Notas iniciais
- Espero que gostem do novo capítulo!
- Creio que irá ter erros de digitação... Mas logo,logo irei arrumar!
Beijos ♥
**Comente nas histórias, isto incentiva os autores a continuarem escrevendo

A manhã chega e finalmente o sol resolveu aparecer, derretendo todos os cômodos e corpos gelados da casa. Todos estão na varanda com suas xícaras nas mãos e apenas observando o sol sair de trás das montanhas. Todos em silêncio, apenas curtindo o momento, até que o telefone toca. Vou até a sala e atendo o telefone que toca sem parar.

- Alô? — falo. Mas tudo o que consigo escutar são barulhos estranhos. — Alô? Tem alguém ai? — pergunto. Sei que é inútil perguntar esse tipo de coisa, porque é óbvio que tem alguém do outro lado da linha. — Vai caçar alguma coisa para fazer e para de passar trote! — falo com a intensão de escutar a voz de alguém. Mas nada acontece. Então fico com o telefone no ouvi por alguns segundos e então minha avó se aproxima.

- Quem é? — pergunta ela.

- Nã...- antes que eu termine de falar escuto um barulho muito forte, como se fosse uma grande explosão, e então escuto barulho de vidraças se quebrando. — AH MAS QUE DROGA! — reclamo.

- O que foi Nieta? — pergunta minha avó preocupada.

- Eu não sei... Eu atendi e comecei a escutar barulhos estranhos, depois um barulho altíssimo de alguma coisa explodido e vidros se quebrando. — coloco o telefone no gancho.

- Ué... Que estranho... — fala minha avó. Ela vai até a varanda e pede para que todos entrem em casa.

- Se quiserem tomar banho, comer alguma coisa... É só me avisar, mas acho bom que todos descansem agora, vamos precisar de muita energia para mais tarde — falou minha avó animada. — Principalmente vocês duas, Emma e Antonieta... Vocês precisam dormir o máximo que puderem, a viagem vai ser longa! — falou ela.

- Viagem? Nós vamos hoje? — pergunto.

- Sim! Já perdemos muito tempo! Mas não se preocupem, antes de irem, vocês irão passar no acampamento Espada de Ouro, vocês irão precisar aprender algumas coisas sobre os línguas-mágicas, como usar uma espada, fazer feitiços, poções e irão aprender a lutar e a fazer mais um monte de outras coisas... Bom, acho melhor vocês duas irem logo... — falou ela nos tirando do lugar.

- E os demais, acho bom irem descansar também, principalmente vocês três: Victório, Rosalina e Nicolas... — falou minha avó apontando para eles.

- Aonde vocês vão? — pergunto me virando para eles.

- Vamos com vocês oras! Todos nós iremos lutar! Ou vocês duas acham que iram ficar com esse presente todo para vocês? É ruim em?! — responde a Rosalina com um sorriso gigantesco nos lábios.

- Tudo bem acho bom todos irem dormir agora... Inclusive você Daiane — fala meu avô. — Você precisa descansar e você sabe disso!

- É verdade vovó... A senhora precisa mesmo...

- Bom, então vamos todos nós! — ordena ela.

Enquanto todos nós subimos as escadas, não consigo colocar minha mente para funcionar, estou cansada demais! Todo meu corpo está mole e meus olhos estão quase se fechando sozinhos. Minha avó coloca a Emma para dormir comigo no meu quarto. A Natasha, mãe da Emma e a Rosalina dormem em um quarto de hóspedes e o Nicolas e o Victório dormem em outro quarto. A casa fica silenciosa, e assim que eu entro debaixo das cobertas eu pego no sono, do mesmo jeito acontece com a Emma, porque ela não fala mais nada quando cai na cama e logo se enfia debaixo das cobertas.

Dormimos por pelo menos umas nove horas e acordamos já com o sol se pondo. Desço as escadas e logo vejo o Victório sentado no sofá, assistindo tevê e tomando um copo de suco. Me sento do lado dele e nós dois ficamos assistindo a um programa que fala sobre animais da selva. Ficamos calados, apenas assistindo ao programa, e eu prefiro assim, silêncio. Mais tarde desce minha avó e o Nicolas, que estão carregando algumas mochilas entupidas de coisas, logo em seguida desce Rosalina, Natasha, Emma e meu avô. Todos nós estamos arrumados, descansados e prontos para a longa viagem.

- Bom, acho que coloquei tudo aqui, mapa, garrafa d'água, comida, telefones, chaves,dinheiro, toalha, roupas, remédios e mais algumas outras coisas... Coloquei apenas o que eu sei que vocês irão precisar... — fala minha avó me entregando uma mochila gorda e pesada.

- Estão prontos? — pergunta Rosalina.

- Sim... É, acho que sim — respondo.

- Sim — responde Nicolas empolgado.

- É né... — Responde Emma.

- Sim... Vamos então? — responde Victório. Que por sinal está lindo com o cabelo todo bagunçado.

- Vamos! — diz Rosalina.

Dou um abraço forte na minha avó e no meu avô. Sinto meu coração apertado e um nó na garganta. Mas não digo nada, apenas os abraço forte e depois me afasto, indo em direção da mãe da Emma para eu poder me despedir dela também. Nunca gostei de despedidas, sempre achei isso uma tortura. Mas é como dizem ''Despedidas são necessárias...'' . Emma abraça a mãe dela e depois os meus avós, e depois todos os outros se despedem.

- Para onde vamos agora? — pergunto para a Rosalina que está fechando a porta da minha casa.

- Vamos andar até a praça, lá nós iremos nos encontrar com a Luisa, que irá nos levar até o acampamento... — fala ela.

- E a sua filha Rosalina? — pergunta Emma.

- Os avós da Antonieta irão pegar ela para que ela não fique sozinha...

- Ah, tudo bem então...

- Bom, vamos nessa... A viagem é longa — fala ela começando a andar e a nos guiar para o caminho certo.

Fazemos uma boa caminhada para chegarmos na praça, que como de costume está cheia de pessoas, sorrindo, namorando, brincando e lendo seus livros. Acho que o que eu sempre mais gostei em Stones é o jeito como as pessoas são, todas calmas, alegres e hospitaleiras. Não sei quanto tempo isso tudo irá levar, mas sei que sentirei falta deste lugar.