Love Of Friends
18 Capítulo XVIII
Notas iniciais
Impressionante como, quando tudo está PÉSSIMO, Zeus ainda tem a capacidade de piorar. Mas porque raios ele não pagou a mensalidade pelo banco??? Nããão, ele tinha que vir aqui e estragar tudo.
Depois que os adolescentes foram se dispersando para sua sala, Calipso, eu, Nico, Rachel, Percy, Annabeth, Luke (recobrando a consciência) e Bianca ficamos. Nico tentou fugir pro seu carro de novo, mas Zeus estava segurando ele pela gola da camiseta igual a um cachorrinho.
–Alguém pode me explicar o que está acontecendo? –Meu pai perguntou, me erguendo do chão com a mão livre. –Porque está chorando, Thalia? E você, diabinho, porque estava indo embora?
–Aaah... Eu fiquei com raiva porque Nicholas tirou mais que eu na prova de... Espanhol. –Eu disse o que veio na cabeça. Zeus arqueou as sobrancelhas.
–É sério isso? –Ele perguntou encarando meus amigos, e todos assentiram descompassadamente. Menos Calipso. Mas Nico moveu os lábios em um “Por favor” mudo para ela, que revirou os olhos e assentiu também. -Bem, se é só, vou conversar com o Sr D, Thalia. Pode ir para casa. Toma o dinheiro pro táxi. –Me deu 20 dólares.
–Ah, Sr. Grace, eu gostaria de conversar com o Sr.! –Disse Calipso. Zeus a avaliou.
–Thalia? –Ele perguntou à ela.
–Thalia. –Calipso assentiu.
–De quantos à quantos?
–Dois a três. Mil.
–Objeto?
–Carro.
–Toma. –Zeus tirou um cheque de dentro da carteira e o preencheu rapidamente, depois entregou-o a ela. –Thalia, está de castigo. –Caminhou até metade do corredor, quando se virou de súbito. –Aliás, diabinho, três horas, hoje, na minha casa. Leve um livro de Espanhol. Você dará aulas para Thalia. –E continuou.
Sintou um karma bom pairando sobre Thalia Grace.
Sorri para o nada e fui pegar o meu táxi. Finalmente, um pouco de sorte!
*
Eram três e quinze quando Nico chegou. Eu estava com uma blusa cinza sem estampa, e um short preto cheio de spikes prateados. O meu cabelo estava preso em um coque alto e frouxo, mas não tão frouxo assim, porque coques mal feitos me dão toc.
Assim que abri a porta, eu fui obrigada a sorrir. Nico estava normal, mas o normal dele é ser gato. Ele estava usando uma camiseta vermelha bem escura, com um Tiranossauro Rex em 3D, uma calça jeans resgada e os coturnos. Parecia ter largado o casaco em casa.
Resumindo: Ele estava lindo, muito sexy.
–Oi. –Ele disse, quando fazia uns dez segundos que eu não tirava os olhos dele.
–Oi. –Eu respondi, dando espaço para ele entrar. Supreendentemente, assim que fechei a porta, vi Zeus sentado no sofá com aquela cara de “Estou de olho” que os pais fazem. Eu o olhei brava.
–O que há com sua família, Nicholas? –Ele perguntou. Nada de “oi”, “tudo bem?” ou “como vai?”. Esse é Zeus Grace!
–Nada. –Nico disse dando de ombros.
–Parece que estão tão pobres que só compram roupas rasgadas. –Zeus apontou para os joelhos de Nico. Eu revirei os olhos.
–Sr. Grace, isso se chama estilo. Eu não gosto de usar todos os dias a mesma roupa com uma coleira. –Ele deu um sorriso malvado e olhou diretamente para a gravata do meu pai.
Eles ficaram assim, se encarando, como dois homens quando um invade o território do outro. Eu acho que estava entre o território dos dois, meio perdida. Depois de alguns instantes, meu pai abriu um sorriso.
–Gostei de você, garoto. Tem atitude. Gosta de rock?
–Sim, Sr. Grace.
–Queen?
–Obviamente.
–É um bom garoto, Thalia. Achei que precisaria deixa-los na sala, mas podem estudar no quarto. Eu vou para o escritório. Se precisarem de algo, me chamem. –Se levantou e saiu.
UM MILAGRE!!!!! ZEUS GOSTA DE ALGUÉÉÉÉM!!!
Uau. Uau. O que foi aquilo? UAU! Eu adorei!
Se chama reconhecimento de território.
Entramos no meu quarto e Nico simplesmente jogou o material no chão e se sentou lá. Quer dizer, ele que estudar? De verdade?
Sem escolha, eu o acompanhei.
P.S.: A escolha de beija-lo não estava valendo.
–Vamos começar com as palavras básicas. –Nico disse. Eu bufei. –Ventana é janela, hijo é filho, niño é criança...
–Eu odeio espanhol. –Eu resmunguei. Nico suspirou.
–Quer aprender espanhol?
–Não!
–Então eu vou embora, Thalia. –Ele começou à juntar as coisas dele de novo, e eu me levantei bem devagar, sem que ele perceber-se, e fui na ponta dos pés para minha escrivaninha. A chave do quarto estava lá.
Eu a peguei e tranquei a porta silenciosamente. Depois eu fiquei em pé ao lado da cama, liberando a passagem dele. A chave espremida em minha mão, escondida.
Nico guardou o último livro, se levantou e caminhou até a porta. Forçou a fechadura. Nada. Eu segurei um sorriso. Ele tentou de novo, e de novo. Até que caiu a ficha e ele se virou para mim.
–Thalia, me dê a chave. –Pediu. Eu ri travessa.
–Não!
–Thalia!
–Venha pega-la!
Ele jogou a mochila dele no chão e se livro dos coturnos, e correu em minha direção. Eu me esquivei e pulei em cima da cama, rindo. Nico reclamava coisas como “Vem aqui, sua safada!”, e eu ria quando ele continha um palavrão.
Ficamos correndo em círculos, até que ele foi mais esperto e me prensou na parede. Eu parei de sorrir quando ele veio pegar a chave da minha mão.
–Nico, vamos conversar, por favor. –Pedi. Novamente veio aquela expressão de raiva. Homens...
–Thalia, não temos o que conversar. Você estava no meu armário com o Luke. Isso não é coisa que se faça. Me dê a chave!
–EU NÃO ESTAVA NO SEU ARMÁRIO COM O LUKE! Será que é tão difícil entender?! EU NÃO GOSTO DO LUKE, EU NÃO AMO O LUKE, EU NÃO QUERO O LUKE! Nós escorregamos pra dentro do seu armário, que porra, di Angelo! PARA DE FICAR BRAVO COMIGO! –Eu gritei.- OS ÚNICOS HOMENS NA MINHA VIDA SÃO JASON, MEU PAI E VOCÊ! CARALHO! E DOIS DESSES EU NÃO TENHO OPÇÃO, OU SEJA, SOBRA VOCÊ!
Isso foi uma declaração camuflada. Eu acho.
Não acredito que acabei de dizer aquilo. Tomara que ele não medite muito nessas pelavras.
Nico respirou fundo.
–Eu não sei Thalia. Não tenho certeza. Eu confio em você, mas, sei lá... Eu me sinto tão... Irritado quando eu penso em você naquele armário com o... Luke. –Ele choramingou com um biquinho. QUE FOFO MEU DEUS.
Um pensamento idiota se formou na minha cabeça. Nico com... Ciúmes?!
–Nico... Você está com ciúmes?! –Eu perguntei rindo. O rosto dele se tornou vermelho.
–Não! Me dá a chave.
–Ei! –Eu exclamei quando ele apanhou minha mão no ar. Antes que ele pudesse pegar a chave, eu rapidamente a soltei. Ela deslizou para dentro do meu sutiã. Ri.
–Ah, Grace, tira. –Ele pediu, corando ainda mais.
–Não. Se quer, pegue você, di Angelo. –Eu disse, tentando não rir agora. –Eu posso facilitar pra você, se preferir. –Peguei a barra da minha camiseta e a puxei levemente para cima. Nico sorriu pervertidamente.
–Não brinque comigo, Thal... –Eu não o deixei terminar a frase. Joguei minha camiseta na sua cara, rindo. Ajeitei as alças do sutiã azul marinho que vestia e dei dois passos para frente. Nico pegou minha blusa e a jogou sobre a cama. Deu um longo suspiro me encarando. Parecia pensar no que fazer.
–Pare de pensar, di Angelo! Faça logo alguma coisa! –Eu disse. Nico chegou mais perto de mim. Dez, cinco, três centímetros. Meu coração acelerou, e toda minha atitude foi embora. Era isso o que ele fazia comigo: Me deixava totalmente vulnerável. Eu odiava e amava essa sensação.
Você é estranha.
–Eu sou melhor do que o Luke em tudo, não é, Grace? –Ele sussurrou no meu ouvido.
–É. –Eu respondi da mesma maneira.
–Eu arraso com o Luke em tudo, Grace? –Nico passou as mãos pela minha cintura nua. O contato me fez estremecer e arrepiar.
–A-arrasa.
–E quem é que você prefere, Grace? –Ele selou seu lábios no meu pescoço. Eu estava quente, seu beijo era gelado e me fazia sentir nas nuvens.
–Você. –Eu respondi com determinação, e entrelacei minha mãos no seu cabelo. Sua atenção se voltou para minha boca, e ele me beijou.
Beijar Nico di Angelo. Uma experiência que, se você passa por duas vezes, é uma garota de sorte.
Eu não sei quanto tempo demorou para nos separarmos. O beijo dele era pior do que droga no sentido de viciar, e hoje estava com gosto de halls. O tempo passa muito rápido e congela. Nico me olhou ofegante.
–Isso é errado. –Ele afirmou.
–É. –Eu disse.
–Nós vamos fazer isso.
–Vamos!
Rimos. Ele me tirou da parede e nos jogou na cama. Logo eu estava envolvida novamente por seus braços e lábios. Era uma sensação tão... Aaaahhhh. Sem palavras.
Deliciosa? Prazerosa? Maravilhosa? Gostosa?
Tudo isso aí.
Ele me puxou contra o próprio corpo e eu gemi longamente entre o beijo ao sentir algo grande lá embaixo. Muito, muito grande.
A tarde promete!
Arranquei longe sua camiseta na primeira oportunidade. Aproveitei e tirei a minha de cima da cama também.
Ah, olha o dragão de novo. Zeus que fique bem quietinho no escritório dele agora, ou eu vou fazer uma guerra aqui!
O joguei na cama em um momento de fraqueza dele e me sentei sobre o seu Nico Jr. Eu não quero ser pervertida nem nada, mas eu me aproveitei um pouco. Eu fiz movimentos circulares com os ossos localizados no quadril de uma forma regularmente lenta.
Traduz: Eu rebolei.
E, claro, depois eu apertei também. É, era bem grande sim. E ficou maior, olha!
Tá parecendo uma virgem inocente.
Nico ofegou quando eu realizei tal ação. Ele apertou a primeira coisa que viu pela frente. E foi... As coisas que ficam atrás do sutiã.
OHMEUDEUS. EUMORRIFUIPROCÉUDEIUMAVOLTANOINFERNOERESSUCITEI.
SO
COR
RO
NICO CUIDADO COM AS MAÕZINHAS AÍ.
Isso ascendeu o meu isqueiro interior. Eu rosnei e me deitei sobre ele, beijei toda a extensão do seu peito e arranhei bastante, até as marcas das minhas unhas ficarem da cor do ketchup do McDonald’s. Enquanto eu me ocupava com isso, Nico se aproveitava de uma área já conhecida: O meu lindo bumbum.
Quem disse que é lindo?
O meu feio bumbum?
Quem disse que é feio?
Vai se fuder.
Nós continuamos com aquilo por uns dez minutos. Era cada vez melhor e eu me sentia cada vez mais... fogosa. Nico di Angelo está na minha cama, quase seminu! Morri!
Quando ele se encheu, jogou-me na cama, me deixando totalmente exposta. Era uma ótima sensação, sabe? Pena que nenhuma de vocês vai experimentar (meu di Angelo!).
Issaí, querida. Defenda seu macho. Hunf.
Ele abriu lentamente o zíper do meu pobre shortinho. Acontece que aquele short era mais velho que Hera, então, no meio do caminho, a desgraça emperra. Nico ficou totalmente frustrado, puxando e puxando, sem sucesso. Eu gargalhei da cara dele.
–Mas que diabos de short! –Ele reclamou. –Quem te deu essa porra?
–Foi o meu primeiro ficante. –Eu ri da ironia. Nico fez uma careta e, quando eu menos esperava, ZAP.
Era uma vez o short.
–Pronto. –Ele deu um sorriso colgate e me mostrou as duas partes jeans com spikes que antes eram uma.
–di Angelo! Eu ia doar esse short! –Indignei. Nico deu de ombros e jogou-o pela janela. – NICO!
–Ah, qual é, vai querer que eu pare o que estávamos fazendo pra ir lá embaixo buscar? –Ele riu. O idiota sabia o que eu iria responder.
–Não. Cale a boca.
Riu da minha expressão de Seria Killer, mas juntou nossos lábios de novo, e eu me esqueci até a cor do short. Quando nos separamos, eu me sentei sobre ele e o fitei.
–O que foi? –Perguntou ele. Mas ele não me olhava nos olhos, ele olhava os meus seios bebês.
–Atrevido! –Lhe dei um tapa no ombro e Nico sorriu galanteadoramente. Eu revirei os olhos. Ele era lindo, fofo e pervertido.
–O que foi? –Ele repetiu, dessa vez mantendo o sorriso.
–Quando foi que isso foi feito sem meu consentimento, di Angelo? –Eu passei a palma da mão por toda a extensão do dragão que estava à mostra.
–Foi na minha última viagem, Gracinha.
Eu arqueei as sobrancelhas. –Mas alguém sabe da existência dela?
Isso quer dizer: Mas alguém viu esse tanquinho gostoso?
–Só eu e... Você.
Eu sorri aprovando e tirei as mão dela, indo até o zíper da calça de Nico. Por sorte ele abriu, eu não conseguiria rasgar a calça no meio. Bem, eu não teria coragem, a calça ficava muito bem nele.
Deslizei a calça sem pressa alguma, aproveitando para passar as unhas em locais mais... Delicados, que só os homens tem. Pelo visto funcionou.
Agora, eu estava de calcinha e sutiã. E Nico de cueca.
Será que ele cabe? Será que ele vai gostar? Será que você tá gorda?
Eu não tinha pensado nisso. E agora? SOCORRO!
Para, tá parecendo de novo a virgem. Só que agora tá safadinha.
Tem razão. Vai dar tudo certo, calma. Respira, expira, respira, expir...
Meu pensamento foi cortado por um beijo muito pornográfico vindo de Nico. Ele passou as mãos por lugares onde só eu deveria passar as mãos. Mas eu não posso reclamar porque foi ótimo ter outras mãos naqueles lugares.
–N-nicoo... –Eu disse bem baixinho, fora de mim, quando ele deu uma visita ao vale entre meus quadris.
Pare de ser formal. Pode dizer que ele pressionou a sua...
Shiu! Isso são coisas pessoais. Eu me preocupo com minha imagem e não vou contar.
Mentira. Você só não quer dizer o quanto Nico é bom e despertar o interesse de outras.
Mas que porra, silêncio!
Suas mãos foram bem sorrateiras para o fecho do meu sutiã. Eu senti seus dedos gelados em contanto com pele sensível do lugar e dei um longo suspiro.
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Sutiã ao chão, um Nico impressionado. Ele nem se lembrou da chave que acabara de cair no chão. E, claro, uma Thalia com complexo de avestruz. Eu sou idiota.
Mas daqui pra frente é muita perversão para os seres que respiram. Então fique com um lindo asterisco.
*
As coisas estavam indo bem.
À quem você quer enganar?
Okay, estavam indo MUITO, MUITO, MUITO BEM.
Algumas informações essenciais:
1. Nico tem dedos incríveis.
2. A língua de Nico serve para mais coisas do que beijar.
3. Quando você pensa que é grande, é enorme.
Hehehe. HEHEHE. HUAHUEHEUHAUEH.
Mas tudo que é bom dura pouco. Na hora H, eu juro que nunca estive mais feliz. Mas alguém bate na porta.
Nos entreolhamos incrédulos. Quer dizer, LOGO AGORA?!
–Que foi, porra? –Eu gritei. Meu cérebro esta dopado por prazer e meus pensamentos simplesmente não saiam. Então eu iria xingar até um pedaço de papel. Normal.
–Thalia, Hades está aqui. Ele disse que Nico tem compromisso e não pode se atrasar. –Hera mugiu. Quer dizer, falou.
Eu revirei os olhos. –Mande-o esperar, estamos ocupados. –Puxei Nico novamente para um beijo e ele preparou o Nico Jr. para a ação.
–THALIA ELE ESTÁ SUBINDO! –Hera berrou (nos dois sentidos da palavra).
Nico nos separou e suspirou. Ele começou à se vestir em modo relâmpago, e eu fiz o mesmo. Jogou uns cadernos em cima da cama. Ele parecia realmente de saco cheio por não terminar o que havíamos começado. SÓ QUE MENOS DO QUE EU. Quando eu terminei de vestir o short novo que eu pegara, Hades abre a porta e nós observa. Ambos descabelados, vermelhos, meio suados e estudando espanhol.
MAS EU ESTOU MUITO INDIGNADA. POR QUE SÓ EU NÃO POSSO TRANSAR NESSA PORRA?
PARA DE PITI! QUE SACO!
–Nico, vamos? –Hades pergunta, me fitando desconfiado.
–Oi –FILHO DA PUTA DESGRAÇADO DO CAPETA. MORRE. SEU VADIO. –, Sr. Di Angelo.
–Boa tarde, Thalia.
BOA TARDE A MERDA. SEU CRETINO. VAI LAMBER O ORÍFICIO ANAL. PUTO.
Sorri docemente. Nico deve ter puxado a mãe, porque Hades era feio que doía.
–Já estou indo pai. Só vou pegar uns cadernos. –Nico disse. Hades assentiu e sumiu no corredor. Ajudei-o a jogar todas as tralhas dentro da mochila. Nós dois desanimados e ainda com fogo.
Antes de ir, Nico se voltou para mim.
–Ainda não terminamos isso, Grace. –E mordeu meu lábio inferior. Eu pisquei o olho direito para ele e brinquei com seus cabelos. Ele me deu um selinho. E depois mais um. E depois um amasso que me deixou (mais) quente.
–NICO! –Hades berrou. IMBECIL, NOJENTO, ESTRAGA-PRAZERES DE UMA FIGA.
–Já vou! –Ele deu um último aperto no meu traseiro e saiu correndo do quarto.
Alguém me belisca. O QUE É VIDA? EU ESTOU NO PARAÍSO.
Ou quase. Ainda falta assassinar Hades.
FODA-SE O HADES. EU E NICO.
Nico
Precisa soletrar? Acho que não.
Okay, eu não sei o que aconteceu nesse quarto hoje (vamos fingir que não). Mas eu realmente NÃO VOU ESQUECER.
“Ainda não terminamos isso, Grace.”
MEU. SANTO. ZEUS. ME AJUDE À MANTER A SANIDADE.
Cof, cof. Isso só aconteceu por minha causa! Se eu não tivesse sussurrado “Espanhol” pra você naquela hora você teria dito Química, e Zeus os teria colocado no laboratório do lado do escritório dele.
Ah, é. Obrigada, consciência. Sua fofa! Te amo.
Todo mundo me ama.
Comecei a arrumar a cama. Tinha lençol pra tudo quanto é lado, um travesseiro pendurado na janela, minha almofada do 3 Doors Down no chão. E a colcha estava com cheiro de puteiro.
No meio da arrumação, meu celular vibrou.
“No teste da Annabeth, no vestiário masculino”. –Nico.
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