Mantendo Você Perto De Mim

39 Capítulo 39: Senhora Fabray


Notas iniciais
Lua sollo, Faberry Sempre, Mhell, Lorena Uzumaki, Cris Gleek Niiilene Mari Fernanda Meinert Eri Kawahi nat_sant cristianekrieser Lô Cullen Laira Leão Jéssy Shippo Faberry Evelin Lua sollo Natty Agron Gleekety Laura De Oliveira Pieters Little J Niiilene Gleek Eri Kawahi Evelin Emy Agron GiuHta.

Meninas vocês tem o meu amor absoluto. Peço humildemente desculpas por não ter retornado em tempo hábil com um novo capitulo. Por favor aceitem minhas desculpas.

Quando menos esperarem... as suas ansiedades serão sanadas.

Bjus! ^^

Judy trouxe Rachel para dentro de sua casa. Ela se estabeleceu com a morena no sofá da sala e a amparou. Rachel soluçava de um modo sentido, muito semelhante ao de sua filha Quinn quando seu ex-marido a expulsou de casa.

“Rachel... O que aconteceu?” Perguntou preocupada.

“Meu papai Hiram está bravo comigo porque eu encontrei minha mãe. Ele não a quer perto de nossa família. Começamos a gritar um com o outro e então ele me bateu...” A voz de Rachel falhou. “Meu papai...”

Judy apertou a menina com mais força contra si. Por uma boa meia hora a mulher fez o que pode para consolar a morena. Não entrava na cabeça dela, que um pai pudesse ter um tipo de atitude como essa.

Mas depois de tudo, ela teve como marido, Russel Fabray.

Judy ouviu o chamado de sua filha e se preparava para o que viria seguir.

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Quinn não conseguia compreender o que seus olhos estavam vendo.

Rachel tentou limpar modestamente as lágrimas, mais falhou miseravelmente.

Quinn estava sobre Rachel mais rápido do que um raio. Ela se ajoelhou em frente a sua namorada e delicadamente lhe segurou a face machucada.

“Quem?” A voz de Quinn saiu extremamente fria.

Rachel em vez de responder, rodeou seus braços ao redor do pescoço de Quinn. Ela precisava do conforto dos braços da loira.

Quinn por sua vez estava a pico com suas emoções. Mas ela jamais negaria qualquer tipo de conforto a Rachel.

Judy permitiu que sua filha caçula assumisse seu posto de confortadora. Era interessante observar esse lado tão aberto de sua Quinn. Judy voltou seu olhar para Santana e Brittany. Santana tinha as mãos firmemente enroladas em forma de punhos. Brittany era a imagem da perplexidade.

Santana se aproximou do sofá, ela parecia estar tendo muita dificuldade em formar alguma palavra, seu maxilar estava tão serrado que Judy temia que a menina trinca-se os dentes.

“Quem eu tenho que deixar tetraplégico?” Santana expeliu com alguma dificuldade.

“Você vai ter que entrar na fila.” Quinn redarguiu friamente.

“Por enquanto ninguém vai entrar na frente de ninguém e muito menos deixá-los tetraplégicos.” Judy interferiu de modo firme. Ela era bem conhecedora do gênio dessas duas.

“Eu vou ligar para seus pais Rachel. Eles precisam saber.” Brittany tentou ser prestativa.

Rachel se encolheu ainda mais contra Quinn. Judy olhou para a menina, penalizada. A trindade não entendeu esse comportamento.

“Acho melhor chamarmos sua mãe. Dê-me o numero dela querida.” Judy pediu a Brittany.

A confusão só pareceu aumentar sobre as cabeças da trindade.

Brittany passou o numero a Judy. A mulher se aproximou da diva e com voz terna ela perguntou:

“Querida, eu vou ligar para sua mãe e trazê-la aqui. Tudo bem para você?”

Rachel olhou para Judy.

“Esta tudo bem.”

Judy se afastou para fazer a ligação.

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Shelby estava em uma inquietação só. Ela tentou falar com Rachel por um bom par de vezes e nada. Ela se assustou quando seu celular tocou. Rapidamente ela atendeu sem checar o identificador.

“Rachel?” Ela disse ansiosa. Uma voz desconhecida é que se apresentou.

“Desculpe-me. Aqui quem fala é Judy Fabray, mãe de Quinn.” Shelby sentiu sua preocupação aumentar.

“Rachel está neste momento em minha casa. Ela teve um grave desentendimento com seu pai Hiram e ele a agrediu. Você pode vir a minha casa?” Perguntou Judy cuidadosamente.

Shelby ficou dura como uma pedra, mas depois o mais puro ódio percorreu suas veias. Ninguém, ninguém tocava em sua filha.

“Você poderia me dar seu endereço?” Shelby pediu com alguma dificuldade em reinar sobre seu temperamento violento.

“Claro.” Depois de anotar o endereço, Shelby agradeceu e confirmou sua chegada em trinta minutos.

Shelby precisou respirar muito fundo, mas respirar fundo mesmo. A vontade dela era ir até a casa dos Berry e arrancar o intestino de Hiram. Mas sua filha precisava dela.

Shelby recolheu a sacola de Beth e a abasteceu com fraldas, mamadeiras e outros itens. Depois ela vestiu sua jaqueta, pegou sua bolsa e a de Beth e as guardou previamente no carro. Ela voltou para dentro de casa para pegar sua caçula, que estava ocupada brincando com um ursinho de pelúcia dado por Rachel.

Shelby se inclinou sobre o chiqueirinho e pegou Beth.

“Ei amorzinho, nós vamos sair e encontrar sua Rachel que tal?” Shelby falou suavemente.

Ao ouvir o nome da irmã, Beth ficou instantaneamente alerta.

“Uechel!” Gritou alegremente.

Shelby sorriu indulgente para a filha caçula.

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Quinn custava a acreditar no que estava ouvindo. Não entrava na cabeça dela a imagem de Hiram Berry cometer esse tipo de agressão. Na verdade ela não acreditava que ele pudesse levantar sequer a voz para Rachel.

Mas ele não só levantou a voz, como levantou a mão também.

Quinn compreendia o âmago da dor de Rachel. Ela compreendia muito bem. Rachel tinha os pais como seu porto mais seguro, de tudo e de todos. E ter seu alicerce abalado...

Quinn abraçou Rachel mais apertado.

Santana rondava a volta delas em fúria contida. Ela abria e fechava as mãos em uma vã tentativa de aliviar sua tensão.

Tentativa falha

Santana olhava para o hematoma medonho no rosto de sua Oompa Loompa e ela sentia seu coração se encher de raiva novamente.

Madre de Dios....

Suas mãos estavam tremendo muito. Brittany que era uma grande conhecedora da personalidade volátil da namorada se aproximou e envolveu sua latina briguenta em seus braços.

“San... Ela precisa de nossa força muito mais do que o nosso desejo de violência.” Brittany sabiamente sussurrou ao pé do ouvido da namorada. “Você pode fazer isso por ela? Você pode ser mais um apoio forte para ela?” Brittany pediu suavemente.

Santana não sabia como ela conseguiu tirar forças para atender ao pedido de Brittany, mas ela o fez. Olhando para a criatura quebrada que era Rachel, Santana sentiu seu interior quebrar junto com ela. Todos os palavrões existentes no mundo não seriam suficientes para expelir um mísero décimo de sua raiva.

Brittany queria muito enrolar Rachel em seus braços. Que nem ela fazia com Lord Tubby, quando ele voltava deprimido dos Alcoólicos Anônimos. Ela esperaria por sua vez, porque no momento Quinn não tinha nenhum interesse em largar a diva.

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Judy deu privacidade para as meninas e foi esperar pela mãe de Rachel, fora da casa. Não muito tempo depois da ligação, um SUV se aproximava de sua casa.

15 minutos...

Judy não poderia recriminar a pressa da mulher. Se fosse ela, com toda a certeza ela teria voado até onde sua filha estivesse. Judy observou a figura graciosa da mãe de Rachel descer do carro e depois abrir a porta traseira e tirar Beth da cadeirinha de segurança. Judy ficou emocionada. Era a primeira vez que ela via a sua netinha depois de tanto tempo.

Shelby veio ao encontro da mãe de Quinn com passos determinados.

“Como ela está?” Shelby pediu ansiosa.

“Lá dentro, cercada pelo maior grau de proteção adolescente existente no mundo.” Respondeu Judy, sem conseguir tirar os olhos de Beth.

Shelby mudou a filha de posição em seus braços.

“Você se importaria de segurar ela, enquanto eu cuido de Rachel?” Shelby ofereceu suavemente.

Judy e Shelby se olharam, e uma conexão do tipo maternal foi estabelecida entre elas. Afinal suas filhas namoravam, e pelo andar da carruagem a historia dessas meninas ia longe.

Beth foi de muita boa vontade para os braços ansiosos de sua avó. Ela gostava dessa mulher. Ela balbuciava com entusiasmo para Judy. Judy por sua vez estava encantada. Sua neta era a imagem exata de sua Quinnie.

Judy habilmente fez Beth pegar a chupeta e descansar a cabecinha em seu ombro.

“Rachel precisa muito de você.”

“Eu sei. Mas eu vou ser sincera com você. Custou-me muito não ter ido à casa dos pais dela e ter socado Hiram até ele virar uma poupa.” Rosnou Shelby.

Judy compartilhava do mesmo sentimento que a outra mulher. Mas o bom senso prevaleceu. Alguém tinha que ter a cabeça no lugar.

“Eu tenho uma ideia muito boa de como você se sente. Meu ex-marido foi um escroto hipócrita que chutou minha Quinn no momento que ela mais precisava. Tenho muita vergonha de dizer que permiti que ele a joga-se para fora de casa. Mas isso não significava que eu não quisesse bater com uma caçarola na cabeça dura dele. O bom senso foi o que me levou a decisão mais certa que eu já tive em minha vida.”

Shelby estava a par da historia de Quinn. E talvez por isso ela tivesse essa empatia inata com Judy.

“Obrigada por ter cuidado dela.”

Judy sorriu para Shelby.

“Não me agradeça. Rachel é uma menina muito especial que sempre manteve um olho clinico sobre minha filha.” Judy riu. ”Quinn nunca percebia a quantidade de vezes em que ela mencionava o nome de Rachel. Rachel isso, Rachel aquilo... Rachel é muito mandona, Rachel fala de mais, Rachel fica me importunando para seguir uma dieta adequada, Rachel não gosta do meu pircing e nem da cor do meu cabelo... Rachel canta como um anjo, Rachel é irritante quando tem sempre razão...” Judy enumerou todos os resmungos da filha sobre a diva. “O engraçado, é que por mais que ela reclamasse, ela sem perceber acabava por seguir as sugestões cheias de boa índole de Rachel.”

Judy suavizou ainda mais a expressão.

“Rachel foi a pessoa que quebrou os muros emocionais da minha filha e a trouxe para mim. Ela nos deu uma chance de estabelecer um vinculo mais forte entre nós. Rachel é tão minha menina quanto sua.” Judy limpou uma lágrima solitária. “E no que depender de mim, ela sempre será muito bem cuidada nesta casa.”

Shelby também limpou uma lágrima.

“Obrigada.”

Judy sorriu para ela.

“Vá, sua filha lhe espera.”

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Shelby entrou na sala e se deparou com o nível de proteção descrito por Judy. Rachel estava nos braços de Quinn que estava ladeada por Santana e Brittany.

“Rachel?” Chamou ansiosa.

Quatro cabeças se viraram para olha-la. Mas foi no rosto agredido de sua filha que ela se concentrou. Rachel olhava-a com ansiedade, mas também com vergonha. Judy apareceu atrás de Shelby.

“Meninas? Que tal darmos um pouco de privacidade para elas?”

A trindade não estava muito a fim de atender a solicitação da senhora Fabray. Mas elas entendiam que este era um momento particular. Elas saíram da sala extremamente emburradas.

Shelby lhes ofereceu um sorriso de gratidão antes de ir acolher sua filha. Shelby se sentou no sofá e trouxe Rachel em seu colo. A menina se atracou na mãe com toda a força que ela conseguia reunir. Ela enterrou seu rosto no pescoço de Shelby e lá ficou.

Shelby apertou Rachel contra si e sem conseguir se segurar ela chorou. Sua bebê estava física e emocionalmente ferida. Tudo o que uma mãe jamais quer que aconteça a um filho.

“Agora está tudo bem minha filha. eu não vou permitir que ninguém encoste um dedo em você!” Shelby sussurrou ferozmente. Ela beijou a lateral da cabeça da filha.

“Obrigada por estar aqui para mim.” Rachel falou baixinho no ouvido de Shelby. Ela também beijou-a, mas na bochecha.

Shelby se afastou um pouco para poder olhar para Rachel com uma mistura de seriedade e ternura.

“Eu vou sempre estar a onde você precise que eu esteja. Eu sou sua mãe. Eu fiz uma promessa a mim mesma que jamais voltaria a falhar com minhas obrigações de mãe. Eu te deixei quando você mais precisava de mim. Mais de uma vez. E nunca vou me perdoar por isso. Mas o seu coração enorme me deu mais uma chance. Uma chance que eu nunca vou desperdiçar. Você é tão minha quanto de LeRoy e Hiram. Entendeu!? Minha filha tanto quanto deles.” Shelby declarou com voz embargada.

Rachel observou os olhos verdes da mãe, obscurecer-se conforme as palavras fluíam de sua boca. Rachel sentiu que aquele cantinho tão frágil e inseguro que seu coração abrigava, em fim estava se curando em definitivo.

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LeRoy encontrou seu marido no mesmo lugar a onde ele deixou depois de ter corrido atrás de sua filha. Ele não havia movido nenhum músculo. Parecia feito de pedra.

“Hiram...”

“O que foi que eu fiz a ela?” Hiram sussurrou angustiado.

LeRoy queria muito consolar seu marido, mas ele não o fez. Hiram ultrapassou uma linha muito importante. Sua querida filha nunca havia lhe dado motivos para merecer uma palmada sequer. Nem quando criança, nem como adolescente. A questão Shelby é um assunto muito delicado para ser tratado com tal destempero. LeRoy sabia das inseguranças de seu marido. Todas elas. E a que mais amedrontava Hiram, era a possibilidade de Shelby entrar na vida de Rachel e leva-la embora consigo deixando para trás dois pobres homens de coração partido.

“Eu te peço para se recompor. Nossa menina esta lá fora machucada e assustada. Precisamos encontra-la e trazê-la para casa. E dessa vez, a conversa vai ser dita em um tom bem diferente.” Avisou LeRoy sério.

Hiram nem pensava em discordar. A única coisa na mente dele era trazer seu bebê de volta para casa.

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Judy, Quinn, Santana, Brittany e Beth. Estavam provisoriamente instaladas na cozinha a fim de proporcionar privacidade necessária para Shelby e Rachel. Judy estava amorosamente encantada com sua netinha tão perfeita.

Beth é claro, aprovava a bajulação.

Apesar da preocupação, Quinn estava se divertindo com a cara abobalhada com a qual sua mãe estava usando em sua filha. Beth olhava para ela ria e depois se virava para Judy e fazia a mesma coisa. O que ela achava engraçado Quinn nem podia imaginar.

Santana como sempre, mencionou que talvez sua cara de batata lavada a divertisse. Brittany olhou confusa para a cara da amiga e depois para a namorada.

“Certo, Quinnie batatinha...” Santana troçou. Para logo em seguida soltar impropérios em espanhol depois que ela recebeu um chute certeiro na canela desferido por sua capitã, por debaixo da mesa.

Beth soltou uma gostosa gargalhada.

Quinn olhou triunfante sobre a latina.

DIM DOM... DIM DOM... DIM DOM...

Só a campainha foi o que salvou as demais pessoas na mesa de ouvir a tradução dos palavrões de Santana.

Judy assumiu um semblante sério.

“Quinn. Eu quero que você leve Beth para junto de Shelby e Rachel e não sai de lá até eu voltar. O mesmo vale para Santana e Bittany.” Judy não deixou espaço para argumentações.

Quinn olhou interrogativamente para a mãe, mas ela não recebeu qualquer indicação do que porque da postura tão defensiva de repente.

A menos...

“Mãe?”

“Faça o que eu estou mandando Quinn.” Judy respondeu enquanto se dirigia a porta de entrada.

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LeRoy e Hiram esperaram ansiosos que alguém atendesse a porta da mansão Fabray. E quando por fim ela se abriu, eles foram apresentados a figura imponente de Judy Fabray

“Eu sei por que os senhores estão aqui. Ela esta muito magoada. E falando sinceramente? Eu não sinto segurança em deixa-la ir embora com vocês.” Judy falou tranquila. “Ela precisa de tempo. E se me permitirem, sem nenhum tipo de briga. Rachel vai ficar a onde ela precisa de mais apoio.”

Ela viu a postura de ambos os homens cederem de tristeza. Sendo que a do homem que usava óculos fosse a mais sofrida. E então Judy soube quem de fato bateu em Rachel.

Mas ao contrário do que se possa imaginar de muitos pais por ai, este homem que aparentava estar carregando o peso do mundo nos ombros, estava profundamente desamparado e a mercê das consequências de sua imprudente perda de juízo. O marido dele pôs uma mão em seu ombro e mesmo triste, ele sabia que a senhora Fabray tinha razão. De nada iria adiantar trazer sua filha para casa se as coisas ainda estavam muito cruas entre eles.

“Só deixe-a saber, que ela pode vir para casa quando ela julgar que pode realmente perdoar este velho tolo. Não quero pressioná-la a nada. Eu e meu marido só queríamos saber se ela estava bem. E sei que ela vai ser muito bem tratada aqui.” Hiram balbuciou triste.

Judy ficou com pena dele.

“Rachel está em boas mãos. Mas por esta noite todos devemos apenas esfriar a cabeça. A manhã será um novo dia e uma nova etapa que você deveram superar.” Judy falou bondosamente.

“Obrigado.” LeRoy agradeceu. Ele desconfiava que as boas mãos em que Rachel estava, eram de Shelby. Ele reconhecia de longe as letras miúdas que ficavam escondidas nas entre linhas. E se era isso que sua amada filha precisava, então era isso que ela teria.

Esta noite seria muito longa para ele e Hiram.

“Eu só gostaria que a senhora soubesse que a forma como nós fomos informados da presença de Shelby na vida de nossa estrelinha tivesse sido dita com um pouco menos de brusquidão pelo treinador do coral de nossa filha.” LeRoy disse. “Isso só nos pegou de surpresa.”

“O QUÊ!?” Vociferou Santana que havia se escondido para ouvir a conversa.

Se LeRoy e Hiram acreditassem em demônios eles poderiam muito bem dizer que estavam na presença de um.

A amiga latina de sua filha, que se chamava Santana Lopes. Abriu caminho até eles com a fúria dos conquistadores espanhóis.

“QUEM DISSE O QUÊ PARA VOCÊS!?” Ela exigiu enfurecida. Não muito atrás dela estavam Quinn e Brittany.

Notas finais
Will Schuester... Sua hora esta chegando....