Love And Hate - Season 2

39 The Beginning of a Beautiful War


Notas iniciais
(O início de uma bela guerra) Primeiramente, fiquei extremamente XATEADA com a falta de comentários. Porra, sete? SETE? Me dou o trabalho de ficar até três da madrugada escrevendo esta merda, tenho de trazer o notebook na mochila - E PESA - pra escola pra poder postar e vocês, fantasmas, não podem dedicar dois, três minutinhos a comentar? Bom saber. Não reclamem quando eu não puder mais dedicar duas, três horas a escrever e postar e a fanfic simplesmente sumir do site. LEIAM AS NOTAS FINAIS - NOTÍCIAS SOBRE O SPIN OFF. LEIAM, PELO MENOS.

POV Antônia

Se minha irmã estava ocupada demais se despedindo – desnecessariamente – de Damon, se minha mãe estava puta comigo, se meu pa... Se Klaus estava muito ocupado com Caroline no andar de cima, eu tinha mais o que fazer. Na verdade, eu era a única que parecia estar a par da situação toda. A única que ainda parecia se importar com o meu corpo raptado por uma bruxa louca e filha da mãe!

Enquanto todos estavam focados em suas tarefas, saí de casa na encolha, pelos fundos. Ninguém ali me conheceu durante o século XIX. Eu era uma ótima fugitiva! Além de ser uma ótima mentirosa, de não abaixar minha cabeça para ninguém e de ter como única fraqueza, Ryan. Meu doce e misterioso Ryan.

Descobrir o que aconteceu com ele também fazia parte da minha lista de afazeres. Imagine você, do nada acordar num século diferente. Tem noção de como demorei a entender como usar um celular? É claro que agora as coisas são melhores e mais fáceis, mas a adaptação foi brusca demais. E acordar longe de tudo que conheci e dar de cara com uma cópia fiel de Ryan McPhil... Isso mexeu comigo.

E bem, eu...

– Não seria a filha de Klaus Mikaelson? — Meus pensamentos foram interrompidos por uma voz baixa e grossa.

– Ninguém escolhe a família onde nasce, não é? – respondi, me virando para encarar o dono da voz. – E você, quem é?

– Me chamo Marcel. Sou o dono disso tudo – sorriu de canto.

– Engraçado. Ouvi Klaus dizer a mesma coisa uma dúzia de vezes – me aproximei dele. – Mas se você é o tal Marcel que tanto ouvi falar, pode me levar à...

– À mulher que está com o seu corpo original? É eu posso.

– O que está esperando, então?

– Conheço seu pai e...

– Ah, por favor. Pare de dizer que ele é meu pai. – Falei, sendo sincera.

– Sei que Klaus costuma usar as pessoas, mesmo sendo da família. Por que eu acreditaria que seria diferente com você? – Perguntou ele, me olhando seriamente. – Pode ser tudo um plano dele você estar aqui.

Estávamos parados no meio da calçada, os pedestres passavam por nós e não percebiam que dois seres imortais conversavam não tão amigavelmente assim. Éramos como simples humanos batendo um papo, para eles. Ou sabiam e fingiam não saber.

– Talvez você não tenha notado, Marcel, mas eu não me orgulho de carregar o sangue daquele monstro nas minhas veias. Não estou nem um pouco interessada nessa briguinha de vocês dois pelo poder ou por sei lá o quê. Só quero entender o que estou fazendo aqui, porque até onde sei, eu não sou desse século.

– Nem eu, Antônia. – disse ele. – Mas eu te entendo. Ser filho do Klaus não é uma das coisas mais admiráveis na vida.

– Não quero que me entenda. Quero que me leve à vadia que roubou meu corpo!

Nesse instante uma senhora parou ao nosso lado e ficou me olhando com cara de apavorada. Marcel me olhou com desaprovação e depois se aproximou da senhora de cabelos grisalhos.

– Esqueça-se de tudo que ouviu aqui. – disse ele e ela concordou com a cabeça, seguindo o caminho depois. – Vem comigo – disse ele, me puxando pelo braço.

– Me solta! – falei. – Sei caminhar sozinha.

– Tudo bem – disse ele, erguendo as mãos em sinal de paz.

– Aonde vamos?

– Acho que você merece pelo menos saber com que está lidando. Vou te levar até seu corpo.

– Assim, tão fácil? Não vai barganhar nem nada? – Continuei caminhando ao seu lado.

Ainda não. – Disse ele, sorrindo.

Ok. Não confio nele. Não confio em ninguém, na verdade.

Caminhamos em silêncio e a cada passada eu pensava o quão estúpida estava sendo. Com certeza aquilo era uma armadilha e eu estava indo com tudo para ela. Mas ao mesmo tempo, a cada passo dado eu sentia que me aproximava do sentido de estar viva ainda.

Mesmo no século XIX, eu vivia com um vazio dentro de mim, como se algo estivesse me faltando; algo que me completasse e desse sentido a minha existência. Era estranho. Eu estava com um pouco de medo, mas orgulhosa demais para admitir. Marcel expirava traição.

Talvez eu estivesse caminhando para a forca, mas estava começando a gostar da ideia de ter de lutar para sobreviver.

– Sabe, para uma Mikaelson você é muito quieta – disse Marcel. – Pensei que me seguiria falando do que pretende fazer comigo ou com que está o seu corpo. Esperava por, você sabe, ameaças – me olhou por cima do ombro.

– É porque sou uma Engerhoff, não uma Mikaelson – lhe sorri forçado.

– Como quiser.

– Que lugar é esse? – perguntei após passarmos por um portão grande e antigo.

– É o Complexo onde eu vivo com a maioria dos meus vampiros. – Ele parou na minha frente. – Esse lugar era da sua família antes do seu pai fugir com os irmãos dele.

– Fugiram do quê, afinal?

– Do que, não. De quem. Mikael, o seu avô paterno.

Fiquei absorvendo as informações. Minha cara de dúvida deve ter sido bem visível, já que Marcel riu fraco e depois disse:

– Você não sabe da missa a metade, não é? Não sabe como os Originais foram criados, nem nada disso?

– Não. E na verdade, isso nem me interessa saber. Só quero poder ir embora e ficar longe de todos, o mais rápido possível.

– Tarde demais. Já se envolveu o suficiente, garota. E como eu disse, eu conheço seu pai. Sei que ele vai te usar se puder e é por isso que eu te trouxe aqui.

– E agora vem a barganha – falei, sorrindo.

– Você não é burra, está longe disso. – concordei com cabeça. – Sabe que uma bela guerra está se aproximando. Por que não fica do lado vencedor e garante sua segurança?

– Como o seu lado poderá ser o vencedor no final disso tudo, se você não é imortal como os Originais? – Perguntei, sorrindo de canto.

– Querida, não seja boba. Eles não são imortais, ninguém é.

Uma voz feminina surgiu de trás de mim. Era forte e cheia de confiança. Ninguém conhecia aquela voz como eu. Era a minha voz.

– Até que enfim – falei, após me virar.

– É tão bom vê-la novamente, Antônia – disse ela.

– Só não lhe dou um soco na cara porque não quero machucar meu rosto, vadia.

– Tão petulante quanto a irmã e o pai – falou ela, sorrindo.

– Vai me dizer quem é você e o que quer com o meu corpo?

– Pense bem, pequena. Você é o ser mais poderoso do mundo. Tem o gene de bruxa, de lobo e de vampiro. Seu corpo é a maior arma já vista. Acha que daria conta?

– Não fale do meu corpo como se ele fosse uma varinha mágica!

– Você não me conhece, Antônia, mas eu sou da sua família. – Ela me olhou arrogantemente e só então percebi que eu tinha lindos olhos. – Me chamo Esther. Sou sua avó.

Notas finais
Sim, Esther. Parabéns a quem desconfiou e não culpo os que não desconfiaram, afinal, ela estava morta. Como? Por quê? Bem, é por isso que teremos uma fanfic somente dedicada aos Originais a partir de agora. Sophia é a personagem principal de Love and Hate; Antônia será a da nova fic, Beautiful War. Aos que comentam, desculpem meu desabafo lá em cima. Às vezes é complicado ser escritora aqui. BOA NOTÍCIA: ela já está postada no Nyah: http://fanfiction.com.br/historia/554445/Beautiful_War/ Bem, já postei esse primeiro capítulo de Beautiful War e agora darei uma PARADA DE VERDADE EM LOVE AND HATE. Assim: postarei mais um capítulo, depois, só volto pra cá após a postagem do capítulo 08 de BW u.u desculpem-me mas isso é preciso. Agora fui. Beijos e por favor, deixem seus comentários e acompanhem o spinn of por que será divino u.u