Loki and Jane, When I first saw you

31 Capítulo 30 Mein hertz brennt


Notas iniciais
Eae garotas!!! Tudo bem com vocês???? Muito obrigadão pelos comentários girls, agradeço de coração a vocês que estão acompanhando a fic até agora. Estava eu dando uma lida no capítulo anterior, para ver onde eu parei e dar continuidade e me deparo com a seguinte palavra:" arranhãos" Não sei de onde eu tirei isso, mas já corrigi.kk Sei que vocês já viram erros bem piores, que passaram despercebidos pelos meus olhinhos desatentos, sorry. Bem dando continuidade a saga, segue mais um capítulo e o fim está cada vez mais próximo. Mas eu sinceramente estou com pena da Sigyn sabe. https://www.youtube.com/watch?v=2t47tpmJ5oA&list=LLvk4DBYtJCnWZZ9vfFiWoGQ&index=16 Título do capítulo: Mein hertz brennt (meu coração queima) descreve os sentimentos da Sigyn. Eu já tinha colocado essa música como tema de um outro capítulo, mas ela está de volta. Bem girls, acho que é isso. Boa leitura e espero que gostem do capítulo.

Na noite do casamento da filha, Verdandi estava em seu quarto, segurava o cartão que Loki havia lhe dado em suas mãos. Como deusa do destino, Verdandi podia ver o passado de pessoas e objetos através do toque. Sempre que tocava o cartão conseguia visualizar o exato momento em que John entregara o cartão de visitas ao trapaceiro. A deusa ouviu um barulho, virou-se para a porta e viu Njord. Os dois dormiam em quartos separados, ele só vinha até os aposentos da deusa por um motivo.

—-Por favor, hoje não, eu estou com dor de cabeça.

—-Essa desculpa não funciona mais. Agora tire a roupa e deite-se na cama. Ordenou Njord.

A deusa sempre se perguntava como alguém naquela idade ainda tinha vigor físico para possuí-la, ainda que isso não fosse frequente. O rei permitia que a rainha fizesse tudo do seu jeito, só não abria mão dos seus direitos de marido, fazendo com que ela cumprisse com suas obrigações de esposa regularmente. Verdandi tirou sua roupa e deitou-se na cama, ao sentir a pele fria e flácida de Njord sobre a sua, uma lágrima quente rolou por seu rosto. Sentia nojo, asco, se sentia tão impotente e humilhada, sempre que o ancião a tomava em seus braços. A deusa virou o rosto, tinha uma expressão vazia e distante, estava apenas esperando que ele acabasse. A rainha estava olhando para a mesa de cabeceira, onde estava o cartão de John, naquele exato momento decidiu que iria atrás de Bergelmer.

Asgard, dia seguinte...

Frigga fez aquele questionamento e ficou olhando para o pescoço de Sigyn, a jovem percebeu a direção do olhar da sogra e levou a mão ao local, cobrindo a marca. A princesa sabia que havia ficado com o rosto em um tom de carmin. Sigyn lembrou-se de sua primeira noite ao lado do deus, fez os cálculos mentalmente e se deu conta de que poderia sim, estar grávida.

—-O que me diz? Indagou a deusa, tirando a princesa de seus devaneios. A jovem assentiu com a cabeça, em seguida desviou o rosto, estava muito assustada com aquela possibilidade.

—-Eu já sabia! Exclamou Frigga, sorrindo.

—-Mas como posso ter certeza? Perguntou Sigyn.

—-Suas regras, elas...

—-Não, eu não tenho tido minhas regras.

—-Então não há duvidas querida. Meu primeiro neto está a caminho. Frigga abraçou Sigyn, que trazia uma expressão que variava entre medo, vergonha e espanto.

—-Essa é a melhor notícia que recebo em anos. Agora vamos tomar o café da manhã, precisa se alimentar melhor do que nunca.

Frigga conduziu Sigyn até a mesa. Apenas as duas estavam a mesa, pois Odin e Thor estavam na arena de batalha, selecionando novos soldados. O pai de todos gostava de cuidar dessa seleção pessoalmente. Assim que terminaram a refeição Sigyn voltou para o quarto, Loki já havia acordado. A princesa ouviu um ruído vindo do banheiro, o deus estava tomando banho. Sigyn olhou para as roupas no chão e resolveu juntá-las, percebeu que além da pedra azul, havia uma pedra laranja, de igual formato.

—-De onde tirou isso? A voz do deus era preocupada e ao mesmo tempo irritada. Loki estava irritado com a própria imprudência, havia se descuidado demais.

—-Elas estavam no chão. Sigyn percebeu a reação estranha do deus, mas nada perguntou sobre as jóias, apenas as entregou ao esposo. O silêncio se abateu sobre o quarto.

—-Estragou a surpresa. Eu iria ordenar que fizessem um colar e um par de brincos para você, usando essas pedras. Loki se aproximou da princesa e a envolveu em um abraço, em seguida a beijou carinhosamente.

—-Pode me dar o colar e os brincos, não me importo de ter estragado a surpresa. Sigyn sorriu.

—-Vou pensar no seu caso. Beijaram-se novamente.

—-Eu preciso me ausentar, Odin me mandou a Midgard em expedição. Peço que não comente nada com ninguém, pois é algo sigiloso. Completou Loki.

—-Prometa que não vai demorar.

—-Farei o possível para voltar o quanto antes. Loki depositou um beijo na testa de Sigyn e partiu. A jovem ficou pensando no fato de estar grávida, pois de acordo com Frigga aquela era uma certeza.

A esposa de Loki começava a se acostumar com a idéia, pois o susto inicial já havia passado. A jovem não via a hora de contar a novidade ao príncipe, ficava imaginando qual seria a reação dele. Subitamente a vanir lembrou-se das duas pedras e de como Loki parecia incomodado com o assunto. A princesa partiu para a biblioteca, não fora convencida pela história do deus. Se as pedras fossem usadas apenas para um simples presente ele não teria ficado tão preocupado.

A biblioteca era gigantesca e Sigyn não tinha a menor idéia de por onde começar. Felizmente as enormes prateleiras, possuiam inscrições indicando o tema, andou pelo salão por algum tempo até encontrar a secção de artefatos místicos. Após folhear inúmeros livros até chegar a exaustão já estava quase desistindo, quando encontrou um livro chamado Infinity Gems. Estava no topo da prateleira, Sigyn tentou subir na escada que havia, se desequilibrou e quando estava prestes a cair no chão, sentiu alguém segurá-la em seus braços.

—-Deve tomar mais cuidado mocinha. Aquela voz masculina e grave lhe era conhecida. Ergueu a cabeça e viu que estava no colo do deus do trovão.

—-Obrigada. Tomarei mais cuidado da próxima vez, agora pode me colocar no chão por favor. A princesa estava tão constrangida com aquela situação, preferia ter caído.

—-Claro. O deus a soltou e entregou a ela o livro que a princesa estava tentando alcançar. Na capa do livro havia um desenho das jóias no infinito.

—-Infinity gems? O que quer saber sobre elas? Perguntou o loiro, que ficou curioso com o interesse de Sigyn.

—-Quero saber para que servem. Respondeu a princesa, sem olhar para o deus, mantinha os olhos fixos na gravura da capa, eram idênticas as pedras que tinha visto pela manhã.

—-Bem... como o nome já diz, essas pedras tem poder infinito. Respondeu Thor, escorando-se em uma mesa que havia em frente a princesa.

—-E para que servem a laranja e a azul?

—-A azul serve para controlar a mente e a laranja para controlar o tempo. Ou será o oposto, eu não lembro. Mas sabe quem é perito nesse assunto e pode tirar todas as suas dúvidas?

—-Quem?

—-Loki.

Sigyn levou uma das mãos a cabeça, ao ouvir as palavras de Thor a princesa teve um péssimo pressentimento. Sentia que algo muito ruim estava prestes a acontecer, o deus certamente iria usar as tais pedras e aquilo a deixou em pânico.

—-Se sente bem? Perguntou o loiro se aproximando de Sigyn.

—-Não é nada, me desculpe, mas eu preciso ir. Sigyn saiu da biblioteca as pressas, estava quase correndo.

A princesa acabou esquecendo o livro, Thor olhou para o objeto e esboçou um sorriso. O deus considerava Sigyn uma mulher encantadora, tão delicada, doce e um pouco desajeitada, mas isso só a tornava ainda mais interessante. O deus tentava se convencer de que aquela era uma admiração natural, pois Sigyn passara a fazer parte de sua família, mas no fundo sabia que começava a nascer um sentimento que deveria ser reprimido. Olhou mais uma vez para o livro e suspirou profundamente, sacudindo a cabeça e espantando aqueles pensamentos.

Loki fora até Vanaheim, seguiu para a sala do trono e como já esperava, seu sogro estava em pânico.

—-Onde ela está! Para onde ela foi, quero que encontre-a, seu inútil. O velho gritava com um dos soldados. Loki não conseguiu conter um sorriso e levou a mão aos lábios para escondê-lo. O deus pigarreou, para chamar a atenção do velho rei.

—-Interrompo algo? Questionou Loki.

—-Ah, Loki! Não, está tudo bem, as vezes precisamos ser um pouco enérgicos com a criadagem, mas acredito que você me entenda. Njord ficou completamente desconcertado, com o fato de Loki ter ouvido aquela conversa. Não queria que ninguém soubesse que sua esposa havia fugido.

—-Deixe-nos a sós. Disse Loki encarando o soldado. O guarda lançou um olhar para o rei, como se pedisse a aprovação dele.

—-Pode ir. Permitiu o ancião.

Assim que ficaram sozinhos, Loki olhou para os lados, apenas para ter certeza de que não havia nenhum olhar curioso os observando. O cetro contendo a pedra da mente se materializou em sua mão direita. Loki fez um gesto com a mão para que Njord se aproximasse, mas o velho ficou observando o estranho objeto que o jotun trazia em sua mão. Loki encostou a ponta do cetro em um ponto específico do peito do rei, que ficou estático, olhando para o nada. Loki falou algumas palavras no ouvido do ancião, em um tom quase inaudível, de modo que somente o rei ouvisse.

—-Mate-os. Concluiu Loki, com a voz calma e isenta de qualquer sentimento. Njord se dirigiu até a saída do palácio. Loki foi até o trono e sentou-se, enquanto observava o velho se afastar.

—-A primeira coisa que farei, será ordenar que mudem a cor do estofado, acho que verde vai ficar bem melhor. Disse o deus para si mesmo e sorrindo em seguida. Algum tempo depois Loki seguia o ancião a uma certa distância, viu que Heimdall permitiu que ele cruzasse a bifrost, exatamente como Loki queria. O jotun se aproximou do guardião.

—-Você viu Njord?

—-Sim, ele foi para Midgard.

—-Como você permitiu? Gritou o trapaceiro.

—-E por que não permitiria? Perguntou Heimdall, despreocupadamente. Loki havia tomado o cuidado de ocultar os passos de Verdandi, de modo que Heimdall não pudesse vê-la.

—-Ele foi atrás de Verdandi, ela fugiu e ele quer matá-la. Agora terei que ir com ele para evitar uma tragédia. Explicou Loki. Heimdall permitiu a passagem de Loki imediatamente. Antes de partir para Midgard, Loki fez uma advertencia ao guardião.

—-Se o pior acontecer, a culpa será sua. Loki lançou um olhar ameaçador para Heimdall, que apenas saiu do caminho do deus para que ele passasse.

Assim que Njord tentou adentrar na mansão de John, Loki fez com que o velho assumisse a forma de um dos seguranças. O velho rei cruzou os grandes portões sem nenhuma dificuldade, Verdandi e John estavam abraçados no Jardim, a deusa olhava nos olhos de John, com um olhar tipicamente apaixonado. Loki quase vomitou com aquela cena patética. O próprio asgardiano havia assumido a forma do jardineiro que seguiu para os fundos da mansão, apenas para observar tudo bem de perto, não queria perder o final trágico da sua "sogrinha querida". John percebeu a proximidade de Njord.

—-O que está fazendo aqui? Gritou Verdandi. John se colocou a frente da deusa, protegendo-a. O velho correu enfurecido em direção ao amante de sua esposa, mas aquela seria uma luta desleal, a força física de John não tinha comparação com a fragilidade do corpo velho e cansado de Njord. Sem nenhuma dificuldade, John empurrou Njord e o ancião caiu no chão. Loki fez com que uma espada se materializasse ao lado de Njord.

Assim que viu o objeto aparecer por magia, Verdandi começou a olhar para os lados, sabia que Loki estava por perto. O asgardiano teve de se afastar. Quando Njord tentou golpear John, o jotun desarmou o velho e o feriu com a própria espada. O rei ficou agonizando no chão e faleceu em poucos minutos. As coisas não saíram exatamente conforme os planos do deus, mas isso não importava, pois Verdandi não voltaria para Vanaheim, porque John fora banido para Midgard e ela certamente optaria por ficar ao lado dele. O caminho para o trono estava livre para Loki.

Horas depois Sigyn estava em seu quarto, aflita com a demora do deus, mas não podia dizer nada a ninguém. Seja lá o que Loki estivesse fazendo, ninguém poderia ficar sabendo, ou ele estaria em apuros. Sigyn sabia que ele estava fazendo algo muito errado, mas iria acobertá-lo de qualquer forma. Quando o deus chegou já era madrugada, a jovem estava exausta, lutando contra o sono.

—-O que está fazendo acordada até essa hora? Perguntou Loki deitando-se ao lado dela.

—-Fiquei preocupada com você. Respondeu Sigyn com uma voz sonolenta.

—-Eu estou bem, agora descanse.

Sigyn mal conseguia permanecer com os olhos abertos, ao ver que Loki estava bem e que nada de ruim havia acontecido, ficou mais tranquila. O deus a acomodou em seus braços e a princesa adormeceu. Na manhã seguinte os dois foram despertados pelas batidas na porta. Sigyn olhou para Loki assustada.

—-Fique aqui. Disse deus, indo em direção a porta.

—-Desculpe por interrompê-lo, mas um senhor chamado Eldór deseja ver a princesa Sigyn, vossa alteza.

—-Diga a ele que irei recebê-lo dentro de instantes. Respondeu Loki. Sigyn ouviu toda a conversa e se vestiu depressa.

—-Eldór é o conselheiro de meu pai e se ele veio pessoalmente é porque o assunto é importante. Disse a jovem cruzando a porta apressada.

—-Espere, eu vou com você. O deus seguiu a princesa.

—-Eldór, como tem passado? Perguntou Sigyn. O velhou abraçou a princesa, tinha um carinho especial pela jovem, pois a viu crescer.

—-Não muito bem, Sigyn. Sua mãe e seu pai estão desaparecidos desde ontem, seu pai nunca se ausentou sem me informar com antecedência, ele sabe que muitos assuntos do reino dependem dele e como Loki foi o último a ser visto na companhia do rei... achei que ele poderia nos dar pistas sobre o paradeiro de Njord. Sigyn olhou imediatamente para o deus, como se pedissse explicações.

—-Bem eu sei que ele foi para Midgard, aliás Heimdall permitiu a passagem dele. Eu até tentei seguí-lo, mas não consegui alcançá-lo. Ele estava transtornado, Heimdall não deveria ter permitido que ele cruzasse a bifrost. Loki parecia indignado com a imprudência do guardião, estava tentando transferir a responsabilidade para aquele que tudo vê.

—-Então devemos organizar equipes de busca para encontrá-lo em Midgard. Disse o conselheiro, que era amigo pessoal de Njord, estava realmente preocupado com o rei.

—-Já aviso que essa não será uma tarefa fácil, Midgard é um reino muito grande, talvez demore meses. Advertiu Loki.

—-Tem razão. Vanaheim não pode ficar muito tempo sem um governante. Durante esse período Sigyn deve assumir o trono, ainda que em caráter provisório.

—-E eu irei apoiá-la em tudo o que for preciso. Disse Loki, colocando sua mão sobre o ombro da princesa. Sigyn era inocente e ingênua para algumas coisas, mas muito inteligente e esperta para outras, não precisou de muito esforço para perceber que tudo aquilo não passava de uma trama maquiavélica do deus.

—-Sendo assim, peço que me acompanhem até Vanaheim. Concluiu o conselheiro.

—-Vamos querida, depois mandaremos alguém buscar nossos pertences. Sigyn assentiu com a cabeça, mas seu olhar era distante, ela ainda estava processando aquelas informações. Não queria acreditar que Loki havia sido tão baixo, ele não podia ter tramado tudo aquilo, não.

Quando chegaram em Vanaheim o deus se dirigiu aos demais conselheiros, precisava dissipar qualquer suspeita que pudesse recair sobre ele. Sigyn seguiu em direção ao seu antigo quarto, subiu as escadas lentamente, se apoiando no corrimão. A jovem apenas jogou seu corpo na cama e deixou as lágrimas rolarem por seu rosto. Alguns minutos depois Loki entrou no quarto, o deus sentou-se na beirada da cama. Loki abraçou a esposa, tentando confortá-la.

—-Não fique assim, nós vamos encontrá-los, eu prometo. Acalme-se. Sigyn se desvencilhou dos braços do deus, limpou as lágrimas do seu rosto e se afastou um pouco para poder encará-lo.

—-Por favor, me diga que você não tem nada a ver com isso. Sigyn fechou os olhos e olhou para baixo, sabia a resposta, mas queria ouvir dos lábios dele. Não podia encará-lo pois não queria que o deus mentisse olhando em seus olhos. Loki pegou as mãos da princesa e colocou sua mão sobre o queixo dela para que ela o olhasse.

—-Está me acusando de alguma coisa? O deus crispou os lábios.

—-Não. Respondeu Sigyn com a voz baixa e calma.

—-Ótimo. Pois eu jamais faria algo com a intenção de magoá-la e você sabe disso. Sua desconfiança me ofende. Loki levantou-se para deixar o quarto, estava visivelmente irritado.

—-Mas o que você está fazendo com as jóias do infinito? Sigyn perguntou, antes que ele cruzasse a porta. O deus fechou os olhos e respirou fundo, fingiu não ter ouvido o questionamento e seguiu. Durante o jantar Sigyn não olhou para o esposo ou dirigiu a palavra a ele. Pensava no desaparecimento dos pais, na gravidez, nas jóias...A princesa não reconhecia aquele que estava ao seu lado, não sabia se ele havia mudado ou se só agora estava mostrando quem realmente era.

—-Com licença. Disse Sigyn se retirando da mesa, sequer havia tocado em seu prato. Loki ficou observando a partida dela, não se arrependia dos seus atos. Fizera tudo aquilo para proteger Sigyn, da presença nociva de Verdandi. Loki havia tomado o reino para defender os interesses de Sigyn, do seu herdeiro e os dele mesmo.

Faria tudo novamente se preciso fosse, mas ver a decepção estampada no rosto de Sigyn fazia com que ele se sentisse péssimo. Assim que terminou sua refeição Loki foi até os aposentos reais. Por exigência dele, os seus pertences e os pertences de Sigyn foram levados para o antigo quarto de Njord. A jovem estava deitada de lado, virada de costas. O jotun deitou-se ao lado da esposa, a abraçou por trás e beijou o rosto da jovem.

—-Já disse que vamos encontrá-los. Tenho certeza que estão bem... Pode ao menos me responder. Sigyn se virou para o deus, ficou alguns instantes fitando-o.

—-Só peço que seja honesto comigo, quero que me diga a verdade. Você pode confiar em mim. Sigyn segurou o rosto do esposo em suas mãos. Loki suspirou profundamente e virou o rosto.

—-Você não entenderia.

—-Você está certo, eu não entendo e não conheço esse Loki que está diante de mim. A princesa levantou-se e rumou para o seu antigo quarto, deixando Loki sozinho com sua consciência e seus próprios pensamentos.

Notas finais
E agora Loki, como explicar isso tudo para a Sigyn? Eae girls!!! Gostaram, não gostaram? Criticas, elogios, sugestões?