Loki and Jane, When I first saw you

30 Capítulo 29 My love for you is insatiable


Notas iniciais
Eae gatas, bem como eu disse estamos indo rumo ao felizes para sempre. O capítulo de hoje tem alguns momentos fofos, outros mais selvagens. kkk Segue o casamento do Loki e da Sigyn e é claro a noite de núpcias ;) Adorei escrever esse capítulo, espero que vocês gostem girls. Já estou sentindo saudades, mas tenho que acabar com a fic por motivos de força maior (os malditos estudos). kk Então teremos alguns caps pela frente, mas em breve a fic termina. :( O titulo do capítulo (meu amor por você é insaciável) é o trecho de uma música do Darren Hayes, que eu amo de paixao, o nome dela é Insatiable. https://www.youtube.com/watch?v=9u7hGkL57N8 Boa leitura e espero que gostem girls. Abraços!!!

Loki já estava quase adormecendo, quando fora surpreendido pela brusca entrada do deus do trovão.

—-Quer me explicar o que está acontecendo? Gritou o loiro. Loki sentou-se calmamente na cama.

—-Qual parte você não entendeu? Perguntou o trapaceiro, olhando para o irmão e erguendo uma sobrancelha.

—-Primeiro você estava na arena, estavamos treinando e repentinamente você sumiu. Desapareceu sem dar qualquer explicação... E agora fico sabendo que raptou Sigyn, vai se casar e... O que há de errado com você? Loki havia desaparecido, porque no exato momento em que fora expelido pelo portal, o Loki do passado se fundiu ao Loki do futuro. O deus fora sugado pela luz laranja e o choque fez com que ambos se tornassem um só.

—-Não lhe devo explicações. O jotun respondeu entendiado, voltando a deitar-se na cama, abriu um livro e começou a ler.

—-Se abra comigo, talvez eu possa ajudá-lo. Insistiu Thor.

—-Estou conseguindo resolver tudo sozinho. Loki lembrou-se que naquela época ele e Thor possuiam um bom relacionamento, resolveu mudar seu tom de voz.

—-Se eu precisar de algo, prometo lhe informar. Disse Loki, tocando o ombro do irmão.

—-Então vai mesmo se casar com a filha de Verdandi. Quem diria...

—-Se me der licença, eu preciso descansar.

—-Claro, amanhã é o seu grande dia. Thor deu um tapinha nas costas de Loki e se retirou do quarto do moreno.

Na manhã seguinte Sigyn acordou bem cedo, dormira muito pouco naquela noite. Ficou pensando no rumo que as coisas haviam tomado, ainda não acreditava que estava prestes a se casar com o único e grande amor da sua vida. Se espreguiçou demoradamente, abrindo um largo sorriso, que se desfez ao ver sua mãe entrar pela porta. A deusa do destino estava acompanhada por algumas criadas.

—-Tirem as medidas dela. Depressa! Ordenou a deusa. A rainha refletiu sobre os acontecimentos do dia anterior. Sua filha havia tentado se matar por culpa dela, Verdandi não tinha mais coragem de se opôr aquela união. As criadas mediram a princesa rapidamente.

—-Agora deixem-nos a sós. As duas servas se retiraram do quarto e saíram para confeccionar o vestido de noiva. Sigyn olhava para o chão, não queria encarar a deusa, temendo o que viria a seguir. Verdandi sentou-se na cama, ao lado da filha.

—-Espero que um dia possa me perdoar. A rainha disse, segurando as mãos da jovem. Sigyn ficou surpresa com as palavras da mãe, esperava pelos piores xingamentos, gritos histéricos, agressões...

—-Eu não tenho que perdoá-la. Fez o que achou que seria o melhor para mim. Sigyn permanecia com a cabeça baixa. A deusa segurou o queixo da filha, para que pudesse olhá-la nos olhos.

—-Mas eu estava errada. Verdandi finalmente admitiu. Ouviram batidas na porta, era Frigga. Acompanhada por uma serva que trazia uma bandeja contendo frutas, pão e leite.

—-Bom dia! Precisa se alimentar meu bem, o dia será muito cheio para você. A maneira como a rainha de Asgard falava com Sigyn e toda aquela atenção que despensava a sua filha, deixaram Verdandi enciumada.

—-Verdandi, acho que Njord está a sua procura. Frigga disse, apenas para que a deusa se afastasse.

—-Eu não demoro. Respondeu a rainha de Vanaheim, que saiu a contragosto. Quando a deusa do destino andava pelos longos corredores do castelo, cruzou com Loki.

—-Ah, já está aqui. Loki revirou os olhos. A deusa ignorou o comentário do futuro genro, quando ela estava se afastando o deus a segurou pelo braço.

—-Por acaso tem tido notícias do nosso amigo John?

—-Seu tolo, não sei de quem está falando. A deusa respondeu rispidamente, puxando seu braço.

—-Tem razão, você deve conhecê-lo como Bergelmer. Loki estendeu a mão, alcançando um cartão de visitas para a deusa e deu as costas para ela, deixando-a completamente sem reação. Leu o cartão, que dizia:

"Foster and Partners

Quinta Avenida, 547

Centro, Nova York."

Uma lágrima rolou pelo rosto da deusa, ela se virou para dizer algo ao moreno, mas ele já havia desaparecido. Loki andava pela sala do trono, estava distraído, sua mente vagava longe, seus planos ainda seguiam conforme o esperado.

—-Loki! O deus ouviu aquela voz grave e cansada chamando seu nome, era Odin. Decidiu não ser tão duro com o ancião, pois na vez que confrontou o pai severamente, Odin acabou entrando em seu sono. Tinha um grande trunfo em suas mãos, podia prever certas ações e suas possíveis reações.

—-Filho eu... Loki interrompeu o pai de todos, não permitindo que ele concluísse.

—-Não desperdice seu tempo tentando me dar qualquer justificativa. Hoje é um dia muito feliz para mim e não quero estragá-lo tocando nesse assunto.

Loki já havia feito todos os questionamentos que queria, sabia as respostas que Odin daria, não tinha motivos para ter aquela conversa mais uma vez. O pai de todos suspirou aliviado pela atitude do filho, Loki parecia ter reagido muito bem mediante aquela situação. Odin não podia negar que Loki era muito mais maduro e racional do que seu primogênito.

Horas mais tarde tudo já estava quase pronto, quatro servas trabalharam na confecção do vestido de Sigyn, que estava experimentando a peça. Era um belo vestido branco, com mangas longas de renda, seu busto também era coberto por rendas. O vestido era acinturado e não muito rodado, a veste era cravejada com inúmeros pequeninos cristais. Seus longos cabelos estavam presos em um coque elegante, havia uma presília de diamantes na lateral direita de sua cabeça. Sua maquiagem era discreta, realçando sua beleza natural. Toda a produção era de muito bom gosto e bastante luxuosa também. A princesa estava deslumbrante.

Loki já aguardava Sigyn no salão do trono, estava diante de Odin. O deus estava impaciente com tamanha demora, parecia estar esperando pela princesa durante uma eternidade. Quando repentinamente todos ficaram em silêncio e pararam de tagalarelar incessantemente sobre o atraso, os olhares dos presentes se voltaram para a entrada da sala do trono. Sigyn respirou fundo, tentando espantar todo o seu nervosismo. Sentiu um calor intenso em sua face, sabia que estava ruborizada, até que viu Loki.

O deus estava vestindo seu traje de gala, verde com detalhes dourados, não usava o elmo. Os negros cabelos contornando seu belo rosto e aquelas orbes que pareciam duas esmeraldas fitando-a com uma expressão que Sigyn não conseguia identificar, pois nunca tinha visto antes. Assim que viu a jovem vindo em sua direção, Loki percebeu que toda aquela espera fora recompensada. A princesa era definitivamente a mulher mais linda que já vira em todos os seus anos de vida e daquele dia em diante seria sua para sempre e de mais ninguém. Loki esboçou um sorriso com aquele pensamento.

Sigyn pareceu ler os pensamentos do deus e sorriu também, enquanto se encaminhava para junto dele, sendo conduzida por Njord. O asgardiano estendeu a mão para Sigyn, que depositou sua mão sobre a dele. Após um longo e tedioso sermão, falando sobre os deveres dos noivos, Odin finalmente oficializou a união. Loki aproximou seu rosto do rosto da
princesa e encostou seus lábios aos lábios dela, que ficaram pressionados por algum tempo, selando aquela união. O banquete fora iniciado em seguida.

Tudo fora cuidadosamente organizado por Frigga, que era uma ótima cerimoniaslita; a deusa cuidou dos mínimos detalhes. O cardápio era variado, com todo tipo de iguarias e a decoração muito elegante e discreta. O salão estava repleto de flores brancas e adornado com cortinas douradas. Os noivos se separam para receber os cumprimentos e recepcionar a todos. Loki viu Thor se aproximar da princesa para cumprimentá-la e não gostou nada do gesto, percebeu que Sif também não aprovou a aproximação. O deus do trovão veio na direção do irmão para parabenizá-lo. Thor deu um forte abraço em Loki.

—-É um homem de sorte irmão. Além de bonita, Sigyn também é gentil, simpática... O deus do trovão teceu alguns elogios para a jovem.

—-Não precisa listar as qualidades dela para mim, pois eu as conheço melhor do que ninguém. Respondeu Loki, secamente. Thor achou que o deus estava agindo daquela maneira devido ao nervosismo e a tensão do casamento.

Após o banquete, por tradição os noivos iniciavam a dança. Loki conduziu a esposa até o centro do salão, ergueu uma das mão dela, enquanto a outra mão da jovem estava apoiada no ombro do deus. O asgardiano passou sua mão livre pela cintura da princesa. Em seguida os demais casais também começaram a dançar.

—-Essa cerimônia já está demorando demais. Não vejo a hora de estarmos a sós. O deus sussurrou no ouvido de Sigyn. Ao ouvir as palavras do deus, as batidas do coração da jovem se aceleraram.

—-E o que vai fazer quando estivermos a sós? Sigyn perguntou, esboçando um sorriso tímido.

—-Tudo. Respondeu Loki, fazendo a esposa estremecer, com o simples som de sua voz. Após algumas horas os últimos convidados finalmente estavam indo embora. Sigyn estava do outro lado do salão, conversando com Frigga; Verdandi estava pensativa. A deusa do destino nem estava prestando atenção na conversa das duas, as palavras de Loki ecoavam em sua cabeça. O asgardiano se aproximou das três.

—-Posso roubar Sigyn por um minuto? Talvez um pouco mais. Loki esboçou um sorriso travesso.

—-É toda sua. Respondeu Frigga, sorrindo. O moreno pegou a mão dela e subiram as escadas, no meio do caminho Sigyn parou. Estavam em um corredor deserto. A princesa olhou nos olhos do deus, se aproximou lentamente dele, roçou seus lábios nos lábios de Loki e quando ele foi beijá-la, Sigyn virou o rosto. Lançando um sorriso inocente, parecia não ter noção do que estava fazendo.

—-Não brinque assim comigo. Loki tentou dizer aquelas palavras em um tom sério, fechou os olhos e crispou os lábios tentando conter um sorriso. Sigyn saiu correndo pelo corredor.

—-Se você quer assim... Loki deu alguns segundos de vantagem para a jovem, que entrou correndo no quarto do deus. O asgardiano entrou em seguida, olhando para os lados, procurando por Sigyn, que ficou na ponta dos pés e cobriu os olhos do deus com suas mãos, estava atrás dele. O trapaceiro se virou imediatamente para ela, a princesa deu alguns passos para trás, enquanto Loki se aproximava lentamente. A jovem estava entre a parede e o deus, Loki apoiou as mãos na parece, em volta de Sigyn.

—-Parece que não tem para onde fugir. O asgardiano esboçou um sorriso malicioso.

—-E quem disse que eu quero fugir? Sigyn lançou um olhar lascivo para o deus. Loki a beijou afoitamente, aquele joguinho o deixara muito excitado.

Enquando se beijavam, Sigyn ajudou o deus a tirar a calça que usava, ela deslizou sua mão até o membro de Loki. Sentiu que o membro viril do deus pulsava violentamente, então o massageou bem devagar. Loki passou sua mão direita por baixo do vestido da jovem, erguendo a perna dela, de modo que ficasse na altura de sua cintura. Sigyn se apoiou nos ombros de Loki, entrelaçando suas pernas ao redor da cintura do asgardiano. A respiração do deus se tornou ofegante; o asgardiano desamarrou o vestido da jovem, despindo-a rapidamente.

Sigyn o ajudou a despir-se também. O deus beijou o pescoço de Sigyn, que arfava a cada toque. O deus rasgou a calcinha de Sigyn, deixando a intimidade dela exposta. A princesa ainda estava escorada na parede, ela mexia os quadris para criar um certo atrito de sua intimidade com o membro do deus. O asgardiano já não aguentava mais, levou a mão ao seu membro viril, de modo a conduzí-lo até a intimidade da esposa e a penetrou.

Sigyn gemeu no exato momento da primeira penetração, as estocadas do deus eram rápidas e profundas. A princesa arranhou costas do esposo, ferindo um pouco a pele dele, mas ela não conseguia se controlar. Enquanto Loki mantinha o ritmo intenso dos seus movimentos, o deus arfava no ouvido da jovem, aquele som tornava tudo ainda mais excitante e prazeroso. Após um bom tempo a jovem atingiu o ápice, dando um grito que fora abafado por um beijo do esposo. Mais de um minuto depois o deus também atingiu o climax, estremeceu por alguns segundos, devido aos espasmos causados. Conduziu a esposa até a cama, deitando-se ao lado dela em seguida. O quarto estava bastante iluminado, o asgardiano levou a mão ao pescoço de Sigyn.

—-Acho que terá que usar um lenço para disfarçar isso. Havia uma marca vermelha, deixada pelos lábios famintos do deus.

—-Isso não é nada, comparado aos arranhões das suas costas. Sinto muito por isso. Sigyn acariciou as costas do deus.

—-Prometo ir mais devagar da próxima vez. Loki beijou Sigyn nos lábios e mordeu o lábio inferior dela. O deus entrelaçou seus dedos aos dedos dela, ficou algum tempo apenas contemplando a beleza do corpo nu da esposa. Era esguia, com formas delicadas e proporcionais. O deus se perdeu nos seios da jovem, alisando-os e contornando os mamilos dela com o dedo indicador. Ficaram alguns minutos em silêncio, se recuperando de toda a adrenalida daquele ato.

Sigyn achou que Loki havia adormecido, levantou, vestiu uma espécie de roupão e andou em direção a sacada. Ficou observando o céu estrelado, poderia ficar olhando aquela imensidão azul por horas e horas. Loki se aproximou sorrateiramente da esposa.

—-No que está pensando? Perguntou o deus, a abraçando por trás, escorando sua cabeça no ombro dela, olhando na mesma direção que Sigyn olhava.

—-Achei que estivesse dormindo. Eu estava admirando a beleza do céu asgardiano, as estrelas parecem muitos mais brilhantes aqui.

—-Tem razão, em nenhum dos nove reinos a lua fica tão bela quanto em Asgard.

—-Sabia que os midgardianos tem uma ciência que estuda as estrelas, cometas, galáxias...? Eles chamam de astronomia, eu li isso em um livro quando era criança. Costumava dizer que um dia eu iria fugir para Midgard e me tornar uma grande astrofísica. Sigyn sorriu com a lembrança de sua infância.

—-Talvez um dia seu sonho se realize. Loki pensou na irônia daquele diálogo. O deus não queria pensar neste detalhe, ficava triste ao lembrar que parte da jovem havia morrido quando ele voltara ao passado.

—-Porque não volta para cama. Loki beijou Sigyn, fazendo com que ela andasse de costas até chegar a cama, se colocou sobre o corpo da princesa. Naquela noite amaram-se mais uma vez.

Pela manhã, a jovem acordou antes do deus. Loki dormia serenamente, a manhã estava nublada e fria, Sigyn cobriu o deus com um cobertor. Olhou ao redor e viu as peças de roupa jogadas no chão, lembrou-se da tórrida noite de amor que tivera. A princesa viu uma pedra azul, perto das vestes do asgardiano. A jovem se abaixou e pegou o objeto na mão, uma luz emergiu da jóia, Sigyn largou a pedra imediatamente. Ficou intrigada com o artefato, mas decidiu deixá-lo onde estava. A princesa tomou um longo banho, vestiu-se e resolveu deixar o deus descansar, ele tinha uma aparência exausta. Assim que saiu do quarto, Sigyn encontrou Frigga.

—-Bom dia, querida. Eu queria mesmo falar com você.

—-Bom dia, majestade.

—-Pode me chamar apenas de Frigga, meu bem. A rainha olhou para os lados, se certificando de que ninguém ouvia a conversa.

—-Tenho pensado nisso desde o dia em que você chegou a Asgard. Na verdade desde que você me falou sobre os enjôos e tonturas. Me diga Sigyn, há alguma possíbilidade de você já estar grávida?

Notas finais
Eae meninas!!! Gostaram, não gostaram? Sugestões, críticas ou elogios. São todos bem vindos e agradeço muitíssimo pelo apoio que vocês tem me dado, obrigada mesmo, de coração. Abraços, gatonas!!!!