Locked Out of Heaven
42 I've been locked out of heaven...
Sebastian seguia o carro a sua frente com muito cuidado.
É claro que não havia muito trânsito àquela hora. Não havia trânsito em hora alguma em Lima. Ainda assim, ele não vacilava em manter os olhos no veículo logo à sua frente. Ele procurava pelos olhos extremamente negros que conseguia ver refletidos no retrovisor dela, mas ela nunca devolvia o olhar. Estava concentrada de mais no caminho que seguia. Ou pelo menos aparentava estar concentrada. Ele não tinha muita certeza.
Só esperava que ela não estivesse finalmente cedendo ao desejo de despejá-lo em uma caçamba de algum beco sem saída em Lima Heights Adjacent.
Sebastian suspirou. Sabia que o que estava por vir era tão difícil quanto ser despejado em uma caçamba por uma latina sem escrúpulos de 1.65m.
Quando a apresentação em grupo terminou e o Sr. Schuester deu mais alguns avisos aos seus alunos – depois de elogiar bastante aquela performance – todos se dispersaram o mais rápido que puderam, como acontecia toda sexta-feira. É claro que Sebastian aproveitou a distração do grupo para arriscar uma olhada na direção de Santana.
Ela parecia estar bem longe dali.
Mas, quando Quinn a alcançou, ela pareceu sair do transe. Sebastian descia do palco quando ela finalmente resolvou olhar para ele e, com um discreto aceno de cabeça, sinalizou para que ele a seguisse. Ou pelo menos ele assim entendera.
Agora, depois de ambos terem seguido até o estacionamento da escola e entrado cada qual em seu carro, Sebastian a seguia pelas ruas calmas de Lima. Ele não sabia exatamente para onde estava indo, ou por quanto tempo precisaria dirigir. Mas sabia que nem todo o tempo do mundo seria o suficiente para que ele estivesse realmente preparado para ouvir o que ela tinha a dizer.
Ele não fazia ideia do que ela poderia dizer. Mas tinha certeza de que era algo extremamente importante.
Perdido em pensamentos, ele só reparou que entrara em uma subida quando o motor do carro começou a reclamar, emitindo um barulho pesado pela falta de mudança na marcha. Ele rapidamente pôs o carro em ordem, mas estranhou o caminho. Aonde iriam parar?
Foi aí que Santana reduziu e acabou parando em um lugar sem nada de especial que pudesse sinalizar porque ela escolhera ali. Mas Sebastian apenas estacionou em seguida e desatou o cinto, seguindo com o olhar a figura vestida em preto que se aventurava por um gramado íngreme. Quando Sebastian se pôs atrás dela, Santana já estava quase em seu destino e, quando ele a alcançou, ela já tinha tomado o seu lugar sentada de frente para uma vasta visão do Farout Park.
É claro que Sebastian conhecia o parque. Já estivera nele por diversas vezes, mas nunca o vira daquela perspectiva. É claro que, lá de baixo, ele poderia avistar a árvore cuja sombra o abrigava agora, mas ele nunca repararia nela especialmente se Santana não o tivesse trazido ali. Afinal, o que mais havia de comum em parques, a não ser árvores?
Mas fora Santana que o trouxera ali, e que o fizera notar aquele lugar tão bonito e tão comum, no meio de tantas outras árvores.
Parecia uma boa metáfora para diversas outras coisas que ela havia o feito notar em sua vida.
Sebastian seguiu o olhar dela e encarou a paisagem.
— Sei que quer ouvir alguma coisa. – Santana finalmente se pronunciou. – Qualquer coisa. Mas eu não sei o que dizer.
Sebastian encarou o chão enquanto também se sentava.
— Isso é bom. – Ele admitiu. – Porque eu também não sei. – Sebastian voltou os olhos para o parque a sua frente e acrescentou: — Se tratando de você, eu nunca sei.
Santana suspirou.
— Esse é o problema, não é? Você não sabe sobre mim, eu não sei sobre você... Quando acho que estou começando a entender algo, parece que tudo muda de lugar novamente. Não consigo achar algo que faça sentido. Nós não fazemos sentido.
— Não, não fazemos. – Sebastian não tinha como discordar.
— Eu sei que nós não temos nada. Não é como se você me devesse alguma coisa, muito menos qualquer tipo de fidelidade, lealdade, ou o que quer que seja. Eu não tenho o direito de te cobrar que você vá pra cama apenas comigo. Não posso te cobrar isso. Eu sei que não. – Santana dizia, falando em um tom que parecia querer afirmar as coisas mais para ela mesma do que para Sebastian. – Mas não dá. Não consegui evitar o fato de sentir meu sangue fervendo nas veias quando descobri sobre você e o garoto. Meu lado racional, o que tenta ser madura e ao mesmo tempo crítica sobre tudo, me diz que não posso ter controle sobre isso. Não temos nada. Não somos nada. Você transou com um garoto? E daí? O que mais eu poderia esperar? Você é gay, afinal de contas. Não posso mudar isso. Na verdade eu nem quero mudar isso, eu nunca quis. Mas o fato é que eu questionei a minha sexualidade por você. E, no meio de toda a confusão que eu senti desde o momento que te vi de uma forma diferente pela primeira vez, o meu consolo foi pensar que você talvez pudesse se sentir do mesmo jeito, e...
Sebastian já balançara a cabeça em negativa por diversas vezes antes de finalmente decidir intervir:
— Santana, Santana. – Ele interrompeu. – Por que você acha que eu dormi com aquele garoto? Acha que gosto dele? Que me importo com ele? No ponto em que estamos, eu já espero que você me conheça o suficiente pra poder dizer que eu não dou a mínima pra ele. O que você acha que eu senti quando nós nos beijamos pela primeira vez? Raiva? Claro. Confusão? É óbvio. Mas eu me senti frustrado. Sexualmente. Não tenho vergonha de admitir. Você sabe como eu sou, aliás, como nós somos. Eu queria te matar... Eu queria me matar... Com um único beijo, você acendeu coisas em mim que eu fui incapaz de controlar. Eu não conseguia me controlar, não conseguia entender. Você foi a primeira mulher capaz de fazer isso comigo. Eu que sempre desejei homens mais do que qualquer outra coisa. Eu que fui expulso de casa por não conseguir manter o pau dentro das calças por causa de outros homens. E você acha que eu não me senti confuso? Que você foi a única a se sentir ferida pelo que aconteceu? Eu não tinha como saber, tá legal? Pra mim, você só tinha se deixado levar pelo momento e depois iria voltar pra sua vidinha feliz com a sua namoradinha perfeita e os seus amiguinhos intrometidos. E eu? Eu só queria descarregar a minha frustração em alguém. Ou melhor, com alguém.
Santana abraçava sua barriga como se tivesse levado um soco no estômago.
— Eu sei, eu sei! Droga! Eu sei que não posso te cobrar, porra. Eu sei disso. Mas diz isso pro meu lado que só quer te culpar pelo momento em que você tocou na minha maior ferida quando me viu com a Brittany no Breadstix e, naquela mesma noite, me disse que eu estava sozinha no meu relacionamento com ela. Diz isso pro meu lado que terminou um relacionamento com a única pessoa que eu pensava que já tinha amado na vida, tudo por causa de um beijo, um único beijo, um beijo que foi capaz de acabar com tudo de bom que eu tinha com ela. De magoar a minha melhor amiga, a pessoa com quem eu tinha sonhado tanto antes de aceitar que era com ela que eu queria ficar, só com ela. Diz isso pro meu lado que já tá cansado de se sentir só o tempo todo, o lado que acha que eu estou mais sozinha agora do que nunca. Por que como eu vou saber se isso foi coisa só de uma vez? Como vou saber se isso não tem acontecido o tempo inteiro em que nós estivemos nessa montanha russa? Isso é tão ridículo! Por que eu deveria me importar se você tem outra pessoa ou não? Ah, é mesmo! Eu me importo porque enquanto eu tava completamente quebrada por ter terminado com a minha namorada, você tava por aí trepando com outro!
— O que você queria que eu fizesse? Eu não tinha como saber! Você terminou com ela porque quis e, não se engane, eu sou extremamente grato por isso, porque eu sei que você é leal demais pra transar comigo caso ainda estivesse namorando com ela. Eu sei que nós só temos o que temos agora porque você não está mais com ela. Eu não tenho nada com o garoto. Nada! A gente só ficou por uma noite. Uma! A noite em que eu achava que você tinha destruído tudo o que eu achava que eu era, e que não havia a mais remota possibilidade de você realmente querer algo comigo. Depois disso não aconteceu mais nada. Eu nunca mais toquei alguém que não fosse você. Mesmo sem garantia nenhuma de que você estivesse fazendo o mesmo. Pensa que eu não noto o jeito que você olha para ela? Pensa que eu não sei que você está longe de ser indiferente à presença dela? Por que você me cobra tanto por algo que você mesma não é capaz de oferecer, Santana?
— Você não entende. – Santana apertou os próprios joelhos, posicionados logo a frente dela. – É claro que não entende. Você diz que eu destruí tudo o que você achava que era, mas como acha que eu me senti? Como acha que eu me sinto tendo abandonado alguém que até um tempo atrás eu dizia que amava, e que acreditava fielmente nisso, meramente porque nós nos beijamos? Você me fez sentir um desejo que eu não pude, aliás, que eu não posso controlar, e aqui e agora, eu te odeio por isso, por tudo isso, por todas essas coisas, mas eu só consigo pensar em como você me faz sentir como se eu estivesse presa do lado de fora do paraíso o tempo inteiro, mas que quando você me fode, é como se você me levasse até lá. É torturante, mas eu sempre quero mais. Me sinto desprezível. E também me sinto furiosa de pensar que alguém mais teve uma prova disso depois que nós nos conhecemos.
Sebastian estava perplexo. E também repentinamente excitado.
— Eu sei exatamente o que você quer dizer. Mesmo com tudo isso que acabamos de falar, mesmo com o tanto de raiva que eu sou capaz de sentir de você e de mim, eu não consigo ignorar o fato de que você não está vestindo um sutiã agora e isso tem me deixado louco desde o momento que eu vi que você tinha escolhido essa camiseta preta para usar. Eu nunca reparei esse tipo de coisa em nenhuma outra mulher em toda a minha vida. – Sebastian soltou um sorriso amargo e acrescentou: — Me sinto como se eu fosse um pecador e você tivesse me convertido. Mas é como se só você fosse capaz de fazer isso.
Santana olhou em volta muito rapidamente e decidiu que a pessoa mais próxima naquela área estava distante o suficiente do campo de visão deles para notar algo comprometedor.
— Já chega dessa discussão. – Santana disse e subiu no colo de Sebastian, passando as pernas pela cintura dele ao mesmo tempo em que Sebastian levantava um pouco as próprias pernas para que o centro dela ficasse exatamente sobre o seu.
Santana gemeu na boca dele ao perceber como ele estava duro. Ela mesma sabia que já estava bem molhada.
— Malditas roupas... – Sebastian murmurou enquanto sentia Santana lamber o lóbulo de sua orelha e rebolar em seu colo. Ele mantinha as mãos bem firmes na bunda dela e queria muito encher a boca com aqueles peitos deliciosos que ela tinha, mas precisava lembrar que já estavam fazendo até demais para o lugar em que se encontravam.
— Eu sei. – Santana concordou, gemendo frustrada por não sentir o contato direto entre os corpos. – Mas não posso sair daqui agora. – Ela disse com a boca colada no ouvido dele. – Preciso te tocar o máximo possível, seja como for.
Sebastian ofegou ao ouvir aquelas palavras. Será que ela tinha noção de como era excitante ouvir que ela precisava dele?
— Não para de rebolar, por favor. – Ele pediu e logo depois desceu a boca para o colo exposto. Não podia chegar até os mamilos, mas chegaria o mais próximo possível, até onde o decote dela permitisse.
Santana percebeu as intenções dele e inclinou a cabeça para trás, dando a Sebastian acesso total a seu colo. Ela gemia baixinho enquanto praticamente cavalgava no colo dele. Era quase como se realmente estivessem fazendo sexo, ela não conseguia parar. Só dava graças a Deus porque estava finalmente anoitecendo e, porque era inverno, isso significava que os dois estariam seguramente encobertos pela escuridão.
Sebastian subiu a cabeça, procurando os lábios carnudos que apontavam para cima, porque Santana ainda estava com a cabeça inclinada para trás.
— Me beija. – Ele ordenou. E Santana prontamente desceu os lábios para que ele a tomasse. Ela subiu as mãos até o cabelo dele, puxando com força enquanto massageava a língua dele com a sua. Era como se cada parte do seu corpo pegasse fogo. Mas um fogo que a consumia de uma forma maravilhosa.
Eles se separaram para tomar ar, mas Santana não perdeu tempo. Ela tinha a sensação de que podia chorar a qualquer momento se não tivesse o bastante da pele dele, do toque dele, do sexo dele. A necessidade que sentia dele nunca parecera tão arrebatadora como agora, depois de ter confessado em voz alta que precisava tocá-lo.
Foi nesse momento que Sebastian deu um jeito de enfiar uma mão no espaço quase inexistente entre eles e adentrou a calça jeans apertada que ela vestia.
Santana arregalou os olhos de imediato e virou a cabeça para procurar por alguém que pudesse ver aquela cena, mas não havia ninguém ali.
Esse só podia ser o seu dia de sorte.
— Por favor... – Ela pediu porque apesar de Sebastian ter uma mão enfiada dentro de sua calcinha, ele não a mexia,como se estivesse esperando o resultado da rápida inspeção que ela fizera. Agora que ela dera seu aval, ele rapidamente empurrou seus dedos mais para baixo e começou a acariciar o clitóris dela.
Santana se apertou ainda mais contra ele e Sebastian ofegou. Era incrível o efeito que ela era capaz de causar nele.
— Dentro. – Ela sussurou. – Eu preciso deles dentro.
Sebastian podia atingir seu orgasmo ali mesmo, ouvindo exatamente aquelas palavras, sentindo como ela estava molhada e como seus dedos deslizaram facilmente para dentro dela.
Santana gemeu satisfeita e subiu um pouco para se acomodar melhor sobre os dedos que agora tinha dentro de si. Era muito bom se sentir preenchida, ou melhor: era muito bom se sentir preenchida por ele.
Ela começou a subir e descer lentamente sobre os dedos dele, enquanto ele fazia o que podia para ajudá-la em seus movimentos. Santana aproximou novamente a boca do ouvido dele e chupou um pouco o lóbulo da orelha dele antes de dizer:
— É incrível a sensação dos seus dedos dentro de mim. Me esticando. Me preenchendo. Não sei como sou capaz de viver o resto do tempo sem isso. Sem algo dentro da minha buceta...
— Santana... – Sebastian murmurou, de olhos fechados enquanto tentava absorver o modo como seus dedos se mexiam dentro dela, os pontos que eles tocavam, ao mesmo tempo em que ela ainda tinha sua bunda bem empinada tocando no pau dele através dos tecidos que ainda os cobriam.
— Só tem uma coisa melhor que os seus dedos. – Santana provocou. – O seu pau. Hmmm... – Ela rebolou e enfiou uma mão por entre eles para acariciar o pênis extremamente duro de Sebastian. – Às vezes, quando estou entediada em alguma aula, só consigo pensar no modo como você me fode tão bem com ele. No quanto me sinto extremamente cheia com ele dentro de mim, em como eu queria ter você ali dentro de mim. Enfiando ele inteirinho na minha buceta... Você não sabe quantas calcinhas eu já arruinei só de pensar sobre isso. Ou quantas vezes eu tive que fechar as pernas bem apertadas enquanto tentava responder algum exercício só porque não conseguia pensar em mais nada que pudesse me ajudar a aliviar minha excitação...
“O que deu nessa mulher, meu Deus?” – Sebastian pensou. Não sabia a resposta, mas também não se importava muito. Só conseguia pensar no quanto poderia gozar a qualquer momento só ouvindo ela pintar aqueles quadros na cabeça dele.
— Você vai me fazer gozar. – Ele anunciou numa voz baixa e rouca.
— Ah, o seu gozo... – Santana continuou a delirar enquanto subia e descia sobre os dedos dele. – Queria ter o seu gozo dentro de mim o tempo todo. Viver cheinha dele. Cada gota.
Aquilo foi demais para Sebastian, ele começou a sentir espasmos tomando o seu corpo e, em poucos segundos, a frente de sua calça estaria completamente arruinada. Santana aproveitou o momento para beijá-lo mais uma vez enquanto ele atingia seu orgasmo e ela própria parou um momento para apreciar aquela sensação. Os dedos dele dentro dela, ele gozando, o sabor do beijo dele... Ela queria gozar, mas era o momento dele. Ela seria paciente. Sabia que valeria a pena depois.
Ela continuou sentindo o pau dele por sobre a calça, mas agora podia sentir o líquido pegajoso em contato com a sua mão, o que a fez gemer mais um pouco. A vontade de chorar de necessidade a atingiu novamente. Quando ela tinha se tornado tão sedenta por aquilo? Se sentia a cadela dele, ou qualquer outra coisa que fosse dele. E essa sensação de ser um objeto de prazer nas mãos dele a assustou na mesma proporção em que a excitou: ao extremo.
Sebastian ainda estava ofegante, mas a vontade de vê-la gozar foi mais forte que o cansaço. Ele subiu a mão que estava livre para tocar um dos seios dela sobre o tecido fino da camiseta que ela vestia. Apertou o mamilo levemente, sentindo o quanto ele estava duro, enquanto o polegar da outra mão acariciava o clitóris.
— Eu vou te encher com a minha porra, Santana. Vou te encher até o ponto de você não poder se mexer sem derramar porra pelas pernas. Vou te foder até você me pedir pra parar. Mas pra que isso aconteça você precisa gozar agora. Pra você ter o meu pau enterrado na sua buceta, você precisa gozar nos meus dedos. Goza pra mim, Santana. Goza pra mim! – Sebastian arqueou os dedos dentro dela no mesmo momento em que ela arqueava as costas tentando sufocar um gemido. Antes que ela pudesse gritar ou fazer qualquer outro barulho maior, Sebastian agarrou o cabelo dela e forçou a boca de Santana na sua, calando-a com um beijo desajeitado. Ele podia sentir as paredes internas dela se apertando contra seus dedos, e pensar em como elas podiam fazer exatamente aquilo com o seu pau quase o fez ficar excitado novamente.
Santana meio gemia, meio choramingava de tanto prazer. Era tão bom... Por que tinha que ser tão bom? Não conseguia mais pensar em viver sem aquilo. Sem o sexo que tinham. Como poderia? Ela precisava ser dele. Sentira uma necessidade hoje como nunca antes havia sentido. Precisava que ele a tomasse. No sentido mais carnal possível.
Sebastian ainda a beijava e ainda mantinha os dedos dentro dela, mas, quase como se pudesse ouvir seus pensamentos, ele desceu sua boca e chupou o seu pescoço, o que em breve deixaria uma marca ali. Em seguida, desceu um pouco mais e beijou ambos os seios de Santana, demorando-se alguns segundos em cada um, mesmo com a inconveniente camiseta no caminho. Santana sorria boba, aproveitando os últimos espasmos que percorriam seu corpo.
Tinha chegado ao seu paraíso.
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