Mad World
7 Chapter 6 - Oh, Len...
Notas iniciais
Meu nyah tava bugado ;-;!!!! Enfim, obrigada pelos comentários!!!! *OOOOOOOOOO*!!!! Adoro lê-los!!!
Espero que gostem desse capítulo! Eu fiz com base na música I Like You, I Love You da Rin, mas não completamente. Bem, chega de spoilers.
Boa leitura o/
Rin colocou um vestido branco, um pouco rodado, com uma fita amarela na cintura. Ela colocou um lacinho branco no cabelo. Sentiu-se pálida, ao olhar no espelho, mas deu de ombros. Já estava acostumada a não ser percebida por todos.
Sua mãe bateu na porta, levemente.
– Está tudo bem, filha? – perguntou.
– Sim. – Rin respondeu. Ela iria para a casa dele, e não estava nervosa, nem ansiosa, nem nada. O que era incrível, pois, bem, ela sempre ficava ansiosa.
– Então termine logo de se arrumar porque estamos atrasadas. – Sua mãe fechou a porta. Rin continuou olhando o reflexo da garota no espelho. Será que ele ia olhar?
Ora, o que estava pensando? Ela iria lá para fazer um trabalho, não para perder tempo. Além do mais, eles dois não estariam sozinhos. Luka Megurine e Gakupo Kamui também iriam. Era esse o combinado.
Rin se sentia agradecida e furiosa sobre a ida dos dois.
“É só um trabalho Rin. Foque no trabalho” ordenou a si mesma. Pegou sua bolsa e correu até o carro.
Infelizmente, só um trabalho.
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Sua mãe estacionou o carro na frente da casa branca. Era uma casa moderna, parecia até um consultório. Um consultório... Rin apertou a barriga. Tudo bem, não era um consultório, só a casa de Len. Muito estranha por sinal.
Rin tocou o interfone e segundos depois uma mulher de cabelos negros escorridos abriu a porta. Pela roupa, Rin deduziu que fosse a empregada.
A loira entrou na casa meio desnorteada. Tudo era tão novo, e caro. E Rin era tão desastrada! Temeu quebrar alguma coisa. Ela atravessou a sala e sentou em um sofá desconfortável. Ficou dedilhando algo invisível e mordeu os lábios. Onde estaria Len?
Assim que se perguntou, o garoto entrou. Vestia uma roupa simples, um short e uma camiseta branca. O cabelo estava bagunçado e ele usava fones enormes. Ele passou na frente de Rin sem a notar. Depois parou e se virou.
– Ah, oi. – disse.
A voz dele era tão linda!
– O-oi. – gaguejou Rin.
– Os outros ainda não chegaram. Eu já adiantei o trabalho. Vou jogar um pouco, ok? Sinta-se em casa. – E sentou no outro sofá. Rin olhou para os próprios pés. Por que ela não conseguia pensar em nada de bom para dizer?
Rin começou a fantasiar uma conversa imaginária. Ela chegaria até Len e começariam a conversar um pouco. Ele riria das piadas dela e a faria rir. Aquilo motivou Rin a puxar um assunto.
– Eu, ahn, vou jogar um pouco lá dentro tá? – perguntou Len.
– Ah, bem, He-hey você pode esperar um minuto? – sussurrou dela. Droga. Ele a deixava tão nervosa.
Len a olhou, esperando qualquer manifestação.
– Eu queria falar com você. – Rin sussurrou de novo. O que disse? – Mas está ocupado, então desculpe.
O loiro deu de ombros e saiu da sala. Falhara. Vergonha 1x0 Rin.
Luka Megurine chegou e rodopiou pela sala. Ela vestia uma fantasia de fada. Rin não fazia ideia do por que da fantasia, mas decidiu aceitar sem perguntar nada. Não fazia sentido começar uma conversa sem nexo.
Megurine entregou uma laranja à Rin.
– Hum, obrigada. – Rin agradeceu.
Luka começou a dançar pela sala e Rin não conseguia parar de sorrir. Len voltou à sala e ficou assistindo ao show de Luka. Ele começou a rir.
– A propósito, o Gakupo não virá e eu acabei de fazer o trabalho. – anunciou.
– Mas-mas eu queria ajudar, eu não podia deixar você fazer o trabalho sozinho e – começou Rin, sussurrando. Len bagunçou os cabelos da loira.
– Tá tudo bem. Agora podemos jogar um jogo certo? – perguntou.
Rin assentiu. Megurine a puxou para fora do sofá e começou a rodopiá-la também. Deixou-a tonta com tantos giros e Rin acabou caindo em cima de Len. Rin praticamente pulou para o outro lado e se levantou. Ela começou a mexer no cabelo, nervosamente.
– E-então, o jogo. – Rin voltou a falar. Luka se jogou no sofá e começou a cantarolar uma coisa qualquer. – Que tal um jogo de palavras? “Ri-ri”. Ah, eu sou ruim nisso, me desculpe.
Len e Luka viraram a cabeça no mesmo sentido. O que estava acontecendo com Rin?
– Bem, eu, ahn, eu vou embora, porque, eu, bem, tchau. – Rin saiu correndo da casa de Len. Droga... Ela ainda se declararia para ele. Só precisava treinar de longe e ser mais eficiente de perto.
Só isso.
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