Love As Sick

3 Pessoas com quem conviver


Notas iniciais
Bom pessoal, desculpem o demora pra postar (minha internet teve alguns problemas...) e agradeco aos comentarios! A partir de agora vou responder a cada um, so tive algumas dificuldades antes! Boa leitura!PS: vou corrigir o problema dos acentos em breve, mas acho que da pra ler por enquanto!

Ele me encarou surpreso e depois de algum tempo seu rosto adquiriu um ar de superioridade que me fez encolher e encarar o chão.

– Não é obvio? — zombou — Eu vou me matar!

Dito isso ele fechou os olhos e se posicionou para pular da cadeira, mal percebi que havia me mechido e quando dei por mim estava a seu lado no exato segundo em que ele pulou; o teto nao suportou seu peso e ele caiu em cima de mim levando o lençol e um pedaço do teto — que acertou meu braço — no exato segundo em que Carlisle apareceu na porta.

Ele levantou e me puxou do chão, mas quando mechi o braço que havia sido atingido uma dor me percorreu.

– Ai... — gemi, tirando Carlisle de uma espécie de transe.

– Deixe-me ver... — disse e logo deu o diagnóstico — Esta quebrado!

Eu sabia que o próximo lugar para o qual eu iria era a enfermaria e Carlisle iria me levar ate lá, mas parou na porta e se virou.

– Vamos conversar sobre isso depois, certo Edward?

Ele assentiu e nos saimos, então esse era o nome dele? A enfermeira engessou meu braco e passou algumas instruções, mas eu ignorei tudo pois estava preocupada em ouvir a conversa entre os dois; assim que fui liberada corri o mais rápido que pude até o quarto.

– Sabe eu devo agradecimentos a ele... — Carlisle dizia — Se não fosse por ela talvez eu não tivesse chegado a tempo...

– Eu já disse que sinto pelo braço dela, mas não peça para que eu me desculpe pelo que eu queria fazer! — Edward esbravejou — Eu não tenho motivos para continuar vivo e não é você que vai me convencer do contrário!

Então ele queria mesmo se matar?! Eu ouvi passos em direção a porta e me encolhi.

– Está certo, eu não posso te convencer disso! — Carlisle disse — Mas estou certo de que existe alguem nesse mundo que pode!

Ele saiu e por sorte não me viu, então permaneci em silencio.

– Pode entrar, sei que você está ai...

Fiquei de pé e abri a porta para que eu pudesse entrar e então fechei-a novamente, ele estava sentado na cama.

– C-como você sabia? — gaguejei.

– Vi você empurrar a porta... — respondeu — Seus pais nunca lhe disseram que é falta de educação ouvir a conversa dos outros?

– E os seus nunca lhe disseram que a vida e boa demais para que você decida se matar? — retrunquei e ele encarou o chão.

– Eles morreram.

Fiquei branca, o que foi que eu fiz?

– S-sinto muito... — disse e me sentei ao seu lado.

– Não sinta... — ele suspirou — Foi um acidente de carro no aniversário de casamento deles... Carlisle disse que minha mãe pediu pra que ele cuidasse de mim, só não acho que tenho motivos pra continuar vivo...

Ele finalmente levantou os olhos e olhou pra mim, depois apontou o gesso.

– Como esta o braço?

– Bem... — respondi — Ao menos agora tenho uma desculpa pra que Esme me deixe dormir até mais tarde!

Ele riu e ficamos um tempo em silêncio.

– Ainda não sei o seu nome...

– E Isa... — suspirei — Meu nome é Bella!

Ele sorriu e segurou minha mão.

– Obrigado por salvar minha vida... Bella!

E então eu apenas sorri.

*****

Alguém bateu na porta e deve ter entrado pois a ouvi fechar...

Eu estava a quase duas horas tentando encontrar minhas roupas; tia Esme disse que iria arrumar meu armário, mas ao contrário do que eu esperava ela encheu-o de roupas de hospital e escondeu as minhas em algum canto obscuro desse mundo...

– Parece que sua cabeça esta melhor... — a voz rouca soou e com o susto bati a cabeca em uma das prateleiras do armario.

Gemi de dor e assenti com a cabeca, só então percebi que ele estava sentado sob minha cama; cruzei os braços e o encarei...

– Ah, desculpe! — ele entendeu e se levantou.

Logo começou a andar pelo quarto enquanto eu retomava minha "Missão Impossível"...

– Você tem uma vista ótima daqui! — disse apontando a janela.

Eu admirei a vista durante algum tempo e assenti antes de virar novamente para o armário.

– Procurando suas roupas? — perguntou e eu assenti — Já olhou no armário do banheiro?

Pela minha careta de confusão ele entendeu que não, apos sorrir fez um sinal com a mão para que eu o seguisse; ele abriu um armário que ficava perto da pia e eu vi minhas roupas empilhadas dentro dele, Jacob pegou as roupas e as colocou dentro do meu armário, eu estava a ponto de ir arruma-las quando ele bateu as portas e se posicionou a frente delas.

– Se você pretendia arrumar as coisas pode esquecer! — ele sorriu e me puxou pra fora do quarto — Nós vamos dar uma volta...

Notas finais
No proximo capitulo: " - Quem você pensa que é pra falar comigo desse jeito?! - Jacob Back, e quem você pensa que é pra falar com ela desse jeito?"