Notas iniciais
Boa tarde, meninas! Estou muito feliz com a maneira pela qual a fic está sendo bem recebida pelos leitores desta categoria! Agradeço as meninas que favoritaram a fic e que estão acompanhando, também! Chega de enrola, né? Fiquem com mais este.

"Ele usava um de seus tantos caros ternos escuros devidamente passado e alinhado ao seu corpo másculo. A camisa azul claro combinava perfeitamente com sua gravata listrada de cor azul marinho.

Seu cabelo estava penteado corretamente e o gel não permitia que um fio de cabelo sequer estivesse fora do lugar, mesmo assim, ela preferia seus cachos volumosos e que ele vestisse trajes mais simples, como o que usou durante sua estadia na pousada em que foram antes da viagem à Alemanha.

Estampava um lindo sorriso enquanto caminhava em direção a ela. Possuía um certo ar galanteador e o rastro de seu perfume demarcava o percurso que havia percorrido para alcançá-la.

Mais alguns passos e ele se postou frente a ela. Suas pernas se enfraqueceram ante a sua proximidade.

Talvez ele estivesse louco. Estavam na empresa e qualquer um poderia surpreendê-los naquela situação.

–Seu Fernando...-Ela o chamou

–Lety...

–Seu Fernando...

–Minha Lety...

–Que é, seu Fernando?-Ela lhe chamou a atenção

–Perdão! Eu só quero que saiba que a amo muito e não vou desistir do nosso amor!

Ela abriu a boca para dizer algo mas ele segurou seus lábios.

–Não diga nada, dona Lety. Tudo o que eu preciso é saber se você ainda me ama.-Ele desceu suas mãos para a cintura dela-Você me ama, Lety? Por favor, responda, dona Lety, pois eu não posso mais viver com esta incerteza."

–Lety! Por favor, responda! Lety!

–Sim, sim, eu o amo muito!-Lety repetiu

–Lety, amiga!-Paula Maria a chamou mais uma vez

–Paula Maria, o que aconteceu?-Ela voltou a realidade

–Eu é quem pergunto, amiga. Faz meia hora que estou te chamando e você estava aí parada olhando para o nada. Em quem estava pensando, hein?

–Não, nada, em ninguém.-Tentou disfarçar-Por que?

–Eu aposto que estava pensando no gatão do Aldo, você até disse assim: "Sim, sim, eu o amo muito!"-Paula Maria vibrou-Era nele que você estava pensando, né?

–Ai, Paula Maria, não diga bobagens! Vamos esquecer este assunto.

–Ai, amiga, não vai me contar a fofoca?

–Não tem fofoca nenhuma...

–Amiga má!-Paula Maria emburrou

–Melhor falarmos de trabalho. Algum recado para mim?

–Sim, o presidente da agência dos Estados Unidos ligou e pediu que você retornasse. Eu anotei o número, aqui está.-Ela colocou o papel sobre a mesa-Amiga, tem outra coisa...

–O que?

–As meninas do quartel e eu gostaríamos de pedir um favor a nossa querida amiga e presidente desta empresa.

–Qual é o favor?-Lety a olhava desconfiada

–Espera só um pouquinho.

Paula Maria correu para abrir a porta da sala e as meninas do quartel se desequilibraram, pois estavam apoiadas na porta tentando escutar a conversa.

–Aiii!-Elas se assustaram

–A gente não ouviu nada, Lety!-Joaninha disse

–Só estávamos passando por aqui quando Paula Maria abriu a porta...-Lola deu uma desculpa qualquer

–Tudo bem, meninas, eu sei que estavam ouvindo.-Lety as interrompeu-Vocês querem sair, não é?

Afirmaram com a cabeça.

–Para onde querem ir?

–Nós gostaríamos de visitar o seu Fernando, Lety.-Irminha respondeu

–Sentimos muita falta dele, Lety.-Marta admitiu

A presidente se sensibilizou com tal declaração.

Sabia que seu Fernando também gostava muito delas, tanto que as considerava seu quartel e certamente adoraria vê-las para receber o carinho que tinham por ele.

–Vocês podem ir!-Permitiu

–Ai, amiga, muito obrigada!-Paula Maria agradeceu

–Celso e Ramon podem ir conosco?-Joaninha se manifestou

–Tudo bem, mas não demorem, temos muito trabalho a fazer!

–Uh uh uh uh uh!-Elas festejaram

–Puxa, qual o motivo de tanta alegria?-Gabriele chegou

–Lety nos deixou visitar o seu Fernando.-Sara contou-Vamos, meninas!

–Nós vamos almoçar e depois vamos ao hospital porque eu estou com muita fome!

Marta comentou enquanto elas saiam da sala.

–Você está sempre com fome, Martinha. Nunca acaba, nunca acaba!-Lola reclamou

–Ai, essas meninas do quartel...-Gabriele riu

–Me desculpe, dona Gabriele, mas elas exageram quando nenhum dos executivos está aqui.

–Não se preocupe, gosto muito da empolgação delas!-Gabriele se sentou frente a ela-E, então, como está?

–Estou bem... Por que a pergunta?

–Você me parece um pouco cansada. Dormiu bem?

–Mais ou menos, fiquei acordada a noite toda pensando no programa de TV e no que vamos fazer para cumprir com o prazo de estréia. Também estou preocupada com seu Fernando.

–É, não está nada fácil... Precisamos continuar com as gravações e Luigi e eu estamos atrasados com a organização da festa de promoção.

–Sim, sim. Também temos que garantir que o programa será um sucesso antes que a imprensa faça algum tipo de especulação e divulgue o fracasso da Conceitos.-Lety apoiou a testa na mesa-O que vamos fazer, meu Deus?

–Olha, Lety, só existe uma maneira de controlar esta situação!

Gabriele deu um sorrisinho maroto e Lety a olhou, percebendo suas intenções.

–Ah, não, dona Gabriele!

–Ah, sim, Letícia Padilha Solís!

**********

Após o almoço, o quartel seguiu para o hospital espremendo-se em um táxi. Na recepção encontraram Márcia e Luigi, se aproximaram deles querendo saber do estado de seu ex-presidente.

–Ai, meu Deus! Nem aqui vocês respeitam os doentes, suas ariranhas.-Luigi as repreendeu

–Não fale assim, seu Luigi, por favor.

–Irminha, o que faz aqui? Por acaso apareceu alguma emergência que precise de minha criatividade?

–Não, seu Luigi, nós viemos apenas para visitar o seu Fernando.

–E tinha que trazer essas... essas ariranhas horrorosas?-Luigi gesticou nervosamente-Ativar escudo protetor!

–Letícia permitiu que viessem?

–Sim, dona Márcia.-Sara confirmou

–Dona Márcia, nós podemos ver o seu Fernando?

–Marta, eu não sei, eles só permitem a entrada de parentes e amigos íntimos da família.

–O que está acontecendo aqui?

Dona Terezinha os interrompeu.

As meninas do quartel a olhou apreensivas, esperando receber alguma bronca ou algo do tipo. Dona Terezinha não estava nada feliz com a algazarra que estavam fazendo.

–Não vão me responder?-Dona Terezinha exigiu

Sara e Joaninha cutucaram Marta para que ela pudesse respondê-la.

–Vai, Martinha, fala alguma coisa!-Lola aconselhou

–Bom, é que... que...-Marta tentou explicar-Sabe o que é, dona Terezinha?! Nós viemos aqui só para visitar o seu Fernando...

–É verdade, dona Terezinha, soubemos o que aconteceu e viemos para saber como ele está.-Sara completou

–Olá, meninas, como estão?-seu Humberto havia chegado-Vieram ver Fernando?

–Sim, sim, seu Humberto. Nós podemos?-Irminha questionou

Os pais de Fernando se encaram e depois observaram as expressões de Márcia e Luigi.

Notas finais
Gostaram? Então, o quartel poderá visitar seu Fernando ou não? O que vocês acham? Quero reviews, hein? Bjuus Até a próxima!