Notas iniciais
Fic Original minha. Pretendo ir longe, e para isso, preciso me aperfeiçoar mais e mais. Sei que é chato Prólogos apresentando os personagens, portanto, resolvi colocar um pouco de sal na sopa, ninguém gosta de comida insossa, né?! Espero que gostem. Boa leitura!

Fanny, uma garota de apenas 15 anos. Ela mora em um pequeno barraco junto com os pais. Sua vida não é tão fácil assim. Seus pais sem meios disponíveis para manter-se, lutam dia após dia para sobreviver e sustentar sua única filha. Fanny acredita que isso possa mudar algum dia, sonhava com o dia em que iria finalmente sair da pobreza, e levar uma vida boa junto aos seus pais.

Aquela cidade ia fervilhando e atingia o clímax com o sol fuzilante do meio-dia. Decaía a partir das duas e já no fim da tarde. Seu pai saia pela cidade de Crim City. Fazia 8 anos que ele estava a procura de by Text-Enhance\">trabalho. Sua mãe ficara em casa. Fanny estava em seu quarto, pensativa. Deitada sobre a cama num ambiente escuro e fechado, ela sonhava acordada. Em meio à sua imaginação, ouviu alguém chamar seu nome. Virou-se e viu que era a sua mãe. Maria Aproximou-se de Fanny e abraçou-lhe forte, sem dizer nada.

– Mãe, o que ouve? Porque está chorando? – disse Fanny preocupada com o estado da mãe.

– Filha, você tem que ser forte com o que eu vou lhe dizer.

– Ser forte? Como assim? Estou ficando preocupada.

– T-Thomas... – Maria desaba em prantos.

– O que têm o papi? Aconteceu algo? Anda mãe, Responde! –

– Ele... – Maria, segurou o choro e continuou – E-ele... Faleceu hoje de manhã.

Em questão de segundos, Fanny, incrivelmente, tornou-se pálida. A sua respiração se acelera. Sua taxa de batimentos cardíacos e a pressão sanguínea aumentaram, o desespero toma conta de si. Dominada, ela fica imóvel. A notícia que acabara de ouvir a deixou, há um estado extremo de choque emocional. Seu pai acabara de morrer atropelado hoje à tarde, por um motorista embriagado.

Já, em algum lugar, distante, a oeste de Calama. Hermes, 25 anos, secretário-executivo da Fundação Odebrecht, trabalhava praticamente 24 horas. Sentado em sua mesa, ele batia textos para o setor administrativo. Já estava cansado desse by Text-Enhance\">emprego, não tinha tempo para nada e quando tinha estava cansado demais. Sentia baixa auto-estima, e a cima de tudo, não suportava o seu chefe.

Já era noite e ele estava a caminho de casa. Seu carro, um Mustang ‘’Eleanor’’ 1967 cor prata, ou simplesmente, seu xodó (apelido carinhoso dado por ele) era sua verdadeira paixão, nada importava a ele, só aquele carro. Durante o trajeto que durava meia hora, ele sempre parava para comer um lanche em uma lanchonete. Ao encostar o Mustang, ao seu lado saltou dois marginais armados de um Continental Mark II, arrebentou o vidro do Mustang e arrancaram-no do carro. Uma gritaria, e ameaças tomaram conta da rua. Hermes não tinha dinheiro, então ele foi espancado violentamente. Depois do ato agressivo, os dois marginais partiram levando o Mustang junto com eles. Curiosos aparecem, e chamam uma ambulância.

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No dia seguinte, Hermes se recupera e retorna para casa. Ao chegar, vai diretamente ao banheiro, escova os dentes e toma um banho. Depois, senta-se no sofá e fica olhando o vazio. Ele resolve tirar os sapatos e massageia os pés. Depois de um curto instante, ouve alguém bater na porta, ele se levanta com dificuldades e, quando andara, os pés se arrastam no chão.

– Ah, é você, Lucas. Que flores são estas?

– São flores do campo. É pra você, baby!

– Vai se ferrar, Lucas. Vamos, entre logo – volta para o sofá.

– Poxa, gastei uma nota preta nestas flores – comenta Lucas, fechando a porta e indo direto para a geladeira.

– Isso não me importa. No momento, estou preocupado com outra coisa.

– Já fez o boletim de ocorrência do roubo do seu carro?

– Sim, mas não tenho esperanças que o encontrem.

– Sei. Mas não vim até aqui por isso. Estou passando por uma situação difícil – fala seriamente – topei com um obstáculo no meu caminho. Isso não apenas está me atrapalhando, mas está ferindo a minha dignidade e o meu orgulho. O único sujeito neste mundo capaz de me ajudar é você!

– Não me venha com esse papo furado, outra vez! Não vai me levar na conversa, sei que você vai me pedir mais grana, como sempre – diz Hermes, fatigado com aquilo.

– Ah, vamos! Você está cheio da grana.

– Que saco, droga de vida! – Hermes foi até o seu quarto. Demorou poucos minutos e retornou para sala com a grana na mão – Pedir dinheiro é como proclamar que você não está apto para sobreviver.

– Não fale assim do seu amigo de infância, Hermes. Quem foi que te protegeu dos valentões da escola, hein?! Fui eu, você deveria saber disso.

– Tá bom, tá bom. Agora, vá cuidar da sua vida que eu preciso descansar um pouco.

Lucas dá as costas e parte. Hermes fecha a porta e vai direto para o sofá da sala.

Enquanto isso, na cidade de Crim City. O sofrimento pela morte de seu pai, já durara uma semana. As coisas pioraram após o acidente. Sua mãe já não tinha mais forças para nada, muito menos para sair em busca de comida. Em meio esta situação, Fanny resolve se aventurar sozinha naquela cidade caótica, esforçando-se para encontrar algum emprego. Mas, os dias passam e a agonia continua.

Fanny caminhava sobre a tarde ensolarada de Crim City, quando percebeu que estava sendo perseguida por um grupo de adolescentes. Usavam calça jeans justas, rasgadas, jaqueta de couro, coturnos, correntes e cortes de cabelo moicano. Eles a cercaram...

Notas finais
Oláááá! Olha eu aqui de novo. Gostaram? Bom, leitores! Quero dizer-lhes algo, eu definitivamente, sou TARADA POR AÇÃO. Eu me contive neste capítulo, mas prometo ação no próximo. É isso aí, abraços!