Love And Hate - Season 2

34 Augustine Vampire – Parte II


Notas iniciais
Oi, pra vocês aí. Primeiramente, obrigada pelos comentários e desculpa pela minha nova demora. Sim, os motivos ainda são os mesmos. Não vejo a hora de ter meu PC de volta. E minha internet. Então, como eu disse esse capítulo é a continuação do anterior, ou seja: Mais Augustine e mais Sophia confrontando Elena. Uma parte da história da própria Sophia que fora omitida até agora será revelada e... Ah, leiam.

POV NEUTRO

Sophia ficou olhando para Damon, Damon ficou olhando para Sophia. Ambos boquiabertos, sem precisar dizer nada em consideração à dor alheia. Sabiam que não era necessário dizer um “eu sinto muito”; realmente sentiam, sentiram na pele. Os demais presentes, obviamente, não faziam a mínima ideia do que eles estavam falando.

– Isso não é verdade, meu pai não faria isso. – Interrompeu-os Elena. – Ele era uma boa pessoa, ele...

– Ele odiava vampiros, Elena. – Sophia a olhou novamente. – Ele me via com uma rata de laboratório. Mas se serve como consolo, ele era fiel à sua mãe porque nunca cedeu ao meu charme, às minhas tentativas de seduzi-lo. – Sophia sorriu com desdém. — Seu pai, Elena, te manteve viva por cerca de seis anos com o meu sangue. Uma dose diária era o suficiente para fazer o câncer não aumentar. Depois um tempo, ele precisou contar a sua mãe. – Sophia sorriu sem graça. – No início ela ficou relutante, mas queria salvar a vida da filha, então aceitou. Aceitou que seu pai fizesse um transplante de pulmão. O meu pulmão.

– Não... – Elena negava com a cabeça.

– Então você cresceu e eu me deparei com uma cópia fiel de Katherine Pierce. – Sorriu descrente. – Doce ironia, não? Salvei a vida da cópia da mulher que eu mais odiava. Está viva graças a mim. – Elena continua balançando a cabeça, não acreditando naquilo tudo que saía da boca de Sophia. — O que, na minha visão de mundo, me dá o direito de tirar sua vida quando eu bem entender. – Sophia deixou o silencio atormentar a outra um pouco, depois continuou — Pelo menos foi o que eu tentei fazer quando compeli Matt a começar a falar sobre o futuro de vocês dois naquela festa, o que eu sabia que faria você querer ir embora e assim você teria de ligar para os seus pais; aí eles precisariam pegar o carro, sair de casa e na volta, Grayson precisaria desviar de uma mulher deitada no meio da ponte. Mas ele não conseguiu frear a tempo e assim ele desviou o carro da pobre mulher e o carro caiu no lago com a família dentro.

Sophia podia ser humana agora, mas o ódio e a maldade já haviam se impregnado dentro dela, e isso fez com ela sorrisse ao terminar a frase — mal sabia ela que, na mesma noite em que os pais de Elena morreram, Damon havia encontrado a duplicada pela primeira vez e se encantado por sua beleza idêntica a de Katherine.

– Foi você...

Então uma série de sentimentos tomou Elena, mas a raiva nunca foi tão grande dentro de si. Sophia, no entanto, nunca se sentiu tão bem por poder “exibir” seu feito aos outros. Sempre quis jogar aquilo na cara de Elena Gilbert, mesmo sendo algo meio macabro e terrivelmente mau-caráter.

– Sim, Elena. Fui eu. Fui eu a causadora do acidente que vitimou seus pais. – Sophia virou o rosto, procurando por Stefan. – Eu só não contava que você teria alguém para salvá-la. – Voltou a olhar para Elena. – Agora entende o porquê eu te odeio? Minha vida foi destruída por você, eu fui destruída e reconstruída por sua culpa! – Gritou a Engerhoff. – Você arruinou a minha vida, seu pai, seus antepassados, sua linhagem! Mas agora eu tenho um motivo muito maior, Elena. Você matou a minha irmã.

– Você matou os meus pais! Que direito você acha que tem de...

– Já chega! – interferiu Stefan.

– Não, Stefan! Deixa ela falar. Deixa ela fingir que realmente se importa com os pais, agora. Como se sua única preocupação aqui não fosse tirar a roupa do Damon e...

– Eu vou matar você!

Stefan segurou Elena com toda força que tinha no corpo. Sophia permaneceu imóvel, encarando Elena no fundo dos olhos, saboreando o momento com o qual sempre sonhou. No entanto, esse seria o momento em Sophia, em seus sonhos maquiavélicos, destroçaria o coração de Elena.

– Melhor do que matar você, Elena, será fazer com que você sofra. Independente do que venha acontecer com a minha irmã, você vai pagar por tudo. Por todos.

– Tira ela daqui, Damon! – Gritou Stefan.

Ninguém naquela sala queria interferir. Todos queriam ver até onde aquilo poderia ir – mesmo sabendo que a probabilidade de Sophia sair morta era de 99,99%. Era como dois pitbulls se enfrentando focinho a focinho, um querendo se atracar no pescoço do outro, mas odiando-se apenas pelo olhar. Damon não sabia se devia ouvir o irmão ou deixar a briga comer solta, sabia como Sophia se sentia. Mas Stefan continuou segurando Elena com força, enquanto encarava Damon com olhos de “faça alguma coisa, seu idiota inútil!”.

– Vem – passou o braço pelos ombros dela.

– Isso não acabou aqui, Sophia! – Ameaçou Elena, no auge de seu descontrole, ainda nos braços de Stefan, com os olhos inundados de lágrimas.

– Isso nem começou, Elena.


POV SOPHIA

Damon me tirou da sala sem muita dificuldade. Quando chegamos no andar de cima, me livrei de seu abraço. Olhei estreitamente para o moreno e seguimos em silencio. Até que parei e me virei para ele:

– Não preciso de uma babá me perseguindo.

– Perseguir você é mais divertido que ficar vendo Elena chorar pela morte dos pais.

– Ou só não quer vê-la nos braços do Stefan – joguei verde.

– Acha mesmo que ainda tenho ciúmes dela com meu irmão? – Mas é difícil colher maduro com ele.

– A única coisa que sei é que você tem dormido com ela e seu irmão não morre de amores por ela mais – paramos no meio do corredor, ambos de braços cruzados, se encarando.

– Só dormi uma vez com ela.

– Duas! – rebati.

– Você não acredita, mas eu não traí você. Eu jamais...

– Olha, não quero explicações. Sei o que vi.

– Você viu Elena saindo do meu banheiro com a minha camisa e me encontrou acordando atordoado.

Sério? São esses os argumentos dele? Patético!

– Tá, não foi a melhor forma de explicar o que...

– Chega – falei. – Engula seus argumentos.

Dei mais alguns passos e entrei no quarto de Antônia, onde a vi sentada na cama, olhando para os lados.

– Como se sente? – perguntei.

– Pelo amor de Deus, parem de gritar. – Ela segurou a cabeça. – E apaguem essas luzes, eu vou ficar chega desse jeito.

– Deu certo. – Disse Damon, se aproximando.

– O que está acontecendo? – perguntou Antônia com o pavor em seus olhos e em sua voz.

– Você tentou se matar, Stefan te deu o sangue dele e agora você está em transição – Expliquei, me sentando ao seu lado. – Por que se matou? Por que tomou todos aqueles remédios, Antônia?

– É, por que não enfiou logo uma faca no peito? Muito mais rápido e menos agonizante. – Disse Damon, de braços cruzados, parado ao pé da cama.

– Apenas o ignore – falei a minha irmã.

– Minha cabeça doe, eu sinto fome. – Reclamou ela, e eu nem percebi que havíamos desviado o assunto do “por que” para o “como”. – Minha gengiva também doe, parece que está...

– Rasgando? – Falei e ela concordou com a cabeça. Levantei a manga da camisa e estendi meu braço a ela. Antônia ficou me olhando, não entendendo nada. — Precisa beber sangue humano pra completar a transição. Quanto mais cedo você...

– Pensei que não quisesse que eu...

– Não quero você morta. Agora beba – apoiei minha outra mão em sua coxa, apertando-a levemente para passar confiança.

Antônia me olhou mais uma vez confusa e segurou meu pulso. Ficou olhando para a veia, sei que ela conseguia ouvir o sangue pulsando.

– Não posso morder você. – Ela soltou meu braço.

Ouvi Damon bufar, virei para trás e o vi caminhando em direção ao banheiro. Quando voltou tinha em mãos uma tesoura. Damon sentou do outro lado da cama, de modo que minha irmã ficasse sentada entre nós dois, e depois ele forçou a lâmina da tesoura contra seu pulso.

– Bebe – Disse ele, levando o pulso até Antônia.

Ela olhou para mim, apenas concordei com a cabeça. Antônia segurou o braço de Damon com tanta força, que achei que o deixaria marcado. Ele apenas fez uma cara de desconforto. Quando ela o soltou, a boca estava completamente rubra e escorria sangue pelas laterais dos lábios. Seus olhos também estavam alterados. Ela sorria. Queria mais, e a sensação de ser um vampiro é incrível quando você se alimenta pela primeira vez, eu sei.

– Elena – resmungou ela. — Elena me compeliu a tomar todos aqueles remédios, ela me hipnotizou. Depois disse para eu me esquecer do que ela disse – Antônia olhava fixamente para a frente.

Quando se transforma em vampiro, as compulsões desaparecem e você lembra-se de tudo. Olhei para Damon com ar de “eu não disse?”. Ele apenas me olhou e enrugou os lábios. E não vamos esquecer da velha da história do aumento das emoções. Quando voltei minha atenção para Antônia, ela apenas se impulsionou e saiu da cama – e do quarto – numa fração de segundos. Porém, nem Damon nem eu nos movemos para ir atrás dela.

– Elena ou mais sangue? – Disse Damon, referindo-se ao motivo dela ter saído daquela forma.

– Talvez os dois. Só sei que sinto falta disso. Sangue, velocidade, força.

– Nem me fale.

Bufamos junto, desanimados.

– Devíamos descer e ver o que sua irmã está fazendo? – Perguntou-me ele.

– Não. Tem babás suficientes lá embaixo.

Damon me seguiu quando sai do quarto de Antônia, continuou indo conforme meus passos também depois, e eu notei que ele só queria ficar à sós comigo. Talvez fosse bom poder conversar com ele – talvez não fosse conversar o objetivo dele, afinal, é o Damon.

– Fala, Damon – falei, parada com a mão na maçaneta da porta.

– Podemos conversar?

– Sobre? – Entrei e ele fez o mesmo.

– Augustine.

– Não é porque ambos passamos por isso que devemos sentar, beber chá e relembrar. Não.

– Se você não quer conversar comigo, simplesmente diga. Não invente desculpas.

Me virei para encará-lo. É clichê, eu sei. Mas posso descrevê-lo? Obrigada.

A luz do meu quarto estava acesa então pude notar cada detalhe dele – como se já não conhecesse tudo ali. Seu cabelo estava bagunçado de uma forma arrumada – dá pra entender, né? Sua pele parecia mais corada, seus olhos tinham mais vivacidade. Seus lábios, avermelhados. A camisa azul marinho com uma pequena gola V aumentava seu charme. Os ombros rijos, para trás. Jeans escuro e meio surrado caindo solto em suas pernas e sua pose de inabalável.

– Só não quero falar sobre a Augustine. Nunca falei disso com ninguém.

– Nem. Até agora. – ele sentou na ponta da minha cama e eu voltei à cadeira onde eu estava antes de tudo isso.

Suspirei e percebi que ele precisava ouvir e falar. Tinha necessidade de ser compreendido por alguém; eu sempre era esse alguém. Querendo ou não.

– Ok. Se isso te deixa feliz – comecei. – Da primeira vez, por volta da década de 60, eu trabalhava em um bordel. – Damon ergueu as sobrancelhas – E isso é outra coisa que ninguém sabe. Bem, eu trabalhava nesse bordel em troca do silencio da dona e do sangue dos clientes. A maior parte do dinheiro ficava com madame Lanore. Eu confiava muito nela, mas agora sei que não deveria. Então um homem da sua altura, loiro, charmoso...

– Prefiro sem os detalhes sórdidos – sorriu de canto. Revirei os olhos, divertida com seus ciúmes.

– Enfim, esse cara me escolheu para diverti-lo por algumas noites. Ficamos meio íntimos e eu gostava de transar com ele. Era realmente bom. – Damon revirou os olhos – Certa noite, entramos no quarto e ele me puxou pela cintura enquanto eu o beijava, daí o filho da mãe pegou uma seringa com verbena e injetou no meu pescoço. – Damon ainda me olhava atenciosamente, com um misto de pena e compreensão. – Quando acordei estava presa em uma maldita maca cirúrgica, nua.

– A tal Lanore vendeu você?

– Por três mil dólares – suspirei, encolhendo-me na cadeira, de forma que conseguisse abraçar meus joelhos. – Pelo menos foi o que o maníaco do Withmore disse.

Withmore? – Damon alertou-se.

– Sim. Por quê?

– Parece que toda família Withmore está na Augustine, porque também fui torturado por um.

– Todos grandes filhos da puta!

– Como fugiu? – Perguntou-me ele, pacientemente.

– Nas confraternizações de fim de ano eu era usada como... Distração dos membros da Augustine. Algemada, nua, fraca, ridicularizada, abusada... Mas eu prometia a mim mesma que haveria uma vingança. Foram dois anos assim. No terceiro fim de ano, eu estava mais forte. Eu bebia o sangue que seria dado ao meu colega de jaula, Enzo.

Foi aí que vi aqueles olhos tomarem uma posição assustada, meio feliz, mas não acreditando.

– Você só pode tá de brincadeira. Lorenzo? Ele... ele sobreviveu? – Damon ficou atordoado, levantou da cama, caminhando de um lado para o outro.

– Do que você está falando?

– Enzo, ele era meu amigo. Eu consegui escapar, mas na fuga eu... Eu deixei ele pra trás, sem me importar com nada.

– Então Enzo sobreviveu, porque ele me ajudou o tempo todo, sempre me confortou. – Sorri fraco ao lembrar do pobre italiano e de suas sempre doces palavras. – Quando eu era largada de volta na jaula, ele me dizia que daria tudo certo e que logo estaríamos livres. Livres e juntos.

– Enzo estava apaixonado por você? – perguntou Damon e nem sequer tentou esconder o ciúmes e o nojo na voz.

– É quase certo que sim. No meu terceiro ano de Augustine, eles iriam me tirar outra vez para brincarem com a prostituta vampira, mas Enzo interferiu, disse que eu estava fraca demais, então... Ele foi o divertimento da noite. Aqueles homens... Eles eram insanos, Damon! E havia também mulheres lá. Todos loucos. Monstros piores que a gente.

– Sinto muito pelo Enzo. – Disse ele, mais a sim mesmo do que a mim. Parecia culpado agora.

– Quando levaram ele de volta para a jaula, eu aproveitei a brecha da porta e usei a força que eu vinha acumulando para sair. Mas prenderam ele de volta. Então eu comecei minha vingança, matei todos lenta e tortuosamente. Fiquei tão fora de mim com aquele sangue todo, que eu esqueci que tinha um amigo lá dentro.

– Traído duas vezes da mesma forma.

– Eu o ouvi chamando meu nome e não parei. Eu só queria sangue – suspirei pesado, sentindo-me culpada também e arrependida. – Espero que tenha conseguido escapar, ou morrido. Até a morte é melhor que aquilo. Só não cometi suicídio porque fui fraca pra isso.

– E como foi parar nas mãos do pai da Elena?

– A notícia que a filha do louco Richard Engerhoff era vampira correu rapidamente dentro da Augustine. Meu pai era mais famoso do que eu imaginava. E a notícia de que eu estava à solta também correu. Correu até chegar na faculdade onde Grayson estava.

– Usar a filha de um dos fundadores como rato de laboratório, quem não iria querer?

– Ainda mais sendo um Gilbert. – Damon voltou a sentar na ponta da cama, e eu o segui com os olhos. – Eu estudava naquela faculdade, uma das cinco vezes que cursei História. Grayson me viu mordendo o pulso da minha colega de quarto e poucos dias depois ele me chamou para conversar, e aí entra a verbena outra vez e o resto você já sabe. Até acordar em outra jaula, eu não fazia ideia do que ele era.

– Como escapou?

– Alguém apareceu de surpresa no laboratório onde eu estava presa e Grayson saiu correndo da sala, me deixando na maca, com uma das mãos soltas. Um grave erro. – Sacudi a cabeça em negativa, mas não lamentava de verdade. – Pra ser sincera, não sei se fui pega para servir à Augustine ou apenas ao Gilbert. Não lembro dele anotando nada sobre mim nos cadernos da sociedade secreta de torturadores filhos da puta.

– Bem, você matou os pais da Elena e uma penca de cientistas loucos. – disse ele. – Eu venho matando os membros da família Withmore, geração após geração, deixando apenas um vivo, para que assim os Withmore continuem e eu possa continuar a mata-los.

Fiquei apenas o encarando, sem julgá-lo ou defende-lo.

– Não dá pra dizer que isso foi certo, o que fizemos. Mas também não foi errado.

Damon levantou e caminhou até mim, em passos lentos. Seus olhos diziam que mudaríamos de assunto e talvez algo mais acontecesse.

– Estivemos em Mystic Falls na mesma noite, quando Elena sofreu o acidente, e não nos encontramos.

– Bem, talvez o destino não quisesse que nos encontrássemos naquela noite. Minhas passadas por aquela cidade eram sempre breves e objetivas, eu nunca ficava mais que uma noite e... – Damon se inclinou e calou minha boca ao colar seus lábios aos meus.

– Para de falar – sussurrou depois, apoiando as mãos no encosto na cadeira redonda, prendendo-me ali.

– Damon...

– O quê? – Me olhou tão de perto que pensei que entraria em seus olhos. – Vai me dizer que não quer que eu a leve agora pra aquela cama e...

– Quero – passei a mão em seu rosto. – Só não quero que faça isso por pena.

– Pena do que? Passamos pela mesma coisa, Sophia. Isso não é compaixão, é tesão!

Isso me fez rir enquanto voltava a beijá-lo. Damon me ajudou a levantar da cadeira e senti um frio na espinha, ansiosa e talvez até nervosa.

Por que eu sempre cedia ao Damon?

Notas finais
Owwwnt gente, Daphia *-* Vocês querem hot no próximo capítulo? Querem que a Sophia “caia na real” e corra ele do quarto? Querem que alguém os interrompa (CAROLINE)? E aí? Pensem bem. O capítulo ficou mais longo do que eu planejava, mas espero que não tenha ficado cansativo. Eu não consigo mais escrever capítulos pequenos – mal de escritora compulsiva. E o lance da Augustine? Quem ficou meio em dúvida, porque ainda não chegou na season 5 de TVD, dê uma pesquisada – se não se importar com grande spoliers, óbvio. Digo o mesmo para o Enzo, aquele lindo – eu pegava! Antônia Vampira, o que acham? Será que ela se adapta fácil? Me digam o que ainda esperam para essa temporada, certo? Mereço comentário e recomendações??? XoXo, Gossip Girl... não pera. Serie errada.