Louco Amor

87 Capítulo 87


Notas iniciais
Ooii gente!! Dessa vez minha demora foi mais porque viajei e fiquei sem carregador e como estou escrevendo pelo celular, ficou impossível de postar antes. Boa leitura a todos, obrigada pelos comentários e me desculpem se houver algum erro ortográfico! O capítulo está cheio de emoções e revelações espero que gostem!!!

Pov's Clari

Acordei pela manhã com o homem mais lindo olhando para mim. Eu queria que aquela cena se repetisse todos os dias.

– Bom dia meu amor. — ele disse beijando minha testa e levantando.
– Bom dia, para onde vai?
– Eu vou tomar banho e vou na casa da Cássia pegar minhas coisas e falar com ela também. Acho que devo uma explicação né?
– Não acho... Um "não" diz muita coisa.
– Você sabe que não é assim. Deixa de ser ciumenta que eu vou lá só falar com ela, pedir desculpas e pegar minhas coisas.
– Conversa muito não viu? Cinco minutos está ótimo.
– Você é a coisa mais linda do mundo com ciúmes sabia?
– Ah eu só sou linda com ciúmes?! — eu disse tentando fazer cara de brava.
– Claro que não meu amor. — ele disse rindo e me beijando. — Você é linda sempre!
– Eu sei.
– Convencida!! — ele disse jogando a toalha em cima de mim.
– Ai!! — eu disse rindo.
– Vem tomar banho comigo senhora convecida?
– Eu não queria não mas já que você está insistindo muito e eu tenho um bom coração, eu vou.
– Ah, eu que to insistindo né? — ele disse me olhando.
– Claro!!
– Sabe... Eu também tenho um ótimo coração. — ele disse me carregando de cabeça para baixo.
– Diegooo!! Eu vou cair, me solta!!! — eu disse rindo e me segurando nele.
– Não, nem pensar.
– Por favooorr!!!
– Então diz que ta louca para tomar banho comigo e que eu sou o melhor marido do mundo.
– Que? Eu não. Não gosto de mentiras.
– Olha você ta escorregando... — ele disse me soltando um pouco.
– Aaahhh!! Não me solta Diego!!
– É que eu ainda não ouvi você falar alguma coisa e minhas mais estão escorregadias sabe...
– Ai eu te odeio.
– Acho que não é isso que você tem que dizer... — ele disse me soltando um pouco mais.
– Ta bom!!! Eu digo!!! É... Você é o melhor marido do mundo e eu quero muito tomar banho com você. Agora me solta.
– Não era nessa ordem.
– Que?
– Brincadeira. — ele disse rindo e me colocando no chão de volta.
– Chato. Eu te odeio muito.
– Não era você que não gostava de mentiras?
– E eu sou a convencida. — eu disse entrando no banheiro.

Entrei no chuveiro e comecei o meu banho enquanto o Diego fazia a barba.
Fechei os olhos por um minuto e lembrei da noite maravilhosa que tive junto ao Diego o que me fez sorrir por um instante.

– Que lindo sorriso você tem. — o Diego disse me dando um selinho.
– Eu estava distraída pensando em nós dois.
– E o que pensava?
– Estava pensando em ontem e em tudo... Finalmente vamos retomar nossas vidas sem ninguém para nos atrapalhar.
– Isso é maravilhoso, eu sei. — ele disse beijando meu pescoço.

O Diego começou a beijar meu pescoço e a dar leves mordidas. O toque dele me arrepiava por inteira, era difícil resistir.
Ele me beijou e em seguida me imprensou na parede. Pude sentir seu membro totalmente ereto encostando em mim, o que me deixou extremamente excitada.
Eu o desejava e o queria mais e mais a cada segundo. Ele era perfeito e mexia comigo de uma maneira inexplicável.
Os beijos desceram até os meus seios e aquilo resultou como uma espécie de tortura em mim. Eu mal podia respirar.
O puxei de volta para cima e o beijei de um jeito louco como uma súplica por mais.
Ele encostou a testa na minha e me olhou nos olhos. Um olhar intenso que provocava incêndios em mim. Eu não conseguia e nem queria desviar o olhar. Estávamos mais que conectados.
O Diego me levantou pela cintura e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura. Em seguida ele me imprensou na parede, me penetrou com força e eu não pude conter o grito.
Ele me beijou abafando os gemidos e aumentou a velocidade dos movimentos me fazendo gritar e gemer cada vez mais.
Cada toque me enlouquecia e me excitava me fazendo querer sempre mais. Era inexplicável o poder dele sobre mim.
Após algum tempo, saímos do banheiro em meio a beijos e carícias.

– O que está fazendo? — eu disse olhando para ele só de toalha.
– Estou escolhendo uma roupa para vestir. — ele disse olhando o guarda roupa.
– Só que no momento você não vai precisar de roupa nenhuma. Eu ainda não terminei... — eu disse abraçando ele por trás e mordendo sua orelha.
– Eu tenho que sair amor...
– Shiiu... Nem mais uma palavra. — eu disse olhando ele nos olhos.

O puxei para o outro lado do quarto e o empurrei na cama. Em seguida sentei em cima dele e comecei a distribuir mordidas por todo o seu peitoral. Me posicionei e comecei a fazer leves movimentos em cima dele. Ele soltou alguns gemidos e segurou minha cintura me levando a aumentar o ritmo.
Depois de algum tempo ele invertou a posição, me deixando por baixo. Senti sua boca passear pelo meu pescoço e pelos meus seios e descer aos poucos até minha intimidade.
Quando sua boca finalmente chegou ao destino, senti uma explosão de sensações. Aquilo era maravilhoso. Senti um, depois dois de seus dedos em mim e comecei a gemer sem parar e a puxar o cabelo dele.
Não demorou muito e pude sentir o peso do seu corpo sobre mim novamente. Em meio a um beijo caloroso senti seu membro me penetrar e arranhei suas costas de uma maneira que era impossível não ficar marcas.
O Diego fazia movimentos rápidos e com força em cima de mim e eu não conseguia fazer nada além de gemer, gritar, arranha-lo e implorar por mais.
Depois de algumas horas ele deitou ao meu lado e me olhou sorrindo. Aproveitei e deitei em seu peito para recuperar o fôlego.

– Você me faz perder o controle. — ele disse me fazendo cafuné.
– Eu sei.
– Como você é convencida né? Quem te deixou assim?
– Não sabe mesmo? — eu disse rindo e olhando para ele.
– Talvez eu tenha um pouco de culpa nisso.
– Só um pouco né?
– Talvez muita. — ele disse rindo.
– É muito bom te ter de volta. Eu senti muito sua falta. — eu disse abraçando ele forte.
– Eu também senti muito a sua falta... Mas agora somos só eu, você e nossos filhos. Ninguém nos atrapalha.
– Tão bom ouvir isso de você... Eu te amo Diego, amo muito.
– Eu sei, e te amo muito também. — ele disse me dando um selinho.
– Vamos levantar para tomar café?
– Amor eu adoraria mas ainda tenho que sair. Tenho que ir falar com a Cássia lembra?
– Infelizmente sim.
– Não fica assim. Eu volto logo.
– Promete?
– Prometo. Só preciso conversar com ela e nada mais.
– Não sente nada por ela né?
– Fica tranquila que eu só quero você. — ele disse me dando outro selinho e levantando.

Nos vestimos e saímos do quarto de mãos dadas.
Assim que chegamos na sala vimos as crianças e a Dalva.

– Bom dia! Que bom te ver bem Clari. Fiquei muito preocupada ontem. — a Dalva disse me dando um abraço.
– Eu sei, o Flavio me disse e... Bom dia!
– Que bom que tudo terminou bem... Agora vou terminar as coisas lá dentro.
– Vai lá Dalva.
– Bom dia mãe, bom dia pai. — o Pietro disse abraçando a mim e ao Diego.
– Bom dia filhão!
– Bom dia meu amor, bom dia Let.
– Bom dia! — a Letícia disse sorrindo para mim e para o Diego.
– Já tomaram café? — eu perguntei.
– Já comemos sim mamãe. — o Pietro respondeu.
– Bom, eu vou indo, logo estou de volta. — o Diego disse me dando um selinho, um beijo nas crianças e saindo.
– Até logo Di.

Após me despedir do Diego fui para a cozinha comer algo e conversar um pouco com a Dalva enquanto as crianças assistiam televisão na sala.

– Dalva cadê o Flávio? — eu perguntei enquanto tomava um pouco de café.
– Saiu cedo, disse que tinha algumas coisas para resolver e não demorava.
– E não disse o que era ou para onde ia?
– Não. Não disse nada. Na verdade ele me parecia um pouco nervoso.
– Que estranho. Ele sempre avisa aonde vai.
– Vai ver era algo mais pessoal que ele não queria contar.
– É, pode ser.

Terminei o meu café e retornei a sala para ficar junto as crianças.
Assistimos dois filmes seguidos e depois brincamos um pouco no jardim.
Não tinha nada melhor do que poder passar um tempo com os meus filhos.

Pov's Pietro

Acordei com o sol no rosto. Por algum motivo não tinham fechado as cortinas do meu quarto. Geralmente quem fazia isso era a mamãe. Ela devia ter se esquecido.
Levantei com preguiça e esfregando os olhos com um pouco de sono ainda e fui até a cozinha atrás da Dada.

– Dadaaa!
– Oi meu pequenino. O que faz de pé essa hora?
– Não sei...
– Teve algum sonho ruim?
– Não.
– E quer comer?
– Quero sim. Estou com fome.
– Senta lá no sofá que já vou levar seu café da manhã.
– Está bem.

Voltei para a sala e deitei no sofá para esperar o café e enquanto esperava dormi de novo.
Acordei com a Dalva me chamando para comer. O sono tinha aliviado mas ainda tinha um resto de preguiça em mim misturado com sono.
Sentei a mesa e fui tomar meu café da manhã.
Enquanto comia a Let apareceu na sala e se juntou a mim para comer.

– Comam tudo! — a Dalva disse.
– Pode deixar. — a Let disse sorrindo.
– Dada, cadê a mamãe?
– Está no quarto dela dormindo. Não vá até lá.
– Por que?? — eu disse fazendo cara de triste.
– Porque ela está com seu pai e devem estar dormindo. Deixe eles descansarem.
– Tudo bem... mas ela está com o pai Diego ou o pai Murilo?
– O Diego.
– O papai está aqui?!? — a Let perguntou com os olhos brilhando.
– Está sim mas como eu disse antes, deixem eles dormirem.

Depois do café eu sentei no sofá com a Let para ver desenhos animados. Eu amava desenhos e ela também.
Um tempo depois a mamãe apareceu de mãos dadas com o pai Diego. Me pareciam bem e felizes. Isso era bom porque eu adorava ver a mamãe feliz. Eles até deram um beijinho na minha frente e na da Let... Um pouco nojento mas tudo bem.
O papai logo saiu e a mamãe depois de comer ficou comigo e com a Let na sala.

– Vamos assistir um filme? — a mamãe perguntou.
– Vamos!!! — eu e a Let gritamos.
– Então escolham um filme que eu vou fazer uma pipoca. — ela disse indo para a cozinha.

Depois de escolher colocamos o filme e a mamãe chegou com o balde de pipoca e sentou no meio de nós dois.
Muito bom ficar com a mamãe e com a Let. Eu sentia que estava em família e que estava tudo bem.
Quando o filme acabou colocamos outro. A mamãe não queria muito ver outro filme mas depois de tanta insistência minha e da Let ela acabou cedendo.
Depois que o segundo filme terminou fomos brincar no jardim de futebol.
No meio do jogo o tio Flávio apareceu e ficou jogando com a gente.
Foi um dos melhores dias da minha vida!

Pov's Letícia

Levantei um pouco antes do horário de sempre, fazia muito Sol e minha janela estava aberta o que não era comum.
Fui até a sala e o Pietro já estava sentado à mesa tomando café.

– Bom dia Pietro. — eu disse esfregando os olhos.
– Bom dia Let. Está com fome?
– Sim, estou.
– Dadaaa!!!
– O que foi?!? — a Dalva disse entrando rápido na sala.
– A Let já acordou e está com fome.
– Era isso? Achei que tivesse se machucado menino.
– Mas é que ela está com fome.
– Eu já entendi. Já trago.
– Obrigada Dalva. — a Let disse.

Depois de comer fomos assistir filmes com a Clari. Ela agia como se fosse minha mãe e por um lado eu gostava disso. Era bom ter alguém como ela comigo.
Durante todos os filmes ela fez carinho em mim e no Pietro e as vezes brincava jogando pipoca na gente.
Quando os filmes acabaram fomos para o jardim jogar bola.
O Pietro corria o jardim todo e gritava bastante. Ele estava bem empolgado.
Logo o Flávio chegou e se juntou a gente. O Pietro tentava pegar a bola dele e ele dava mil voltas no Pietro. Eu ria e tentava ajudar o Pietro.
Em uma das tentativas tropecei e caí.
A Clari veio correndo até a mim, nunca tinha visto ninguém tão preocupado comigo depois da noite do acampamento.

– Você está bem? — a Clari disse se ajoelhando ao meu lado.
– Sim, só machuquei um pouco o joelho.
– Deixa eu ver. — ela disse segurando minha perna.
– Um pouco? bastante. Vem que eu vou limpar isso ai e fazer um curativo.
– Quer que eu leve ela Clari? — o Flávio perguntou.
– Não, eu mesma levo. — ela disse me carregando.
– A Let vai ficar bem mamãe? — o Pietro perguntou.
– Vai sim, não foi nada grave filho.

A Clari me levou para o quarto dela e fez um curativo no meu joelho.
Após isso ficamos deitadas com o Pietro na cama dela conversando e vendo mais um pouco de televisão.

Pov's Diego

Acordei e vi a mulher mais linda que tinha dormindo como um anjo. Fiquei admirando-a por algum tempo. Ela era linda de qualquer jeito.
O dia seria difícil por eu ter de ir procurar a Cássia e conversar com ela. Aquilo me deixava muito tenso mas por algumas horas a Clari me fez esquecer até do meu nome.
Depois de lindos momentos com a Clara, me arrumei e sai para resolver as coisas de uma vez.
No caminho eu fui tentando pensar no que dizer e como dizer as coisas a ela mas nada me parecia bom.
Cheguei na porta do prédio e fiquei alguns minutos parado tomando coragem para subir e depois de pensar em voltar para casa sem nem ao menos dizer um "oi" a Cássia decidi ir de uma vez.
Nunca foi tão difícil abrir uma porta... Eu estava um pouco nervoso.

– Voltou? Não precisava!! Pode ir embora. Não quero falar com você.
– Cássia a gente precisa conversar.
– Precisamos?
– Você sabe que sim!
– O que eu sei é que você é um canalha. Brincou comigo todo esse tempo, me largou no altar! Nem coragem de dizer que não queria casar teve.
– Cássia as coisas são mais complicadas. Eu estava sofrendo ameaças e não podia falar nada. Se eu cancelasse poderia acontecer algo aos meus filhos e a Clari.
– Claro... A Clari. O problema todo era atingir ela não é? Some daqui Diego. Eu te odeio.
– Eu não vou sumir Cássia. Eu sei que está me odiando mas ainda temos o nosso filho e eu não posso deixar ele.
– Ele não precisa de você.
– Para de beber. Olha para você! Esse é o exemplo que você quer passar para o nosso filho?
– E quem é você para me dizer alguma coisa?
– Eu sou o cara que passou quase 6 anos ao teu lado e sou o pai do teu filho. Sou alguém que te quer bem.
– Vai a merda Diego! Para com essa palhaçada. Ele não é seu filho!
– Como é que é?
– Isso mesmo que você ouviu. Ele não é seu filho. Ele é filho do Renan. — ela disse tomando outra dose de vodka.
– Você me traiu e me enganou esse tempo todo?!! Como pode?! — eu disse segurando ela com força pelo braço e com raiva.
– Eu só descobri a pouco tempo e deixei quieto porque era melhor assim. Agora me solta!
– Não vou soltar!!! O que mais você me esconde? Fala logo!!
– Vai me bater? Ta nervoso?
– Não brinca comigo Cássia!! — eu disse explodindo de raiva e jogando ela no sofá. — Responde a minha pergunta!! — eu gritei.
– Quer a verdade? Tem uma coisa que eu nunca te disse.
– Fala de uma vez, anda!!!
– Sabe aquela noite que passamos juntos depois da balada? A que fez você se separar da Clari... Nunca aconteceu nada. Você estava muito bêbado e fora de si e assim que chegamos na casa você deitou na cama e dormiu. Como eu sabia que seria difícil separar você da Clara, tirei sua roupa e a minha e fingi ter vivido uma noite inesquecível.
– Você é doente?!? Por que fez isso?! Você destruiu meu casamento, fez a Clara sofrer, você me fez sofrer!
– Eu queria você, eu te amava... Agora eu só te odeio e quero que queime no quinto dos infernos.

Minha cabeça não parava de rodar, era muita informação para mim de uma vez só.
Em meio aos meus pensamentos lembrei do Murilo na porta da igreja dizendo que já tinha me separado da Clari uma vez e que faria novamente.

– Eu vou perguntar uma vez só é bom você falar a verdade porque se eu descubro que você mentiu para mim, eu te mato entendeu?
– Não tenho medo de você Diego.
– É bom você ter. — eu disse pegando ela pelo braço.
– Ai, me solta!!
– Cala a boca Cássia!! Eu quero que você responda a verdade! Você armou com o Murilo para me separar da Clari??
– Claro que não. Só conheço ele de vista, não tenho intimidade.
– E as fotos? Foi você que mandou para ela?!?
– De que fotos você está falando? Não mandei nada para ninguém não.
– É bom você não estar mentindo porque se eu descobrir e pode ter certeza que vou, eu acabo com você. — eu disse soltando ela. — Até nunca mais.
– Já vai tarde.

Eu não podia acreditar nas coisas que tinha ouvido no apartamento. Era demais para mim. Como a Cássia pode me enganar tanto daquela maneira? Como eu pude ser tão ingênuo?
Eu precisa descobrir mais que nunca o que tinha acontecido de verdade na noite da balada.
Fui correndo com o carro até o local para ver se conseguia alguma coisa.

– Boa tarde senhor, ainda não abrimos.
– Não tudo bem, eu quero falar com o gerente, o dono, enfim alguém.
– Eu vou chamar o senhor Garcia, é o dono daqui.
– Obrigado.

Fiquei andando de um lado para o outro enquanto esperava. As palavras ecoavam na minha mente sem parar nem por um segundo.

– Diego? Então é você que queria falar comigo? Que surpresa boa!
– Você é o dono?
– Sim. O garçom disse que você estava nervoso, o que foi? Quer uma água?
– Eu aceito a água obrigado.
– E o que você tem?
– Eu preciso que você me ajude. Preciso ver as gravações de quase 6 anos atrás, pode ser?
– Para que você quer?
– Por favor cara, é muito importante.
– Está bem. As gravações ficam lá em cima. Vem comigo.

Subí até a sala onde ficam as gravações e fiquei olhando as gravações. Após duas horas achei a gravação do suposto dia em que eu teria traído a Clara. Comecei a olhar várias vezes e de todos os ângulos até que vi algo suspeito e pedi para darem zoom. Eu não podia acreditar no que via. A pessoa era...

Notas finais
Gostaram? Comentem o que acharam!!! Beijos :*