Malditos Sentimentos
25 Cinemas & Elliot
Notas iniciais
Beijos, Adri ♥33
POV Austin
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA -gritei no meio do cinema e todo mundo começou a ri. Sim, eu tenho medo de filme de terror e ai? A Ally começou a ri estrondosamente com o susto que eu havia levado e depois começou a dar tapinhas nas minhas costas como se eu fosse criancinha.
-Passou, passou, bebê. -Disse ela tirando onda.
-Grrrrr foi só um susto básico.-Falei tentando me defender.
-Cara Austin, nem susto foi. Relaxa a chupeta e vamos continuar vendo.
O filme até que era legal, mas o mais difícil mesmo foi manter os gritinhos estéricos dos sustos que eu levava. Eu morro de medo de filme de terror e minha esperança era que a Ally também, mas pelo o que eu vi, a mina literalmente ama filmes de terror. Como eu era amiga dela e não sabia disso? Pra mim, ela parecia ser uma garota tão frágil.
-E ai? Gostou? -Perguntei pra ela.
-Érrr... já vi melhores com certeza.
-Como assim? Eu quase morri do coração com aquele film... quer dizer, eu acho que foi fraquinho também. -Ela começou a ri.
-Só ouvia os seus gritos do cinema.
-O que? Não eram meus, era do cara da frente.
-Cara da frente? sei...
-Esquece isso... e ai quer fazer o que agora?
-Não sei. O que acha que eu quero fazer? E é melhor não errar. -Wow! Ally começou a me olhar sedutoramente e maliciosamente retribui o olhar e a agarrei aumentando o ritmo do beijo deixando-o mais excitante. Ally passou a mão nas minhas costas me arranhando e a outra na minha nuca me deixando louco. Eu, então, passei as mãos nas suas coxas apertando-as causando um gemido abafado da mesma até que ela se afastou de mim com um olhar pervertido na cara.
-Você é muito engraçadinho, né Moon? Acha que vai conseguir tão facilmente? -Desde quando ela havia ficado tão sexy? Ela começou a passar os seus dedos pelo o meu corpo me causando arrepios.
-Vem cá, Dawson. -A puxei e comecei a massagear os seus peitos por cima da camisa dela deixando-a louca.
-Vamos sair daqui... agora. -Falei sussurando no ouvido dela. Nós não nos responsabilizarmos mais pelos nossos atos. Não pensava em mais nada só em tê-la mais uma vez. Eu precisa tê-la mais vez. Ela apenas assentiu com os olhos fechados e rumamos para minha casa onde minha mãe havia saido para uma emergência na casa da amiga dela e não voltaria hoje. Assim que chegamos, comecei a despi-la com a maior ferocidade causando uma excitação na morena que tirava a minha calça lentamente.
-Droga Ally! Por que me provoca? -Falei irritado com a demora deixando a mesma sorri abafado.
-Sabe qual é o seu problema, Moon? Você é rápido. -Então ela começou a morder meu pescoço sensualmente. -As melhores coisas são pra ser feitas devagar... lentamente.
-Eu preciso de você agora. -Puxei-a morto de desejo e comecei a acaricia sua intimidade, introduzindo dois dedos em sua fenda úmida, lhe arrancando um gemido.
-Foda-se a lentidão. -Ela finalmente me despiu inteiramente e começou a rebolar sobre o meu membro fazendo meu corpo vibrar. Depois trocamos as posições e eu comecei a introduzir o meu membro no dela causando gemidos altos e súplicas.
-MAIS RÁPIDO, MOON. MAIS RÁPIDO! -ouvi-a implorando e eu só pra provocá-la comecei a diminuir os movimentos fazendo a mesma morrer de desejo e implorar mais ainda.
-MEU DEUS AUSTIN! POR QUE ESTÁ ME PROVOCANDO?
-Diga "Austin Moon, você é o namorado mais lindo e maravilhoso do mundo."
-Não vou dizer isso. -Então eu tirei o membro totalmente do dela.
-TÁ TÁ "AUSTIN MOON, VOCÊ É O NAMORADO MAIS LINDO E MARAVILHOSO DO MUNDO." -Sorri com isso e coloquei-o de novo aumentando a velocidade de meus movimentos. Ela agarrou minha nuca, puxando meu cabelo com toda força, enquanto jogava a cabeça para trás, me dando a visão privilegiada de seu busto até que paramos aos poucos e caimos um cima do outro.
-Austin Moon, você é namorado mais lindo e maravilhoso do mundo. -Ela disse ofegante e segurando minha mão fortemente.
-Ally Dawson, você é a namorada mais linda e maravilhosa desse universo. -Eu falei dando-lhe um beijo na testa e depois adormecemos juntos.
POV Dallas
Amanheceu o dia e eu resolvi me trocar porque eu realmente não queria me atrasar pra escola. Precisava com a Cassidy, esclarecer essa história direito com ela. Não quero que nada fique ruim entre a gente. Tomei meu banho rapidamente, vesti uma camisa polo laranja com uma calça jeans, e desci pra tomar meu café da manhã.
-Bom dia, desconhecido. -Disse minha mãe me dando um beijo na testa.
-Bom dia, senhorita Courtney. -Falei sorrindo.
-Senhorita? Vou me acostumar com isso. -Ela se sentou na minha mesa e fez torradas e suco de laranja para comermos.
-Então mãe, como vai você?
-Vou bem, meu filho. -Percebi que ela queria me perguntar algo mas demorava pra me perguntar como se estivesse relutante. -Filho, o que tá havendo entre você e a Cassidy?
-Eu e a Cassidy? Somos... -O que somos? Nem eu sabia ao certo. Ficantes? Amigos coloridos? Amigos que sentem atração forte um pelo o outro?
-Pensei que você gostasse da Kira.
-Kira? Como assim? Não gosto dela.
-Então você gosta da Cassidy?
-É eu... tô confuso. -Falei sincero. -Por que?
-Não acho que a Cassidy seja bom influência pra você, meu filho.
-Por que diz isso?
-Ela viveu no sítio, meu filho. Isolada de todo mundo.
-Não. -Falei incrédulo. -Não acredito que eu ouvi isso de você.
-A Kira tem muito mais requinte, é educada, tem etiqueta.
-Mãe, pelo amor de Deus, EU NÃO GOSTO DA KIRA.
-Abaixa o tom, mocinho.
-Desculpa, mas eu não tô afim da Kira e não adianta você tentar me empurrar pra ela porque eu não gosto da Kira.
-Olha filho, eu entendo. Você e a Cassidy eram muito ligados antigamente e ela é uma moça bonita mas... pensa em quantos lugares você pode ir com a Kira. Já disse que o pai dela é dono de uma gravadora? Pode ser uma oportunidade pra você.
-Mãe. -Eu estava furioso de raiva que bati na mesa a assustando. -Não quero você falando assim da Cassidy, ok? Ela não é um animal. Ela é minha namorada e eu gosto dela.
-Mas você acabou de dizer que...
-Eu sei o que eu disse, mas eu gosto dela, entendeu? EU GOSTO DELA. E você vai ter que aceitar isso. -Peguei minha bolsa e rumei para a escola incrédulo o que minha mãe tinha acabado de me dizer e incrédulo mais ainda por eu ter enfrentado ela pela primeira vez na minha vida. Nunca tinha pensado que enfrentaria minha mãe e nunca pensaria que eu realmente gostava da Cassidy. Eu gostava da Cassidy? Por que eu não consigo parar de pensar nela? Será que eu estou apaixonado pela loirinha? Eu explodi de raiva com a minha própria mãe por causa dela, essa garota está mesmo mexendo comigo de uma forma que eu não consigo explicar. Assim que eu cheguei a escola, percebi gritos estéricos de garotas e um círculo enorme de praticamente todos os alunos do colégio em um multidão.
-O que é aquilo? -Perguntei a Trish que era uma das unicas que não estava naquele círculo de pessoas estéricas.
-Elliot. -Ela apenas disse e eu bufei. Elliot. Me lembro dele. Eu o odiava com todas as minhas forças e dei graças a Deus por ele ter ido pra aquele maldito intercâmbio de 6 meses, mas tudo que é bom dura pouco e trouxe essa desgraça de novo pra esse colégio. Percebi que ele havia agora subido na mesma mesa que eu tinha cantado minha música ontem e começou a jogar panfletos no chão.
-FESTA HOJE NA MINHA CASA! FESTA A FANTASIA! -Ele gritava e as meninas ainda aplaudiam. Idiota. Lembre-me bem como era babado na escola. Lembre-me bem de como ele gostava de humilhar e iludir todas as garotas daqui. Lembre-bem de como ele me odiava mais que todos daqui porque eu sempre as defendiam.
-Dallas, quero você principalmente na minha festa. -Ele olhou pra mim com um olhar maldoso e eu apenas o encarei de raiva, mas fui interrompido por um abraço da Cassidy e do Elliot.... ESPERA UM POUCO, CASSIDY E ELLIOT???????
-Olá loirinha, tudo bom? -Disse ele dando um beijo na bochecha dela fazendo com as outras meninas roessem de inveja. SÓ EU POSSO CHAMÁ-LA DE LOIRINHA. QUEM ESSE PASPALHO PENSA QUE É AFINAL? ELE MEXEU COM A GAROTA ERRADA. Respirei tentando me acalmar pra não voar no seu pescoço.
-Dallas, você é meu convidado de honra pra festa. -Ele falou agora me encarando e deixando Cassidy confusa.
-Nossa Elliot! Não sabia o quanto eu era importante pra você, mas eu até entendo afinal... Não tem festa sem mim. -Encarei ele com o maior ódio e depois encarei Cassidy com o olhar de mágoa. Não quero que ela se iluda. Doe, cara. Tô sentindo algo como se meu coração fosse quebrado em pedaços só de ter visto aquele beijo na bochecha.
-Dallas, eu quero falar com você. -Senti uma mão me puxando. Era ela.
-Que foi? -Falei seco.
-Por que está bravo? Eu fiz alguma coisa errada?
-Eu nunca conseguiria ficar bravo com você. Só fique longe dele, por favor.
-Do Elliot?
-Sim.
-Ele me parece ser uma pessoa tão legal e...
-Por favor, Cassidy. Apenas fique longe dele por mim, promete?-Acho que ela percebeu o meu tom sério e apenas assentiu. Era diferente. Não era simples ciúmes e eu acho que ela tinha percebido. Era algo sério. Era ódio, raiva, rancor. Não conseguiria ver ela sofrendo por ela, não conseguiria suportar vê-la sofrendo. É, talvez eu goste mesmo dela. Talvez o que eu sinta por ela seja bem mais que atração. Eu acho que estou me apaixonando por ela.
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