Luz e Trevas

12 Eles caminham


Notas iniciais
Olá, como vai vocês? um ano né uma longo e tortuoso ano se passou sem nenhuma atualização, eu sei que deveria ter feito algo, ou pedir desculpas mais isso não faria voltar o tempo passado e tudo mais, mas digo que mesmo com os imprevistos das vida e das rotinas e dos problemas que tive eu nunca esqueci vocês e essa historia e as outras e é por esse sentimento enraizado que voltei, quero que saiba que passei por momentos difíceis na minha vida e pensei em desistir de tudo e não as coisas não melhoraram mas por esse motivo eu estou aqui, pois alguém me fez notar que se eu continuasse a fazer aquilo que gosto, que me relaxa e me deixa um pouco feliz tudo ficaria menos pesado e mais suportável então é isso, eu estou aqui e espero que me aceitem de volta. Enfim Boa leitura.

“Ao atravessarem a porta eles puderam avistar Shun ele estava de pé de costas para ele e parecia sussurrar algo e tinha algo em suas mãos”.

— Shun.— Aiolia chamou.

— Olá .— Os olhos vazios miram Ikki.— Meu filho."

— O que? —Ikki estava atônito.

— Desculpe pelo transtorno, Aiolia, prometo devolvê-lo depois de concertar tudo o que meu imaturo e despreparado filho fez.

— Ikki, o que esta acontecendo? Quem é? — Aiolia acompanhava o desenrolar da cena confuso.

— Que triste, onde esta a educação que passei à você Ikki? Eu sou Escuridão. —Respondeu fazendo uma reverencia.

— O que você quer? — Ikki não estava gostando daquilo que via.

Se ele resolveu sair e estava ali era um sinal muito mais profundo e critico do que estava acontecendo, ele não podia abaixar a guarda ainda se lembrava do começo dos tempos e como ele era e sua capacidade.

— Vim concertar tudo o que você vem fazendo de errado. Achei que estivesse pronto para essa responsabilidade, mas acho que me enganei.

— O que pretende fazer?

— Vou fazer tudo voltar a ser como antes, vou cobrir nossa parte de direito com as trevas que nunca deveriam ter sido retiradas e expurgar todos esses bastardos que sua criação fez.

— Bastardos?

— Sim, jovem rei, Pandora conseguiu criar seus próprios servos que demonstram força e habilidade contra o seu povo.

— Mas todos no palácio.

— Não criança, estão andando e trazendo caos sobre seus reinos e planícies, eles saíram sem esforço pelas nossa portas e tudo porque você foi fraco Ikki! Sua fraqueza criou Pandora, seu desejo egoísta derivado do medo da solidão criou algo vazio e instável, ela é uma boneca de egoísmo preenchida pela missão de lhe fazer companhia. — Escuridão encarava Ikki com fúria e desgosto, apesar da diferença de altura entre Ikki e Shun, Aiolia sentia a superioridade que era emanada do corpo de Shun. — Me diga Ikki, o que acontece quando as trevas não tem mais um objetivo?

— Elas caçam e destroem. — A fúria fluía nas palavras.

— Elas caçam e destroem tudo! Pandora vai destruir tudo e todos que foram ou vão ser qualquer ameaça a ela e graças a você, à sua desobediência e irresponsabilidade ela tem poder para fazer isso e muito mais! Eu deveria acabar com tudo de uma vez e começar das cinzas.

— Mas... — Shun levantou a mão na direção de Aiolia em um sinal que pedia silêncio.

— Ikki eu o criei com a esperança que fosse melhor do que eu, esperança não pertence a nós não é da nossa natureza. Vou levar em consideração tudo que Shun falou sobre você e o relacionamento que tem com Hyoga, apenas uma chance é tudo o que terá de mim, se falhar irei fazer o mundo regredir e apagarei você e tudo o que criou até agora, vou restaurar nossa antiga glória. Não me faça perder a esperança que tenho em você. — Disse enquanto segurava o rosto de Ikki até vê-lo confirmar com a cabeça. —Ótimo.

— Por quê? —Shun ia se retirar pela porta quando Aiolia o segurou pela mão.

— Desculpe, mas ainda não posso deixá-lo, por mais que sua luz seja forte ela esta frágil agora, se eu não estiver aqui lhe dando tempo para se recuperar ele pode desaparecer. Sinto muito por fazê-lo passar por isso Aiolia. — Ao ouvir a última frase Aiolia pode perceber que as íris se tornaram verdes, mas as partes brancas ainda estavam negras.

— Tudo bem, vai ficar tudo bem. — Aolia o puxou para um abraço forte deixando o queixo passar pelos cabelos negros, estranhando um pouco a textura. — Vamos voltar e comer alguma coisa e descansar.

— Aiolia, não precisa agir como se fosse normal.

— Não estou fazendo isso por você, faço pelo Shun. Foi um dia agitado eu só quero acabe e amanhã seja diferente. Ikki conto com você para que faça isso acontecer.

Ikki o encarou surpreso, em toda sua existência tinha encontrado poucos olhares tão determinados quanto de Aiolia, sabia que se falhasse o jovem rei acharia uma forma de resolver tudo mesmo que custasse sua vida. Ikki era um rei orgulhoso não toleraria alguém morrer para consertar seus erros.

— Eu lhe juro Aiolia, vou garantir o fim de Pandora



Milo caiu de joelhos no chão, do outro lado Minos estava de pé, o coração de Kamus foi à boca, pois isso era o fim, o loiro havia perdido, ele próprio estava ferido o que faria. O loiro olhou para o platinado, sua cabeça estava a mil, já se preparando para todas as possíveis consequências e atitudes que tomaria, mas o corpo de Minos balançou e em um baque foi ao chão e abaixo de si uma grande possa negra se formava e junto dele os corpos dos soldados possuídos também caíram desacordado.

O ruivo solto o ar que nem percebeu que havia prendido

— Milo. — Kamus chamou em um grito

— Achou que eu iria perder. — O loiro debochou jogando a cabeça para trás revelando um corte em sua testa que sangrava.

— Idiota. — Kamus se levantou apoiado na espada. — Nunca.

Ali no Reino Sul a paz havia voltado a brotar em meio a pilha de corpo,s enquanto nos portões do Reino Leste, som tenebroso de uma marcha cadenciada se ouvia e comandando eles vinha a á frente montada em uma espécie de lagarto gigante vestida em uma armadura formada por cobras, segurando um tridente em uma postura altiva e um olhar mais mordaz que um animal pronto para abater sua presa estava Pandora.

Dentro do Castelo na Torre mais alta Mu e Shaka olhavam serenamente para o céu que antes estava azul límpido, sem nenhuma nuvem maculando sua grandiosa extensão azul.


— Esta a caminho, você sente não é? — Mu um homem de semblante doce desviou o olhar do céu e os direcionou para o outro ao seu lado.

O loiro passou três contas por entre os dedos, ato eu não passou despercebido.

— Está certo de sua decisão? — O lilás questionou sem tirar os olhos do céu onde as nuvens se tornavam escuras e espeças.

— Sim, Mu. —O loiro tocava nas contas que segurava na mão direita.

—agora vá eles precisam de você.

O lilás concordo com um aceno, deu as costas ao loiro não antes de suas mãos se tocarem brevemente e a energia elétrica passar por eles. A silhueta do homem de aparência exótica sumi.

—volte para mim. — O loiro abaixou o olhar do seu e o lançou a o local onde o outro estava minutos antes.

Shaka caminhou para saída da torre, precisava encontra-lo, seria intenso o momento mas sabia seu papel em tudo aquilo e assim como si próprio ele sentia pra onde o destino se encaminhava e que suas consequências trariam uma nova era. Chegando ao fim da escadaria ele viu seus homens se organizarem metodicamente.

— Qual são as ordens Senhor? — O líder da guarda perguntou, Kiki tinha os olhos flamejantes diante de uma batalha.

—Proteja este castelo e povo ate meu retorno preciso encontrar uma pessoa muito especial.

— O senhor precisara de que alguém o acompanhe? — A voz do jovem tremeu.

— Não necessito. — Disse enfático.

O olhos do jovem mostraram uma sombra de preocupação, como eles eram parecidos, tão sinceros com os olhos, ele s não escondiam nada, seu peito se apertou levemente, o Rei do Leste se aproximou de Kiki e disse baixo e suavemente para somente ele ouvir.

— Eu ficarei bem minha criança, Nós voltaremos é uma promessa.— Ao dizer essa frase o Loiro voltou a sua posição altiva e inabalável.

— Sim Senhor— E os olhos queimavam novamente.

— Que a luz esteja convosco.

Do lado de fora em formação de batalha estava o exercito das trevas, se ouviam rugidos e gemidos dos mais grotescos todas as criaturas tinham formas bizarras e assustadoras, com dentes, garras, chifres monstruosos e agora caminhando e frente a eles estava ela a agora proclamada Rainha das Trevas eternas Pandora.

— Matem tudo e não deixem nada.

Notas finais
Esse é o meu retorno não tão triunfante como eu desejava mas EU VOLTEI. Até próximo cap. Beijos.