ok – Ela diz.
Pego uma roupa e vou tomar um banho, gelado, para acalmar os ânimos. Porque estou ficando assim quando a vejo? Porque fico excitado?
Demoro pelo menos umas meia hora no banho e me arrumando, quando desço Elena está vendo desenho com Soph deitada em sua perna.
- Vamos comer? – Eu pergunto e Soph levanta.
- Damon não bata nela... Viu o que suas brincadeiras causaram? – Ela mostra o braço de Elena e ela me olha com tristeza.
- Foi ela que começou – Eu digo mostrando a língua para Elena.
- Mentira Soph, ele estava me fazendo cosquinha, eu tive que me defender. – Elena diz entrando na brincadeira.
- Meça suas forças da próxima vez. – Soph me repreende e segue para cozinha.
- Desculpa, não soube o que dizer. – Elena diz e olha para o chão.
- Tudo bem, foi uma desculpa boa, eu já deixei hematomas em você quando brincamos – Eu digo e ela sorri.
- Vocês vem ou não? – Minha irmã grita da cozinha e nós dois rimos.
Liguei para Jer avisando que Elena ia passar o fim de semana aqui em casa, ele relutou um pouco, mas o convenci, era estranho, mas os pais da Elena confiavam em mim, apesar das minhas loucuras, e Jer era sempre o ultimo a dar o aval. Liguei para Caroline para ela passar e pegar umas roupas para Elena, já que ela só vai para casa segunda depois da aula.
- Jeremy ficou desconfiado e eu também, porque não foi... – ela para quando vê os hematomas da Elena. – Seu ogro o que fez com ela? – Ela diz me batendo.
- Não foi ele Car – Elena diz puxando a amiga.
Caroline a abraça, e Elena volta a chorar.
- Quem foi? – Car pergunta.
- O Fernando, ele tentou abusar de mim. – Elena fdiz.
- Eu vou mata-lo. – Caroline diz se exaltando.
- Entre na fila loirinha... – Eu digo.
- Vamos esquecer isso – Elena diz secando as lágrimas.
Car dorme aqui em casa, eu as deixo dormindo no meu quarto e durmo no quarto dos meus pais, já que eles foram viajar. O domingo passou tranquilo, na segunda, acordei minha irmã para ir para escola, enquanto Elena tomava banho. Maria já está fazendo o café da manhã e eu já estou arrumado.
- Vocês vão se atrasar! – Maria grita e eu começo a rir.
- Já falei isso para elas... – Eu digo.
Logo as meninas descem e tomamos café. Deixo Soph no colégio e Elena e eu seguimos para o nosso. Descemos do carro e todos nos olham e cochicham algo. No caminho também.
- Damon eu estou suja? – Elena pergunta.
- Não! – Eu digo a olhando melhor.
- Porque estão cochichando sobre mim? – Ela pergunta.
- Elena! Elena! – Caroline corre até nós.
- O que foi Car? – Elena pergunta.
- Isso! – Car entrega um jornal.
Elena começa a chorar e eu arranco o jornal da sua mão para ler.
ELENA GILBERT A UNICA VIRGEM DA ESCOLA! ALUNA DO SEGUNDO ANO, AINDA É VIRGEM E DISPENSA QUALQUER HOMEM QUE SE APROXIMA DELA, SERÁ QUE ELA JOGA NO OUTRO TIME? PORQUE TENDO UM AMIGO DEUS GREGO COMO DAMON SALVATORE, ELA AINDA É VIRGEM?
Amasso a folha do jornal e sigo para procurar duas pessoas que sei que estão atrás disso! Avisto a primeira, ela logo vem me dar um beijo e esquivo.
- O que foi? – Kath pergunta me encarando.
- Como você pode? – Eu grito.
- O que? – Ela pergunta se fazendo de desentendida.
— Eu sei que toda publicação passa por você! – Eu grito.
- Damon... Eu... – Ela tenta se explicar.
- Eu sempre defendo você, mas essa passou dos limites! – Eu grito mais alto e ela se assusta. – Acabou!
- Damon... – Ela chora e tenta vir me abraçar.
- Agora tenho que resolver as coisas com outra pessoa – Eu digo a afastando. – Fernando seu filho da puta! – Eu corro até ele, e antes que ele responda lhe dou um soco na cara.
Notas finais
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