Notas iniciais
(Santo Sexo de Despedida!) - Tradução by google, não sei se é isso mesmo. Hey, desculpem a demora outra vez. Na verdade, vou parar de pedir desculpas porque isso já é rotina, eu me atrasar né. Mas cá está, o capítulo mais esperado por vocês, eu creio. O meu primeiro hentai Klaroline *-* que momento. Espero que gostem. Bom proveito. ----------------não revisei porque estou postando no pc da escola e é tenso postar um hentai perto do seu professor, okay?---------------

POV NEUTRO

Após o beijo cheio de emoções e sentimentos, Klaus envolveu a cintura de Caroline, junto mais seus corpos. Caroline empurrou Klaus contra a porta, passando a mão por seu peito, empurrando sua jaqueta.

– Não acredito que estou fazendo isso – disse ela, rindo sem acreditar.

Klaus sorriu também e levou a mão ao pescoço dela, a puxando para outro beijo apressado e apaixonado. Sua língua percorreu cada canto possível, enquanto os finos dedos de Caroline apertavam o pescoço de Klaus.

– Eu acredito, love – sussurrou ele, rasgando a blusa dela e levando até a cama, com extrema velocidade, empurrando a mala e as roupas para o chão.

Cessando o beijo – estando quase sem ar – Caroline se preocupou em tirar a camisa de Klaus. Logo depois cada um se desfez de seu jeans e o híbrido ficou por alguns segundos analisando o corpo branco e delicado de sua doce Caroline. Por um tempo ele ficou com medo de tocá-la brutamente e feri-la. Mal sabia ele que Caroline o desejava intensamente.

A loira o puxou pela nuca, tendo intenção de beijá-lo insanamente outra vez, mas Niklaus a deitou no colchão e a beijou lentamente, aproveitando cada sensação possível com sua língua. Depois ele desceu com a boca por toda a extensão do corpo da loira, fazendo-a fechar os olhos e suspirar. Care Sentiu suas pernas tremerem. Klaus voltou a beijar os lábios da loira e logo depois abriu a frente do sutiã dela, o jogando longe. Então a boca de Niklaus gentilmente tocou a ponta do seio de Caroline, que arfou com o toque úmido e prazeroso.

Klaus rodeou os mamilos da loira até eles estarem estupidamente rígidos – tão rígidos que chegaram a doer um pouco. Caroline enfiou os dedos no cabelo de Klaus, então os fechou e puxou a cabeça do loiro para cima, podendo beijá-lo outra vez. Os músculos das costas do híbrido moviam-se conforme o beijo acontecia, já que enquanto isso Klaus movimentava-se sobre o corpo de Caroline, provocando-a – porém ambas as peças íntimas impediam o contato. O membro de Klaus já mal cabia dentro da cueca Box branca, mas, no momento, ele queria apenas “mimar” Caroline. Suas mãos apertaram os seios delicados dela, a fazendo arfar de novo durante o beijo, separando por segundos seus lábios, em busca de ar.

Então ele desceu novamente pelo corpo dela, mas dessa vez deixando um rastro molhado com a língua.

POV CAROLINE

Aquilo era errado, insano, estúpido... Estupidamente errado, eu diria. Ir pra cama com o assassino do seu ex não é algo louvável, mas, meu bom Deus! A boca de Klaus era o paraíso!

Suas mãos apertavam meu corpo enquanto sua boca descia cada vez mais... cada vez mais, e mais e...

– Ahh!

Não consegui segurar o gemido-grito quando senti a língua dele tocar aonde eu mais ‘temia’ eu tocasse. Sim, . Klaus não teve pudor nenhum. Tirou minha calcinha com lentidão – enquanto eu sentia um tremor interno, ansiosa –, depois afastou minhas pernas, colocando-se entre elas. Detalhe: sem desviar os seus olhos dos meus.

Santo Sexo de Despedia!

Primeiro senti sua língua percorrer toda a região levemente, depois alguns leves beijos e então uma forte sugada. Puxei a colcha da cama entre meus dedos, erguendo o dorso um pouco. Minha respiração começava a ficar pesada e acelerada.

Klaus alternava agora entre a língua e o dedo, fazendo movimentos rentes ao meu clitóris. Eu já estava completamente excitada – ele também, aposto. Suas mãos subiam pela minha barriga, indo até meus seios, apertando-os com força. Klaus usou um dedo para me penetrar, fazendo movimentos rápidos; conforme isso acontecia eu movimentava meu quadril para frente e para trás. Eu sentia sua barba rala conta minha intimidade.

Eu já estava a um ponto que não conseguia mais controlar nada. Minhas pernas tremeram, a direita começou a ficar um pouco dormente, meu coração começou a bater mais rápido. Fechei meus olhos e senti aquele tremor interno novamente, só que muito mais forte e com consequências mais molhadas, se é que você me entende.

Não me importei em chegar ao ápice e derramar todo meu prazer na boca de Klaus, sei que ele também não se importou com isso, porque sugou até a última gota possível. Meu gemido final deve ter atravessado as paredes até mesmo a ouvidos humanos.

Klaus voltou a ficar sobre mim novamente, e então me beijou lentamente.

– Minha doce Caroline – sussurrou em meu ouvido, mordendo meu lóbulo depois.

– Klaus... – segurei seu pescoço com as duas mãos, beijando-o novamente.

Klaus sorriu abertamente e num giro rápido, ele estava deitado na cama, sob mim. Suas mãos apertaram minha cintura com muita força enquanto eu me inclinava para beijar sua boca outra vez; beijar os lábios macios de Klaus era algo realmente viciante – incomparável! Sentir sua barba rala roçando contra minha pele dava certa cócega, mas também era bom. Tudo ali era bom. Sua ereção abaixo de mim, ainda presa pela cueca, também era boa – ótima, maravilhosa! Estupenda (se é que alguém ainda usa esse termo)!

Desci com meus lábios pelo pescoço dele, depois indo para seu ombro, passando a mão por seus braços. As pontas do meu cabelo encostavam na pele dele. Continuei percorrendo seu peito definido e ao mesmo tempo macio, mantendo meus olhos nos dele.

– Por favor, Caroline... – sussurrou ele. – Cada segundo com você nessa cama é preciso, mas eu não sei se aguento mais esperar tanto – sua voz saia meio falhada, com leves suspiros entre as palavras.

– Esperar pelo que? – Engatinhei para trás um pouco, baixando sua cueca, tendo a visão de um membro completamente excitado. Apenas olhar me deixou mais excitada ainda.

– Por isso – Klaus me deitou na cama com uma rapidez absurda, penetrando-me ao mesmo tempo.

– Ah! – meu gemido confundiu-se com um grito de dor, mas na verdade era prazer.

Enquanto ele se movimentava rapidamente para dentro e para fora, eu me segurava em suas costas. Klaus não desviava os olhos dos meus, até que ergui minha cabeça para puxá-lo em um beijo tão apaixonado quanto tudo aquilo. Segurei em sua nuca, o puxando para mais perto de mim. Depois o empurrei na cama, mantendo o ritmo com a ajuda de suas mãos em meu quadril.

Apoiei minhas mãos em seu peito, jogando minha cabeça para trás e fechando os olhos. Meu sexo parecia pequeno demais para suportar o dele, mas na verdade nos encaixávamos perfeitamente. Klaus gemia alto, sem medo que o escutassem do lado de fora do quarto. Na verdade, todos deveriam estar ouvindo, não fomos silenciosos nem discretos; com o movimento da cama, o criado-mudo ao lado balançou ao ponto do abajur cair e se quebrar no chão.

Minhas pernas já começavam a dar sinais que logo eu chegaria ao meu segundo ápice da noite. Klaus me virou na cama mais uma vez, puxando minha perna esquerda por detrás do meu joelho, possibilitando que penetrasse mais fundo. Sua cabeça pendia sobre a minha, nossas respirações batiam uma na outra; nossos lábios se encontravam por milésimos, depois se afastavam. Eu conseguia ouvir o sotaque de Klaus até mesmo em seus gemidos – que soavam, às vezes, como urros baixos e suaves.

O ponto final chegou quase ao mesmo tempo para nós dois, mas primeiro para ele. Sua cabeça desabou no vão do meu pescoço e seu corpo caiu sobre o meu. O abracei, cansada, porém satisfeita.

Klaus me beijou calmamente uma última vez e se deitou ao meu lado. Ambas as respirações ofegantes. Ambos sorrindo.

– Afinal, valeu a pena esperar por tanto tempo – disse ele, virando o rosto para mim, sorrindo de canto.

O encarei.

– Pois é. – Puxei o lençol para me enrolar.

– Vou deixar você se arrumar, love. É uma pena que seja arriscado tê-la aqui comigo.

Sabe, eu queria poder ficar ali com Klaus. Mas ele não deixaria.

Espera, eu disse isso mesmo? Eu disse que quero ficar com Klaus?

Meu Deus.


POV SOPHIA

Somente quem fosse surdo não escutaria Klaus e Caroline se amando, em algum canto daquela casa. É obvio que reconheci os gemidos de Klaus e a voz de Caroline. Também não preciso dizer que fui a pessoa mais feliz ao constatar que estarem juntos – eu era a única que torcia pelo casal improvável.

Mas enquanto isso, eu decidi que precisava fazer algo antes que Damon e Elena voltassem para Mystic Falls. Para isso, precisei pedir ajuda à Rebekah – o que não foi tão de difícil assim de conseguir.

– Me dê um bom motivo para te ajudar – disse ela.

– Somos mulheres e estamos no mesmo time. E você também não gosta da Elena.

Rebekah revirou os olhos. Estava notavelmente entediada.

– O que você quer?

– Elena está há um bom tempo sem beber verbena, me certifiquei de sumir com qualquer resquício da planta nessa casa. – Me aproximei de Rebekah, que estava sentada na cozinha. – Quero que você hipnotize Elena a responder todas as minhas perguntas com sinceridade.

– Por que será que eu acho que isso tem a ver com o Salvatore mais velho?

– Porque tem.

– Tudo bem. – Ela levantou – Mais saiba que fica me devendo uma.

– Valeu – sorri.

Por que decidi fazer isso? Porque algo lá no fundo me dizia que Damon não estava mentido para mim quando dizia que não me traiu com ela.


Elena estava na varanda, olhando Stefan conversar com Bonnie. Rebekah a chamou e a levou até a cozinha, onde eu estava. Elena me olhou e olhou para Rebekah de volta.

– O que está...

Rebekah a empurrou até a porta da geladeira, olhando em seus olhos.

– Vai responder às perguntas da Sophia, todas, com sinceridade. Não vai mentir.

Então me aproximei. Fui direta.

– Damon me traiu com você?

– Não — respondeu ela.

– Então por que vi você no quarto dele naquela manhã, com ele sem roupas na cama?

– Porque eu coloquei veneno na bebida dele e ele apenas dormiu a noite toda. Damon nunca te traiu comigo.

– Que vadia! – Disse Rebekah.

– E na outra vez que ele dormiu com você? Por quê?

– Eu o compeli – Respondeu. – E depois inventei toda uma história para ele acreditar e te contar caso o questionasse.

– Por quê? – Repeti. Segurei minha raiva dentro de mim, mas sei que ela passou através de meus olhos.

– Porque ele te ama e eu quero acabar com tudo que você... – não a deixei terminar de falar e juntei toda força que tinha para dar um tapa em seu rosto.

– Sua...

Rebekah segurou Elena e depois disse:

– Vai se esquecer disso tudo e não vai encostar um dedo nela enquanto estiver nessa casa. Agora sai.

– Eu odeio essa garota – falei, direcionando meus olhos para Rebekah.

– Nunca pensei que diria isso, mas acho que ela é pior que a Katherine.

Me virei para Rebekah, meio que sorrindo.

– Obrigada por isso. Ajudou muito – a deixei ali e caminhei apressada para o andar de cima.

Corri pelos degraus, subindo de dois em dois, indo em direção ao quarto de Damon. Ele estava vestindo a jaqueta, iriam embora em meia hora, eu acho. Abri a porta e corri até ele, segurando em sua nuca e o beijando fervorosamente.

– Podemos continuar o que a Katherine interrompeu? – sussurrei contra seus lábios.

Damon sorriu de canto, segurando minha cintura.

Ele não havia me traído. Ele me amava de verdade, embora eu tivesse quase certeza disso há um bom tempo.

Aquele seria o melhor sexo de despedida das nossas vidas.

Notas finais
Bons tempos quando eu sabia escrever hentais. Acho que, conforme a gente vai crescendo e perdendo a “inocência”, escrever hentais começa a se tornar uma tarefa mais complicada. Sei lá, é preciso muito esforço escrever sem usar palavras de baixo calão, e sabem como prezo por isso. Enfim, espero que tenham gostado. Pelo menos Klaroline não é só mais uma promessa. Nem Daphia. Bem, isso nunca foi promessa. Por que eu não quis narrar a tarde de Damon e Sophia? Porque não ficaria bom, e sim repetitivo. Sabem como eles são na cama, já. Imaginem sozinhos desta vez heuhshdeuh E Sophia descobrindo a verdade, com a ajuda de Rebekah? O que acharam? Rebekah é Team Sophia huehshe Bem, continuem deixando suas opiniões aqui. Beijos. Até...