Notas iniciais
Sei que demorei, mas voces sabem, eu sempre volto. Respondi seus comentários também, como devem ter visto. Galera, esse capítulo era um hentai. Eu escrevi ele, deu mais de duas mil palavras de puro hentai Daphia. Aí, deu a louca na pessoa que vos escreve e ela apagou todo o hentai e escreveu isso que vem agora. Por quê? Porque gosto de ser má e estou começando a me tornar tia Plec versão morena c: Me amam. (principalmente você, Thalita, M E A M E F O R E V E R M E N T E)

POV SOPHIA

Resistir à Damon Salvatore é realmente algo quase impossível: aqueles braços, aquele perfume misturado com aroma de whisky, aquele cabelo sedoso, aquela voz que te faz molhar a calcinha com um simples “oi”... Mas pra que existem as amigas?

Logo me livrei da camisa de Damon e o empurrei para a cama, onde ele caiu sentado. Me sentei em seu colo, de frente para ele, entrelaçando meus dedos em seu cabelo, puxando-o para trás.

– Te odeio por isso – falei, beijando seus lábios.

– Sei que odeia – seu braço envolveu minha cintura e o beijo se aprofundou, com sua língua pedindo passagem entre meus lábios.

Damon estava quente! Em todos os sentidos.

Mas...

– Sophia, você... — Katherine abriu a porta sem nem mesmo bater antes. – Aluguem um quarto no motel – disse ela.

– Sua filha da mãe, desgraçada – cochichou Damon, descansando a cabeça em meu ombro.

– Podia ter batido, Katherine – sai do colo de Damon e o vi puxando o travesseiro para seu colo, para tapar a ereção que eu graciosamente começava a sentir.

– Preciso da sua ajuda – disse ela.

– Justo agora? – Falou Damon, terrivelmente puto com ela.

– Me dê um bom motivo pra eu sair desse quarto – falei.

– Papo de mulher – ela puxou minha mão e me arrastou pra fora do quarto.

– Katherine! – Puxei minha mão quando chegamos ao quarto dela. – O que diabos deu em você?

– Estou menstruada e não sei como usar o absorvente – disse ela disfarçadamente, olhando para o lado.

– Espera. Você me tirou do meio de uma transa com Damon Salvatore por que não sabe usar a porra de um absorvente? É isso mesmo?

– Não existia isso na minha época. – Argumentou ela.

– Nem na minha! Acha que sei qual usar? – Falei. – Com abas, sem abas, interno, externo, seco, de algodão... Muitas informações para uma mulher de 150 anos.

– Ótimo. E pra quem vou pedir ajuda? – ela cruzou os braços.

– Eu sei lá. Caroline, Elena. Vá numa farmácia.

Primeiro, discuto com Elena. Depois, minha irmã completa a transição e se torna vampira. Depois disso, uma quase transa com Damon e por último, papo calcinha com Katherine Pierce. Que dia maravilhosamente proveitoso!

– Não confio em ninguém pra falar sobre, nem mesmo Elijah – disse ela.

Aquele momento em que você percebe que se tornou amiga da pessoa que você mais odiou na vida.

– Nossa, obrigada por confiar em mim. Mas bem que podia demonstrar isso, sei lá, me dizendo a senha de desbloqueio do seu celular não interrompendo o que você interrompeu!

– Qual é, você encontra coisa melhor que o Damon.

– Deixe-me analisar as opções: Elijah é seu, Klaus já é figurinha mais que repetida, Jeremy é um Gilbert, Alaric é da minha mãe, dei um fora no Stefan... Não, não tenho coisa melhor no momento.

– Não sei como pode gostar do Damon ainda se teve o Stefan — disse Katherine, daquele jeito esnobe dela em relação a Damon.

– Não cuspa no prato que comeu, ok. – a puxei pela mão. – Vamos.

– Aonde?

– Comprar absorventes.


POV NEUTRO

Enquanto Sophia e Katherine saíam de casa em busca de um manual de instruções para absorventes femininos, Elena era acalmada por Caroline e Bonnie.

– Como você pode ser amiga da Sophia, Caroline? – perguntou a bruxa.

– Da mesma forma como ela consegue gostar do monstro do Klaus! — As lágrimas de Elena já haviam cessado, porém ela continuava furiosa.

– Elena! – Caroline a reprimiu. – Eu sou amiga da Sophia, mas em momento algum eu dei razão a ela.

– Cá entre nós, Caroline. Você prefere ela a nós duas. Estão sempre cochichando e desde que ficaram amiguinhas, você mal fala com a gente.

A loira ficou apenas encarando Elena sem crer que aquelas palavras saiam da boca de sua melhor amiga.

– Lena, eu conheço vocês a minha vida toda! São minhas... Minhas irmãs por opção! Como podem...

– Você mudou muito depois que virou vampira, Caroline – disse Bonnie.

– Gente, quando eu virei o assunto aqui? Achei que o problema todo fosse Sophia ter matado os pais da Elena.

– Ela matou meus pais, ela matou o Tyler e você continua amiga dela. Esse é o ponto, Caroline. Eu não posso mais ser sua amiga sabendo que a Sophia pode te envenenar contra mim.

– Damon quebrou o pescoço do Jeremy, transformou a irmã do Matt, causou a morte da avó da Bonnie, transformou a mãe da Bonnie, ele me usou como bolsa de sangue e você ainda dorme com ele! – Gritou Caroline. – Damon e Sophia são exatamente a mesma coisa, Elena. Eu odeio o fato do Damon ainda estar em nossas vidas. Mas isso não quer dizer que eu vá te obrigar a escolher entre ele ou eu.

– Care...

– Não, Bonnie. Não. – disse a loira. – Se fossem mesmo minhas amigas, saberiam que nada me colocaria contra vocês. A não ser vocês mesmas.

Caroline deixou o quarto sem entender o que havia acontecido ali. De uma forma inexplicável ela virara o alvo. Sabia que Sophia estava absolutamente errada em ter feito o que fez, mas nem por isso cortaria relações com ela. Mas ter sua amizade colocada em dúvida por suas melhores amigas, doeu.

– Algum problema, sweetheart?

Caroline parou ao chegar na sacada e logo Klaus estava ao seu lado. Pensou: por que não?

– Sou um monstro, segundo minhas amigas.

– Elabore – disse ele, parando com as mãos atrás do corpo e um leve sorriso de canto.

– Bonnie e Elena acham que eu prefiro a amizade de Sophia à delas.

– E como exatamente isso te faz um monstro?

– Provavelmente Elena pensa que Sophia irá me persuadir a enfiar uma estaca no peito dela enquanto dorme — Caroline se virou para Klaus, apoiando as costas no parapeito da sacada. – Sério, é isso que eu ganho por ser a amiga preocupada que sempre fui? Tá certo, Sophia matou os Gilbert e o Tyler, matou muita gente inocente, enganou a todos e me usou, mas... Eu não consigo odiá-la, Klaus.

Niklaus riu fracamente depois apoiou os cotovelos no parapeito, olhando o céu com poucas estrelas, porém com a Lua Crescente brilhando forte.

– Sophia é uma das pessoas mais difíceis que já conheci. Ela faz de tudo para que você a odeie, mas você se apega a ela e ao seu lado bom. Até mesmo ao seu lado ruim. Mas quando você a odeia, nada pode mudar esse sentimento. Ela fez muitos inimigos por onde passou, tenho certeza. Adotou os meus como seus, também. Ela é o tipo de pessoa que não desiste do que quer, e põe a família sempre em primeiro lugar. – Klaus a olhou. – Uma das minhas melhores discípulas.

– Sophia nunca me julgou. Elena e Bonnie sempre fizeram isso. Todos sempre fizeram. Mas depois de um tempo, eu acostumei. – Caroline imitou a posição de Klaus, mas manteve uma certa distancia dele. – Ela pode ter sido uma grande filha da mãe pelo que fez, mas sempre me apoiou fosse o que fosse. – Caroline baixou a cabeça. – Só não quero ter de escolher entre ela e as meninas.

– Talvez Elena tome essa decisão por você – Klaus ergueu o dorso, observando depois a curva que as costas de Caroline fazia. – Posso lhe pedir uma coisa, Caroline?

A loira endireitou o corpo, parando à frente do híbrido, acendo positivamente.

– Não fique em New Orleans. Por mais que eu adore ter a sua presença diariamente nesta casa, não quero que corra riscos por minha culpa quando tudo começar a acontecer. – Klaus se aproximou dela, acariciando seu rosto com o polegar direito. – Eu não me perdoaria se algo te acontecesse.

Caroline, não soube o que responder. O sotaque de Klaus a deixava meio zonza e aquela aproximação foi meio repentina.

– Prometa que irá embora logo. – Disse ele.

Caroline apenas concordou com a cabeça, ainda olhando fixamente nos olhos de Klaus.

– Tenha uma boa noite, Caroline – Klaus depositou um leve beijo na face esquerda do rosto dela, a deixando estática.

Caroline se achou um monstro maior ainda quando teve vontade de virar o rosto e beijar Klaus de verdade.

Notas finais
Aí as leitoras batem na porta da escritora, a espancam e ela não sabe por que, né?! Bem, ferrei com a chance de Damon dormir com a Sophia, dei início ao fim da amizade de Bonnie, Elena e Caroline e (SIIIIMMM) dei início a Klaroline. Me amam por isso. Gente, alguém ensina as senhoras da história a usar um absorvente, pelo amor de Deus. Não queremos ninguém sangrando perna afora, seria nojento demais. Espero que tenham gostado, tentei fazer um capítulo mais leve e menor. É isso aí, comentem e ameacem-me heuhsue Beijos.