Magic Blood

8 De Volta Pra Casa


Notas iniciais
Então amores eu passei voando pelo primeiro ano pq ele é mt chato, enfim vou demorar um pouco mais no segundo que ainda esta sendo escrito pq eu quero que chegue logo no terceiro que eu estou pensando em tretas maras!

Depois do ocorrido com Pansy o ano passou voando e quase não percebemos que ele tinha acabado quando meu pai e meu tio nos buscaram na estação Kings Cross. Quando eu desci do trem pude ver os dois conversando com uma senhora gordinha e ruiva. Estranhei esse fato por eu nunca a ter visto, mas parecia estar tudo bem já que sorriam casualmente.

– Pai! – Eu abri um sorriso e admito que corri um pouco.

– Sweetheart! – Ele me abraçou não nos víamos desde o natal. – Senti saudades.

– Eu também. – Sorri pra ele e dei um abraço rápido em Elijah. – Tio.

– Elizabeth. – Ele sorriu carinhosamente. – Kol.

– Careta. – Kol sorriu ironicamente para Elijah.

– Idiota. – Meu pai cumprimentou o irmão mais novo.

– Depravado. – Eu sabia que talvez no fundo eles sentissem falta um do outro. Bem no fundo.

– Sweetheart essa é a senhora Weasley. – Meu pai me apresentou à senhora ruiva.

– É um prazer conhecê-la. – A senhora me deu um sorriso doce e matriarca.

– A senhora deve ser a mãe de Fred e Jorge. – Eu sorri. – E de Percy e Ronald também.

– Percy o monitor que te deu uma advertência? – Kol perguntou.

– Ele mesmo. – Eu acenei com a cabeça.

– Porque ganhou uma advertência? – Elijah me olhou curiosamente reprovador.

– Bom, no caso nós. – Eu inclui Kol. – Estávamos com Fred e Jorge ajudando Pirraça a pregar uma peça nos Lufanos.

– Ainda me lembro da cara do Diggory quando soltamos a bomba de bosta nas suas calças. – Fred disse rindo enquanto se aproximava com o gêmeo e mais atrás estava o “trio de ouro”.

– Frederico! – A senhora Weasley ralhou com o garoto da direita. – Quantas vezes vou ter que dizer para não pregarem peças nos outros alunos?!

– Mãe eu sou o Fred! – O garoto da esquerda disse me fazendo prender o riso.

– Frederico! Jorge! – Ela parecia nervosa enquanto eles riam e eu e os outros nos contínhamos para não achar graça.

Vi Ronny, Harry e Hermione conversando sobre sei lá o que, mas ignorei. As vezes eu os via nas aulas, mas na maioria das vezes eu encontrava Hermione na biblioteca, mas nunca passava de alguns cumprimentos. Passei a falar com os gêmeos e Lino Jordan depois do jogo de quadribol quando um dos gêmeos acertou um balaço na cara de Kol e eu ajudava Lino Jordan a narrar o jogo o que foi algo um tanto hilário, já que a McGonagall sempre nos dava um esporo por falar algo que não devia.

Nos despedimos da família Weasley que carinhosamente convidou a mim e a Kol para passarmos o final das férias com eles, já que nossa casa no Sul da Irlanda, onde passaríamos as férias, não era tão longe de onde a família Weasley morava. Quando chegamos em casa me deitei um pouco sentindo o conforto de casa e logo depois desci para jantar.

– Então como foi na escola? – Elijah perguntou na mesa de jantar.

– Nada de mais. – Eu dei os ombros respondendo a pergunta de Elijah.

– Se nada de mais significa que a nossa querida anã quase matou uma estudante. – Kol disse fazendo com que todos parassem de comer e olhassem pra nós.

– Serio?! – Eu ergui as sobrancelhas pra ele.

– Não precisa me chutar darling. – Ele deu um sorriso de lado depois que eu o chutei debaixo da mesa.

– Contem essa historia direito. – Niklaus nos olhou acusatoriamente.

– Sabiam que Kol é capitão e artilheiro do time de quadribol da Sonserina? – Eu disse desviando o assunto sorrindo quando o garoto me olhou com cara emburrada. – É um ótimo artilheiro, pena que nos fez perder a copa para a Grifinória.

– Vocês tinham que ver a forma superior com que a nossa querida Effy pendurou a estudante no teto com uma mão depois que a jogou contra a parede. – Ele disse chamando a atenção novamente.

– Perdemos a copa pra um garotinho de óculos que capturou o pomo de ouro depois de quase cair da vassoura. – Eu continuo a tentar desviar o assunto.

– Depois ela partiu a varinha da menina ao meio na frente de toda escola. – Eu percebi que ele começava a se irritar quando eu falava sobre seus feitos na escola.

– Kol é o primeiro de sua turma! – Eu falei com um sorriso falso. – Os professores estão impressionados com sua capacidade de ainda lembrar os feitiços depois de tanto tempo.

– Ela disse que vai ser a nova Queen B de Hogwarts. – Ele disse irônico.

– Kol recuperou a sua magia. – Consegui chegar a onde queria e todos olharam pra mim se esquecendo do que fiz com Pansy.

– Serio?! – Kol disse da mesma forma que eu falei pra ele.

– Ok chega vocês dois! – Meu pai disse irritado. – Vocês têm cinco anos por acaso?!

– Três e meio Nik. – Kol disse irônico.

– Fica quieto! – Ele realmente estava sem paciência. – Um de cada vez! – Ficamos quietos. — Que historia é essa de quase matar uma estudante?!

– Ela me irritou. – Eu rolei os olhos emburrada.

– E só por isso você quase a matou? – Meu tio disse reprovador. – E se desencadeasse o lado lobo?

– Ela falou mal de nossa família. – Eu disse indignada. – E da minha mãe!

– Então porque ficou só no quase?! – Meu pai perguntou tão indignado quanto eu.

– Pergunta ao idiota aqui! – Eu apontei para Kol.

– Me desculpe evitar que você fosse expulsa! – Ele levantou as mãos em rendição. – Ou que virasse um lobo e ficasse pra sempre com 11 anos!

– Kol tem razão. – Elijah disse fazendo todos o olharem com incredulidade. – Se matasse aquela garota traria sérias conseqüências.

– Isso é verdade, agora que historia é essa de Kol ter os poderes de volta? – Meu pai concordou e desviou o assunto.

– Roubei a magia de garota, próximo tópico. – Kol disse sorridente.

– Nosso ex professor de Defesa Contra as Artes das Trevas achava que alho funcionava contra vampiros. – Eu digo bebendo o sangue fresco.

– Como assim ex professor? – Elijah perguntou interessado por cima das risadas.

– Acho que ele morreu. – Eu fiz pouco caso.

– Como assim você acha? – Meu pai me olhou confuso.

– Pelo visto ele foi possuído ou sei lá o que por um bruxo das trevas. – Kol rolou os olhos. – Não se preocupe o nível de maldade dele não chega aos pés do seu.

– De qualquer forma eu não tenho medo de um cara que foi derrotado duas vezes por um pirralho de óculos. – Eu rolei os olhos.