Notas iniciais
Oie vocês, demorei mas cheguei e com um capítulo enorme para vocês. Quro agradecer aos comentários do capítulo anterior e fico feliz que tenham gostado amres.

– Então quer dizer que você não está morando aqui... – Damon disse com um tom pensativo, caminhando pela ampla e clara sala de estar da nova casa de Elena examinando os detalhes do local – Você me enganou, Elena Gilbert.

– É, talvez eu tenha lhe enganado mesmo mas sobre a casa eu omiti alguns fatos... – ela respondeu perversamente, observando o rapaz caminhar por sua sala enquanto mordia o lábio inferior com ideia de tê-lo em sua casa sozinho com ela – Quer beber alguma coisa? Uísque, vinho, água...

– Vou aceitar uma dose de uísque, por favor! – respondeu Damon, virando-se em direção a mulher que seguia para um canto da sala onde havia um grande operador de estrutura de madeira e superfície de vidro que sustentava as bebidas e utilitários para o mesmo.

– Mas respondendo a sua pergunta; eu estou morando aqui mas irei para a casa de meus pais quando a reforma começar, provavelmente eu venha para cá nos finais de semana mas depende da situação e da bagunça que estiver aqui... – disse Elena, separando dois pequenos e achatados copos, colocando duas pedras de gelo em cada um para em seguida enchê-los com o líquido escuro – Ops, desculpe-me, não perguntei quantas pedras de gelo queria em seu uísque, eu normalmente coloco duas para mim, foi força do hábito...

– Tudo bem, duas está bom... – Damon assentiu, pegando o copo que Elena o entregava – Eu realmente não sabia que você gostava de bebidas tão fortes, Rebekah sempre reclamava que era difícil comprar as bebidas do seu gosto para a reunião de vocês – falou ele, analisando a diversidade de bebidas com alto teor alcoólico a maioria e indicando ao uísque que ela bebericava.

– E isso só prova o quanto Rebekah consegue ser exagerada quando quer e que tem coisas sobre mim que você adoraria saber... – Elena provocou em uma voz macia e sedutora, dando uma piscadela para o rapaz.

“Tenho certeza que sim” pensou Damon, controlando-se para não dar uma resposta a altura da provocação de Elena.

– Não é muito deprimente ficar sozinha nessa casa enorme? – perguntou Damon, voltando a analisar o local onde eles estavam.

– E quem disse que eu fico sozinha? – desafiou Elena com uma sobrancelha arqueada – Durante a semana certamente eu fico sozinha aqui mas a maior parte de meu tempo eu passo na construtora trabalhando, já nos finais de semana eu chamo algumas amigas para cá... Esse é um dos grandes motivos pelo qual quero ampliar a área dos fundos da casa e fazer uma grande piscina e um mini cinema no andar de cima.

– Essa casa realmente foi um ótimo investimento!

– Sem dúvidas... – suspirou fundo – Então, quer conhecer o andar de cima?

– Hm prefiro deixar essa parte para seus convidados especiais dos finais de semana, Rebekah surtaria se soubesse que além de estar sozinho com você em sua casa, eu fui conhecer o andar de cima dela... – Damon respondeu de forma debochada que enchera os ouvidos da morena pelo tom provocativo que ele utilizara. Mesmo que inconsciente, Damon estava começando a flertar com ela e responder a suas provocações e não havia nada que ela quisesse mais que tê-lo se entregando daquela forma.

– E quem disse que ela precisa saber que você esteve aqui comigo? – ela provocou, aproximando-se lentamente de Damon com um sorriso que exalava sedução – Você, por sinal, é o primeiro homem que eu trago aqui depois de Max, mas Max é uma mulher no corpo de homem então não conta...

– Eu sou o primeiro homem que você traz aqui? – Damon perguntou incrédulo, soltando um riso debochado – Conte a próxima piada Elena Gilbert! Eu conheço sua fama bem o suficiente para saber que isso não condiz com a realidade...

– Se você me conhecesse tão bem saberia que eu só trago um homem até minha casa quando eu realmente desejo ele, Damon... – respondeu ela, com uma voz tão macia e ao mesmo tempo tão predadora quanto o som do rugido do uma leoa, aproximando-se o máximo que conseguia do rapaz que começava a enrijecer sua postura – Confesso que estou realmente curiosa para saber o que tanto falam de mim, são coisas boas?

– Depende do ponto de vista... – ele riu, encarando fixamente os lábios vermelhos e umedecidos pela bebida da mulher.

Damon não sabia dizer até que ponto a fama de Elena era boa, não tinha uma opinião concreta formada sobre a imagem da moça, afinal, costumava a dizer que Elena era a única a decidir o melhor para si – o que irritava sua esposa quando a mesma insistia em alfinetar a amiga para o marido, mas naquele momento o que diziam sobre Elena estava começando a afeta-lo. Não só a ele mas seu casamento e àquela parte de seu corpo que começava a formigar pelo sangue concentrado.

– Eu quero saber o que você acha dela... – Elena disse, encostando seu corpo ao de Damon de forma que uma de suas pernas ficasse entre as dele e, sem que pudesse evitar, a mulher percorreu uma de suas mãos pelo peitoral coberto pela camisa social de Damon por debaixo de seu terno.

A sensação de finalmente estar o tocando, mesmo que por cima da camisa, era incrível parecia que seu ser enchia-se em um sentimento inexplicável de êxito e deleite. Era o homem que ela sempre desejou que estava tocando, tinha como ser mais gratificante sentir seus músculos bem definidos enrijecendo sob seu toque? Aliás, tinha sim, tê-lo nu em sua cama enquanto gemia seu nome extasiado de prazer.

– Ela nunca me incomodou, até agora... – ele respondeu, xingando-se mentalmente por estar reagindo daquela forma com os toques e a proximidade de Elena.

– Então porque você não tira suas próprias conclusões? – sugeriu a mulher, subindo a mão que acariciava seu peitoral até os cabelos da nuca de Damon para sussurrar a proposta mais indecente que ele já havia recebido.

Um arrepio de excitação percorreu o corpo do moreno e no instante seguinte, em meio aquele tesão certa revolta ocorreu por ele, o fazendo empurra-la até a parede mais próxima onde havia um móvel que ele não conseguia definir exatamente a função.

– Você fez tudo isso de propósito, não foi? A história da televisão, sobre Rebekah, tudo de caso pensado! – Damon fitava ferozmente Elena, a mantendo com força contra a parede e segurando com ainda mais firmeza em sua cintura. Ele fervia de raiva, mas ainda mais que raiva, Damon fervia de desejo por aquela mulher e sua audácia.

– Tudo o que eu disse é verdade, você já foi bem mais esperto se ainda duvida de algo que falei, Damon Salvatore... – ela provocou extremamente ofegante, sentindo cada parte de seu corpo ser invadida por um desejo ainda maior e um tesão inigualável com aquele momento. Apenas o tom firme, a forma com que ele a pressionava contra a parede e que apertava sua cintura fora o suficiente para deixa-la febril.

– O que você está insinuando, Elena? – perguntou Damon, intrigado e já e ao mesmo tempo exaltado, principalmente em relação a história de Rebekah.

– Não estou insinuando nada, mas apenas uma noite não pode ser tão errado afinal... – disse ela, erguendo o queixo com superioridade acarretando em uma árdua proximidade de seus rostos e consequentemente lábios. Elena sentia a respiração quente e descompensada do rapaz bater em seu rosto, misturando-se com a sua e seu hálito etílico inebriando os sentidos de ambos – Eu sei que quer tanto quanto eu, Damon... – ela roçou-se nele sentindo uma consistência sob a calça social do rapaz que a fizera sorrir internamente.

Tudo acontecera muito rápido, repentinamente Damon levou uma de suas mãos aos cabelos de Elena acabando com a pouca distância entre eles e sem dar tempo para a morena codificar o que havia acontecido, seus lábios chocaram-se aos dela de uma forma faminta. Instantaneamente Elena tratou de puxa-lo para si pelos seus ombros largos temendo arrependimento do rapaz e separou seus lábios para que aquele tão esperado encontro de línguas acontecesse e assim que aquela língua quente fez contato com a sua, um longo gemido sôfrego de rendição fez o peito de Elena vibrar na mais deliciosa sensação de vitória. Era ainda melhor do que ela imaginava, seus lábios eram ainda mais macios que ela julgava e aquele sabor amargo da bebida que há pouco o homem havia ingerido deixava aquele beijo ainda melhor e envolvente, daquela vez era real ela realmente estava beijando Damon Salvatore após três longos anos ansiando por um mísero contato que fosse.

Era inexplicável a intensidade daquele contato e a ferocidade daquele simples beijo, chegava a ser cruel e quase que dolorosa a impetuosidade com que Damon provava dela, causando as mais diversas sensações e um desejo descomunal em ambos os corpos. Ele puxava com firmeza os longos fios chocolate, emaranhando-os em seus dedos em uma tentativa de domar aquela mulher insaciável e que não deixava-se ceder pelo lado dominador do rapaz, ela esperara tempo demais para submeter-se a ele como se fosse ingênua no assunto e não havia nada que ela quisesse mais que aproveitar daquela noite como se fosse a última vez que fosse para cama com algum homem. Os lábios dos dois acariciavam-se com paixão e a carícia sensual de suas línguas havia tomado um ritmo tão envolvente que nenhum dos dois gostaria de parar com aquilo, nem mesmo Damon que continuava em uma luta interior sobre o certo a se fazer e muito menos Elena que tinha absoluta certeza de que nunca havia se excitado tanto com o simples ato de beijar a boca de alguém.

Com o intuito de retomar o fôlego que já havia se tornado escasso para ambas as partes, Elena desce suas mãos até os ombros de Damon adentrando com elas por debaixo do paletó para retirar a peça a medida em que tocava os ombros e braços másculos dele e em seguida, afrouxou o nó da gravata vinho com destreza dando o mesmo fim que dera ao paletó que encontrava-se no chão. Damon parecia fascinado com ela, recusava-se a desviar o olhar daquela morena, de seus lábios inchados e avermelhados pelo beijo ávido e o batom que ele borrara, dos olhos castanhos que exalavam desejo e perversidade e daquele corpo escultural que estava o fazendo estremecer de vontade de enterrar-se nele. Ela estava extremamente ofegante e o sobe e desce de seu peito deixava seu decote ainda mais convidativo aos olhos de Damon e ao perceber a forma com que o moreno devorava seus peitos, Elena obrigou-se a morder com força seu lábio inferior para conter um sorriso e controlar a vontade de fazer algum comentário que o incentivasse a fazer o que tanto desejava, ela queria que ele tomasse a iniciativa de toca-la e queria também intensificar o desejo do rapaz por aquilo.

Com apenas um leve roçar de seus lábios dormentes aos rosados de Damon, Elena guiou seus beijos ao pescoço do homem onde mais uma vez soltou um gemido sôfrego ao constatar a perdição que era aquele local perfumado e o sabor de sua pele. O almiscarado um tanto amadeirado e picante parecia deixar aquele homem ainda mais sedutor e sensual e aflorava ainda mais o apetite da moça por ele. A medida em que Elena passeava com seus lábios e sua língua pelo pescoço de Damon, suas mãos trabalhavam nos botões da camisa do homem que a pressionava com força contra seu corpo, querendo fundir-se de uma vez a ela, as mãos firmes de Damon a seguravam com força pela cintura e ora ou outra desciam até seus quadris pressionando-os igualmente forte e prosseguiam até as nádegas dela, friccionando seus quadris para que ela percebesse o quanto ele estava excitado. Na verdade, excitado era pouco para definir o estado em que se encontrava, Damon estava enlouquecendo de tesão por Elena de uma forma tão intensa que nunca havia sentido por nenhuma outra mulher, nem mesmo por sua própria esposa, Elena o tocava com maestria, explorava seu corpo com a veemência de quem explora novas terras e a cada beijo selado em seu pescoço ele sentia-se completamente entregue àquela mulher. Não havia mais resquícios de dúvidas de que ele realmente queria leva-la para cama.

Damon permitiu que Elena abrisse sua camisa e assim que ela livrou-se da peça de roupa a jogando em algum lugar daquela sala e que passou um tempo significativo analisando aquele físico perfeito do rapaz enquanto arrastava suas unhas um tanto compridas por sua pele, ele a puxou novamente para si em um solavanco que a fizera desiquilibrar-se sobre seus saltos e agarrar-se nos ombros largos e agora nus de Damon.

– Gosta do que vê? – ele perguntou, sussurrando no ouvido de Elena que estremecia não apenas com o contato da pele quente e com o físico de Damon mas também pela rouquidão de sua voz excitada em seu ouvido.

– Você não faz ideia o quanto... – ela respondeu igualmente excitada, sussurrando no pé do ouvido de seu ponto de apoio.

Tão rápido quanto havia feito anteriormente, Damon voltou a beija-la, mantendo seu braço firme em volta da estreita cintura de Elena e em meio aos beijos caminhou cegamente pelo local desconhecido a guiando em direção que lembrava estar o sofá. No meio do caminho Elena livrou-se de seus saltos e prendeu-se aos cabelos de Damon, sorrindo contra os lábios dele ao constatar o quão macios aqueles fios eram, fazendo-o utilizar dessa brecha para puxar com força o lábio da mulher entredentes. Um suspiro fundo de excitação encheu os pulmões de Elena e antes que ele aproveitasse de sua brecha novamente, ela começou a empurra-lo até que o corpo dele afundasse no sofá e ela se sentasse em seu colo de modo que mantinha sua cintura entre as coxas da morena e que ela sentasse sobre aquela protuberância de dentro das calças de Damon, deixando apenas uma brecha para que suas mãos trabalhassem no cinto e no botão da mesma. Com um sorriso perverso nos lábios, Elena começou a rebolar lentamente sobre aquela saliência, mordendo o lábio inferior em meio ao sorriso enquanto buscava apoio na nuca de Damon com uma mão enquanto que com a outra tentava desfivelar o cinto do moreno.

Sem conseguir aguentar tamanha provocação e lentidão de Elena com o processo de despi-lo, com certa brutalidade Damon retira as mãos delicadas da moça de onde estavam e abre ele mesmo o cinto junto com o botão da calça, permitindo que Elena prosseguisse com o processo. A perversidade tomou conta daquele par de olhos castanhos quando a imagem daquele homem apenas de cueca boxers cinza, sentado em seu sofá com uma expressão de puro desejo e ansiedade, apareceu diante de si. Se Damon vestido de terno e gravata conseguia ser absurdamente sexy, ele excitado e usando apenas uma boxers era algo ainda mais excitante... E agora Elena tinha o enorme prazer de ter presenciado tal situação.

Assim como fizera quando tivera o rapaz sem camisa diante de si, a morena percorreu o olhar minuciosamente por aquele corpo sentado de pernas abertas para si, abrigando seu corpo delicado ajoelhado entre elas. Ele de fato era ainda mais perfeito do que um dia ela pudesse imaginar; seu corpo parecia ter sido esculpido devido a tamanha beleza e precisão, com um físico atlético e bem definidos na medida certa, braços fortes, ombros largos e um abdômen que qualquer homem ansiaria em ter e qualquer mulher desejaria se perder. Logo abaixo de seu umbigo, junto com um sutil caminho da felicidade e as entradas de seu quadril que desciam até o elástico de sua boxers, estava o objeto de desejo de Elena que a fizera sorrir surpresa e impaciente devido ao tamanho e grossura da virilidade do homem. Exatamente como sonhara, ou até melhor. Mantendo o contato visual a mulher tocou as coxas torneadas do rapaz deliciando-se em toca-lo daquela forma enquanto subia em direção ao local entre as pernas dele, observando cada reação com um sorriso presunçoso. Por cima do tecido da única peça de roupa que restava em seu corpo, Elena tomou em mãos a ereção marcada dele que estremecera ao sentir o contato, ficando ainda mais rija e maior. Com seus dedos finos porém ágeis ela o masturbou lentamente acariciando o local por um longo tempo, pressionando a rigidez viril que pulsava em sua mão, tentando ao máximo controlar a vontade de despi-lo por completo e toca-lo sem nenhuma barreira, até que finalmente sentiu o tecido umidificar levemente pela lubrificação dele.

– Não enrola, Elena! – grunhiu Damon exasperado – Eu quero sentir a sua boca...

A morena gargalhou alto de prazer com o pedido desesperado que encheram seus ouvidos, nunca pensara que um pedido como aquele fosse lhe causar tanta satisfação como naquele momento. Com um sorriso perverso ela umedeceu seus lábios com a língua sendo assistida pelo moreno dos olhos azuis que estava ansioso pelo contato de sua boca, e após ter conseguido tirar por completo o pano cinza que cobria o corpo de Damon, ela mordeu com força seu lábio inferior confirmando o quão vigoroso era aquele homem. A vontade de tê-lo enterrado dentro dela e de montar em seu colo apenas intensificava a medida que imaginava o tamanho prazer que seria recebê-lo, mas definitivamente ela não iria deixar de satisfazer o desejo de dar prazer de todas as formas possíveis àquele homem e sanar a vontade dele de sentir sua boca na parte de seu corpo que ele mais necessitava de atenção. Sem mais delongas, Elena volta a acariciar a ereção do rapaz e lentamente inclinou-se para acalca-la com a boca até que seus lábios fechassem em volta do topo inchado do local.

Primeiramente ela apenas passou a língua em volta e desceu até o início, fazendo Damon suspirar fundo de prazer e tencionar-se sobre o sofá, ele estava tão excitado que o sútil contato da língua da moça fora o suficiente para fazê-lo quase delirar de prazer. Lentamente ela repetiu o ato de percorrê-lo com a língua e após mais um sútil beijo o abocanhou quase que por inteiro arrancando um gemido rouco do rapaz que levara seus dedos aos cabelos da mulher que estava entre suas pernas, ele sentia-se no céu provando desse prazer. Elena, mais uma vez, não mediu esforços em não provoca-lo, provava-o sem pudor algum e tinha a intenção clara de dar prazer à Damon, empenhando-se com seus planos e sendo muito bem sucedida. Sugava-o com intensidade enquanto fazia movimentos de vai e vem com a mão com o que restava até que diminuísse de ritmo e usasse auxilio de sua língua com o que estava dentro de sua boca. Sem a mínima piedade do estado do rapaz ela intercalava a forma com que o chupava levando-o a um grau de prazer e desespero que ele julgava ser impossível atingir, ora mais forte o retirando e o colocando rapidamente em sua boca, ora mais fraco apenas o sugando e trabalhando com a língua pela pele macia que cobria sua ereção rígida.

Damon, por sua vez, gemia entredentes e contorcia seu rosto em uma expressão clara de prazer – que Elena observava sob seus cílios e controlava-se para não sorrir. A cada vez que os lábios macios dela abrigavam o membro do homem, com os movimentos de vai e vem que fazia com a cabeça que o retirava de sua boca, Damon puxava os longos cabelos chocolate sem o mínimo de cuidado e com o intuito de guiar seus movimentos enquanto remexia-se sob ela, não havia melhor sensação ter sua boca quente o envolvendo, o chupando tão vigorosamente e ele queria aproveitar cada segundo daquilo. Dos lábios do moreno ecoavam elogios desconexos sobre as habilidades da Elena em meio a gemidos de prazer, Damon tinha mais do que certeza de que nunca recebera um oral tão longo e bem feito antes e sentia que a qualquer instante poderia explodir em um orgasmo na boca daquela mulher sem ao menos conseguir se controlar.

– Elena... Céus, Lena... Eu vou gozar... – alertou ele, tomando a cabeça para trás em deleite, porém, seu aviso fora ignorado e Elena prosseguiu a excita-lo veemente até que o corpo de Damon estremeceu e de relance ela pode ver os músculos do abdômen do rapaz tencionarem e em seguida ele jorrou seu prazer na boca da mulher.

Elena colocou-se lentamente em pé suspirando fundo com insolência, assistindo a situação do homem que recuperava-se de seu recém orgasmo e voltando a posição em que encontrava-se antes de se posicionar entre as pernas de Damon. Era impossível não vangloriar-se com a imagem do moreno completamente ofegante e corado, mordendo seu lábio inferior com seus cabelos extremamente bagunçados e um tanto suados pelo que havia acabado de acontecer, não era novidade para ela que suas habilidades causassem tal efeito no sexo masculino mas naquele homem em questão ela conseguia sentir-se mais presunçosa que de costume. Fazer Damon Salvatore tremer em um orgasmo vigoroso havia se tornado uma cena danosa para seu próprio bem e que sem dúvida atormentaria sua mente por muito tempo.

Um sorriso depravado estendeu os lábios do rapaz ofegante ao observar o erotismo de sua amante ao limpar as extremidades de seus lábios com os dedos, apagando os indícios de seu orgasmo do local, e que ao perceber estar sendo observada não tardou em voltar a beija-lo com toda a necessidade reprimida após ter correspondido tal sorriso. Sem a intenção de ficar para trás e notando estar em desvantagem com aquela mulher, Damon levou as mãos ás coxas torneadas que estavam nas laterais de sua cintura onde as apertou com a força de quem manuseia algo insensível, conseguindo deixar o local com uma breve marca de seus dedos antes de prosseguir ao traseiro da mulher e seguir aos seus quadris e cintura, aplicando o mesmo grau de força e desejo que havia feito nas pernas da moça e começando a irritar-se com aquele vestido que apesar de mínimo cobria o corpo que ele tinha sede de prazer.

– Você está completamente vestida! – reclamou Damon em uma tentativa falha de adentrar suas mãos por debaixo da curta e justa saia do vestido, enquanto fechava seus lábios ao redor do pequeno lóbulo da orelha de Elena e arrastava sua boca pela curvatura do esguio pescoço dela.

Naquele momento a morena sentiu que poderia explodir tamanha felicidade e prazer, Damon realmente a queria e a queria nua para ele... Tudo o que ela mais desejou ao longo dos três anos. Os lábios macios e quentes do homem beijavam demoradamente seu pescoço sorrindo contra a pele fina da região com o cheiro doce e forte de seu perfume e com a forma com que ela reagia a suas carícias. Elena era um abismo de sensualidade, cada poro de sua pele exalava luxúria que seduzia cada vez mais aquele que uma vez fora o mais fieis dos homens e Damon, com todo o seu poder másculo e tentador fazia a mais devassa das mulheres tremer de prazer com beijos distribuídos em seu corpo. Definitivamente os dois eram a definição, o complemento perfeito de ousadia. A cada mísero contato da boca de Damon em seu pescoço era um calafrio de tesão que percorria o corpo de Elena, era como se sugasse todas as forças da morena sobre seu colo que travava uma luta contra suas pálpebras pesadas que insistiam em fechar-se de puro deleite.

As mãos de Damon acariciavam firmemente as curvas de Elena, que havia se colocado perfeitamente sob o membro reanimado dele, e enquanto a morena esforçava-se para não afastar o tecido fino de sua calcinha rendada para que ele a penetrasse, as mãos másculas dele tentavam incessantemente abaixar o zíper de seu vestido que ficava em suas costas, recusando-se a separar-se dela por poucos milímetros que fosse para ser bem sucedido. Começando a irritar-se com aquela peça de roupa que o fecho parecia ter emperrado na hora mais indevida e decidido a deixar aquela mulher nua, o rapaz aplica um pouco de força no tecido do vestido mas rapidamente é impedido por um olhar, que se não estivesse tão excitado e desejoso, seria possível afirmar que eram gélidos e repreensores.

– Não ouse em rasgar meu vestido, Damon Salvatore! – repreendeu Elena, quase que severamente, encarando o par de olhos que a afogava em uma imensidão azul.

– Não vá me dizer que sentirá falta desse bocado de pano que só está me incomodando e que sequer serve para cobrir seu corpo?

– Eu paguei caro demais nele para que você o rasgue... – ela respondeu erguendo-se com certa dificuldade do colo de Damon – E você só poderá tira-lo se for conhecer o andar de cima da minha casa...

Elena provocou, sorrindo de sedutoramente ao rapaz enquanto abaixava lentamente suas mangas e deixava seu ombro a mostra de forma que seu decote – já um tanto grande, ficasse um pouco maior e mais frouxo, mostrando ainda mais de seu corpo esguio para o homem completamente nu sentado em sua frente.

– Ótimo, estou louco para conhecer o segundo piso! – Damon disse rapidamente, sentindo sua boca secar de desejo e ansiedade de tê-la completamente nua para si.

O trajeto até o destino desejado fora mais custoso impossível... Em meio a beijos e carícias os dois caminharam cegamente até as escadas onde revezavam quem guiava o outro na direção correta enquanto torturava-o com toques indiscretos e beijos torturantes, e assim que chegaram aos degraus o desafio de chegar ao andar de cima fora facilitado com Damon pegando Elena com facilidade em seu colo. Com as coordenadas indicadas em meio a ofegos de prazer com os beijos de Damon por seu decote, Elena orientou o moreno até seu quarto onde fora prensada com força contra a parede sendo sustentada propositadamente na altura dos quadris do rapaz que começara a investir sua pélvis contra a região quente e coberta com o fino tecido da calcinha de Elena.

O membro rijo de Damon procurava incessantemente o ponto de prazer da moça que o mantinha abraçado entre suas pernas e ao encontrar a região turgida e sensível dela dedicou-se a roçar-se no local em um vai e vem lento que a masturbava sem piedade. Sob a renda fina da roupa íntima ele sentia a quentura e uma parte da umidade aconchegante – que intensificava-se a cada investida, que ali estava, fazendo assim a mulher gemer baixinho e sofregamente com o estímulo recebido elevando ao infinito o ego do moreno que a fazia gemer alto e encharcar-se por ele estando completamente vestida. Damon sabia exatamente como enlouquecer qualquer que fosse a mulher, desde a mais experiente como Elena até aquela que nunca provara dos prazeres carnais e ele não deixava de gloriar-se por isso, aliás, era impossível não sentir-se de tal forma quando Elena Gilbert gemia e pressionava-se daquela forma para ele. As mãos delicadas prenderam-se aos ombros largos de Damon procurando estabilidade para começar a se mover e ajudar o rapaz, mas ao perceber as intenções da mulher, ele subitamente para de se mover para colocá-la em pé.

– A roupa... – ele explica severamente ao receber um olhar frio e interrogativo da mulher que estava quase enlouquecendo de prazer. Como ele ousava em parar aquela provocação por um motivo tão absurdo?

Sustentando aquele semblante irritado de mulher frustrada que tivera seu prazer interrompido, Elena vira-se lentamente de costas afastando seus longos cabelos para que Damon encontrasse o zíper de seu vestido e então apoia-se a parede, com os braços flexionados mas mantendo suas mãos contra a superfície fria.

– Você poderia abrir para mim? – ela pediu sedutoramente.

– Com todo o prazer... – Damon assentiu com um sorriso sem demorar em levar as mãos ao fecho do zíper, onde que com lentidão abaixou o mesmo deixando a cintura e as costas delicadas da moça expostas para ele.

Lentamente ele aproximou-se da pele exposta de Elena, tendo como ponto de partida a nuca da mulher onde começou a beijar sutilmente seu dorso enquanto infiltrava suas mãos nas aberturas do vestido para tocar o corpo macio de Elena e finalmente retirar seu vestido. As mãos quentes agarraram a estreita cintura da moça fazendo-a hiperventilar com a sensação maravilhosa que era tê-lo tocando e lentamente seguiram para seus quadris onde apertou a região com força em meio aos seus dedos e então prosseguiu até a barriga reta de Elena que instantaneamente se encolhera ao sentir o toque naquela região. Sua pele quente e macia arrepiava-se a cada nova região que Damon tocava e um suspiro de ansiedade vindo dela fora impossível de ser contido quando seu corpo livrou-se do vestido que escorregara até chegar aos seus pés enquanto que Damon tentava codificar o fato de Elena estar vestindo uma micro lingerie vermelha, que entrava em perfeito contraste com o tom de sua pele e a deixava ainda mais sensual e excitante. Era a visão do paraíso para ele, ou melhor, seria se não fosse tão errado o que ele estava fazendo. Elena era o diabo, o pecado em pessoa.

– Céus, eu amo mulher de vermelho... – sussurrou Damon roucamente no ouvido de Elena, agarrando com força seus quadris e aproximando o corpo da morena do seu.

– Eu sei... – ela respondeu com um sorriso presunçoso, encostando-se ao corpo de Damon que a olhava de cima a baixo por cima de seu ombro, tendo a visão privilegiada de seus seios presos ao sutiã vermelho e igualmente rendado – Vai ficar só olhando? – provocou ela, segurando as mãos de Damon que repousavam em seus quadris e as guiou pelo seu corpo

Com um riso anasalado contra o pé do ouvido da morena, Damon retirou as mãos dela das suas para coloca-las novamente contra a parede e então prosseguiu com seus toques, guiando suas mãos diretamente aos seios ainda cobertos da morena. Com força ele os tomou em suas mãos, apertando o local firmemente deixando-os doloridos e pesados pelo prazer e sem conseguir conter tamanha sensação Elena tombou sua cabeça no ombro dele e procurou apoio em seu corpo, deixando-o toca-la e aproveitar-se de seu corpo sem que ela interferisse, a não ser para retirar a peça e deixar que seu sutiã pendesse em seus braços sedenta para senti-lo tocar nua. Finalizando o que Elena havia feito, Damon joga o sutiã rendado no chão com rapidez e finalmente leva suas mãos aos seios desnudos da morena, tomando-os com firmeza, cobrindo-os por inteiro com suas mãos grandes a fazendo sorrir com a forma com que ele aproveitava daquela parte de seu corpo sem saber o que fazer primeiro.

Aproveitando-se da posição em que ela se encontrava, Damon adentrou seu joelho esquerdo na leve brecha entre as coxas de Elena, afastando suas pernas de forma que ela ficasse mais acessível a ele, e consequentemente mais próxima ao seu corpo pelo leve desequilíbrio que causará, enquanto ao mesmo tempo descia com uma de suas mãos pela barriga reta dela, seguindo um caminho tentador até a região abaixo de seu umbigo. Com a ponta dos dedos Damon contornou o cós de sua calcinha, afastando as laterais da peça com o intuito de retira-la sendo propositalmente minucioso com aquilo, causando na mulher uma inquietação e ansiedade pela próxima atitude de seu homem. Seu peito subia e descia constantemente pela sua respiração ofegante enquanto suas pernas padeciam e afastavam-se quase que involuntariamente em um incentivo para que a mão do rapaz prosseguisse descendo, Elena mordia fortemente o lábio inferior e de olhos fechados entregava-se as deliciosas sensações que era ser tocada por Damon. Como era possível um homem enlouquecer tanto alguém como ele fazia naquele instante? Ela nunca saberia responder, até porque não era possível encontrar uma resposta cabível para isso, era realmente irracional o que estava acontecendo naquela casa.

Sem delicadeza alguma, o moreno dos olhos azuis moveu sua mão quieta que repousava no seio esquerdo de Elena, subindo pelo pescoço da moça até chegar ao seu rosto na altura do maxilar onde virou a cabeça de Elena com certa brutalidade para o lado até que sua boca alcançasse pelo menos uma parte da dela e a medida em que seus lábios e que suas línguas voltaram a fazer contato, Damon finalmente adentrou com sua mão por dentro da única peça que restava no corpo de Elena, encontrando assim a calidez macia e úmida de seu corpo. Um gemido sôfrego e excitado vindo tanto de Damon quanto de Elena fora abafado contra seus lábios quando o contato dos dedos firmes de Damon na intimidade quente de Elena fora feito, ao constar o quão pronta ela estava para recebê-lo e o quão prazeroso era ter a mão daquele homem a tocando tão intimamente os dois viam-se inundados pelo tesão e desejo do corpo um do outro.

Ele escorregava seus dedos em carícias no sexo encharcado de prazer da mulher, fazendo murmúrios ecoar pelo quarto a medida em que intensificava o movimento de vai e vem e o roçar em seu clitóris. Ela estava tão pronta e receptiva que a aproximação de seus dedos para a entrada quente dela era inevitável como se seu corpo sugasse seus dedos para satisfazer a necessidade de um prazer mais intenso que ela tinha. Ele desejava insanamente enterrar-se nela, abrigar-se naquele lugar fundo de seu corpo e enlouquecê-la com o melhor prazer que ela já sentira, Damon queria acabar com o desejo e curiosidade que costumava fazê-lo sentir-se culpado enquanto ela não conseguia medir sua necessidade de tê-lo dentro de si, tomando seu corpo como ela sonhava e entregar-se da forma mais intima àquele homem que por tanto tempo desejou ter em sua cama. Sem conseguir permanecer tão passiva e quieta enquanto tinha exatamente o homem de seus sonhos completamente nu em seu quarto, Elena começa a arquear seus quadris contra mão máscula mergulhada em sua intimidade conseguindo não apenas intensificar as carícias em seu sexo como também rebolar e roçar o membro pulsante de Damon, em suas nádegas excitando-o e o provocando, enquanto guiava a mão do homem que segurava seu rosto até seu seio para que ele a tocasse naquele local.

– Damon... – ela gemeu baixinho, sem saber exatamente pelo o que ou para que, mas o que a princípio fora um gemido de prazer em seguida transformou-se em um resmungo pelo homem ter retirado a mão de seu seio para observá-la se tocar – Eu quero você, eu quero que você me toque... Quero... Quero você dentro de mim...

– Você fica ainda mais gostosa quando geme por mim desse jeito... – sussurrou ele no pé do ouvido de Elena.

– Por favor...

Atendendo aos pedidos incoerentes de sua amante manhosa, Damon a vira de frente para si a pegando em seu colo com a mesma urgência e indelicadeza de seus movimentos prévios e então leva aquele corpo delicado e glorioso até a enorme cama no meio do quarto, onde a coloca deitada no centro do colchão e não demora em aproveitar-se dos gloriosos seios da mulher que tanto o atiçaram mais cedo. Sem se conter ele leva sua boca ao seio esquerdo de Elena, provando do sabor da pele sensível deles e contornando-os com a ponta da língua para em seguida suga-lo com vontade enquanto suas mãos trabalhavam tanto nele quanto no outro, deixando Elena em um prazer enlouquecedor que fazia seu corpo tremer e arquear-se em direção a ele em busca por mais. Damon sanava seu desejo contido, fazendo com a boca e mãos o que mais imaginou e desejou enquanto ele os tinha presos no sutiã de Elena em seu escritório, cobrindo-os com suas mãos e sugando-os quase de forma faminta causando uma leve dor no local mas que a enchia de prazer. Demorando o tempo o suficiente para julgar ter conseguido satisfazer ao menos um terço de seu desejo do local, sua atenção fora direcionada exclusivamente para a região quente que anteriormente ele tocava e que infelizmente ainda estava coberta.

Sem importar-se com futuras reações de Elena, Damon volta com os dedos até as laterais de sua peça intima onde com força as puxa arrebentando facilmente o tecido rendado da mesma. Um sorriso presunçoso iluminou o rosto de Damon com a visão de Elena Gilbert completamente exposta a ele, a sua mercê e visivelmente excitada, implorando com o olhar para que ele a tomasse para si, sem dúvida alguma ele iria gabar-se até seu último dia de vida por ter tido o prazer de presencia-la daquela forma e obviamente, ela iria lembrar-se para sempre por ter tido em sua cama o marido perfeito de sua amiga enlouquecendo-o de desejo e prazer. Os minutos voavam entre os corpos suados e arrepiados dos dois, cada toque, cada beijo, cada carícia era uma explosão dos mais libidinosos sentimentos e sensações, ele beijava-a com tanto vigor, tocava-a com tanta veemência que a fazia a mulher ter certeza de que nenhum outro homem a tratara daquela forma. Ele queria guardar em sua memória cada reação dela, cada ponto fraco de seu esguio corpo junto com a textura macia de sua pele e o sabor delicioso dela, ele estudava a anatomia de Elena com o interesse de um estudante faminto por conhecimento, porém, em seu caso, ele tinha sede, fome, anseio, do prazer da morena.

Em meio a caricias e beijos ao longo do corpo de Elena, Damon guiou sua boca a parte interna das coxas da mulher e um gemido alto e fino ecoou pelo quarto quando a boca de Damon chegou ao local que Elena mais precisava ser tocada, começando a acaricia-la inteiramente com sua língua conhecendo seu local de prazer e consequentemente enlouquecendo a mulher com tamanha destreza e veemência que fazia. Diferente do tratamento que recebera Damon provava da maciez de Elena com entusiasmo, sem provoca-la, sugando a região e percorrendo com a língua por ela, roçando seu clitóris com os dentes e o estimulando, circulando-o com a língua como se beijasse a intimidade da mulher. Com as pernas afastadas para sustenta-lo entre elas e abrir espaço para aquela deliciosa exploração em seu sexo, Elena gemia incessantemente e baixinho, prendendo seu lábio inferior entre seus dentes para diminuir a intensidade dos sons emitidos, e arqueava-se para ele, remexendo seus quadris e investido sua pélvis na boca de Damon em uma tentativa desesperada e inconsciente de guiar seus movimentos como ele havia feito com ela.

– Shh shh... Quietinha! – repreendeu Damon, guiando suas mãos aos quadris inquietos de Elena por onde a ergueu da cama para ter mais acesso a ela.

De relance ele observava cada feição e expressão de prazer e deleite da mulher que o encorajavam a intensificar aquilo, dar lhe o máximo de prazer que conseguia e enlouquece-la com tal sensação assim como ela havia feito com ele. Com o intuito de fazê-la tremer de prazer e gritar no melhor orgasmo sem penetração que ele poderia favorecê-la, Damon afundou sua língua na entrada do sexo da mulher sugando-a com a naturalidade de alguém que come um doce, repetindo o ato apenas intensificando as sucções.

– Damon... Por favor... – Elena gemeu em descontrole e desesperadamente pela sensação agonizante e ao mesmo tempo deliciosa que começava a tomar conta de seu corpo.

– O que você quer que eu faça? – perguntou ele, afastando por poucos centímetros sua boca da intimidade da mulher – Só falar, Elena...

– Me... Me... Me faça gozar... – ela praticamente implorou fazendo o homem entre suas pernas sorrir gloriosamente com seu pedido e então prosseguir com seu trabalho com ainda mais veemência com o auxílio de seu polegar para acariciar o pequenino ponto túrgido de sua intimidade.

O corpo de Elena fora tomado por uma onda de calor que começara daquela região entre suas pernas e abaixo ao seu ventre fazendo-a estremecer, contorcer-se pela sensação angustiante, empurrando-a para um precipício de prazer onde não tardou em cair e entregar-se ao prazer extremo. As pernas da morena tremiam e o forte pulsar em sua intimidade seguiam o ritmo acelerado de seu pulso enquanto o homem absorvia seu prazer para em seguida colocar-se sob o corpo pequenino e lânguido de Elena.

– Deliciosa... – ele disse com um sorriso, passando a língua em seus lábios como se a saboreasse.

Impaciente para que o finalmente acontecesse, Elena apoiou-se em seu cotovelo esquerdo para tatear a gaveta de sua mesa de cabeceira o pequeno pacotinho para proteger Damon mas assim que fora sucedida e que entregou a embalagem para Damon, o rapaz apenas o atirou longe, posicionando melhor entre as pernas de Elena.

– Eu não transo com isso, Elena... – disse ele, roçando-se na intimidade quente de Elena e que ainda pulsava pelo que ele havia lhe causado, espalhando ainda mais a umidade do local.

– Então anda logo, Damon! – implorou ela, manhosamente.

Sem importar-se com a sensibilidade do local pelo recém orgasmo da mulher, Damon posicionou sua rígida ereção e arremeteu-se para dentro de Elena de uma vez, deslizando seu membro com certa facilidade pela intimidade deliciosamente apertada e receptiva para ele. Era melhor do que ela pudesse um dia imaginar ou sonhar. Sua ereção firme e quente pulsava em seu interior, abrigando-se em meio a sua carne sensível e esperando o momento certo para começar a mover-se até que aquela sensação um tanto quanto incomoda de receber aquele corpo estranho dentro de si passasse... Mas Elena pouco se importava, ela queria mais, necessitava de mais. Em um incentivo para dar início as investidas, a morena sedenta arqueia seus quadris movendo-os a seu favor fazendo Damon começar a investir lenta e profundamente dentro dela.

Com uma lentidão exagerada ele retirava-se de dentro dela e em seguida voltava com firmeza, alargando-a, moldando seu interior quente a ele, e fazendo a mulher sentir cada centímetro de seu membro pulsante entrando e saindo de dentro de seu corpo. Damon queria prolongar ao máximo o ato, porém, Elena preferia sucumbir diversas vezes aos prazeres do sexo naquela noite sem que fosse preciso qualquer tipo de tortura ou lentidão pedindo assim por mais, implorando por força e rapidez nos movimentos. Sem deixar sua lentidão, o rapaz retira-se quase que por completo do corpo de Elena para voltar em uma investida firme, forte e profunda, fazendo a mulher contrair-se em volta de seu membro e emitir uma espécie de grito abafado diferente dos demais.

– Hey, te machuquei? – perguntou ele, quase que em uma falsa preocupação. Ele não se importava em ser indelicado ou bruto, ele queria machuca-la, queria deixa-la dolorida e incomoda nos dias seguintes, afinal, quem era ela para fazê-lo trair sua mulher? Quem era ela para fazê-lo enlouquecer de prazer e tesão daquela forma?

– Definitivamente não... – ela respondeu ofegante – Mais...

Quem era ela? Bem, a resposta para ele era evidentemente clara assim como a comprovação de sua fama que não fazia jus ao quão boa aquela mulher era. Ela era Elena Gilbert, a mulher que naquele momento estava o enlouquecendo e o fazendo sanar seus desejos e aquela necessidade primitiva por sexo que ele sentia. Sanando o desejo da morena por mais de seus movimentos, Damon repete o que havia feio com um pouco mais de intensidade e então inicia um ritmo frenético que satisfazia os dois, investindo com força em Elena que abraçava sua cintura com as pernas para obter mais dele. Os gemidos descontrolados dos dois misturavam-se com o som de seus corpos chocando-se um no outro e o barulho da cama de Elena devido a agitação sobre ela, suas bocas encostavam-se em tentativas falhas de iniciar qualquer tipo de beijo pelo prazer extasiante que a junção de seus corpos favorecia. As mãos inquietas de Elena percorriam as costas de Damon, arranhando-a firmemente com suas unhas um tanto compridas e descontando seu prazer na pele clara do homem enquanto em seu pescoço eram depositados fortes chupões e mordidas e seu seio esquerdo acariciado com firmeza enquanto ele se movia para dentre de si.

Era incrivelmente intenso e prazeroso. Os segundos se passavam e eles absorviam de cada detalhe de si, dando o máximo de prazer que conseguiam para o outro tendo claro em suas mentes que a possibilidade de aquilo voltar a acontecer eram mínimas... Apesar de errado eles não podiam negar o quão bom aquilo estava sendo e sequer deixavam de aproveitar dignamente da noite.

Elena forçava seu corpo para cima lutando contra o peso de Damon para tentar mudar de posição, mas ele recusava-se a ceder aos desejos da mulher que começava a irritar-se com a reluta do moreno.

– Será que tem como você deixar esse seu lado controlador pelo menos essa noite e me deixar te tomar para mim? – perguntou Damon, apoiando-se em suas mãos para encarar Elena – Deixe-me te controlar Elena, entregue-se para mim...

“Deixe-me te controlar Elena, entregue-se para mim...” sem que fosse necessário mais pedidos ou qualquer forma verbal para Elena render-se, ela apenas relaxou em sua cama puxando-o cada vez mais para si com suas pernas e então selou seus lábios em um beijo extremamente intenso em meio aos movimentos de Damon. Pela segunda vez na noite o corpo de Elena fora mergulhado naquele mar de fogo que esquentava seu ser na sensação mais luxuriosa e devastadora, comprimindo o membro igualmente pulsante de Damon que a invadia em desespero por libertação. Os gemidos de desespero e prazer intensificaram-se em um aviso para o homem que controlava-se para não gozar antes dela e apenas quatro palavras fora o suficiente para que a moça se entregasse ao orgasmo mais intenso que sentira. “Dê para mim, Elena...” e em seguida ele derramava-se para dentro do local que ainda o comprimia no corpo da mulher.

– Céus... Você é ainda mais gostosa do que dizem... – Damon sussurrou, extasiado, tombando sua cabeça na curvatura do pescoço com o ombro da morena em um estado de extremo deleite.

– E você é ainda melhor do que a sua esposa nos contava... – respondeu Elena, no mesmo estado de satisfação que o homem que ainda encontrava-se sobre si enquanto acariciava as costas suadas dele com as pontas dos dedos fazendo-o rir pelo seu comentário.

Longos minutos se passaram e os dois continuaram na mesma posição, sem cogitar a possibilidade de se moverem. O contato de seus corpos havia tornado-se essencial para eles e mesmo após o ato dispensavam a ideia de se separarem, Elena pouco se importava com o peso do rapaz sobre si ou com suas pernas que começavam a dar indícios de que perderiam a força por ela ainda o sustentar entre elas e Damon também não via nenhum problema na condição um tanto desconfortável em que se encontrava. Mais alguns longos minutos se passaram e quando suas respirações finalmente se normalizaram e que as duas pessoas deitadas naquela enorme cama começaram a lutar contra os vestígios de exaustão que tomava conta de seus corpos lentamente, Damon fora o primeiro a mover-se, deitando-se ao lado do corpo pequenino de Elena para colocar-se sentado na cama.

– Aonde vai? – perguntou a morena, virando-se de lado para encara-lo, apoiando-se em um cotovelo.

– Embora... – ele respondeu com certa obviedade que fizera Elena revirar os olhos.

– Não são nem oito da noite, acha mesmo que Rebekah estará lhe esperando em casa a essa hora? Fique mais um pouco... – com aquele tom sedutor que utilizava para falar com ele, ela sussurrou manhosamente, tocando o braço do rapaz que estava sentado de costas para si – Acha mesmo que lhe trouxe para minha casa para tê-lo apenas uma vez para mim?

Damon soltou um riso anasalado, completamente sem humor com o que Elena havia dito, o jeito mandão da mulher instigava-lhe ao ponto de se irritar com a forma com que ela o manipulava com suas estratégias, como se ele fosse peças de um jogo. Era tão irritante e ao mesmo tempo tão tentador tê-la praticamente implorando por sua presença ali. Elena acariciou delicadamente o braço do homem que virara de frente a ela, encarando-a com um sorriso presunçoso.

– Nós já transamos mesmo, você já traiu Rebekah... Não vejo problema em você ficar mais me fazendo companhia – ela completou, com um sorriso sedutor e um olhar que exalava malícia. Damon balançou negativamente a cabeça reprovando a mulher deitada diante de si e antes que pudesse revidar e recusar a proposta, ele percorreu o olhar pelo corpo completamente nu dela que instantaneamente arrepiara ao perceber a forma com que ele a comia com os olhos.

– Você faz ideia o quanto desejei tomar seus seios para mim enquanto estávamos em meu escritório? – ele disse com uma voz rouca e repleta de desejo ao encarar os seios arrebitados e redondos da mulher, lembrando-se de como monopolizou aquele decote. Com um sorriso ainda mais sedutor e malicioso, Elena sentou-se na cama puxando Damon para si pela nuca o trazendo para a posição que estava há alguns minutos em seu corpo sentindo a região que ele falava pesar e arrepiar de desejo.

Como era possível ela estar excitada novamente quando havia se entregado aquele homem há mais ou menos vinte minutos?

– Você pode fazer o que quiser com eles...

– O que eu quiser? – ele repetiu com um sorriso, tomando a parte do corpo da mulher em questão com suas mãos e os apertando firmemente.

– O que quiser... – assentiu ela, extasiada, mordendo seu lábio inferior em deleite com a carícia e já prevendo o que o homem desejava fazer.

E fora exatamente o que ele fizera... Aproveitara de seus seios de uma forma que nunca havia feito antes e que nenhuma outra mulher permitiu que ele fizesse, o desejo e a necessidade que ela sentia por ele eram muito maiores que certos pudores que tinha na cama.

– Não ouse em gozar assim e me deixar na mão, Damon Salvatore! – advertiu Elena, em um tom divertido e manhoso pela forma com que ele se dava prazer e ao mesmo tempo agradava a ela, acariciando seus seios.

– Você realmente acha que sairei daqui sem te ter de quatro para mim? – Damon respondeu, com o mesmo tom divertido ajeitando-se melhor sobre seus joelhos para então estender a mão a mulher deitada na cama.

...

– Aonde estão minhas roupas? – perguntou ele, sentando-se novamente na cama enquanto percorria o olhar pelo chão do grande quarto de Elena em busca de suas vestes, não conseguindo lembrar com clareza quando e onde se livrara delas.

– Na sala... – respondeu Elena vagamente – Não quer tomar banho antes de ir?

– Será um tanto suspeito chegar em perfeitas condições em casa após um happy hour com meus amigos, não concorda? – ele respondeu colocando-se em pé. “Happy hour com os amigos” então fora essa desculpa que ele dera a Rebekah... – Acompanha-me até a sala?

– Eu posso bagunça-lo após o banho se quiser, mas se prefere chegar em casa cheirando a sexo e a outra mulher eu irei compreender... – Elena disse em provocação, colocando-se igualmente em pé para sumir dentro de seu closet e voltar alguns segundos após vestindo apenas uma regata que assemelhava-se a um vestido devido ao tamanho.

– Você é impossível Elena Gilbert... – ele a repreendeu com um suspiro pesado – Eu realmente preciso ir embora.

– Certo, vamos, eu acompanho você...

Assumindo a frente do homem, Elena o acompanhou até a sala onde o assistiu de longe vestir-se com suas roupas espalhadas pelo chão com um sorriso presunçoso com a cena... Ela finalmente havia ido para cama com Damon Salvatore, tinha como ter melhor sensação?

– Elena? – ele a chamou, aproximando-se da mulher apoiada ao móvel onde mais cedo eles se beijaram.

– Sim...

– Sobre Rebekah... Ela realmente está me traindo com Donovan? – perguntou ele com um suspiro fundo, parecendo temer a resposta, porém, Elena viu baixinho da pergunta do homem.

– Damon, se Rebekah não está te traindo algo muito errado ela está fazendo, não concorda? Como disse antes, você já foi mais esperto Salvatore!

– Então você está me dizendo que não sabe se de fato Rebekah me traí e que eu acabei de trair minha esposa correndo o risco de sair culpado de toda essa história? – ele perguntou indignado, fuzilando com o olhar a mulher que sorria de forma travessa a ele

– Se você transou comigo por vingança a Rebekah eu realmente não tenho culpa, Damon, e esse é um problema exclusivamente seu. Se ainda lhe restam dúvidas sobre a fidelidade de sua esposa que diz ter saído comigo enquanto nós dois transávamos como dois pervertidos em minha casa, com todo o respeito Damon, você é um trouxa! – ela disse com naturalidade, sem ao menos medir suas palavras – É muito tarde para se arrepender de algo que fez e que gostou, não é mesmo?

– Não transei com você por vingança, Rebekah, Elena, fui para cama com você porque quis. Rebekah não tem nada a ver com o que acabou de acontecer aqui e sei que de uma forma ou de outra você iria me seduzir! – defendeu-se Damon, fazendo a mulher sorrir perversamente.

– Ótimo! – disse ela vitoriosa para o rapaz que revirava os olhos com um sorriso zombeteiro.

– Acompanha-me até a porta?

– Claro! – assentiu ela, deixando que ele seguisse primeiro até o local.

Antes que Damon pudesse tomar qualquer atitude e que levasse a mão a maçaneta da enorme e larga porta de entrada, Elena puxou o homem para si e o beijou demoradamente. Um beijo envolvente, lento e demorado, sem segundas intenções ou qualquer resquício de malícia vindo dela, era apenas um beijo de despedida e até agradecimento pela noite incrível que eles tiveram. Ela não fazia ideia de quando eles iriam encontrar-se novamente e se aquilo um dia fosse se repetir então estava aproveitando da última chance que tinha para guardar o sabor do beijo daquele moreno consigo.

– Aqui está meu cartão da construtora com meu telefone e o endereço... – disse ela contra os lábios doces de Damon, sem separar-se dele nem ao menos para guardar seu cartão que pegara do móvel onde estava encostada.

– E para que isso? – perguntou ele, desafiador.

– Eu sei que você me procurar... – ela respondeu com uma falsa confiança que não deixou transparecer e então voltou a beija-lo.

– Boa noite, Elena... – ele disse acariciando delicadamente o rosto da amante.

– Adeus, Damon...

Notas finais
E então? Será que a Rebekah traiu mesmo o damon ou isso foi uma leve armação da Elena para traçar o macho da amiga? Espero que tenham gostado gente e é isso mesmo e até a próxima (: