Mad World
6 Chapter 5 - Two Gakupo
Notas iniciais
Eu voltei o///. E nossa, quantos favoritos!! '-'. Obrigada *^^*! E muito obrigada pelos comentários o// Me motivam demais!!!
o//
Espero que gostem desse capítulo. AHHHHHHH, eu estou tentando colocar a Luka e o Gakupo juntos mas ahhh eu estou fazendo uma confusão. Minha vida já é confusa e a fanfic também é, kkkk. Acho que estou enlouquecendo e ah, esqueçam.
Boa leitura o/
Miku não sabia o motivo de estar em uma cama, no hospital. Seus braços estavam enfaixados, seu corpo doía. Ele sempre doía. O mundo fazia com que sua mente doesse. E as pessoas a machucavam. Ela se machucava. Ela queria parar, mas não conseguia.
Não tirou o olhar da janela. O sol iluminava tudo. Miku quis que o sol a iluminasse. Só assim, talvez, conseguisse ser normal. Por que ela queria tanto ser normal? Olhou para seus braços. Sim, era por isso.
Miku suspirou e se jogou no travesseiro. Droga. Além de ser suicida, estava levando alguém junto com ela. Miku se esforçou e conseguiu se virar um pouco. Viu o garoto de cabelo azul escuro respirando profundamente, de olhos fechados.
Foi ele que mais se machucou. Havia quebrado costelas e um dos braços. Ainda ficara apagado por dois dias. Tudo por culpa dela. Miku queria morrer.
Ela continuou a observá-lo. Seu peito subia e descia lentamente enquanto ele respirava. Os cabelos estavam bagunçados. Miku percebeu que gostava de olhar o menino. Por quê?
Ah, sim. Ele lembrava, um pouco, aquele idiota... Miku resmungou baixinho. Que coisa! Por que não conseguia esquecê-lo?
Ela balançou a cabeça de um lado para o outro tentando parar de ficar entediada.
– Por que quis se matar? – perguntou o menino que Miku descobrira, assim que entrara no hospital, se chamar Kaito.
Miku se assustou.
– Ah, você não estava dormindo. – Miku comentou.
– Obrigada, senhorita Óbvio. – retrucou.
– Como você é estúpido. – Miku revirou os olhos.
– Ahã, sou eu que me jogo de colinas né? Bom saber. – Kaito ficou de costas para Miku. Por que ele tinha que ficar no mesmo quarto que o dela?
– Já pensou em cuidar da sua vida? – respondeu ríspida.
– Eu cuido da minha. E você, cuida da sua? – Kaito aumentou a voz.
Miku pegou um travesseiro e jogou em Kaito. Kaito reclamou.
– Qual é o seu problema? – gritou Kaito.
– Meu problema é você! – berrou Miku, em resposta.
Kaito abriu a boca para retrucar, mas foi impedido. Gakupo abriu a porta.
– Estou atrapalhando em algo? – perguntou.
– Não. – os dois responderam.
– Ahn, certo. – Gakupo se sentou em uma cadeira e ficou encarando os dois.
– Desculpe me intrometer, mas o que está fazendo aqui? – perguntou Miku.
– Ah, é. É que a Rin viria aqui, mas ela não passou muito bem e foi para casa. – Gakupo deu de ombros.
– Ela não passa bem em um hospital, e não faz nada? – Kaito questionou.
– Você nem é amigo dela. – respondeu Miku.
Gakupo se levantou.
– Acho que darei no pé também, vocês dois são insuportáveis. – Gakupo bufou e saiu do quarto. Poucos minutos depois ele apareceu com balões.
– Yo! – gritou. – Estou empolgado! Muito empolgado! Quando vocês melhorarem, podemos fazer um monte de coisas! Podemos dançar, podemos nadar, podemos brilhar. – Gakupo dava pulinhos. – Nós podemos até dominar o mundo!
Miku e Kaito ficaram chocados demais para reagir.
– O que foi minna-san?? – Gakupo os encarou.
– É que... Gakupo, você acabou de sair daqui furioso. – murmurou Kaito.
– Gakupo? Quem é Gakupo? – Gakupo começou a procurar por outra pessoa na sala, mas não achou.
– Você é o Gakupo. – Miku respondeu.
– Eu? Miku-chan, você está se confundindo. Eu sou o John. Lembra? O John do clube de teatro, coral, música... Miku-chan, você não lembra de mim??? E eu nem conheço esse Gakupo. Espero que ele seja uma boa pessoa e... – Gakupo encerrou a frase. De repente seus olhos assumiram um ar sombrio. – Af, eu nem sei o que vim fazer aqui novamente, vou embora.
E bateu a porta.
Fale com o autor