Luz e Trevas
11 Espadachins
Notas iniciais
— Sr. Milo eles estão possuídos acho que isso deve ser o bastante como resposta não.— Volveu irônico.
— O você quer?— Kamus tomou a frente.
— Somente o caos. — Minos sorriu abertamente.
— Isso já passou dos limites.— Milo perdera a paciência.— Liberte esses homens.
— Ou o que ? — Desafiou o Loiro.
Milo num movimento rápido seguiu em em direção ao platinado, mas ao desferir o golpe se arrependeu, um dos homem que estava possuído entrou na frente o recebendo pelo platinado e caindo aos pés do loiro morto.
— Milo pare.— Kamus foi em direção . — Ele usara cada homem em seu poder como escudo.
— Não se aproxime.— Minos ao dizer aquilo os homes a sua volta foram em direção a kamus.
— Kamus !— Milo ia voltar.
— Não de as costas para mim.— Minos desembainhou a espada.— Isso será divertido. Minos sorriu sádico para Milo.
→ No presente←
O platinado enfiou sua espada no ombro do loiro, fazendo-o arfar e afastar-se para trás, surpreso.
Eles batalhavam há horas, em um empate que deixava claro que o homem diante deles não era um simples homem.
Ele era bom com a espada e não temia o poder que emanava de Milo. Correndo na direção oposta de Minos , Milo segurava o ombro com a mão e conseguiu alcançar a espada que estava presa em uma pilastra havia a perdido ao defender-se de um golpe, rapidamente pegou-a, empunhando-a.
— Estou impressionado.— Minos não estava em Melhores condições . — O Senhor é resistente e isso é bom não teria graça matar um verme que nem se debate.
Minos não tardou em avançar sobre Milo, atacando o com sua espada, mas o loiro se defendeu, com certa dificuldade, estava em desvantagem somente podendo usar apenas uma de suas mãos.
O Cavaleiro de Pandora girou seu corpo, arrastando lamina com lamina até o limite e movimentando a sua, tentando atacar Milo na altura do pescoço, mas o loiro era inteligente e inclinando a sua espada barrou o golpe. Os rostos dos dois estavam muito próximos.
— Me pergunto por que não morre logo seria tão mais fácil? — zombou Minos. — Você é um inútil. Não consegue nem se defender .
—Se sou tão inútil como ainda estou vivo e ainda berrei seu golpe com uma mão só.— Milo devolveu.
— Realmente devo lhe parabenizar por isso.— Minos se afastou em um salto.— Mas quanto mais tempo passa comigo mais ferido fica seu reizinho.
O comentário fez o rosto de Milo se contorcer em uma careta nada feliz, afastado deles Kamus lutava arduamente com uma criatura feita de sombra e ainda se defendia dos golpes que recebia de seus subordinados que eram controlados, evitando qual quer custo mata-los.
— E o que vai fazer em relação a isso? — ironizou o platinado .
Milo fechou os olhos sorrindo arrogante ao homem a sua frente, inspirando profundamente, iria acabar com aquela luta, Milo se lançou na direção de Minos .
— Não fique tão confiante. — O loiro estava ao lado do outro, e só deu tempo de Minos virar a lâmina da espada, impedindo o ataque.
Milo riu satisfeito com tudo aquilo, a ferida em seu ombro ardia, mas não era nada que pudesse atrapalhá-lo, seu foco era acabar com aquilo e ajudar Kamus , com esse pensamento a dor estava distante e longe, podia ser ignorada.
Um golpe, dois, três, Minos fazia o que podia para defender-se Milo começara a ataca-lo com feracidade que antes, o loiro ali a sua frente era forte, o que dificultava as coisas para ele quando as espadas estavam sendo pressionadas aquilo o irritava, reunindo toda a sua força, conseguiu impulso, empurrando-o para trás.
Avançou sobre o Rei do Norte, sua espada indo na direção do coração, seu peito encheu-se de arrogância ao decretar a si mesmo que seria o fim, mas foi surpreendido quando ele usou a bainha para se defender.
—A bainha, você a usou para se defender. — Minos não acreditava.
— Não seja arrogante Monstro.— Provocou Milo.
Sem ter outra escolha Minos recuou, sua mente trabalhava em um modo de vencer aquele cara arrogante.
Minos olhou a situação do Loiro estava bem comparado a ele mas em termo de força ele tinha desvantagem então teria que vencer pela velocidade.
Minos atacava Milo com rapidez sempre tentando pega-lo em um ponto sego, mas o Rei do Norte se defendia habilmente e ficaram nisso por um longo tempo Minos atacando Milo com sua velocidade em diversos pontos.
O cavaleiro das trevas que observava como o loiro se mostrava cansado deu como ganha a luta, e aparecendo diante de Milo com a espada em direção ao seu coração, mas no ultimo instante ele defendeu-se usando novamente a bainha de sua espada.
Milo empurrou sua espada contra a outra e atacou o Minos , desferindo lhe um golpe, mas antes de ele acertar o outro, ele já havia sumido.
A sequência de golpes que o Milo deu depois fez o platinado ficar na ofensiva.
Distante observando a luta enquanto se defendia de um golpe Kamus olhava o desempenho de Milo, tinha um misto de sentimentos e o deixava inquieto.
Diante de si estava seus soldados aqueles que treinara, que acompanhara seu crescimento, ate aquele momento estava somente se defendendo o que lhe rendeu diversos cortes pelo corpo, m meio de seus homens havia uma criatura e sempre que tentava ataca-la um soldado entrava na frente recebendo o golpe.
— Já chega. — Kamus pediu perdão em mente pelo que faria naquele momento.
Ficando em pé com a espada diante do rosto o Rei Sul tomara uma decisão, não poderia matar seus subordinados, mas poderia impossibilita-los.
Com uma precisão nunca vista Kamus atacou cada um dos Homens que estavam sendo possuídos por Minos, fez-lhe cortes na altura dos joelhos e em seus braços, um a um cada homem caia diante de si Sobrando em pé somente a si e o monstro que ao ver aquilo rugiu um fúria e foi em direção a Kamus com um dos braços transforados em uma espada.
Começou uma em uma sequência de ataques, o monstro, em um último golpe, acertou Kamus no peito, Fazendo Kamus soltar um grito chamando a atenção de Milo e Minos.
—KAMUS!— Milo ia em direção ao ruivo, mas foi impedido.
—Já disse não ME DÊ AS COSTAS!— Minos entrou em sua frente.
Kamus levou a mão na ferida, encarando-a e foi quando o monstro o chutou-o, fazendo o cair no chão, o sangue jorrou do ferimento.
Possuindo certa dificuldade Kamus se levantou os olhos tão frios que a criatura deu um passo para trás.
— Se concentre Milo se perder eu mesmo o mato! — Kamus gritou para Milo.
O loiro sorriu diante das palavras do amigo e amante , ele estava certo nunca deveria perder.
Trincando os dentes, o ruivo ergueu a espada, pronto para atacar o monstro a sua frente sem misericórdia, o Rei do Sul deu um passo para frente, a espada jazia em sua mão direita dele, Kamus reunindo toda a sua força, conseguiu um impulso e se pôs a correr na direção do monstro, a ponta de sua espada tocava o chão, e assim como Kamus o Monstro correu em sua direção os movimentos foram rápidos e no instante seguinte o Lorde do Sul estava de joelhos de um lado e o monstro em pé do outro.
A luta de Minos e Milo continuou intensa o subordinado de pandora possuía alguns cortes pelo corpo e algumas partes de sua roupa rasgada. Parecia, mas o Lorde do norte não estava tão diferente, mas Milo sangrava mais e se apoiava e sua espada.
Vendo como o loiro estava fraco, o cavaleiro das sombras sorriu sacana, aproximando-se dele e dando-lhe um soco no estômago que tirou o ar de seus pulmões, sem demora outro golpe foi desferido, mas, dessa vez, no rosto do loiro.
Milo vacilou para trás, mas manteve-se em pé, a mão no rosto tocava o lugar onde fora atacado. Ele pareceu ficar em transe, os olhos apagas olhavam para o nada, mas quando piscou, voltando ao normal, seus olhos azuis brilhavam .
— Isso acaba aqui. — Disse serio.
Milo pegou sua espada, erguendo-a em posição de luta. Aquele seria o golpe final, Minos notou isso quando olhou-o nos olhos. Quem fraquejasse perderia.
Minos avançou com sua espada, mas Milo barrou-o, não tardando em contra-atacá-lo. O golpe fez as lâminas se chocarem, mas o som do tilintar das espadas era o único om ouvido.
O platinado se defendia facilmente, e sorria diante daquela proeza. Quando em um ataque o loiro empurrou para longe.
Milo ergueu sua espada, deixando-a reta, na direção do inimigo, mostrando a Minos que pretendia atacá-lo de frente, aquele seria o último golpe. Ou Milo acertava ou perderia suas últimas forças.
Sorrindo, Minos aceitou o desafio. Ergueu sua espada, deixando-a do mesmo modo e deu um passo à frente e Milo o acompanhou. E logo os dois corriam um na direção do outro.
As espadas erguidas, as expressões sérias e fechadas, os olhos determinados, quando os dois se cruzaram, passando de um lado ao outro, se formou um silêncio mortífero.
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