Notas iniciais
(Sorrisos doentios) Meu Deus, mil desculpas gente. Sério, nem sei o que lhes dizer por toda essa demora – que me partiu e ainda parte o coração, acreditem. Eu continuo sem computador, o que deve ser resolvido até o fim desse mês; continuo sem internet, o que não tem data para ser resolvido  Bem, aproveitem o capítulo.

POV ELENA

Eu só queria sair daquela maldita cidade e ir para casa. Todos queriam. Mas, claro, Sophia jamais aceitaria o maravilhoso plano suicida da irmã dela – apesar de eu achar que a garota reencarnaria novamente, mas ok.

– Se eu ficar mais um dia trancada nessa cidade, na casa do Klaus, eu enlouqueço – confessei a Caroline, sentada ao meu lado na varanda.

– Então comece a preparar sua ida para o sanatório; não tem como sairdaqui.

– Podíamos pelos menos ficar em outra casa – falei.

– Não acho que seria boa ideia – Stefan apareceu, parando em pé, de braços cruzados à altura do peito, em nossa frente. – Seja lá quem for quem está no corpo da Antônia, já sabe que nós somos do time do Klaus, ou pelo menos acha que sim.

– Se matarmos a...

Stefan e Caroline me olharam incrédulos e nem mesmo eu acredito que deixei aquilo escapar em voz alta.

– Como agiria se fosse o Jeremy? – Perguntou Stefan.

– Não é o Jeremy – rebati e levantei-me da cadeira de balanço.

– Ninguém vai matar ninguém, Elena – Caroline levantou também. – Se você encontrar em um fio de cabelo da Antônia...

– A Sophia me mata, eu sei. – Me virei para ela. – Mas eu não tenho mais medo dela.

– O Klaus te mata – Terminou Caroline. – Ou o Elijah.

– Ou a Anastásia. – Disse Stefan.

– Então quer dizer que vamos ficar presos aqui para sempre?

– Se matarmos a tal usurpadora, nenhum túmulo terá de ser cavado em Mystic Falls para um dos nossos. – Respondeu ele, virando-se novamente para frente.

Um dos nossos? – Falei. – A garota aparece misteriosamente vinda do passado, em um corpo que nem dela é, e você já a considera um dos nossos?

– Ela é irmã da Sophia – Respondeu singelamente Stefan.

– Até ontem Sophia estava do lado do Klaus e agora você a defende?

– Até ontem você odiava terminantemente o Damon, agora você dorme com ele, Elena. – Intrometeu-se Caroline. – As pessoas mudam.

– Às vezes até demais – completou Stefan, me olhando tristemente e voltou para dentro de casa.

Caroline bufou e o seguiu.

– Então agora eu sou a vilã? – gritei olhando os dois se afastarem. – Maravilha – resmunguei comigo mesma.


Segundo meu Alaric, que ligara para Damon mais cedo, um ‘comboio’ estaria vindo de Mystic Falls: Anastásia, Jeremy, Bonnie, Rebekah e o próprio Alaric. O que pode ser lido como burrice, já que nenhum deles é humano, portanto não poderiam sair. Jeremy talvez; não tínhamos certeza por ele ser um caçador.

Um pouco depois de eu sair da varanda, um carro estacionou na frente da casa. Fiquei extremamente aliviada ao constatar que se tratava do meu irmão e Bonnie.

– Jeremy! – Caminhei apressada até ele, o abraçando apertado.

– Você está bem? – perguntou ele.

– Estou, sim. É bom te ver. – Avistei minha amiga por cima de seu ombro. – Bonnie! – corri até ela, abraçando-a também.

– Ei, calma. Quer me repartir no meio, é? – brincou ela. – Sério que vamos ficar na casa do Klaus?

– Casa dos Originais, você quis dizer – virei para trás e vi Rebekah descendo de seu conversível vermelho. Sorriu cinicamente.

– Olá, irmã.

– Elijah! – Rebekah correu apressada até abraça-lo.

– Cadê o Ric? – Damon apareceu à porta.

– E a minha mãe? – Sophia logo atrás.

POV ANASTÁSIA.

– Estamos perdidos, Alaric.

– Não estamos perdidos – retrucou Ric.

– Admite que você errou o caminho, nós paramos para pedir informação e...

– E você seca a veia do informante – completou.

– Vai ser hipócrita se me disser que não está com fome.

Seja vampiro, humano, lobisomem, híbrido ou extraterrestre, homens sempre serão seres cabeça dura e jamais – JAMAIS! – irão parar para pedir informações. E também nunca vão admitir que erraram o caminho.

– Ric, para o carro e liga para o Damon.

– Se eu fizer isso, você para de encher o saco?

Mas as mulheres, independentes do que são, serão sempre irritantes o suficiente para fazê-los desistir.

– Sim – respondi e ele estacionou no acostamento.

Ele bufou e pegou o celular.

– Não entendo como Klaus conseguiu aguentar você e depois a Sophia; são extremamente irritantes quando querem – cochichou ele, como se eu não pudesse ouvir.

– E você é a pessoa mais legal do mundo, Sr. Saltzman – retruquei ironicamente.

– Alô, Damon? Ahn, eu acho que desviei um pouco da rota e... – peguei o celular da mão dele.

– Estamos perdidos, Damon. Ainda nem chegamos em New Orleans, eu estou morrendo e sede e seu amigo está dificultando as coisas.

– Esse é o Alaric-estraga-prazer que que conheço – brincou Damon. – Passa pra ele.

Depois foram uma serie de “tá” e “eu entendi”, Damon explicando o caminho e no fundo tenho quase certeza de ouvi Sophia resmungando algo como “mande-os voltar”.

– Eu admito, eu me perdi – disse ele, sorrindo.

– Se você não dissesse eu nem conseguiria dormir essa noite – abri a porta do carro e desci sem espera-lo.

– Aonde vai?

– É falta de educação chegar na casa dos outros morrendo de fome – sorri para ele e sai, em velocidade de vampiro, em direção ao posto de gasolina do outro lado da rua.

E não pense que Alaric ficou apenas observando; o lanche era suficiente para dois.

POV SOPHIA

Rebekah e Elijah, Jeremy e Elena, Bonnie e Caroline. Klaus, Damon e eu estávamos lá, sobrando. Antônia era o centro das atenções da Mikaelson mais nova. Rebekah e minha irmã se deram bem.

Cada um de nós três tinha um copo de uísque nas mãos, ninguém falava nada, ninguém erguia os olhos. Deram um festa e os (ex)vilões ficaram de fora.

– Devia ter insistido mais para Ric e minha mãe voltaram – falei a Damon. Depois da manhã pós-noitada com Klaus, Damon e eu não nos falamos muito mais que o necessário.

– Sua mãe tem o seu temperamento, ela nunca voltaria para casa. – Respondeu ele.

– Eu deveria me sentir culpado por essa tensão entre vocês dois? – Interferiu Klaus, olhando com sarcasmo para nós dois, segurando um riso óbvio.

– Por que deveria? – Damon o olhou. – Por que você dormiu com ela?

– Então a culpa se divide entre ele e Elena, não acha? – Falei, sem olhá-los. – Sei que tem passado as noites com ela, Damon. – ergui os olhos até os dele, que me fitavam ardilosamente. – Todos sabem, ela geme auto como uma vadia exagerada e bêbada – todos na sala pararam as conversas e me olharam. – Segui olhando para Damon. – Estou mentindo? – Klaus riu disfarçadamente ao nosso lado. Fingindo que nada havia acontecido, mudei de assunto. – Alguém viu a Katherine?

– Agora são amiguinhas? –Perguntou Elena, em tom de deboche.

– Bem, digamos que eu não gosto de fazer a Caroline ter que escolher entre eu ou você e a Bonnie, então eu procuro fazer novas amizades. Mesmo que seja a Katherine. – Bebi o resto do uísque, deixei o copo na frente da garrafa pela metade e deixei a sala.

Katherine estava – como já era habitual – no quarto de Elijah, sentada na cama, arrumando algumas roupas que foram trazidas de Mystic Falls por Elijah,

– Arrumando o guarda-roupa? – me encostei no batente da porta.

– Não aguento mais essa cidade chata; tenho que fazer algo pra me distrair.

– Podíamos sair para beber, o que acha? – me aproximei dela. – Se eu ficar mais um segundo junto da caravana do amor lá embaixo, vomitarei arco-íris.

– Até que não é má ideia. Duas ex-vampiras-más bebendo uísque num bar do FrenchQuarter.

– Quanta decadência – falei, sentando na beira da cama. – Antigamente, à essa hora, eu estaria bebendo abruptamente o sangue de um cara numa esquina escura.

– Bons tempos – disse ela. Nos olhamos rapidamente e nos demos conta do quão improvável era aquela conversa. Rimos ligeiramente. – Bem, vou trocar de roupa e te encontro lá embaixo.

– Tudo bem – falei enquanto me levantava da cama. – Só preciso arrumar dinheiro e trocar de roupa.

– Não podemos mais compelir as pessoas, mas podemos usar nosso charme para arrumar bebida de graça com gentis garçons – disse ela, sorrindo maliciosamente. Fiz o mesmo.

– Tem razão, senhorita Pierce.


Depois de trocar de roupa, desci as escadas lentamente sobre o salto alto. O tumulto da sala já havia se dissipado. Apenas encontrei Klaus sentado, aparentemente, sozinho na poltrona.

– Não é muito seguro sair à noite por aqui. Os vampiros do Marcel estão à solta, sabe disso – falou ele.

– Não posso sair da cidade e não posso andar por ela – abri os braços. – Não posso fazer merda nenhuma, então.

– Ele só está dizendo que é perigoso – me virei e encontrei Alaric parado atrás de mim. – Mas você é adulta, sabe o que faz.

– Ric – suspirei e o abracei apertado. – É reconfortante te ver aqui.

– Sophia – uma voz embargada, mas doce ao mesmo tempo.

Me livrei dos braços de Alaric gentilmente e virei.

– Mãe.

Não importa se você briga, diz que odeia, rejeita ou renega. Mãe é mãe, e sempre que você a vê, você se sente arrebatada por uma onda de tranquilidade e confiança, mas principalmente de proteção.

– Minha filha – disse ela ao me abraçar. –Que bom que está bem.

– Mãe, você já... Já viu a...

– Já – disse ela. – Ela está lá fora, tentando assimilar que tem uma mãe e uma irmã.

– E um pai. – Disse Klaus, levantando-se em nossa direção. – E dois tios muito zelosos e já muito afeiçoados por ela.

– Vai pro Inferno, Niklaus – bradou minha mãe, separando-se do meu abraço. – Você só quer tomar de volta o que um dia foi seu, ou seja...

– Você um dia foi minha, Anastásia – rapidamente ele chegou até nós. Senti o vento de sua velocidade. – Mas pelo olhar de desprezo posso calcular que agora você seja do professor de história.

– Eu vou vomitar – resmunguei.

– É impressão minha ou as mulheres da família Engerhoff não resistem ao Macho Alfa da matilha? – Disse Katherine sorrindo, ao descer as escadas.

– É impressão minha ou a duplicatas não resistem aos Salvatore? – Perguntou Damon, sorrindo de canto e parado ao lado de Ric.

– Ora, ora. A dupla dinâmica mais uma vez unida. – Falei.

– A gente já pode ir ou a estranha reunião familiar vai continuar? – Perguntou Katherine.

– Vai sair com ela? – Damon me olhou.

– Algo contra? –Respondi perguntando.

– Não, nada. – Seus olhos continuavam presos aos meus.

– Pelo horário eu diria que você deveria estar na cama, Damon. Elena pode ficar entediada e ir atrás do seu irmão outra vez. – me virei.

– É o que você faria? – parei novamente.

– Se fosse comigo, certamente você não estaria aqui embaixo matando tempo com Alaric. – Olhei-o sobre o ombro. – Você estaria lá em cima pedindo por mais.

– Só eu acho engraçado o modo como vocês falam de sexo nas entrelinhas na frente de todo mundo como se estivessem à sós? – Falou Ric, mas todos sabemos reconhecer uma pergunta retórica.


Katherine e eu procuramos por um bar onde houvesse um “gentil garçom”, mas todos os bares daquele maldito bairro tinham uma mulher no balcão. Acabamos apenas caminhando em vão pela redondeza. Não sei ela, mas eu podia sentir presenças escondidas no escuro das ruas desertas.

– Quando você e Damon vão parar de agir feito adolescentes colegiais? – Perguntou Katherine.

– Ele me traiu com a Elena, você não quer que eu apenas esqueça, quer?

– Olha, eu não costumo dizer isso com frequência. – olhei para ela. – Você e ele são perfeitos um para o outro. – Ela me olhou. – Me sinto um pouco responsável por não terem ficado juntos no passado.

– Mesmo que eu tenha desejado e planejado sua morte durante muito tempo, Katherine, a sua participação naquilo tudo foi mínima. Meu pai jamais deixaria que Damon e eu ficássemos juntos.

– Por que não fugiram?

– Não tivemos tempo.

– E agora que você o tem, vai perdê-lo para Elena Gilbert por puro orgulho?

– Não consigo confiar mais nele.

– Mentira! – Ela parou. Fiz o mesmo. – Você confiaria sua vida a ele, porque você o ama. Ama mais do que deveria e sabe disso. Ele sabe disso.

– Não acredito que estou falando sobre isso com você.

– Nem eu. – voltamos a andar. – Nunca tive uma amiga de verdade.

– É o que acontece quando apenas se usa as pessoas – falei.

– Olha que fala – rebateu ela.

– Digo por experiência própria. Caroline foi minha primeira amiga, e mesmo assim eu a usava.

– Também usei Caroline por um tempo. Eu a transformei e, acredite, você não a suportaria humana. – Disse Katherine e uma risada mutua e despreocupada rolou entre nós duas.

Mas paramos de sorrir quando um grupo muito grande pessoas começou a se aproximar de nós, vindos do sul. Logo vimos que não se tratava de pessoas, mas sim vampiros. Uns vinham por cima dos prédios, outros pulavam por cima dos automóveis estacionados na rua.

– Acho que Klaus tinha razão – resmunguei, puxando Katherine pela manga do casaco jeans dela. – É melhor a gente... – me virei e dei de cara com um musculoso peito.

– Sophia! Quantas surpresas numa única noite.

– Marcel – dei dois rápidos passos para trás, empurrando Katherine. – É bom vê-lo. Eu acho – titubeei.

– Não parece tão confiante sem seu protetor por perto – Disse ele sorrindo, caminhando até mim. – Mas não se preocupe, não vamos machuca-las – olhou para Katherine. – Me acompanhem e presenciem um espetáculo – aquele sorriso maquiavélico nos lábios me lembrou os sorrisos mortais de Niklaus, que sempre os exibia quando fazia algo brutal ou desnecessário.

Mas não estávamos em posição de negar.

– Claro – concordei, engolindo em seco.

Marcel continuou caminhando imponente junto de seus seguidores (baba-ovos). Katherine e eu seguíamos logo atrás, em passos lentos.

– O que você fez? – perguntou ela, puxando-me pelo cotovelo esquerdo.

– Não deve ser nada, só um momento de exibicionismo público dele.

– Então por que está nervosa?

– Pare de fazer perguntas e continua caminhando – falei, puxando meu braço de volta.

Marcel e seu grupo diabólico pararam em circulo em volta de um único cara. Nem Katherine nem eu conseguíamos ouvir a conversa, então nos aproximamos do centro. Era como uma briga de colégio, os dois rapazes se olhando e trocando xingamentos, enquanto Marcel rondava o outro.

O outro.

A princípio eu não o reconheci, mas depois... Bem, eu preferia não ter saído de casa aquela noite.

– David – sussurrei com terror na voz, prevendo que fim teria aquilo. Katherine me olhou sem entender nada, sem saber que aquele homem a tinha salvado anteriormente.


– Talvez você não saiba, novato, que os lobisomens não são nada bem vindos aqui, no meu FrenchQuarter. – Disse Marcel, enfatizando a palavra meu.

– E talvez você não saiba, mas não tem como sair da cidade – rebateu David, com sua habitual serenidade.

– Bem, isso não me interessa. – Marcel tinha um galho de árvore na mão, mas não passava de um graveto frágil com o qual ele brincava. – Qual o seu nome, filho?

– David.

– David. Um belo nome. É uma pena que ninguém mais vá ouvi-lo nessa cidade, porque quando um lobo estúpido sai do Bayou e vem dar os ares por aqui, ele é rigorosamente punido. – Marcel ainda sorria aquele sorriso doentio. – Querida Sophia, por que não vem aqui? – Ele apontou para mim e todos me encararam com curiosidade. Com medo e passos desordenados, fui até ele.

– Sophia, o que você... – David ficou me olhando apavorado.

– Para quem não sabe, Sophia também foi, e ainda é, uma protegida de Niklaus Mikaelson. – Suspirei tensa. Procurei por Katherine e a vadia havia ido embora, como já era de se esperar. – Então, Sophia. Como Klaus puniria esse garoto?

– Não puniria – respondi, mas depois vi que tinha dito merda. Mesmo assim, prossegui. – Niklaus jamais afastaria os lobos da cidade; ele também é um.

– Resposta errada! – gritou ele, me jogando contra David, que me segurou firme.

– Cê tá legal? – perguntou-me David.

– Tô. Você precisa sair daqui – me apoiei em seu peito. – Agora.

– Vocês não vão a lugar algum, Sophia. – disse Marcel. – Mas bem, voltando à punição. Quando algum lobinho mal domesticado resolve aparecer por aqui, a punição é morte. – O sorriso sombrio se tornou um fogo terrivelmente pior nos olhos dele. – E quem protege os lobos tem o mesmo destino.

– Não é culpa dele estar aqui, você sabe disse – falei. – É tudo coisa de seja lá quem estiver no corpo da minha irmã.

– Era pra ele estar morto, segundo ela. – Disse Marcel.

Ela? Então se trata mesmo de uma mulher.

– Elaquem? – perguntei.

– Você faz muitas perguntas para uma simples humana, não acha?

Os acontecimentos seguintes foram rápidos demais para que eu pudesse assimilar na hora; apenas me lembro de Marcel passando rapidamente em volta de nós, o sangue saindo da garganta de David e espirrando na minha roupa, ele caindo ao chão enquanto se engasgava com o próprio sangue.

– David. David, não. Aguenta, David! – tentei tapar o corte na garganta dele, mas a quantidade exacerbada de sangue que saíra já havia lhe tirado a chance de sobreviver.

Ergui os olhos, apavorada, até Marcel. Ele segurava o graveto na mão direita. A ponta estava suja de sangue. O menor dos objetos se torna a pior das armas nas mãos de um vampiro.

– Você sabe onde eu aprendi tudo isso, esse exibicionismo todo, não sabe? – Perguntou ele. Ainda sorria.

– Você é doente, é pior que o Klaus.

– Não. Eu sou melhor que ele.

– Se você é melhor que meu irmão, tenho certeza de que deixará a pobre garota sair viva dessa situação? – Era Elijah, parado solenemente atrás de Marcel, que disse:

– Minha cidade, minhas regras.

– Resposta errada – agora era o forte sotaque de Klaus, e logo o corpo de Marcel caiu ao chão, com o pescoço torcido. Ainda estaria vivo na manhã seguinte.

Niklaus não sorria doentiamente.

Notas finais
Capítulo meeega longo pra recompensar vocês por toda essa demora. Bem, espero não ter decepcionado e na verdade isso tudo foi só uma ponte. Não dei muitos detalhes AINDA de como Antônia e Ana se encontraram porque preciso rever uns detalhes nos capítulos anteriores. Como já devem saber, não tenho data para voltar. As respostar dos reviews serão curtinhas porque pretendo responde-los pelo celular então já viu né... Quem quiser me adicionar no What’s, gente, é só pedir o número por MP, dai a gente pode conversar melhor – não deem bola se eu demorar pra responder sushsueuhsuhe Que ódio desse Marcel agora, viu. Eu gostava do David – então por que matou ele, sua anta gorda? O que estão esperando para os próximos capítulos, hein? E essa amizade de Katherine e Sophia? Será que Ric e Ana demoraram por que erraram o caminho só? Rçrçrçrçr Ah, é coisa da minha cabeça ou minha escrita deu uma melhorada? – Estou escrevendo um livro *-** Espero não sumir de novo, sinto saudades de vocês e MUITO OBRIGADO POR NÃO ME ABADONAREM! Prometo voltar com momentos bombásticos na fic. Beijooooos MINHA NOVA FANFIC KLAROLINE - SHOW ME LOVE http://fanfiction.com.br/historia/502825/Show_me_Love/