Notas iniciais
Oiii, gente! Era para eu ter atualizado domingo junto com as outras, mas o arquivo corrompeu e eu perdi tudo que tinha escrito :( Me irritei, fui lá e fiz melhor (brincadeira, só refiz kkkkkk) Queria agradecer a Gabi, que aguentou meu surto quando eu me irritei por ter perdido o arquivo e também por ter me ajudado ♥ Aliás, vocês, vão lá ler as fics dela, to de olho... Queria dizer também que: Tem lemon, o capítulo é praticamente isso, mas no final tem umas coisas importantes, então para quem não gosta de ler, vai ter que pular a cena Sem mais delongas: boa leitura e nos vemos no final ♥

Pratos quebrados, copos estilhaçados, a toalha da mesa e a própria mesa estavam ao chão. Uma sujeira enorme formava uma bagunça no chão do apartamento de Blaine.

Os dois meninos estavam sentados no sofá com uma vergonha enorme os consumindo. Eles se sentiam ainda mais tímidos do que estavam anteriormente, não conseguiam nem olhar um para o outro.

— K-Kurt... – Blaine tentou começar, finalmente mirando seus olhos em direção ao castanho. – Eu não deveria ter te beijado, me perdoa, eu não sei o que deu em mim.

— Mas eu sei. – Kurt disse e fez uma pausa, olhando brevemente para Blaine, voltando a olhar para o chão e novamente encarando o moreno. – E se eu não quisesse aquilo, teria te parado.

— V-você quer dizer que...

Kurt nem permitiu que Blaine completasse sua frase, simplesmente se inclinou e o beijou. Blaine o puxou para seu colo e ele ficou com uma perna de cada lado do corpo do moreno.

Os dois se beijavam com desejo, vontade, e seus pensamentos eram cheios de malícia. Queriam ter um ao outro naquela noite.

Com um impulso um pouco desajeitado – por questão de o moreno estar em puro êxtase – Blaine levantou com Kurt em seus braços. Ele grudou Kurt contra uma parede no corredor para se firmar melhor e pegá-lo de maneira mais confortável e aproveitou para novamente beijar aqueles lábios, os quais não conseguiu entender como ficou tanto tempo admirando sem provar.

Kurt brincava com os cachos do moreno, que ia a loucura cada vez que tinha alguns fios levemente puxados pelas mãos delicadas de Kurt e, por reflexo, ele acabava mordendo um pouco o lábio inferior do castanho.

Por mais que um estivesse aprendendo sobre o corpo do outro agora, pareciam que já conheciam há anos, pois já conseguiam provocar um ao outro na maneira mais correta – e mais deliciosa. Blaine estava quase perdendo o juízo com Kurt mexendo em seu cabelo e, o castanho por sua vez, estava enlouquecendo com os beijos que eram distribuídos por seu pescoço.

Quando o moreno novamente conseguiu raciocinar, ele ajeitou Kurt em seus braços e continuou a andar pelo corredor, agradecendo por seu quarto ser na próxima porta à direita. Sabia que não aguentaria ficar muito tempo o segurando, estava perdendo as forças que tinha.

Kurt desceu de seu colo e o prensou contra a porta, logo atacando novamente seus lábios, os quais já começavam a ficar avermelhados. Blaine trocou de posição, puxando Kurt pela cintura e o prensando agora contra a parede do lado, colando seu corpo no dele o máximo que conseguia. Os dois estavam quase explodindo dentro de suas roupas, mas não conseguiam simplesmente arrancar as peças. Ao mesmo tempo que queriam tudo rápido, queriam que tudo durasse por muito tempo.

Enquanto ainda estavam grudados na parede, Blaine tirou a camisa de Kurt de dentro da calça dele e começou a passear com suas mãos por onde elas alcançavam dentro da blusa, ficando um tempo a mais alisando as costas nuas do castanho. Kurt estava em um transe do qual definitivamente não queria acordar.

Eles foram andando ainda agarrados até a cama. Blaine sentou na beirada dela e Kurt sentou sobre suas pernas, se inclinando por cima dele e o fazendo se deitar também. Eles se arrumaram melhor na cama e trocaram de posição.

Blaine abria lentamente botão por botão da camisa de Kurt, distribuindo beijos e leves mordidinhas por toda a parte da qual era retirada o tecido. Quando o moreno já havia aberto toda a camisa, encarou o volume mais que visível na calça do castanho e o apalpou para provocar. Kurt não se controlou e permitiu que um gemido escapasse por entre os seus lábios, ficando vermelho de vergonha em seguida.

Kurt sentou na cama e engatinhou até onde Blaine estava apoiado, aproveitando para beijá-lo de novo enquanto tirava a camisa dele também. Ele abriu-a lentamente, assim como o moreno, e logo a tirou fora, também tendo a sua retirada por completo.

Kurt abriu a calça de Blaine e o empurrou sobre a cama, o pedindo para levantar as pernas para que ele pudesse retirar a peça de roupa. O castanho voltou para cima de Blaine e teve sua nuca fortemente puxada para a frente, fazendo eles iniciarem um novo beijo, ainda mais cheio de desejo do que os anteriores.

Blaine então trocou uma última vez de posição com Kurt e tirou fora a calça do mesmo, sem fazer cerimônia alguma. Ao voltar para cima dele para beijá-lo de novo, apenas para provocar, fez com que seus membros se chocassem, e os dois sentiram uma corrente elétrica os atingir por inteiro. Kurt murmurou algo que Blaine simplesmente não entendeu e provocou ele de novo.

— Não provoca. – Kurt pediu, falando um pouco enrolado e fazendo Blaine repetir o ato mais uma vez.

— Hmm, pensei que tivesse gostado. – Provocou ele, com aquela voz um pouco rouca que enlouquecia qualquer um. – Pelo menos é isso que seu corpo está demonstrando. – Kurt novamente murmurou algo que ele não entendeu. – O que disse?

— Eu disse que eu quero você. – Kurt abriu os olhos, que havia fechado segundos atrás. – Não me faça implorar.

Blaine lhe deu mais um beijo enquanto descia as mãos para tirar as roupas que ainda restavam nos seus corpos, não que fossem muitas, já que cada um tinha apenas uma única peça.

O moreno se encaixou no meio das pernas de Kurt e ficou inclinado por cima dele, ainda o beijando e, lentamente, introduziu seu membro na entrada de Kurt, fazendo o beijo dos dois se perder completamente – não que eles estivessem reclamando.

Blaine aproveitou a posição em que se encontrava e começou a beijar o pescoço de Kurt, quase se desequilibrando ao sentir o castanho enrolar as pernas em sua cintura, o puxando mais para si.

O Anderson ficou de joelhos na cama, ainda um pouco inclinado para a frente, com uma mão segurando a cintura de Kurt e, com a outra, passando sua mão pela perna direita do Hummel que o cercava. O moreno se movia lentamente dentro de Kurt, o provocando o máximo que conseguia. Até a maneira que ele acariciava a perna do castanho era provocante e seu olhar para o mesmo transbordava luxúria.

Kurt tentou falar algo, que Blaine não entendeu e nem se esforçou para entender, sabia exatamente o que o castanho queria dizer. Ele puxou a perna dele com um pouco mais de força, parecia que o Hummel estava perdendo a força para ficar com as pernas entrelaçadas na cintura do moreno, então o mesmo o ajudou.

Ver Kurt tão entregue a si era a melhor visão que Blaine poderia ter e, vê-lo quase o implorando por mais, conseguia ser ainda melhor. Os gemidos que saíam por entre os doces lábios de Kurt eram tão provocantes, que Blaine ficava louco, pareciam até música para seus ouvidos. Não tinha controle de sua mente, só conseguia enxergar aquela noite se repetindo por todas as noites depois daquela.

Queria muito mais de Kurt, queria prová-lo por inteiro todas as vezes que pudesse. Não queria soltá-lo, não queria sair dali.

— B-Blaine... – Murmurou Kurt, fazendo o moreno se inclinar mais e ficar bem próximo dele.

— Hum? – Perguntou tentando se concentrar, o que era realmente difícil de se fazer. Quase se perdia no que precisava fazer, esquecia que precisava se mover.

— Vai mais rápido... – Blaine quase enlouqueceu com aquela voz o pedindo aquilo e, sem nem pensar duas vezes, lhe fez o que foi pedido, acelerando seus movimentos.

Cada vez que as pernas de Kurt fraquejavam, ele as segurava com mais força em torno de sua cintura. Queria ficar o mais colado ao castanho que fosse possível.

Ele ia cada vez mais rápido, mas não queria que aquilo acabasse. Queria continuar ouvindo a voz de Kurt gemendo seu nome pelo resto de sua vida. Por um breve momento ele chegou a agradecer mentalmente por Kurt ter terminado o seu relacionamento, assim teve a oportunidade de conhecê-lo.

O suor escorria pela pele deles, estavam um pouco cansados, não conseguiam manter as mãos paradas, apenas queriam mais e mais um do outro.

Blaine sentiu que estava quase chegando ao seu ápice e levou sua mão até o membro de Kurt, o ‘massageando’, fazendo movimentos de vem e vai, tudo para que os dois viessem juntos.

Pouquíssimo tempo depois os dois chegaram aos seus ápices. Caíram na cama e fitaram o teto, tentando recuperar o fôlego, mesmo que fosse difícil.

Alguns minutos se passaram e Blaine levantou da cama, puxando Kurt junto com ele em direção ao banheiro. Kurt não sabia para onde estavam indo, mas se deixou ser guiado pelo moreno, ele estava cansado, mas precisava admitir que queria mais.

Os dois entraram no grande banheiro, que parecia um quarto, e Blaine botou a banheira para encher. Enquanto a água preenchia a banheira, Kurt puxou Blaine e voltou a beijá-lo logo sendo colocado em cima da pia.

— Olha o que você está fazendo comigo... já chegou mudando minhas regras. – Disse Blaine, descendo seus beijos para o pescoço do castanho.

— Se bem me lembro, suas regras eram algo relacionado a não transar com o mesmo cara em mais de uma noite, mas não disse nada sobre quantas vezes poderiam acontecer na mesma noite. – Blaine levantou a cabeça e encarou Kurt, o castanho tinha toda a razão do mundo.

— Sendo assim, vamos aproveitar! – Comemorou o moreno, desligando a água e puxando Kurt para dentro da banheira.

Blaine sentou-se e Kurt sentou de frente para ele, mais especificamente em suas pernas, alisando suas coxas – as apertando um pouco – enquanto se inclinava para beijá-lo. Como era possível que aquele rapaz tímido estivesse o provocando daquela maneira? Nem parecia o mesmo menino. Blaine ainda ficaria louco com aquele garoto.

Kurt passeava com suas mãos pelo corpo de Blaine enquanto o beijava no pescoço, até que chegou em seu membro e começou a acariciá-lo. Quando o moreno estava quase ficando louco, Kurt se levantou um pouco e se ajeitou no colo dele, sentando diretamente em seu membro, o fazendo jogar a cabeça para trás por conta do prazer que lhe estava sendo proporcionado.

Kurt subia e descia no membro de Blaine e agora eles trocavam alguns beijos mais carinhosos que os anteriores, mas ainda tinha aquele desejo no olhar de ambos, eles ainda trocavam carícias um pouco mais fortes – como uma apertada na perna, uma mordidinha no pescoço e coisas do gênero.

Quando eles mais uma vez chegaram aos seus ápices, tomaram um banho decente e voltaram ao quarto.

Blaine emprestou um pijama para Kurt e ficou um pouco largo no mesmo, mas ele não se importou. Enquanto Blaine se vestia, o Hummel andou até a sacada do quarto, onde tinha um grande banco branco que cabia duas pessoas deitadas nele tranquilamente. Ele sentou-se no banco e ficou observando a lua, que estava cheia naquela noite.

O Anderson viu que Kurt estava sentado no banco e pegou um cobertor, logo indo até ele e sentando-se ao seu lado.

— Que vista incrível que você tem. – Comentou Kurt, ainda observando a lua e as luzes da cidade.

— Você encontrou meu cantinho. – Blaine riu. – Eu adoro ficar aqui justamente por causa da vista. Várias vezes prefiro dormir aqui do que na cama.

Kurt assentiu sorrindo para o moreno. Os dois se deitaram no banco de conchinha, bem abraçados e confortáveis. Blaine abriu o cobertor e cobriu os dois e logo eles já estavam dormindo tranquilamente.

[...]

Na manhã do dia seguinte, Blaine acordou primeiro que Kurt, mas permaneceu deitado com ele, até que ambos tiveram que levantar para trabalharem. Eles tomaram um delicioso café da manhã preparado por Blaine e, em nenhum momento, falaram sobre a noite passado. Pelo contrário, continuaram se tratando como amigos, exatamente como antes de transarem.

Kurt agiu normalmente porque não queria insistir em algo que sabia que não daria certo. Blaine deixou bem claro que era o tipo de cara que queria passar uma única noite de diversão e depois ir embora. O Hummel aceitava isso em Blaine e só foi parar na cama dele porque no momento também não procurava por um relacionamento sério. Claro que ele não seria como Blaine agora. Não iria transar com um cara diferente por noite, se beijasse o par de uma festa já era muito.

E Blaine agiu normalmente porque estava nervoso. Ele não deveria ter dito para Kurt que ficava apenas uma noite com cada homem, porque tudo que ele queria era ter Kurt novamente para si e agora não queria confessar aquilo por medo de que o castanho pensasse que ele estivesse já apaixonado. Sua cabeça estava uma confusão, então preferiu fingir que nada tinha acontecido.

Mas aconteceu, os dois gostaram, e os dois queriam mais.

Após o café da manhã, cada um foi para o seu trabalho, mas pensa que eles se concentraram? Claro que não. Eles ficaram pensando um no outro o dia inteiro.

Blaine parecia um maníaco, ficava excitado só de lembrar da noite passada. Tinha sorte de ter uma sala só para si, porque esconder o volume eminente em sua calça praticamente o dia inteiro, teria sido terrível. Quando seu amigo entrou em sua sala e ficou lá mais de vinte minutos, foi um verdadeiro inferno, ele queria mandar o amigo embora, mas não tinha coragem para isso, afinal era o seu amigo.

Quando o amigo finalmente foi embora definitivamente, Blaine pegou seu celular e viu que havia uma mensagem, era de Kurt, que perguntava se estava tudo certo para aquela noite. Eles iriam na mesma boate que foram na noite em que se conheceram, era praticamente sempre lá que iam.

Blaine queria inventar uma desculpa que fizesse Kurt ir novamente parar em seu apartamento, mas não queria ser tão previsível, então mandou uma mensagem dizendo que sim, estava tudo certo.

Mais uns quarenta minutos se passaram e Blaine tentava prestar atenção nos contratos que precisava avaliar, todos em relação a artistas que faziam parte de sua gravadora, mas tudo o fazia voltar os pensamentos para a noite passada.

Tudo que vinha a sua mente era o corpo perfeito de Kurt, as palavras vulgares que o castanho sussurrava em seu ouvido, a maneira que Kurt o fez se sentir... os gemidos que lhe escapavam sem permissão e o deixavam envergonhado...

Blaine mexeu no controle do ar-condicionado e deixou sua sala ainda mais gelada, um fogo estava o dominando e ele sentia vontade de tirar toda a sua roupa para fazer o mesmo ir embora. Abriu os dois primeiros botões de sua camisa e se abanava de qualquer jeito.

O que estava acontecendo com ele? Nunca tinha sentido tanto desejo por alguém em sua vida. O que tinha de tão especial em Kurt para fazê-lo ficar daquele jeito? Seu telefone tocando o fez despertar e, sem olhar o número na tela, atendeu de seu jeito formal de sempre.

Blaine Anderson falando.” – Disse o moreno, tentando se controlar.

Desculpa incomodar, Sr. Anderson.” – Era a secretária de Blaine. – “Só queria avisar que tem um garoto aqui querendo falar com o senhor.”

Qual o nome dele, Gabriela?” – Perguntou bufando, estava sem vontade de atender algum jovem que estivesse em busca da fama. Ele era apenas o dono de uma gravadora, não um criador de milagres.

Qual o seu nome?” – Blaine ouviu ela perguntar e sentiu seu corpo suar ao ouvir a voz que respondeu o nome.

Mande-o entrar.” – Blaine disse e desligou o telefone. Ele mal podia acreditar em quem estava ali em sua empresa.

Ele andou até a porta e ouviu alguém bater nela, ele a abriu e puxou quem estava atrás dela pena cintura, o prensando contra a grande madeira.

— O que você está fazendo? – Perguntou ele, sem entender por qual motivo tinha sido agarrado e foi aí que Blaine percebeu o que estava fazendo e percebeu também que estava ficando maluco.

Uma maldita noite já fez com que eu enlouquecesse, pensou ele, tentando jogar esses pensamentos para o alto. Ele andou até a parte de trás de sua mesa e novamente sentou, apontando para a cadeira em sua frente e vendo o garoto sentar-se ali.

— Tudo bem, Sr. Anderson? – Perguntou, falando “Sr. Anderson” de um jeito irônico.

— Kurt, não me provoca, por favor. – Pediu o moreno, encarando a tela de seu computador. – O que traz um garoto atarefado como você até a minha humilde gravadora?

— Precisava de companhia, não estou muito bem. – O tom de voz de Kurt mudou completamente ao falar aquilo e o moreno se preocupou.

— O que houve? – Perguntou cruzando os braços em cima de sua mesa.

— Eu fui demitido. – Disse ainda mais cabisbaixo e foi como se uma lâmpada se acendesse nos pensamentos de Blaine. – Ah, antes que eu me esqueça, está muito bonito de terno.

— Então se acostume a me ver sempre assim, todos os dias, mais especificamente. – O moreno deixou que um sorriso um pouco enigmático estampasse seu rosto.

— O que quer dizer com isso, Sr. Anderson? – É, Kurt sabia mesmo como atiçar Blaine.

— Porque você vai trabalhar comigo agora. – Disse o moreno, ele não estava perguntando, o que deixou Kurt um pouco confuso. – E eu pedi para você não provocar...

Continua...

Notas finais
Voltei aqui, euheuehe Que loucura isso, não? Estou tentando planejar 15 capítulos para a fic... vários terão lemon, então quem não gosta, vai ter que pular várias cenas, mas eu sempre vou avisar, ok? Me deixem saber o que acharam ♥ Bjo ♥