Livro 4: Ar
9 A Batalha por Republic City - Parte 9
Notas iniciais
Eu sei que alguns de vocês vão querer minha cabeça em uma bandeja de prata com maça na boca e tudo, mas eu peço realmente desculpas por deixar vocês na mão. Como sabem eu fiquei realmente muito doente a ponto de ser internada por dois dias para me recuperar da dengue hemorrágica e quando finalmente fiquei boa, as aulas na faculdade começaram e já com datas de entregas e trabalho e provas (eu não posso reprovar)... então tenho que me dedicar bastante as aulas.. ainda estou trabalhando (por enquanto), mas pretendo sair breve de lá e assim que o fizer, ficarei com mais tempo livre e vou voltar a atualizar todos os dias, mas enquanto isso, temo que ficarei atualizando apenas nos finais de semana... me desculpem por isso.. eu adooooooro esse lugar aqui, mas eu não posso deixar de estudar... (que droga de vida...afff)
É isso gente, então, sem mais, eu deixo pra vocês a nona parte do nosso ultimo livro... espero que gostem!!!
– Hoje será o dia definitivo. – começou Zuko a falar. – Hoje lutaremos por algo que é extremamente necessário nos dias atuais, a liberdade. – Ele caminhou por entre as fileiras dos mais de dois mil soldados de todas as nações. – Hoje lutaremos para que nossos filhos tenham uma vida livre amanhã. Nós faremos isso com um único intuito: vamos salvar o mundo de pessoas que querem destruí-lo. – Ele se virou e olhou para os outros que estavam no alto das escadarias do palácio. Mayumi estava abraçada com Zuli e Honora. Katara e Aang também mantinham os seus filhos por perto, assim como Sokka, Suki, Toph e Haru. – Eu sei que muito de vocês não vão voltar quando isso acabar e tenho a ciência que também corro esse risco, mas eu vou lutar com tudo o que tenho para que possamos vencer. Não me vejam como o senhor do fogo, me vejam como um aliado, um soldado que lutará ao lado de vocês. Nenhum de nós quer que sejamos tratados como superiores nessa guerra, lutaremos ao lado de vocês, seremos como vocês. – Zuko fez o caminho de volta até as escadarias. – É uma honra lutar ao lado de vocês, nômades do ar. Sei que meu povo destruiu os anteriores, mas agora teremos a chance de fazer isso diferente. – Ele se ajoelhou e fez uma reverencia para os soldados do ar que estavam ali. – Bem vindos. – Todos os outros: Água, Terra e Fogo, fizeram a mesma coisa. Zuko se levantou e ficou ao lado dos amigos. – Estão prontos?
– Sim. – gritou todos os que estavam ali presentes e levantavam as mãos e as armas para cima, soltando um brado de vitória.
– Nossa Comandante tem a palavra. – falou o senhor do fogo e encarou a mulher.
– Obrigada. – falou Mayumi e sorriu. Se aproximou dos guerreiros que imediatamente se calaram para ouvir o que ela tinha a dizer.
– Eu sei que todos vocês estão orgulhosos de estarem vestindo as roupas das suas respectivas nações e que vieram preparados para lutar ao lado dos seus amigos e compatriotas, mas não vamos. – Os guerreiros franziram os cenhos e começaram a falar entre si. – Eu explico. – falou Mayumi. – Cada um aqui, querendo ou não identifica qual é o seu elemento através da roupas. – ela se aproximou de Jun e lhe pegou pela mão, levando até o alto das escadarias. Zuko respirou profundamente, tinha que se controlar. – Qual é o elemento que o Jun domina? Você... – ela apontou para um soldado da terra.
– Água, senhora. – respondeu ele.
– Exatamente e porque você chegou a essa conclusão?
– Porque ele está vestindo as roupa da tribo da água.
– Exatamente. – ela olhou para Jun e sorriu. Agradeceu e ele voltou ao seu lugar. – É fácil identificar o que somos, mas olhem para mim. Vocês me vendo com essa roupa, se não soubessem, achariam que eu domino a água? – Os homens e mulheres balançaram as cabeças. – Exatamente isso, temos que nos misturar. – ela ordenou que alguns homens da nação do fogo trouxessem vários uniformes de soldados. – Eu preciso que pelo menos tenham cem pessoas de elementos diferentes em cada nação. Eles estão esperando que sejamos tradicionais, mas mostraremos a eles que podemos sim ser criativos. – Ela olhou para as roupas dos soldados do fogo e pegou um capacete. – Quem vai querer se fantasiar de dominador de fogo? – Um soldado da terra olhou para os lados e então se aproximou e pegou sua roupa. – Quando terminar de se vestir, deixe a sua farda aqui na frente para que outra pessoa a use. – Ele assentiu com a cabeça, pegou a farda e foi se trocar. Depois dele, várias pessoas fizeram o mesmo até que todos estavam misturados. – É isso, hoje seremos uma só nação.
...
Os navios, aeronaves, balões, bisões e cachorros enguias já estavam prontos e os soldados, agora misturados, iam tomando suas devidas posições.
– Oi. – falou um homem vestindo as roupas dos dominadores de terra. Havia acabado de se sentar ao lado de uma jovem na aeronave. – Eu sou da nação do fogo, me chamo Li. – Ele estendeu a mão.
– Oi Li. – respondeu ela que também vestia as roupas da terra. – Eu me chamo Shuan e sou do povo do pântano. Dominadora de água. – Ela apertou a mão dele. – É um prazer conhecê-lo.
– O prazer é meu. – falou ele e sorriu. Mayumi e Zuko observavam a cena de longe.
– Seu plano está dando certo, está unindo as pessoas. – falou ele.
– Eu só queria que eles se sentissem parte de um todo, não de nações diferentes. – respondeu ela e sorriu. Zuko ficou seria quando viu Jun passar por eles, usava uma roupa da nação do fogo.
– E o Jun?
– O que tem ele?
– Como você se sentiu depois de reencontrá-lo, depois de cinco anos sem vê-lo? – Zuko encarou a mulher seriamente, até que ela abriu um sorriso.
– Você está com ciúmes?
– Não, eu só...
– Está sim. – ela encarou ele e gargalhou.– Deixa de ser idiota. — Zuko ficou vermelho e Mayumi alisou o rosto dele. Os dois ainda estavam vestidos como soldados do fogo e não pretendiam mudar, até porque isso entregaria o plano, já que Long Feng já sabia que Zuko era o senhor do fogo. – Eu escolhi você há muito tempo, há muito tempo mesmo, desde o principio de tudo. Não vai ser agora que eu vou mudar isso, não é?
– Com certeza eu sou mesmo um idiota, por achar que você poderia mesmo estar gostando dele outra vez.
– Isso não vai acontecer, pode acreditar em mim. – Mayumi se aproximou de Zuko e ia dar um beijo nele, até que Kento se aproximou da mulher.
– Desculpe interromper, senhora, mas todos já estão prontos para partir. – falou ele. Estava vestindo as roupas da tribo da água.
– Já estamos indo Kento, obrigada. – Ele abaixou a cabeça e então saiu em direção ao navio onde estavam as pessoas vestidas com o uniforme da água. – Concluímos isso depois?
– Eu vou esperar ansiosamente. – Ele esticou a mão para ela e os dois saíram em direção as aeronaves com as pessoas vestidas como os soldados do fogo. Em algumas horas, a batalha começaria e era essa batalha que definiria a vida de todos dali em diante.
Notas finais
Ps.: Eu não tinha imagem para colocar, então eu fiz essa montagem extremamente tosca... desculpem!!!
Inté povo!
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