Meiga E Abusada

22 Sexo, drogas e suas consequências - Part III


Notas iniciais
Oie gente, sei que demorei, mas tem uma grande justificativa. Estou sem notebook para escrever, e no momento sem internet também! Acabei de me mudar, e bom, vocês devem imaginar a loucura que é. Não é só essa fic que está parada, mas tenho uma boa noticia! Vou postar em todas as fics que escrevo. Consegui um note e estou usando meu celular de roteador para poder postar pra vocês. Espero que amem o capitulo, escrevi com muito carinho. Com relação aos comentários, eu respondo em breve a todos eles. Deixa só eu ter um tempo livre (quando minha mãe por internet em casa que espero que seja essa semana ou pelo menos até o fim do mês) Obrigada pela paciência de vocês! Continuem lendo e comentando! Eu leio todos e amo todos!

DAMON

Eu estou dançando com Blanca, e me sentindo quase por completo. Por quê? Elena estava começando a admitir que está se apaixonando por mim. Falando nela, cadê? Já estou com saudades de seu corpo perto do meu.

Do nada a música para, fazendo Blanca e eu nos entre olharmos, vemos uma multidão seguir na direção da entrada e logo os paramédicos vão na mesma direção.

– Façam alguma coisa – Escuto a voz da loirinha gritar e olho para Blanca.

– É a Caroline! – Blanca fala e saímos correndo.

O que será que aconteceu? Passar na multidão está quase impossível.

– Klaus... – Escuto Caroline falar chorando e saio empurrando todos.

Vejo os dois debruçados em cima de um corpo se debatendo. Quando vou me aproximar, sinto Blanca me puxar.

– Damon... – Sua voz sai tremula.

É quando eu reconheço quem é a pessoa que está deitada e se debatendo.

– Ache a Rebekah! – Klaus fala para Caroline que se levanta, e é quando eu tenho a minha confirmação.

– Não! Não! Não! – Começo a gritar me aproximando e me debruço perto do corpo. – Elena!

Lagrimas descem pelos meus olhos.

– Klaus o que ouve? – Escuto a voz da Rebekah – Não! – Ela grita – É convulsão Klaus! Overdose!

– Eu sei... – Ele diz e eu o olho.

– Isso não é possível! – Eu grito.

Rebekah faz algo com Elena, que não identifico o que é.

– Ela usou drogas? – Pergunta e eles olham pra mim.

– Ela nunca usaria – Digo.

– Mas usou – Klaus diz.

*** FLASHBACK ON ***

– Só uma tragada Elena... – Matt diz oferecendo o cigarro de maconha para Elena.

– Não! – Diz cruzando os braços.

– É a despedida dele Elena – Digo pegando o cigarro e dando uma tragada – Só uma – Digo estendendo o cigarro pra ela.

– Já disse que não! – Diz se levantando e saindo.

– Vá atrás dela, aqui é perigoso – Matt fala e eu respiro fundo.

Levanto e saio da casa que estávamos e a vejo andando de um lado para o outro perto da rua, me aproximo e ela nem percebe, então a puxo pelo braço.

– Você ficou louca de sair assim sozinha? – Pergunto e ela bufa.

– Você que é louco por usar drogas – Diz e se solta de mim.

Um taxi vira a esquina e para na nossa frente.

– Se quer ser meu amigo nunca mais use drogas – Diz e entra no taxi, me deixando ali parado sozinho.

*** FLASHBACK OFF ***

– Ela abomina drogas – Digo.

– Preciso de glicose – Rebekah diz ao paramédico que a estava ajudando a cuidar de Elena, e ele sai correndo. – O pulso tá fraco e ela mal consegue respirar, precisamos leva-la ao hospital urgente.

– A ambulância já está a caminho – Blanca diz.

Elena começa a se debater ainda mais e mais lagrimas descem dos meus olhos.

– É reação ao comprimido – Klaus fala.

– Precisamos fazer uma lavagem, espero que ela não tenha consumido muita droga. – Rebekah fala.

– Ela não se drogou! Caralho! – Grito.

– Tirem ele daqui! – Klaus fala olhando para Matt e Blanca que estavam ao meu lado.

– Não! Ela é minha responsabilidade – Grito bravo – Eu não vou sair!

Chegam com a glicose e uma seringa, Rebekah aplica em Elena, que para de se debater. A ambulância chega e logo ela é retirada do local. Klaus e Bekah vão com ela na ambulância, enquanto Matt me leva para o hospital e Blanca procura os outros para contar o que aconteceu.

*** FLASHBACK ON ***

– Elena me deixa entrar – Digo batendo na porta da varanda do seu quarto.

– Vá embora Damon, eu não quero falar com você enquanto estiver com drogas no seu organismo. – Ela diz fechando a cortina.

– Elena só foi algumas tragadas – Digo e bufo.

– Que podem te viciar, caralho! – diz irritada. – Já disse, se quiser continuar sendo meu amigo, nunca mais use.

– Eu não vou mais usar, eu prometo – Digo e ela suspira.

– Ótimo, agora boa noite – Diz e vejo ela desligar a luz do quarto.

Sento na varanda e fico pensando no que aconteceu. Só estávamos curtindo. Matt ia embora amanhã e disse que queria comemorar. Sempre falamos que se ele passasse para a Universidade que ele queria, íamos fumar um cigarro de maconha, e foi o que estávamos fazendo mais cedo.

– Damon acorda – Abro os olhos e vejo Elena de braços cruzados. – O que está fazendo ai?

– Esperando você acordar para fazermos as pazes – Digo coçando os olhos.

– Você vai usar de novo? – Pergunta.

– Já falei que não! Foi só aquela vez, estávamos comemorando Lena – Digo.

– Se drogando? – Bufa irritada.

– Desculpa – Digo e ela se senta ao meu lado – Eu...

– Foi uma babaca – Diz e rimos.

– É... – Digo e suspiro – Amigos?

– Amigos... – Diz se encostando no meu ombro.

*** FLASHBACK OFF ***

Rebekah esta na emergência com Elena, não deixaram Klaus entrar porque ele era ortopedista. Eu estou impaciente pela falta de noticias, estamos aqui a mais de quatro horas. A única coisa que eu sei é que Elena teve uma leve overdose e uma crise de alergia pesada. E eu não entendia nada, Elena nunca usaria drogas, então alguém deve tê-la drogado sem ela saber.

– Ela não se drogaria Klaus – Digo a ele, ele estava com raiva e se sentindo culpado – Alguém a drogou, não é nossa culpa.

– Eu não deveria ter dado os comprimidos a vocês – Diz colocando a mão na cabeça – Eu... Eu vou perder minha licença!

– Não vai! – Caroline o abraça – Tia Miranda e tio John vão entender...

Merda! Puta que pariu! Os pais da Elena...

*** FLASHBACK ON ***

– Elena seu pai vai me matar – Digo e ela ri.

Decidimos contar aos nossos pais que estávamos ficando. Com meus pais e a mãe da Lena foi fácil, mas sei que com o Sr. Gilbert não vai ser tão fácil assim.

– Damon Salvatore com medo? – Debocha.

– Elena, vamos contar ao seu pai que estamos ficando – Digo e ela ri.

O pai dela chega à sala e nos cumprimenta.

– Pai, queremos falar com o senhor – Elena diz e ele se senta em sua poltrona habitual.

– O que foi? – Ele pergunta.

– Queríamos dizer que... – Travo.

– Estamos ficando – Elena diz com tranquilidade e eu a olho.

– Ficando? – Ele diz como se testasse a palavra – Defina ficando Salvatore.

– Você sabe pai... – Elena começa a dizer.

– Você é Salvatore agora? – Ele pergunta a interrompendo e irritado.

– Estamos em uma espécie de relacionamento Sr. Gilbert – Digo tentando explicar da melhor forma que consigo.

– E porque não estão namorando? – Pergunta irritado.

– Pai já chega! É o Damon! – Elena diz se levantando.

– Sr. Gilbert eu bem que tentei ser namorado dela, mas ela não aceitou – Digo e ele olha para Elena.

– Que foi? – Ela pergunta quando nota que estamos os dois olhando pra ela. – Pai não é o momento.

– Ok! Mas aviso logo Sr. Salvatore, que se você magoar ou machucar minha filha eu caço você, não importa se você é filho dos meus melhores amigos e do meu maior sócio – Diz se levantando.

*** FLASHBACK OFF ***

É só pensar neles que os vejo entrando na sala de espera, junto deles estão os meus pais e Jenna. Merda! Mil vezes merda!

– Eu não sabia o que fazer – Jeremy diz se aproximando de mim – Liguei para Jenna.

– Fez bem – Digo.

– Você! – O pai da Elena grita apontando pra mim – É tudo culpa sua! Ela não estaria assim se não fosse por você!

– John! – Miranda o repreende – Estamos num hospital.

Eu volto a chorar e meus pais me abraçam.

– Eu não sabia – Eu sussurro.

– É tudo culpa dele Miranda, ela agrediu uma menina por causa dele, ela fugiu de casa pra se encontrar com ele, aposto que se drogou por ele – Ele grita e chora e meu peito aperta.

– John eu deixei Elena vir, então ela não fugiu – Jenna fala.

– Você é uma irresponsável, ela estava de castigo – John grita.

– Vocês podem parar de gritar, isso aqui é uma sala de um hospital – Minha mãe diz.

– O que aconteceu? – Miranda pergunta com mais calma.

– Tia encontramos Elena, ela tava um tanto estranha e do nada ela caiu e começou a se debater – Car diz com os olhos cheio de lagrimas.

– Vocês estavam se drogando? – Meu pai pergunta.

– Não! Aqui ninguém se droga – Digo.

– Todos nós só tomamos comprimidos de adrenalina, e quando eu dei deixei bem claro que não podia misturar com nenhum tipo de droga. – Klaus explica.

– Comprimido de adrenalina? – John grita.

– Não é perigoso se não misturar com droga, eu indico para alguns pacientes – Diz.

– Você é médico e indicou drogas para adolescentes? – John se exalta ainda mais.

– Tio não é uma droga – Caroline defende o namorado.

– Rebekah – Klaus fala.

Quando a olho vejo o quanto está abatida e meu coração se acelera, ainda mais se isso é possível.

– Como está minha filha? – Miranda pergunta.

– No momento o estado dela é delicado, já fizemos lavagem para retirar o excesso de drogas, mas ela teve uma reação alérgica – Bekah diz.

– Nipecilina – Miranda fala suspirando – Ela é alérgica desde pequena.

– Sim, a droga que ela usou continha uma grande quantidade de Nipecilina. Ela ingeriu PHG e pela dosagem do exame foi uma quantidade baixa, mas por causa do comprimido de adrenalina, a taxa foi elevada, ela deu muita sorte de ter sobrevivido. – Bekah diz e eu suspiro.

– Elena nunca se drogaria, alguém fez isso – Car fala.

– Ela pode ter confundido os comprimidos. O comprimido de PHG é parecido com o comprimido de adrenalina que dei para vocês – Klaus fala e suspira – Alguém na casa pode estar se drogando.

– Ela pode receber visitas? – Pergunto, eu estava impaciente e louco para vê-la.

– Você vai ficar longe da minha filha! – John grita pra mim.

– Silencio, aqui é um hospital – Rebekah o repreende. – Ela está em observação e não pode receber visita.

– Quero fazer uma busca pela casa – John fala.

Miranda, minha mãe e Jenna ficam no hospital com Elena, enquanto o resto de nós vai para casa. Quem está se drogando? Isso não é possível! Ainda acho que ela foi drogada na festa.

– Eu falei sério no hospital, eu quero você longe da minha filha – John fala.

– Isso não é minha culpa Sr. Gilbert – Digo.

– Elena mudou muito nos últimos dias e isso tudo depois que vocês começaram a ficar, se ela está nesse estado é culpa sua! – Fala duro.

– Também não é assim John – Meu pai me defende.

– Giuseppe eu só quero proteger minha filha e o melhor para ela nesse momento é ficar longe do seu filho – Diz e meu pai olha pra mim e sussurra um “calma” pra mim, então eu fico quieto.

Seguimos viagem e escuto eles falando sobre Klaus, John quer denuncia-lo, mas meu pai diz que não é culpa dele, que ele alertou e que não fez nada de errado. O pior é que Klaus está errado, ele havia me dito que se ele denunciasse ele perderia a licença porque não tínhamos receita para usar os comprimidos.

Começamos as buscas pela casa, quer dizer meu pai e o pai da Lena, eles fizeram ficarmos na sala, alegando que poderíamos esconder o resto das drogas.

– De quem é essa bolsa? – Meu pai pergunta.

Não! Não é possível. Como? Não! Não! Não! Lagrimas descem pelo meu rosto.

– É minha... – Minha voz sai baixa, mas sei que todos escutaram, porque todos me olharam.

– O que? – Meu pai pergunta com decepção nos olhos.

– Pai – Eu levanto – Eu juro, não sei como isso aconteceu.

– Eu sabia! – John chega tentando me bater, mas os meninos o seguram, e eu, bom, eu só consigo chorar. Como isso é possível?

– Aqui tem cinco comprimidos, quantos tinham Damon? – Meu pai pergunta.

– Tinham sete comprimidos quando eu sai – Digo.

– Ele a drogou! – John grita – Minha filha quase morreu por sua culpa!

Eu desabo no chão.

– Chamem a policia! – John grita.

– Não! John não é necessário – Meu pai grita também.

Nada saia de mim. Minha culpa! Elena quase morreu...

– Ele quase a matou Giuseppe! – John se exalta.

– Não sabemos! Vamos conversar – Meu pai me puxa pelos braços e sobe as escadas, John vem logo atrás da gente.

Entramos no quarto que Elena e eu dividimos.

– Você usa drogas? – Meu pai pergunta e John bufa.

– Não pai – Digo.

– Ele tá mentindo Giuseppe – John fala impaciente.

– Sr. Salvatore, eu só fumei uma vez na vida, e Elena quase acabou com a nossa amizade, por ela eu nunca mais cheguei nem perto de drogas – Digo e ele ri.

– Você não quer é receber a culpa! – Fala.

– Você tomou esse comprimido hoje? – Meu pai pergunta.

– Depois do almoço – Respondo depois de lembrar quando tinha sido a ultima vez que tinha tomado. – Tava tomando a cada oito horas, e ainda não tinha tomado porque estava esperando a Lena para tomarmos juntos, aqui os que levei.

Entrego os comprimidos para meu pai, que arregala os olhos.

– É a droga filho – Diz.

– Pai eu juro, eu não sabia, eu consumi isso o fim de semana todo e ela também e nada aconteceu, assim como todos usaram – Digo.

– Eu quero você longe da minha filha – John diz e eu respiro fundo – Ou eu te denuncio para policia!

– Mas... – Eu tento dizer algo, mas paro quando meu pai faz sinal pra mim.

– Ele vai ficar longe dela – Diz e olha pra mim – Arrumas suas coisas, estamos indo para casa.

John desce e me deixa a sós com meu pai.

– Estou decepcionado Damon – Diz sentando-se na cama – Drogas? – Suspira.

– Pai não são minhas, alguém deve ter trocado – Digo jogando as roupas dentro da mala – Pai não posso ficar longe dela, eu a amo!

– Eu sei filho – Ele se levanta – Mas John está de cabeça quente, deixa a poeira abaixar que tudo se resolve – Me abraça e eu volto a chorar – E se você diz que as drogas não são suas, eu acredito em você!

AUTORA

Giuseppe e Damon seguem para o hospital para buscar Edna. John conversa com Miranda e Jenna, contando sobre sua decisão de que Damon não pode se aproximar de Elena novamente. Jenna tentou argumentar, mas foi em vão, já Miranda concordou com o marido.

O resto do pessoal também decidiu ir para casa, não existia mais clima para festa. Kol estava irritado por não ter sido Damon a tomar as drogas. Ele também se sentia culpado por Elena está no hospital, mas ficou feliz quando soube que os pais dela o proibiram de chegar perto de dela.

Dois dias se passaram e Elena finalmente acordou, ela já estava completamente dexintoxicada.

– O que aconteceu? – Elena pergunta assim que ver sua tia sentada numa poltrona ao lado de sua cama. A morena estranhou o fato de ter acordado num quarto de hospital e seu coração palpitou por ver sua tia ali.

– Você tomou um comprimido que era droga, teve overdose e reação alérgica – Jenna disse e suspirou.

Bom se Jenna estava ali, era porque a situação era grave, o que deu um medo em Elena, mas outra coisa que se passou, é porque ela está ali, só ela.

– Seus pais estão uma fera conosco – Jenna disse e o coração da Elena acelerou – Comigo porque eu deixei você vir para cá e com você por ter desobedecido eles – Deu um longo suspiro que fez Elena se arrepiar – E...

– Te proibimos de ver o Damon! – O pai de Elena diz, ele estava entrando no quarto e ouviu a conversa de sua filha com Jenna, e viu Jenna hesitar em contar sobre Damon.

– O que? – Elena perguntou alterando sua voz de tanta indignação que sentia no momento.

Notas finais
Fiquem a vontade para comentar o que vocês acharam do capitulo! Prometo tentar não demorar! Por enquanto devo fazer uma postagem em cada fic que escrevo nos fins de semana.