Malditos Sentimentos

26 Festas & Sexo Selvagem


Notas iniciais
Sério, essa parte de agora é +2067876789. Eu contei com a ajuda de vários amigos pra fazê-la mas ainda assim não ficou tão boa, mas mesmo assim, é a parte mais hot que tem em toda fic.

Aproveitem! Beijos ♥33

POV Dallas

Eu apenas via pessoas agitadas e dançando animadamente. Nenhum sinal do Elliot ainda. Isso era bom, não é? Via várias pessoas de fantasias, umas mais escrotas, outras mais comuns... eu, bem, vim de batman. Pode me chamar de comum, mas eu realmente amo esse superherói, cara.

–Derek. -Senti um sopro na minha nuca e me arrepiei.

–Ally! Wow! Você está... linda. -Disse a admirando. Ela estava de cigana com vários enfeites dourados e uma pano cobrindo metade do seu rosto.

–Você também não está nada mal. -Ela falou olhando para a minha fantasia de batman.

–Não olha tanto se não você baba, ok? -Zoei e ela riu. De repente, eu vi a cena mais escrota da minha vida. Que porra era aquela? Austin estava de....

–You get the best of both worlds chillin' out, take it slow. -Mano, eu estava vermelho de tanto ri. Essa porra doida estava de Hannah Montana???? Desculpa, eu só faltei infartar no meio da festa e piorou quando Ally viu a cena. Ela começou a ri estrondosamente. Tudo que eu vi depois de eu perder o fôlego de tanto ri, foi um Dez batendo nas costas dele. Wow! Desde quando eles viraram amigos de novo?

–EU FALEI QUE NINGUÉM VENCE A APOSTA DO DEZ AQUI! -Disse ele vibrando.

–Então Hannah, me dar um autografo? -Disse vermelho de tanto ri para o Austin que apenas me fuzilou com o olhar.

–Parem vocês! Até parece que vocês não viram um cara vestido de uma cantora da Disney.

–Não, nunca vimos. -Falamos brincando.

–Então amor, quando você ia me contar que era Hannah Montana? -Ally finalmente se pronunciou rindo mais que todo mundo.

–É o melhor dos dois mundos, querida. -Ele fez uma voz de viado que fez eu e o Dez morremos de ri até que meu humor passou de riso desenfreado para um olhar malicioso assim que eu vi a fantasia da Cassidy. Puta merda! Essa menina quer me matar? Ela estava com um vestido de policial muito curto, com uma bota enorme e ainda tinha uma algemas na mão. Rezava mentalmente para o meu amiguinho de baixo não se excitar demais, mas parecia que estava ficando cada vez mais difícil. Mordi o lábio maliciosamente e ela apenas jogou um beijinho no ar me deixando louco.

–A Cassidy tá... bem aceitável. -Ouvia o Dez comentar.

–Aceitável até demais. -A ally fuzilou Austin com o olhar que apenas ficava babando nela.

–Que isso amor! Você dar de dez nela. -Ela sorriu e quando ela se virou, o austin fez um sinal de "não" com a cabeça e nós rimos, mas parece que a Ally percebeu e ficou puta.

–É complô agora, é? Venha cá, idiota. -Disse ela puxando ele pela peruca.

–AI AI AI EU SOU A HANNAH MONTANA. SEGURANÇAS, ME AJUDEM AQUI. -Ele olhou pra eu e o Dez e nós apenas nos enviamos um olhar de "se fodeu".

–Olá, Dallas. -Percebi a sua voz atrás de mim. Bufei e virei para encará-lo

–Olá Elliot. -Falei fuzilando-o com o olhar. Acho que Dez percebeu o clima tenso e saiu de perto na hora. -Curtindo a festa?

–Curtiria bem mais se você não estivesse aqui. -Falei e o mesmo riu.

–Vamos lá, Dallas... você não sente falta disso? De ter todas as garotas aos seus pés. Você era um de nós.

–Eu era, mas me arrependo muito hoje em dia. O que você faz com as garotas é errado, Elliot. Um dia você vai aprender isso do modo fácil ou do díficil.

–Na verdade, eu já tinha um alvo. -Disse ele apontando para a Cassidy que estava falando com as amigas dela. Meu sangue ferveu na hora e o empurrei contra parede.

–SE VOCÊ TOCA A PORRA DO SEU DEDINHO NELA, EU...

–Espera um pouco, você gosta dela? Finalmente superou a Ally, colega.

–NÃO ME CHAMA DE COLEGA, SEU IDIOTA.

–Relaxa Dallas, eu não vou fazer nada com sua amiguinha... nada que ela não queira. -Meu sangue ferveu mais ainda e quando eu ia dando-lhe um soco na cara percebi Dez me empurrando.

–Calma cara, violência não leva a nada. Até parece que minha prima iria gostar dele. -Dez me puxou e eu me afastei daquela desgraçada. Minha vontade era de dar um soco tão grande nele até ele perder a maldita consciência que nunca teve. Eu estava tremendo de raiva, tremendo.

–Dallas, você tá tremendo, cara... Está tudo bem? -Falou Dez preocupado. Ele não sabia que era daquele grupo antes, na verdade, ele não sabia o que o Elliot fazia com as garotas. Apenas eu. Apenas eu que vivenciei tudo daquela merda de grupo. Eu era sempre o que acabava com a festa, acho que foi por isso que a maioria do grupo me odiava. Mas mesmo assim já fiz muita coisa na vida, coisas que eu extremamente me arrependo.

–Dez. -Falei tentando me acalmar. -Se ele tocar o dedo na minha Cassidy, eu...

–Espera ai, sua Cassidy? -Droga! Eu não havia dito pra ele nada e ele estava mais que afastado já que eu estou mais próximo do Austin.

–Eu meio que estou afim dela, mas...

–Afim? Nenhum cara se desespera tanto por um garota desse jeito se não tiver no mínimo apaixonado por ela. -Ele sorriu. -Eu bem que suspeitei disso, sabia? Vocês estavam próximos demais.

Eu percebi que o Dez mudou o semblante dele e ficou olhando hipnotizado para a porta. Me virei e vi a Trish. Wow! Ela estava bem bonita mesmo também. O que deu nessas garotas pra se enfeitarem todas? Ela estava de cleópatra e só podia ver o Dez babando na minha camisa.

–Ai cara, na minha não! -Briguei e ele riu. A Trish se aproximou de nós e o Dez puxou-a para o outro canto do baile me deixando no vacúo. Já disse como eu amo ser deixado no vacúo? Pois é, parece que todo mundo resolveu me deixando no vacúo hoje. Não demorou muito para eu escutar uma batida de som no meio de um palanque de metal e ver uma Cassidy extremamente bêbada com uma vodka na mão e o microfone do outro. O publico pareceu ir ao delírio, gritando em incentivo para a loira que estava completamente inconsciente de seus atos.

–Essa vai para o moreno ali. -Disse ela apontando pra mim gerando olhares totalmente curiosos. E então ela começou a cantar "S&M -Rihanna"

"Na na na na come on

Na na na na come on

Na na na na na come on

Na na na na come on, come on, come on

Na na na na come on

Na na na na come on

Na na na na na come on

Na na na na come on, come on, come on

Na na na na"

A encarei não acreditando no que ela cantava. Ela sorriu e continuou, rebolando os quadris no ritmo da música.

"Feels so good being bad (Oh oh oh oh oh)

There's no way I'm turning back (Oh oh oh oh oh)

Now the pain is my pleasure cause nothing could measure

(Oh oh oh oh oh)

Love is great, love is fine (Oh oh oh oh oh)

Outta box, outta line (Oh oh oh oh oh)

The affliction of the feeling leaves me wanting more

(Oh oh oh oh oh)"

Ela ronronou no microfone e me encarando, dando uma risadinha. Nessa hora, eu percebi que os olhares se voltaram pra mim e eu não podia fazer nada. Estava imóvel.

"Cause I may be bad, but I'm perfectly good at it

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sticks and stones may break my bones

But chains and whips excite me"

Ela começou a tirar o boné de policial e jogar pro céu fazendo as pessoas vibrarem e depois ficou me olhando maliciosamente.

"Na na na na come on, come on, come on

I like it-like it

Come on, come on, come on

I like it-like it

Come on, come on, come on

I like it-like it (Na na na)

Come on, come on, come on

I like it-like it"

Nessa hora, ela se aproximou e me puxou pela cueca que tinha na fantasia do Batman e ficou me devorando com os olhos. Eu estava com medo dela, mas ao mesmo tempo, eu estava fodidamente excitado com tudo aquilo.

"Oh, I love the feeling you bring to me, oh, you turn me on

It's exactly what I've been yearning for, give it to me strong

And meet me in my boudoir, make my body say ah ah ah"

Eu estava ao ponto de tirar ela daquele palco. Os olhares cobiçadores em seu corpo que mexia ao ritmo da música me deixavam completamente maluco. Ela sorria para cada par de olhos masculinos que circulava o palco como se quisesse me provocar.

"Na na na na come on, come on, come on

I like it-like it

Come on, come on, come on

I like it-like it"

Ela finalizou a música arrancando diversos aplausos. Assim que ela saiu do palco puxei-a imprensando-a contra a parede.

–VOCÊ ESTÁ LOUCA MENINA? -Tentei olhar com a minha cara de irritado o melhor possível mas só consegui arrancar risos estéricos da loira.

–Se culpe, moreno. Você me enlouquece. -Ela agora estava me olhando maliciosamente. Eu não sei por quanto tempo eu vou resistir. Agarrei suas mãos enquanto ela se debatia intensamente para sair.

–ME SOLTA! ME SOLTA!

–NÃO. VOCÊ ESTÁ BÊBADA, CASSIDY.

–NÃO, NÃO ESTOU.

–ESTÁ SIM. -Eu segurei-a mais fortemente, mas deu certo por muito tempo pois a Cassidy passou a mão pelo o meu membro me fazendo gemer de desejo e soltá-la.

–Para uma bêbada, você até que está espertinha hein? -Eu falei pra ela e ela apenas mordeu o lábio inferior e me puxou para ir para cima onde havia uma série de quartos. Eu estava dominado. Dominado por ela. Não tinha mais forças para resistir e ela sabia me provocar melhor do que ninguém para o perder o controle de nós dois. Entramos no primeiro quarto que estava no nosso campo de vista e eu tentei retomar um pouco do meu controle abrindo o chuveiro da suite e puxou-a para lá.

–Eu já falei que não vou entrar ai.

–Cassidy, você precisa. -Ela assentiu bem facilmente e eu abri o chuveiro. Só que a filha da puta me jogou nele depois fechou o chuveiro rapidamente.

–VOCÊ ME MOLHOU, VOCÊ... -Não pode ficar com raiva por muito tempo porque percebi o seu olhar faminto para o meu corpo que estava agora a mais mostra por debaixo da fantasia.

–Meu Deus! -Ela disse ainda olhando para o meu corpo. -Você é o cara mais gostoso que eu já vi.

–Cassidy, você está MESMO bêbada. -Falei rindo, mas a mesma avançando em mim me beijando ardentemente puxando meus cabelos molhados e me arranhando me fazendo gemer abafado.

–Eu quero esse corpo inteirinho meu. -Ela falou sussurando no meu ouvido causando-me um arrepio.

Eu sai junto com ela do banheiro. Era visível que eu não iria aguentar por muito tempo.

–Cassidy, você bebeu dem...

–shhhhh moreno. Hoje eu quero ser sua. -Disse ela me empurrando pra cama. Cassidy então usou uma de suas algemas que estava no bolso do vestido e usou um de suas técnicas para me algemar na cama, embora eu tentasse ao máximo fazer com que a loira parasse com aquele joguinho. Parecia que quanto mais eu suplicava, mas ela fazia questão de me provocar. A loira começou a tirar o seu vestido ficando só de sutiã e calcinha fazendo com que meu membro se elevasse na mesma hora. Depois disso ela se deitou na cama e começou a me beija violentamente. Sua mão voou para meus cabelos os puxando com nenhuma delicadeza causando um gemido de dor. Ela apenas sorriu e me despiu sem menor pudor saboreando cada parte do meu corpo, beijando, puxando e mordendo até chegar no meu membro então fez questão de seus lábios se apossarem completamente de lá descendo e subindo me deixando louco de desejo e causando-me gemidos altos.

–C-cassidy. -Virei meu corpo pra trás. -Mais rápido!

Ela assim me obedeceu aumentando os ritmos da sua língua no meu membro apossando-se de cada região de lá o que só fazia eu tremer de desejo. Já era tarde demais. Fui vencido pelo desejo. Eu virei um animal. Um animal que nem eu mesmo me reconheci. Soltei as algemas que a Cassidy tinha colocado fazendo a mesma se assustar e eu olhá-la com um fogo que jamais pensei que existiria em uma pessoa.

–Voc-cê se soltou. -Pudi perceber medo em suas palavras, mas agora era tarde demais para eu me preocupar. Ela havia despertado um animal. Um animal faminto por sexo e ela não saberia as consequências disso até agora. Virei-a ficando por cima dela tirando com rapidez o seu sutiã e mordendo o mamilo de seus seios fazendo a mesma gemer. Eu comecei a distribuir beijos por todo corpo dela, chupões que a medida do tesão que sentia, a vontade me consumiu e eu tirei a calcinha dela podendo ver o quanto excitada a garota já estava e sorriu maliciosamente para ela que estava ofegante. Eu acomodei-me sobre ela abrindo-lhe as pernas, prendendo os braços delicados sobre a cabeça com uma das mãos, cobrindo sua boca com a minha, faminta, voraz, a raiva crescente transformando-se imediatamente em paixão. Em meio ao beijo, soltei-a para que o acariciasse livremente, sentindo-a trêmula de desejo e ansiosa. Eu desci dois dedos à vagina latejante penetrando-a imediatamente, arrancando um gemido rouco de sua garganta, estimulando o ponto sensível. Cassidy arqueou os quadris contra a minha mão pedindo por mais então eu penetrei a língua sem pensar duas vezes, eu não sabia o quanto essa ação a deixava alucinada, ela gemeu alto e com prazer, eu explorei com minha boca toda o membro dela e aprofundava a língua cada vez mais em sua vagina em uma sensação de transe com sua língua molhada, eu mordisquei todo ela e lambi com força até que sentiu o gozo cair com fervor em sua boca.

–Não devia ter me provocado. -Falei apalpando-lhe as coxas da garota as segurando de um lado e de outro preparei o encaixe e enfiei com força nela, de primeira ela gritou, mais seus gritos a cada estocada foram se transformando em prazer e ela começou a rebolar em uma sensação alucinógena. Eu mergulhei na boca dela com luxúria enquanto meu membro a penetrava apoiando-a sentada desta vez para que pudesse levar suas mãos para os seios fartos.

–MAIS RÁPIDO! MAIS RÁPIDO! -Aumentei a velocidade fazendo com que um barulho estrondoso ocorresse. Havíamos quebrado a cama. Mas eu não podia parar, eu precisava ficar dentro dela. Era um desejo intenso e incontrolável. Depois de várias estocadas, gozamos juntos.

–Eu te machuquei? -Perguntei depois de me recuperar mentalmente do que havia acabado de falar. Ela, ainda ofegante, mordeu meu lábio.

–Eu te provoquei, lembra? Só não sabia o quanto você poderia ser mal. Quebramos uma cama. -Eu ri

–Provavelmente você não vai se lembrar disso amanhã, mas eu quero que eu não podia ter feito isso com mais ninguém.

–Como assim, moreno?

–E-eu te amo. -Falei com dificuldade e a mesma me deu um selinho.

–Eu também te amo. -Ela falou encostando sua cabeça no meu peito com as mãos entrelaçadas na minha.

–Posso te contar um segredo?

–Claro.

–Não estou bêbada. -Ela falou me fazendo ri.

–Eu pensei que estivesse nos primeiros minutos, mas depois que falou que eu tinha um corpo sexy, eu sabia que não estava.

–Idiota. -Ela falou me dando um tapa. Depois disso, eu fiquei acariciando o seu cabelo até a mesma adormecer. Esse, sem dúvidas, foi o sexo mais selvagem que teria em toda a minha vida.