Louco Amor

32 Capítulo 32


Notas iniciais
Oiii gente!! Continuo com o tempo corrido e por isso não consigo postar com mais frequência. Nesse capítulo eu tive uma ajuda da Bia ( @ladyalonso_ ) e agradeço muito pela ajuda. Desculpem-me pelos erros e espero que gostem do capítulo! Boa leitura a todos!!

Pov's Clari

Finalmente eu estava de volta a minha cidade e mal podia esperar para chegar em casa. O Diego estava um pouco estranho, misterioso, não sei ao certo. Ele disse que passaríamos em outro lugar antes de ir para casa e eu não conseguia imaginar nada.

Chegamos em uma casa, era grande e linda. Eu nunca tinha ido lá e não sabia o que estávamos fazendo lá.

– Diego, o que estamos fazendo aqui?

– Você já vai entender.

– Para de mistério. Quem mora aqui?

– Nós. — Ele disse entrando na casa.

– Como assim " nós"?? — Eu disse indo atrás dele.

– Não gostou da ideia? — Ele me olhou sério.

– É... O que você fez com a casa antiga?

– Nada. Talvez eu alugue, não quero vender.

– Entendi... — Eu disse sentando no sofá.

– Clari, você não me respondeu. Não gostou da ideia de morar aqui? Olha não tem problema se não gostou, podemos voltar para a antiga. Não vamos brigar por isso. — Eu disse me ajoelhando na frente dela e segurando suas mãos.

– Eu disse que não gostei? Eu só acho ela um pouco grande demais só para mim e para você.

– Quando tivermos nossos filhos passa a ser pequena.

– Filhos?

– Já desistiu?

– Não mas eu disse que seria apenas um. Não use o plural Diego.

– Ok, tudo bem. Mas então, ainda espero sua resposta...

– Eu... Eu amei Di. A casa é linda, e tem muito de mim na decoração.

– De verdade?

– Sim, de verdade.. E não vai me mostrar o resto da casa? — Eu disse me levantando do sofá.

– Com muito prazer. — Ele disse me dando o braço.

Eu não podia acreditar que o Diego havia comprado uma casa. Era tudo muito lindo, espaçoso e extremamente confortável. A casa era de dois andares; em baixo ficavam as salas, a cozinha, um banheiro; no segundo andar tinham as suítes e no fundo tinha um jardim lindo e uma piscina.

– A casa é linda Di. Vou amar morar aqui com você.

– Fico feliz que tenha gostado tanto afinal ela é sua. — Ele disse me abraçando por trás.

– Nossa... A casa é nossa.

– Não, ela é sua Clara.

– Como assim? Não entendi. — Eu disse me desfazendo do abraço e virando de frente para ele.

– Eu coloquei a casa em seu nome. Ela é sua.

– Você fez o que?!?

– Coloquei em seu nome. Nunca se sabe o dia de amanhã Clari e eu quero que você tenha algo em seu nome. Você já tem um carro, agora tem uma casa.

– Você não existe. Eu realmente não posso acreditar no que você fez. — Eu disse beijando ele.

– Mas eu fiz. Eu te amo muito. — Ele disse colocando uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e me beijando.

Ficamos ali por muito tempo, tava tudo dando tão certo entre eu e ele que eu não podia nem acreditar...Ele colocou a casa no meu nome e eu não esperava isso, nunca nem passou pela minha cabeça. O Diego sem dúvidas é o homem mais maravilhoso que eu podia ter conhecido. Cada dia que se passava ele me dava mais motivos para ama-lo mais e mais.

Pela noite eu resolvi fazer algo para o jantar. Queria fazer algo que o Diego adorasse. Era uma forma de agradecer também por tudo que ele vinha proporcionando em minha vida.

Pov's Diego

Chegamos em Buenos Aires e eu estava cada vez mais ansioso para ver a reação da Clari ao ver a casa. Eu tinha receio também dela não gostar. Ela estava extremamente curiosa para saber onde estávamos indo, e me fazia perguntas a todo instante.

Quando eu disse que iríamos morar na casa ela reagiu de um jeito estranho, por um momento pensei que ela não teria gostado, que tinha sido uma má ideia. Mas ela me tranquilizou quando disse que havia gostado e me pedindo para mostrar o resto da casa para ela.

Mesmo estando casado com a Clara, e com todo o tempo que estávamos juntos, eu não conseguia entender o porque ela sempre fugia quando eu tocava no assunto filhos. Mas mesmo assim eu tentava entender o lado dela.

Pela noite ela disse que iria fazer o jantar, e que eu só tinha que esperar. Minha vida com a María Clara estava mais perfeita do que eu tinha imaginado que seria. Eu não tinha palavras para descreve-la.

Eu estava morrendo de fome, e o tempo parecia não passar. Eu já não aguentava mais esperar o jantar sair.

– Amor, vai demorar muito ainda?

– Um pouco. Tá morrendo de fome não é?

– To sim... Com muita fome... E isso aqui, é o que?

– Deixa ai Diego. Para de mexer na comida. — Ela disse dando um tapa em minha mão.

– Eu só quero saber o que é. Deixa eu provar?

– Não. E volta para a sala vai.

– Eu quero ficar aqui... E essa farinha?

– É para fazer a massa Diego. Deixa ai!! Você tá pior que criança! E para de me atrapalhar se não vai demorar muito mais.

– Tá, deixa só eu testar aqui. — Eu disse soprando um pouco de farinha no rosto dela.

– Eu realmente não acredito que você fez isso Diego!!!

– Mas tá uma gracinha de fantasminha. — Eu disse rindo.

– Ah eu estou uma gracinha? — Ela disse passando farinha no meu rosto e parte do cabelo. — Você também!! Tá uma gracinha! — Ela disse rindo.

Começamos uma guerra na cozinha, o resultado foi uma enorme bagunça e nada para comer. Acabamos pedindo uma pizza mesmo. A ideia de fazer o jantar havia ido por água a baixo. Fiquei até tarde conversando com a Clari na sala. Era a nossa primeira noite na casa nova e tudo estava perfeitamente bem.

– O que foi?

– O que foi, o que?

– Você tá me olhando assim... O que foi?

– Nada. Só estou admirando a minha esposa. Não posso?

– Pode sim. Claro que pode.

– Sabe o que eu estou lembrando agora?

– Não, o que?

– Da primeira vez que eu te vi, da nossa primeira conversa, as primeiras risadas. Desde o primeiro momento você me chamou a atenção. Só não sabia que chegaríamos tão longe.

– Você também me chamou a atenção no primeiro momento. Não sei bem o que em você, mas foi especial. — Ela disse encostando a cabeça no meu ombro.

– Você sem dúvidas foi o melhor que já me aconteceu. — Eu disse pegando no queixo dela e virando o rosto dela para mim levemente e a beijando em seguida.

Estávamos somente eu e ela, em um beijo quente, cheio de paixão e desejos. Tirei a blusa e calça, a deitei no sofá e comecei a beijar e acariciar todo o seu corpo. Em um momento ela levantou e pegou na minha mão.

– Vem, vamos para o quarto.

– Não vamos não. Não da tempo. Vem cá. — Eu disse a puxando para mim, beijando o seu pescoço e tirando o seu vestido e minha cueca

Deitei ela de volta no sofá, voltei a distribuir beijos pelo corpo dela. Ela estava completamente arrepiada e soltava alguns gemidos fracos me deixando mais excitado do que já estava. Tirei a calcinha dela e por alguns minutos brinquei com os dedos e com a boca em sua região íntima a fazendo gemer e a deixando extremamente excitada. Comecei a penetra-la com movimentos fortes e rápidos. Minha sede pelo corpo dela era grande, eu não conseguia parar nem reduzir a intensidade. Os gritos e gemidos da Clara me deixavam com vontade de mais. Continuamos naquele ritmo até chegarmos ao nosso limite.

Após algum tempo deitados, recuperando um pouco das nossas forças, fomos tomar um banho juntos e depois deitamos para dormir. A Clari pegou no sono primeiro, e eu fiquei observando cada detalhe do seu rosto e alisando os cabelos dela. Eu poderia passar horas ali, observando ela dormir e a fazendo carinho mas tinha que dormir também já que a lua de mel havia acabado e teria que voltar ao trabalho no dia seguinte.

Notas finais
Comentem! Beijos! :*