Lobos Cinzentos - Rival Gangs.
2 Aterrorizados - Capítulo 2
Notas iniciais
Aterrorizados — Capítulo 2
Ela ficou assustada e rapidamente atravessou a rua. Seu susto foi ainda maior quando um dos adolescentes agarrou-lhe pelo braço. Ela gritou, em pânico:
– Me solta! – suplicou assustada.
– Cale a boca! – explodiu, dando uma tapa violento no rosto de Fanny.
Repentinamente, sem aviso, o adolescente aplica-lhe um soco no estômago. Trinta e dois quilos de força que fazem Fanny se curvar de joelhos ao chão, enquanto todos riam a sua volta. Ela delirava em meio ao desatino das dores e da falta de ar.
– Há! Há! Há! Há!... Olha o que pintou na área. Sorte minha, pois já é hora do almoço – diz o marginal em tom de ironia.
– Deixe a garotinha em paz, seu lixo orgânico – disse o estranho.
– Ah? ...Miserável, do que você me chamou? – retrucou, tirando uma arma de sua jaqueta.
–Tsc, tsc, tsc... Você não devia ter feito isso.
– Ah, é? – ele aponta a pistola contra o desconhecido – não quer conhecer minha beretta 9mm?
Sem hesitar, o desconhecido atira-se sobre ele, jogando-o contra o muro com todo seu peso, fazendo a arma sair girando de seus dedos e caindo no chão. Todos agora apontam suas armas para o estranho. Devido às condições em sua volta que o ameaçam, sua atenção aumenta. Em segundos, as supra-renais de seu corpo secretam quantidades abundantes de adrenalina preparando seu corpo. Os batimentos aumentam. O nível de açúcar eleva em seu sangue, minimizando o fluxo sanguíneo nos vasos e no sistema intestinal e maximizando o tal fluxo para os by Text-Enhance\">músculos voluntários nas pernas e nos braços. Agora, ele estava preparado para reagir. Os marginais efetuaram vários disparos na direção do desconhecido, mas, naquele momento, o tempo de resposta do desconhecido foi incrivelmente aterrorizador. Em apenas 7 segundos, os quatro marginais já estavam agonizando no chão, com socos desferidos pelo desconhecido.
– Que merda é essa? – diz o líder do grupo, aterrorizado com a cena que acabara de ver.
– o cara parece um andróide, versão Bruce Lee. Vamos dar no pé, galera!
Os outros saíram correndo tão de pressa que esqueceram suas armas. Fanny viu tudo aquilo, e ficou impressionada. Jamais tinha visto alguém fazer coisas como aquela que acabara de ver. Fanny ficou com medo, assim que o percebeu vindo em sua direção, sentiu o coração disparar e sua mão tremula. Ele agachou-se diante dela, e disse algo:
– Está bem, garotinha? – disse, com um sorriso amigável no rosto.
Ela estava assustada com a aparência daquele homenzarrão que usava um óculo escuro, tinha uma barba mal feita e usava um toca preta. Ela olhava para o homem sem saber o que falar. Então ele continua:
– Me conte o que você está fazendo por aqui. Eu vi você caminhando para este lado, e te segui. Não vê que este lugar é perigoso, mocinha?
– Eu... Eu não sabia – Fanny murmura baixinho.
– De onde você é?
–... Eu sou de Laviera.
– Laviera? Aquele local infestado de barracos? – Ele estendeu a mão para ajudar a garota a se levantar – Têm muitos fosseis esquecidos por aqueles lados.
Ele a olhou de alto a baixo. Pensou consigo mesmo ‘’Céus, como ela é magra. E aquelas roupas! Nem o exército de salvação as aceitaria’’.
– Bem, meu nome é King. Como se chama?
– Me chamo Fanny.
– Muito bem. Parece que você não come há dias – disse com um sorriso no rosto – Bem, senhorita! Devo retirar-me, agora, pois tenho assuntos a tratar com os meus camaradas. Pode ficar neste lugar, se quiser, ou me acompanhar até o meu território, lá nós iremos te alimentar; fique à vontade, para decidir-se.
Ele deu meia-volta e caminhou em direção à rua com as mãos no bolso de seu casaco. Fanny ficou parada, pensativa, perdida em seus pensamentos, mas a fome que sentia era imensa, até que decidiu segui-lo...
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