Notas iniciais
OLA INTERNET Vcs tão bem? Como vão as férias? Desculpem pela demora pra postar aqui! Por favor, comentem mais e acompanhem e favoritem a fanfic (se eu sou louca por comentários? Não, magina!) Boa leitura, beijos♥

P.O.V Thalia

Antes de pular pela janela, dou uma olhada dentro do apartamento pra ver se a Mione ou a Annie não estão olhando (elas desprezam a Michaela e tudo que a use como meio de transporte.)

Como a barra está limpa, pulo pra dentro e jogo uma folha na cara do Rony.

—Hey! — ele protesta e mostro a língua.

—Cadê o bolo? — Nico entra na sala.

—Você realmente achou que porque a vizinha da tia da Annie está de aniversário você ia ganhar bolo? — peço, revirando os olhos.

—É bem a sua cara... só falou com a mulher uma vez na vida pra explicar que ele e a Annie tinham uma relação de professora e aluno e que o fato de o Nico precisar de aulas de Cálculo II não significa que eles dividam um amor platônico — Newt diz, se jogando no sofá.

— Ovo — Peeta geme entrando na sala. Ele está com um ovo na cabeça.

—Peeta... Era seu aniversário e você não disse nada? — a Kat pergunta, se levantando do sofá, onde estava deitada.

—Não — ele fala.

—Fui eu, mas foi sem querer! — o Cato fala entrando no apartamento pela Michaela. Sorte que nem a Mione nem a Annabeth estão aqui. — Eu fui jogar o ovo num chapéu.

—O problema foi que o Percy — nesse momento o dito cujo aparece na porta e joga os braços para o alto e a cabeça pra trás, fazendo uma pose dramática.

A Annie, que está atrás dele (provavelmente foi por isso que Percy subiu pela escada), dá uma joelhada nas suas costelas e ele entra no apartamento cambaleando.

—Havia deixado o chapéu na minha cabeça — Peeta completa.

— E quando o Cato ia jogar o ovo, um bandido roubou o chapéu — Percy termina.

—Que tragédia — comenta a Mione entrando pela porta com a Clo atrás dela.

—Peeta, quer um conselho? — o Finn pede saindo da cozinha.

—Hã? — Peeta pede.

—Vai tomar um banho — Finnick declara.

Peeta faz uma cara de taxo e vai tomar o bendito banho.

•••

—Emo Gótico das Trevas, eu ordeno que pare de jogar flores na minha cara — falo tirando uma flor de mim.

—Se eu sou o "Emo Gótico das Trevas", você é minha "Gótica Tenebrosa" — Nico tenta desviar o assunto. O olho com um olhar psicopata.

—Ou talvez seja a minha "Gótica Tenebrosa das Trevas" — ele fala jogando mais flores na minha cara, que eu jogo na cara dele, ou tento.

A Zoë então chama o Nico e ele me dá uma trégua.

Deito de bruços no banco da pracinha que fica perto dos nossos apartamentos, onde nós estamos, e começo a ouvir Stray Heart do Green Day.

Fecho os olhos e depois de uns dez minutos, quando When September Ends também do Green Day também acaba, os abro e dou de cara com um ser pálido de cabelos pretos me espiando da grama (pela fresta entre o lugar de sentar no banco e o encosto do mesmo), preparado pra jogar flores em mim.

—Da onde você brotou, di Angelo? — peço, revirando os olhos.

Ele começa a cantar:

—Eu estava aqui o tempo todo e só você não viu... — tampo sua a boca e me sento no banco. Nico se senta ao meu lado.

De repente ele coloca os braços nos meus olhos e canta:

—Hoje... é um novo dia, de um novo tempo, que começou! E... — calo a boca dele e digo:

—Não é fim de ano ainda, Nico. E essa música é brasileira — Nico morou no Brasil por um tempo.

—Vamos ser felizes! — ele me balança de um lado para o outro com os braços sobre os meus ombros.

Vendo que eu não estava a fim de cantar música de fim de ano, ele começa a cantar 21 Guns do Green Day.

Dessa vez, eu o acompanho.

P.O.V Annabeth

Acordo as 3:00 da manhã com uma sensação de vazio.

Fico tentando lembrar se levei algum pé na bunda ou algo do gênero mas nada me vem a mente. Então percebo: é fome.

Me levanto e resolvo ir ao quarto da Thalia. Ela sempre sabe onde achar comida. Bom, as outras meninas também, mas o quarto mais próximo do meu era o da Thals e eu não estou a fim de andar muito.

Levanto da cama e abro a porta do meu quarto, batendo na porta da frente, que é da Thalia.

Ouço uns gemidos e então finalmente uma Thalia descabelada e com cara de sono abre a porta.

—O quê foi, Annie? — ela resmunga.

—Ah, eu... tô com fome — falo.

—Hum... legal — diz Thalia.

—Você sabe aonde achar comida? — peço.

—Na geladeira, talvez?

—Ah, é. Obrigada.

—Você vai comer? — agora a Thals parece mais desperta.

—Sim — confirmo.

—Então eu vou junto — ela declara com um brilho nos olhos.

E então nos dirigimos à cozinha e abrimos a porta da geladeira, nos deparando com...

...com

...

...

—Tá vazia? — pede Thalia incrédula.

—Aff — falo. — Que fome.

—Precisamos ir urgentemente no mercado — fala ela é concordo.

—Tá. Onde mais tem comida? — peço.

—Aqui no apartamento em nenhum lugar — diz Thalia.

—Será que seria muito errado irmos no apartamento dos meninos e pegarmos o mínimo para a sobrevivência? — pergunto com um sorriso travesso e a morena sorri.

—Eles fazem isso toda hora conosco, pegar o mínimo não vai fazer mal — Thalia fala e saímos correndo em direção ao apartamento dos meninos (sim né, nos temos a chave.)

Enquanto atravessamos a rua correndo, tropeço no asfalto e bato meu dedão do pé, caindo no chão.

—Ai! — gemo.

—Annabeth! — Thalia chama.

—Tô bem! — falo e me levanto.

Logo chegamos ao apartamento dos meninos e abrimos a porta, indo em direção a cozinha e abro a geladeira, dando de cara com um maravilhoso pote de sorvete.

—Ai, que saudade de você, Juscleiton — falo, pegando o pote no colo. — Você é muito delicioso, sabia?

Thalia então pega duas colheres e me dá uma.

—Voltamos ou ficamos aqui mesmo? — pede ela e dou de ombros.

—Estou com preguiça de andar. Vamos ficar aqui — falo.

Nos sentamos no sofá dos meninos e começamos a comer o sorvete, suspirando.

Então o sono chega e durmo antes de terminar o pote.

P.O.V Percy

Acordo as 10:00 da manhã (é sábado, uai) e me dirijo à cozinha para comer o sorvete que eu comprei ontem, mas chegando na sala eu solto um berro: dois corpos estavam dormindo com um pote de sorvete derretido nas mãos. Annabeth e Thalia acordam com o meu grito e arregalam os olhos.

—Ah, oi Percy! A noite está muito linda, não? — Annie pede, com as bochechas vermelhas.

—Hã... na verdade é dia, Annie — falo e ela parece notar que a luz do sol entra pela janela.

—Ah, sim! Foi isso o que eu quis dizer — ela fala enquanto Thalia come o resto do sorvete.

—Por que vocês estão comendo o meu sorvete? — peço, indignado.

—Sabe aquela fome das três da manhã? — Annabeth diz. — Então, nós sofremos com esse mal.

—Ah bom — falo e paro para raciocinar um pouco. — Mas isso não é motivo para vocês comerem o meu sorvete!

Annie faz beicinho:

—Mas não tinha comida lá em casa!

—E não é como se vocês nunca roubassem a nossa comida — Thalia completa.

—Ah, mas isso não tem nada ver! — falo e então paro para pensar um pouco no assunto. — Tá bom.

—ÊÊÊ! — as duas se levantam do sofá e me dão um abraço duplo.

P.O.V Ronald

—Finnick, pega aquele pano — a Zoë delega.

—Rony, limpe seu estoque de coxinha de frango, por favor — a Mione fala com um suspiro e a olho boquiaberto.

—Como você descobriu? — peço. Aquilo é sigiloso ao máximo.

—Talvez pela placa de "NÃO ABRA ESTA GAVETA" em letras garrafais?! — ela diz, revirando os olhos.

—Mas se não era pra abrir, por que você abriu? — peço, confuso.

—Rony, a maioria das coisas que para você não devem ser descobertas, para mim devem — ela fala, me jogando uma esponja, um pano e um produto de limpeza, provavelmente um desengordurante.

•••

Suspiro. Pelo menos agora tem espaço para refazer o estoque de coxinhas de frango.

Vou explicar o motivo de termos virados empregados domésticos:

As garotas vieram no nosso apartamento. Simples assim. Elas acabaram vendo a bagunça que fazemos e agora estão nos obrigando a limpar nosso apartamento. Elas delegam e nós obedecemos. É maravilhoso.

—Annie, por favor, deixe nós tomarmos um milkshake — Percy implora.

—Não — ela responde, simplesmente.

—Mas isso é escravidão! — o Newt protesta.

—Escravidão é o que o Ronald estava fazendo com as coxinhas de frango — comenta Hermione, se jogando no sofá.

—Newt, deveria dizer que quando jogamos futebol, nós guardamos a bola no lugar, não deixamos ela na transição entre o seu quarto e o do Finnick — a Zoë fala.

—Hã... — Newt tenta formular uma desculpa. — É que a bola fica patrulhando o corredor à noite, sabe?

—Não, não sei — ela retruca com um ar reprovador. — E por que raios a bola tinha o nome de Jurandir?

—Ah, longa história — digo. — Jurandir era um-

—TONIGHT WE ARE YOUNG! SO LET SET THE WORLD ON FIRE! WE CAN BURN BRIGHTER THAN THE SUN! TONI... — Peeta, que cantava e fazia gestos com o pano enquanto limpava, é interrompido por Katniss:

—Peeta, para. Acho que você precisa de um hambúrguer.

—AAAAH — Nico revira os olhos. — Acho que eu também preciso de um hambúrger — ele cai no chão simulando um desmaio. Todos olhamos para Nico com uma cara de paisagem.

Eu e o resto dos meninos nos jogamos no chão também.

O que não se faz pela comida, não é mesmo?

Notas finais
É isso que tem pra hoje, cambada. Até o próximo capítulo! P.S.: Green Day é bao, nenon? P.S.S.: Mandem pra mim sugestões de fanfics percabeth e músicas legais aí♥ Bjss