Notas iniciais
E ae, leitores desta fanfic que causa uma profunda sensação de deleite! Observem que o capítulo já começa com altas safadeza. Então boa leitura! (PS- todo e qualquer erro nos capítulos é completamente proposital)

Loras ainda não havia abrido seus olhos, mas algo o despertara: um prazer que ardia como um fogo iminente vindo de suas profundezas, e aparentemente era causado por um estranho remelexo que acontecia em cima de seu corpo.

– AAAAAAAAAI! Está acoooOOOrdando, a-amor? — gemia uma voz que Loras reconheceu imediatamente como a de Renly.

– Socorro!!! — ele gritou, ao abrir seus olhos e confirmar que aquele traidor estava sobre si, penetrando e tirando seu pênis do oco, numa visão deliciosamente assombrosa. — Eu vou... eu não posso... aaaahhhh — Loras foi finalizado e seu líquido branco estava agora dentro de Renly.

Se o traidor fosse mulher e ele estivesse enfiando sua ferramenta pelo outro buraco, provavelmente sua semente se fecundaria e dali nasceria o seu herdeiro.

"Que delícia, cara" pensava Loras. Mesmo diante da conturbada situação anterior com o assassinato de seu pai e antigo rei, aprendeu que mesmo na pior situação da sua vida, a delícia sempre vencia. Principalmente se fosse para apagar o momento ruim.

– Vira pra lá, vou lhe usar de verdade! — Loras, após Renly se virar para lhe dar mais uma vez, penetrou novamente, mas foi surpreendido quando desmaiou ali mesmo.

O conteúdo na seringa de Varys realmente era muito forte, o deixando fraco e imóvel novamente.

* * *

As notícias sobre o que acontecera no Casamento Azul já se espalhara por todo o reino de Delicium, e os súditos de Lorde Jailson Mendes — agora precisando se acostumar com sua partida e com o fato de que fora substituído pelo príncipe Loras (e que este nunca foi "princesa"), juntamente com seu marido Renly-o-ex-pedreiro — entravam num terrível luto, e por isso estava bebendo suco de uva no momento da tradicional Laranja das 5.

Porém talvez ninguém se sentisse tão "no fundo do poço" quanto a rainha Cersex, que fora levada a um dos calabouços mais escuros dentre as torres do castelo, e ali era tratada com uma criminosa qualquer.

Ao chegar, algemaram-na e ela precisou permanecer sentada, sem água, comida e muito menos condições aprováveis pela Vigilância Sanitária. Enquanto chorava sozinha, sentindo-se completamente humilhada, acabou pegando no sono...

Mas foi acordada novamente — pelo que pensou serem minutos depois — por uma luz flamejante: havia um homem agachado ao seu lado, e seus óculos (muito avanço pra época) refletiam a luz da tocha acesa que segurava; também era visível um ferimento em sua testa, mas que não possuía bandagens para estancar aquele sangramento que corria por sua face.

– Vossa Graça... Desculpe lhe acordar assim — o homem sentou-se perto dela, ainda segurando a tocha. Ela abriu lentamente seus olhos vermelhos e marejados, e o fitou. Certamente não esperava mais um tratamento gentil naquele calabouço.

– S-sem problemas... — a rainha sentou também, em posição fetal. — Disseram que não havia mais ninguém nessa cela...

– E eu não estou preso aqui, minha Lady — respondeu o homem, em tom agradável.

– Então... Quem é você?

– Prazer, meu nome é Nerd Stark.

Notas finais
Que coisa, não? Comentem (andam esquecendo disso por aqui) e até o próximo capítulo! (sim, são dois por semana)