Luz Na Escuridão
19 E tudo acabou...
Notas iniciais
Fiz esse cap rapidinho, devido às pressões que estou recebendo... shuahsuhsuha!
Espero que vcs gostem, embora, esse cap não termine muito bem...
Mas lembrem-se! A vida não é um conto de fadas e coisas ruins tbm acontecem. infelizmente!
Desculpem os erros.
=)
Empurro Robert com todas as forças que tenho. Sua atitude só fez aumentar minha raiva. Dou um tapa. Dois. Três. Várias! Esbofeteio a sua cara. Descontrolada eu grito:
— Está louco? Esbravejo.
— Carolyne, eu te amo! Nunca te esqueci. Nunca! Voltei determinado te reconquistar. E olha, o destino está á nosso favor... quando comprei essa empresa, não sabia que você trabalhava aqui. Juro! Não sabia... e olha só! Te encontrei aqui... isso é destino Carol, destino... Ele tenta se aproximar e dou um passo para trás e ergo minhas mãos fazendo uma barreira.
— Não chega perto de mim! Que destino? Não existe destino! Você me causou muito mal... nunca vou te perdoar. Entendeu? Escutou? Agora prepara meus papéis, que eu estou pedindo demissão. Robert fica com o olhar perdido. Ele não esperava isso.
— Não vou preparar papel nenhum! Você não vai pedir demissão porra nenhuma! Ele aumenta a voz. Você quer esse jogo de gato e rato, então vou participar dele. Eu disse que ia lutar pelo teu perdão. Você sair daqui não vai resolver nada! Porque vou atrás de você! Até quando você vai carregar essa mágoa? Esse ódio? Éramos adolescentes... o que você esperava de mim? Eu só queria saber de sair enfiando o pau por aí, e aquela vadia da Débora não largava do meu pé! Ficou mais de um ano me enchendo o saco! Robert está nervoso. Essa revelação é um baque para mim. Débora correu atrás dele durante um ano? Que vagabunda! Amiga da onça! Eu gostava muito de você Carol... mas eu era um moleque. Não sabia o que queria da vida!
— Nada justifica! Se gostasse de mim, não teria feito aquilo comigo! Porque nunca me contou sobre Débora? Que ela dava em cima de você? Depois de tantos anos estamos lavando a roupa suja.
— Falar pra quê? Você era cega pela Débora... confiava mais nela do que em qualquer outra pessoa. E eu não pretendia te trair, foi burrada minha! Juro que só foi essa vez... juro! Não dou mais importância ao que ele diz. E com a maior frieza do mundo, o encaro.
— Você só queria enfiar o pau por aí Robert? Mas enfiava muito mal! Você só pensava em você! Disparo.
— O quê? Ele parece não acreditar.
— Isso mesmo! Você não serviu nem para me comer direito! E com essa ousadia, eu saio da sala. Caminho rápido até minha sala e a tranco. Estou tremendo, preciso sentar. Com a cabeça entre as mãos, eu penso. Penso... penso! O que eu faço? O que eu faço? Digo a mim mesma. Decido pegar minha bolsa e ir embora.
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Chego em casa com o coração disparado. Preciso relaxar. Saí da empresa sem falar nada e sem avisar ninguém. Não sei o que faço! O maldito do Robert não quer aceitar minha demissão. Preciso pensar numa solução o quanto antes. Fico deitada no sofá, olhando par o teto e com a cabeça a mil. Ele não podia ter me beijado! Não podia... meu Deus! Vejo que já está na hora do almoço, mas a fome não vem. Quero ficar apenas deitada, nada mais. Durante muito tempo permaneço imóvel no sofá. Até que alguém bate violentamente na porta. Levo um susto. Que merda é essa? Quando abro, vejo um Henry desconhecido. Com fúria nos olhos. Ele entra. Não pede licença.
— O que houve? Pergunto preocupada.
— Porque você fez isso? Ele grita como um doido.
— Isso o quê? Fico sem entender nada.
— Beijou o Robert! Sinto minhas pernas amolecerem. Como ele sabe? Aquele desgraçado contou para ele?
— Eu não o beijei Henry! Ele me agarrou, mas consegui escapar dele e o enchi de tapas! Digo.
— Merda! Merda! Merda Carolyne! Ele está louco. Mas logo sua respiração volta ao normal e ele me encara. Ele me convidou para almoçar, e adivinha pra quê? Para contar que te beijou, se declarou e que sentiu que você ficou balançada com isso. Fico espantada.
— Então diz para seu priminho querido, que ele é um louco desgraçado! Porque eu não senti absolutamente nada com seu beijo e muito menos com sua declaração. Muito pelo contrário! Estou possuída de ódio! Henry continua me encarando e pensa por um tempo. Então continuo. O que foi isso Henry? Você sabe que eu não gosto do Robert... eu sou sua! Você sabe que eu sou sua! Digo enquanto tento me aproximar de Henry e passar minha mão em seu rosto. Mas ele a segura.
— Você se cortava por causa dele. Seu tom é frio.
— Eu era nova, Henry... por favor! Que insegurança é essa? Você não confia em mim?
— Insegurança? Não tenho merda de insegurança nenhuma! Meu Deus, porque você é a ex do meu primo? Ele diz enquanto fecha os olhos.
— Está arrependido? Você não me quer mais, é isso? Henry fica por um tempo com os olhos fechados. Respira fundo e os abre.
— Ele não vai desistir de você. Sempre vamos ter que se encontrar escondido? Eu não quero isso e você também não merece isso. Meu coração gela.
— Não precisamos ficar escondido! Que se dane o Robert! Vamos assumir e... Henry me interrompe.
— Não temos nada para assumir Carolyne. Isso aqui é um jogo. Lembra? Suas palavras me atingem. Para quê assumir? Só para Robert e eu brigarmos e no fim nenhum dos dois ficar com você? Já que um dia isso vai ter um fim, que seja agora! Ele solta minha mão e caminha até a porta. As lágrimas querem sair dos meus olhos. Mas sou forte e as seguro.
— Claro que é um jogo Henry! E como eu disse uma vez, a gente nunca vai dar certo. Ache outra mulher para foder! Quero que você e o Robert vão para o inferno! Vocês são todos iguais. Todos! Fica com seu priminho de merda e me esquece! Estou gritando.
— Eu não sou como o Robert! Henry esbraveja.
— Você me dá nojo! Sai daqui! Grito. E sem olhar para trás, Henry vai embora e leva consigo toda minha alegria.
Notas finais
Deixem seus comentários!!!!!!!!!
Bjs amadas... inté!
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