Louco Amor

58 Capítulo 58


Notas iniciais
Oi gente! Obrigada pelos comentários, desculpem pelos erros e boa leitura!!!

Pov’s Diego

Acordei cedo para arrumar as coisas e confirmar a reserva que eu havia feito em um chalé. Achei que seria uma boa ideia para conversamos a sós e com calma. Era um lugar mais afastado da cidade e súper tranquilo.

O bom de jantarmos em um lugar distante era que poderíamos conversar tranquilamente sem nenhum problema. A Cássia estava em um congresso, em outro país e as crianças eu deixaria com meu irmão. Eu precisava conversar com a Clara sobre o nosso filho e sobre nós também.

Eu separei alguns cds e uma pequena mochila só com algumas roupas minhas e da Clari que eu tinha achado na antiga casa.

Passei o dia inteiro cuidando das crianças, arrumando a casa e comprando algumas coisas para levar para a casa do chalé. Eu tinha uma comida em mente, queria fazer para a Clara, tinha certeza que ela ia gostar, era uma das comidas que ela mais adorava. Eu tinha esperanças que dessa vez parássemos definitivamente de brigar e entrássemos em acordo.

Ao final do dia eu arrumei as meninas e levei para a casa do meu irmão. Ele passaria a noite com elas para eu poder conversar com a Clara tranquilo. Eu estava um pouco em cima da hora mas tinha certeza que a Clari não estaria pronta no horário que eu disse que a buscaria. Ela sempre demorava para se arrumar.

– E esse seu encontro com a Clara? – Meu irmão perguntou se sentando no sofá.

– É só para conversarmos sobre o Pietro e eu queria conversar sobre o que aconteceu entre a gente também.

– Para que mexer no passado Diego?

– Eu sinto que ainda tem algo muito mal resolvido entre a gente e sempre brigamos. Isso não faz bem para o Pietro. Ele vai crescer vendo os pais brigarem por tudo?

– Nesse ponto você tem razão.

– Eu sei que tenho.

– É só isso mesmo?

– Como assim? O que poderia ser mais?

– Ah não sei. Você reservou um chalé só para conversar e nem vão passar a noite, eu acho.

– Foi o lugar mais afastado de tudo e silencioso que encontrei.

– Por que não na casa de um dos dois?

– Na minha ela não iria querer ir pelo simples fato de eu morar lá com a Cássia e na dela tem o Pietro. Isso responde a sua pergunta?

– Não precisa ficar irritado não. Só quero que você evite problemas para o seu próprio bem.

– Não estou criando problema nenhum. Só preciso ter uma conversa séria com a Clara.

– Eu sei disso e acho que é necessária essa conversa... A Cássia está sabendo?

– Claro que não. Ela me mata se souber que foi em um chalé.

– Pula essa parte então.

– Amanhã eu conto. Agora deixa eu ir porque eu tenho que pegar a María Clara.

– Boa noite e boa sorte lá.

– Obrigado. Até amanhã. – Eu disse saindo.

Ainda faltava um pouco para o horário combinado e provavelmente a Clara estaria terminando de se arrumar. Fui dirigindo tranquilamente e ouvindo música. Um pouco antes de chegar na casa da Clari parei o carro e liguei confirmando a reserva que eu havia feito. Eu havia escolhido a casa mais afastada de todas e pelo o que a moça ao telefone me disse tinha um lago perto. Eu estava gastando um pouco mais do que deveria mas era um gasto muito bem investido.

Após confirmar a reserva segui com o carro até a casa da Clari e estacionei. Antes de bater na porta coloquei a mochila no porta malas para evitar perguntas da parte dela durante o caminho. Apesar de que eu sabia que ela iria fazer de qualquer jeito.

– Oi Diego, entra. – A Dalva disse sorridente.

– Obrigado Dalvinha. – Eu disse dando um beijo em sua bochecha e abraçando ela.

– Sente-se um pouco. A Clari está terminando de se arrumar.

– Eu tinha certeza disso rs. Vim até devagar para diminuir o tempo de espera.

– Kkk Só você Diego.

– Papáááá!!! – O Pietro disse correndo em minha direção só de fralda e camiseta.

– Oi garotão. Como você está? – Eu disse pegando ele no colo.

– Pronto, agora é que ele não vai querer dormir mesmo. O pai chegou.

– Ah deixa ele comigo um pouquinho. Depois você pega ele.

– Tudo bem. Vou lá dentro fazer algumas coisas. Licença.- A Dalva disse saindo.

– Você está gordo seu moleque. O que sua mãe anda te dando para comer?

– Papá! – O Pietro disse me batendo.

– Oi, diga. O que você quer? Quer brincar?

– É. Brincar.

– Tira a mão da boca tira.

– Não.

– Vai tirar sim. Essa mão suja que você coloca em tudo quanto é lugar.

– Né nada.

– É sim. Menino teimoso igual a mãe.

– O que tem igual a mim? – A Clari disse entrando na sala.

– Boa noite... A senhora está muito linda.

– Obrigada. Você também está bonito assim de barba.

– Não deu tempo de fazer mas obrigado rs.

– E o que tem eu?

– Ah... É que o Pietro puxou a você na teimosia.

– Só a mim né?

– Mas é claro. – Eu disse rindo.

– Cara de pau você Diego... Vai filho com a Dalva para cama.

– Não.

– Pietro não tem essa de não. Estou mandando.

– Pare!

– Pare nada. Vai para a cama com a Dalva agora. Já passou da hora de você dormir.

– Não mamã.

– Pietro você já escutou sua mãe dizer que é para você ir dormir? Eu não quero você desobedecendo sua mãe. Assim eu fico triste com você.

– O Pietro é um menino muito bonzinho. Né Pietro? Ele vai vim comigo para a cama. Podem ir sossegados. – A Dalva disse olhando para ele.

– Dá o beijo do pai. – Eu disse colocando ele no meu colo. – Boa noite filhão.

– E o beijo da mamãe? Cadê? Se comporte rapazinho.

– Boa noite para vocês dois. Divirtam-se. – A Dalva disse indo para o quarto com o Pietro no colo.

O Pietro era bastante teimoso como a mãe. Era igualzinho a Clara nisso, era realmente impressionante e isso porque ele só tinha 1 ano. Ele era um menino muito inteligente e esperto até demais. Eu tinha muito orgulho de tê-lo como filho. Era o meu sonho realizado.

A Clara passou o caminho inteiro me perguntando aonde estávamos indo e se demoraria muito, parecia o burro do Shrek. Ela poderia ter mudado fisicamente mas continuava sendo quase a mesma Clara que eu tinha conhecido há 5 anos atrás.

Chegamos no chalé e ela ficou olhando tudo por alguns minutos admirando o que via. Conversamos tranquilamente por algumas horas e na hora de irmos embora começou a chover e logo o carro atolou impossibilitando a nossa saída.

Passamos a noite inteira juntos e sem brigar. Naquela noite eu lembrei o motivo de eu ter casado com ela. O motivo de eu ter me apaixonado.

Pov’s Clari

Acordei um pouco mais tarde do que o de costume. Era estranho o Pietro não ter me acordado em nenhum momento. Ele sempre me acordava para que eu ficasse fazendo companhia para ele.

Tomei café pensando na conversa que eu teria com o Diego de noite. Ele tinha que me dar uma boa explicação para não ter contado nada para a noiva dele sobre o nosso filho.

– Mamã acordou!

– Sim, acordei meu amor. Bom dia. – Eu disse dando um beijo nele.

– Bom dia!

– Qual foi o milagre dele não ter me acordado Dalva?

– Eu disse que você precisava descansar e que se ele se comportasse eu dava um doce.

– Ah interesseiro. – Eu disse rindo.

– Vai fazer alguma coisa hoje?

– Sim, eu vou no salão dar um jeito nesse cabelo e nessas unhas.

– O Diego está precisando te convidar mais vezes para jantar.

– O que?! Olha eu sempre vou no salão tá?

– Mas não com essa boa vontade toda. Eu te conheço María Clara, eu te conheço...

– Que absurdo. Eu vou indo tá? Até mais tarde. – Eu disse dando um beijo no Pietro e na Dalva.

– Até Clari.

Passei praticamente o dia todo no salão arrumando o cabelo e fazendo as unhas. Eu não estava me arrumando só porque eu tinha marcado de jantar com o Diego mas porque eu gostava de estar sempre arrumada e bonita.

Cheguei em casa tarde, quase de noite. Comi uma besteira e deitei para descansar um pouco antes de começar a me arrumar. O Pietro estava dormindo tranquilo no quarto dele, dormia como um anjo. Comecei a pensar em ligar para o Diego e desmarcar o encontro. Não sei bem o porque mas eu estava me sentindo um pouco nervosa. Fiquei conversando um pouco com o Murilo por mensagens. Evitei o assunto do jantar, eu não me sentia confortável falando disso com ele. Enquanto conversava com o Murilo acabei pegando no sono. Acordei com a Dalva me chamando:

– Clari, acorda.

– O que foi?

– Você tem que se arrumar. Daqui a pouco o Diego está ai!

– Ai meu Deus. Eu esqueci!!

– Levanta e vai se arrumar. Você tem 1 hora ainda.

– Obrigada Dalva. Você é um anjo. – Eu disse correndo para o banheiro.

Eu não podia acreditar que tinha dormido tanto daquele jeito. Se não fosse a Dalva eu iria perder o horário e o jantar também. Tomei um banho rápido e coloquei uma calça jeans com uma blusa branca social e uma sandália de salto vermelha e deixei os cabelos soltos. Não dava tempo de fazer muita coisa.

Eu estava terminando de me maquiar quando a Dalva chegou no banheiro para me avisar que o Diego já estava me esperando na sala. Terminei o mais rápido possível de me arrumar e quando cheguei na sala vi uma cena linda: O Diego brincando e conversando com o Pietro.

Era lindo ver eles dois juntos. Eram tão parecidos tanto na aparência quanto no jeito.

O Diego me levou a um chalé e eu não podia acreditar no que via. O lugar era muito lindo e eu também não podia acreditar que ele tinha reservado um chalé só para conversarmos.

Ficamos conversando sobre o Pietro e resolvendo as coisas que diziam respeito a ele até o momento que a fome bateu.

– Onde vemos o que tem na cozinha daqui?

– Indo até a cozinha? Mas eu acho que vai estar vazia.

– Não estou falando dessa cozinha né.

– E de que outra? Porque não tem outra.

– E o que vamos comer senhor gênio?

– Não sei... Eu vou fazer uma comida aqui. Será que a senhora gostaria de me ajudar?

– Sim, eu adoraria. Amo cozinhar, você sabe.

– Sei sim. Sei também que você ama saladas, frango ao forno, suco, melância...

– Você lembra disso tudo?

– Lembro de muito mais.

– Hm... E de que mais?

– Eu lembro que você adora flores, praia, beijos... – Eu disse dando um beijo no pescoço dela.

– Para Diego.

– Tudo bem. Desculpa.

– Eu acho que já podemos ir não é? Está ficando muito tarde e eu tenho que voltar para casa.

– Não tem como. Está chovendo muito, o carro atolou.

– Ah que ótimo.

– Não reclama... Corta esses tomates para mim por favor.

– Tá, eu corto.

– Não deixa eu te ajudar. Assim é melhor... – Eu disse abraçando ela por trás e a ajudando a cortar.

– Eu já entendi. Pode se afastar...

– Só estava te ajudando.

– Eu sei...

– Clara... Deixa isso ai. Limpa as mãos e vem aqui comigo.

– Ai calma. Para onde?

– Aqui no sofá. Senta aqui.

– O que foi?

– Tem algo que você nunca me disse. O que aconteceu depois que nos separamos? Eu preciso que você seja sincera comigo. Sem orgulho.

– Bom... Depois que nos separamos eu sofri muito Diego. Sua traição me doeu bastante, eu praticamente entrei em depressão. Por mais que eu tente as vezes acho que não dá para te perdoar. Quando eu mais precisei de você, você não estava. Você não tem noção do quanto eu desejei sua presença quando a Letícia sumiu. Você foi o primeiro homem por quem me apaixonei e me entreguei. Se eu te afasto é porque não quero voltar a sofrer.

– Mesmo que você não acredite, eu nunca quis te fazer sofrer nem te machucar. Eu me apaixonei por você desde o primeiro momento em que te vi. Eu ainda tenho dúvidas sobre me casar com a Cássia. O que eu sinto por ela nem se compara ao que eu sinto por você... Quer dizer... Sentia... Você entendeu. Agora... Letícia? Quem é Letícia?... E primeiro? Como assim? Você tinha me dito que não era mais virgem.

– Sim eu entendi mas acho que o você sente ou sentia não é ou era tão verdadeiro assim... A Letícia é nossa filha Diego. Eu tive um casal mas a Letícia desapareceu quando tinha 2 semanas. – Eu disse segurando o choro.

– Ei calma. – Ele disse me abraçando.

– Eu nunca mais tive notícias dela e ainda tenho esperanças de um dia encontrar ela. Eu nunca te disse nada porque é difícil para mim falar sobre isso. Falar disso me dói profundamente... E sim, você foi o meu primeiro. Eu não quis falar para você porque você já era um homem formado e eu apenas uma menina que estava começando a aprender a viver. Tive vergonha, achei que você iria me achar uma tonta. – Eu disse abaixando a cabeça.

– Não duvida do que eu sinto. Você foi a única com quem me casei. Você podia ter confiado em mim, eu sempre te amei do seu jeito. Você a melhor coisa que eu já fiz na vida e se quer saber, eu nunca me perdoei por ter te traído. A culpa me acompanha e me sinto pior quando lembro que te fiz sofrer. Clara de verdade, perdão. Eu nunca fui tão sincero em toda a minha vida. – Ele disse se aproximando de mim e me olhando nos olhos.

– Eu acho melhor voltarmos a cozinhar... – Eu disse me levantando.

Por um instante pensei que o Diego fosse me beijar. Fiquei nervosa e voltei para a cozinha. Eu precisava cozinhar, distrair a mente. Eu sei que não deveria confiar no Diego mas ele me parecia estar sendo sincero comigo. Voltei a cortar os tomates e após um tempo ele chegou na cozinha também.

– Já terminei de cortar os tomates.

– Terminou?

– Já disse que sim.

– Então vem cá. – Ele disse me puxando para ele e me beijando.

O Diego me deu um beijo quente cheio de amor e desejo. Eu não conseguia rejeitar ele, eu sentia muita saudade dos beijos dele. Ele me imprensou na parede da cozinha e começou a me dar beijos pelo pescoço como no meu sonho com a diferença de que não estávamos na minha casa. Ele me conduziu até o quarto e começou a me despir. O toque das mãos dele sobre o meu corpo me faziam arrepiar e estremecer por inteira. Eu já não tinha a mínima ideia do que estava fazendo nem do que era certo e errado; eu só sabia que queria ficar com ele.

Ele saiu de cima de mim e eu pude sentir sua boca percorrer todo o meu corpo me fazendo gemer e me deixando cada vez mais excitada. Ter o Diego de volta era como um sonho. Ele me provocava o tempo inteiro com mordidas, chupões e fazendo movimentos em mim por cima da calcinha.

Em um momento sentei em cima dele, desabotoei o sutiã e comecei a beija-lo sem parar. Ele já estava mais que excitado e me devorava com os olhos, acompanhava cada movimento que eu fazia. Tirei a última parte que faltava dele e ao ver dei um sorriso malicioso. Há muito tempo que eu não deitava com nenhum homem. Na verdade desde que eu tinha me separado dele.

O Diego inverteu a posição e começou a tirar a minha calcinha com a boca. Aquilo me deixou totalmente louca, não conseguia pensar em mais nada que não fosse no Diego me fazendo dele mais uma vez.

Ele me penetrou de única vez e com força me fazendo gemer alto. Aquele homem era maravilhoso e tinha o poder me fazer perder a noção de tempo e lugar. O Diego me beijava enquanto me penetrava me levando ao céu. Eu estava totalmente entregue a ele, sentia como se o tempo nunca tivesse passado.

Após algumas horas chegamos ao nosso limite e ele deitou ao meu lado. Eu fechei os olhos enquanto tentava recuperar o fôlego e depois de um tempo comecei a pensar no que eu tinha feito. Eu não podia acreditar que tinha deitado com o Diego. Eu não podia ter transado com ele, não podia.

– Psiu... Olha para mim.

– O que foi? – Eu disse olhando para o teto.

– Você está cada vez melhor... – Ele sussurrou ao meu ouvido.

– É?

– Você é incrível María Clara.

– Você também é um pouquinho incrível. – Eu disse colocando minha cabeça sobre o peito dele.

– Senti sua falta sabia?

– Não sei se acredito. Deve ser melhor com a Cássia.

– Ah não Clara. Para por favor. Não quero falar dela agora. Não estraga o momento.

– Tá bom... Não está mais aqui quem falou.

– Isso vamos nos concentrar aqui no momento e esquecer do mundo.

– Eu já te disse o quanto você fica lindo de barba?

– Só umas três mil vezes... – Ele disse rindo.

– Então agora é três mil e um. – Eu disse rindo.

– Sabe que agora eu estou com mais fome que antes?

– Sério? Que coincidência, eu também. Por que será não é?

– Linda. É muito bom te ter de novo comigo. – Ele disse me beijando.

– Diego...

– O que foi meu amor?

– Não pensa que voltamos porque não voltamos.

– Mas e o que acabou de acontecer?

– Foi e é só um momento. Eu não vou voltar com você.

– Mas Clara...

– Diego você está noivo e eu estou praticamente namorando com o Murilo novamente. Não vamos mexer nisso.

– Diz que fica comigo que eu jogo tudo para cima. Eu largo tudo María Clara para voltar a te ter.

– Desculpa Diego mas não... Vamos só aproveitar esse momento e pronto. Não pensa em nada além disso.

– Não adianta lutar contra o que se sente. Acabei de descobrir isso e um dia você vai perceber isso também.

– Talvez... Mas enquanto isso vamos deixar tudo como está. Eu já não tenho certeza do que sinto por você Diego. O que vivemos foi lindo até um certo ponto e hoje eu já não sei se aquele amor sobrevive. – Eu menti para ele com medo de voltar a me machucar.

– Como quiser... – Ele me respondeu sério.

– Não fica com raiva Diego.

– Não estou com raiva Clara... Vou tomar um banho e terminar de fazer a comida.

– Eu te acompanho... – Eu disse o beijando.

Tomamos um banho juntos, terminamos o jantar em meio a beijos e brincadeiras, jantamos e depois demos umas voltas juntos em volta do lago e depois fomos dormir.

Eu não podia acreditar que tinha me entregado ao Diego daquela forma e menos ainda no que eu tinha dito para ele. Eu quase morri quando ele disse que largava tudo para ficar comigo. A minha vontade era de dizer sim e beija-lo na mesma hora mas eu não podia. Voltar com o Diego era sinal de que eu me machucaria novamente e eu voltaria a sofrer. Eu não conseguia mais confiar nele totalmente depois da traição dele. Eu estava muito confusa com o que tinha acontecido e não sabia se seguia o meu coração ou a minha consciência. Eu precisava de um tempo comigo mesma, eu precisava pensar no que eu estava fazendo da minha vida e tomar uma decisão de uma vez por todas.

Notas finais
Comentem! Beijos! :*