Livro 4: Ar

2 A Batalha por Republic City - Parte 2


Notas iniciais
É isso meu povo... deixo a segunda parte da história (acabei de escrever e não tive tempo de revisar, se estiver com alguns errinhos me perdoem... eu cuido disso depois.. =D)... Espero que gostem...

\"\"


– Eu achei que o recado que mandei para vocês, através do mensageiro, seria o suficiente. – Long Feng se aproximou de Zuko e Aang. – Mas se vocês querem ouvi-lo pessoalmente eu repito sem nenhum problema: Eu não vou deixar vocês arruinarem os meus planos.

– Que planos são esses afinal? – falou Zuko encarando três agentes que se aproximavam pouco a pouco.

– Assumir o Reino da Terra, o que mais seria? – o homem se afastou. – E claro, destruir a nação do fogo.

– Como eu não pensei nisso antes? – falou Aang. – Esse lugar é estratégico para isso. Vocês sabiam que nós não permitiríamos que assumisse o poder e então resolveu atacar primeiro a Nação do Fogo e depois o Reino da Terra.

– Sabem como é, não é? – o homem sorriu. – Nós somos o futuro e vocês, bem, ainda não decidi o que fazer.

– Nós não deixaremos que você prossiga com esse plano, Long Feng. – falou Zuko já nervoso.

– O que vocês pretendem fazer? Me impedir?– o homem gargalhou. – Se vocês não conseguiram notar eu lhes mostro. Aqui temos a elite na dobra de terra, a Dai Li. Lá fora, há centenas de pessoas, talvez beirando os milhares e a maioria delas é dominadora, não só de terra. – Aang e Zuko se olharam. – Sim, naquele meio temos dominadores de água e fogo também. Sem contar que a maioria, se não todos, tem problemas com seguir as leis. – O homem se aproximou de novo. – E então, o que vocês têm?

– A melhor equipe de todos os tempos. – respondeu Aang. – E pode ter certeza Long Feng, você vai se arrepender de ter nos desafiado.

– É, mesmo? Me diz uma coisa, como vocês pretendem contatar os outros se estarão mortos em alguns minutos? – Ele olhou para um dos homens da Dai Li. – Já sabem o que fazer.

Os homens com luvas de pedras seguiram rápido para cima de Aang e Zuko que mal tinham tempo de se esquivarem dos ataques. Um dos homens atacou Zuko com bastante velocidade e conseguiu segurar os braços do senhor do fogo, impedindo que ele dominasse, mas foi em vão. Ele deu um chute de fogo no chão para pegar impulso e saltou por cima da cabeça do homem e o atacou, lançando-o contra uma parede, a qual ele se chocou violentamente.

– Aang, é um bom momento para você fazer aquelas coisas de avatar... – Zuko desviou de uma das luvas de pedra e deu um chute em um dos homens, mas dois vieram para cima dele. -... e acabar com isso de uma vez.

– É, eu também cansei de brincar. – falou ele e suas tatuagens e olhos acenderam. Aang olhou alguns homens ficarem espantados com ele e então lançou uma quantidade de vento muito grande nos homens, fazendo com que alguns fossem jogados contra as paredes, em cima um dos outros e até mesmo pela janela. – Zuko, tenta abrir caminho para a gente dar o fora daqui. – concluiu por fim o avatar e continuou a encarar outra leva de agente que chegou pelas portas.

– Deixa comigo. – Zuko respirou fundo e se concentrou. Seus dedos começaram a brilhar e então ele lançou um raio tão forte na parede que imediatamente, se abriu um buraco enorme.

– Eu gostei. – falou Aang. – O único problema é que estamos no quinto andar e já tem uma multidão enfurecida lá embaixo.

– Quanto a altura, você é que é o dobrador de ar, pode dar um jeito de amortizar a nossa queda e sobre a multidão enfurecida... – Zuko fez com que dois agentes Dai Li se chocassem um contra o outro. -... a gente dá um jeito. – Assim que Zuko se calou um dos agentes o atacou e ele não o percebeu. A luva veio com tanta força em sua direção que o atingiu no abdômen fazendo com que ele arquejasse buscando ar. Quando conseguiu se levantar, mais duas luvas de pedra vieram na direção dele, uma delas ele conseguiu rebater usando a dobra de fogo, mas a outra o atingiu no ombro, fazendo com que deslocasse a clavícula.

– Zuko! – Gritou Aang quando viu o amigo sendo arremessado contra a parede e consequentemente, caindo pelo o buraco que ele mesmo abriu. – Aang se desvencilhou da briga com outra rajada de vento, abriu o planador e saltou logo atrás. Ele caiu em queda livre e um pouco antes de Zuko atingir o solo, Aang o agarrou e voou com ele.

Long Feng se aproximou do buraco e viu o que havia acontecido. Os agentes Dai Li ainda tentaram fazer com que os dois caíssem do planador lançando algumas luvas de terra, mas foi em vão, os dois já estavam muito longe para serem alcançados.

– Nunca mande outras pessoas fazerem um trabalho que é seu. – gritou o homem. – Não sei como vocês receberam o titulo de os melhores, são uns incompetentes.


...



Katara, Mayumi, Suki e Toph estavam sentadas conversando e tomando chá quando Zuli entrou correndo na sala, sendo seguida por Bumi.


– Mamãe, mamãe. – a menina tomou fôlego. – Ele me beijou.

– Bumi. – falou Katara e sorriu. Não queria ter sorrido, mas graças a Toph e a Suki que começaram a gargalhar, ela não pode evitar.

– É mentira dela. – falou ele tentando desmentir. – Ela foi que me bateu.

– Não é mentira não, ele me beijou aqui, tia Katara. – a menina apontou para a boca. Mayumi e Katara se olharam.

– Eu não quero mais ouvir falar nessa história de beijo. – falou Umi.

– Peça desculpas a Zuli, Bumi.

– Mas mãe...

– Agora. – Katara olhou séria para ele.

– Tá bom, desculpa.

– Zuli, peça desculpas por ter batido nele. – Foi a vez de Mayumi assumir a bronca.

– Desculpe. – falou a menina sem protesto.

– Agora vão brincar e nada de beijo nem tapa. – falou Katara e sorriu. As duas crianças saíram correndo e as mulheres gargalharam. — Eu não acredito que eles já estão assim.

– Segure o seu filho mais novo viu Katara? Não o quero dando em cima da minha Lin. – falou Toph e sorriu também.

– Até que seria legal se realmente acontecesse, não é? Já somos amigos mesmo, unir as famílias não seria nada mal. – falou Mayumi.

– Vamos torcer para que isso ocorra então. – Katara concluiu a conversa e elas voltaram a atenção novamente para o chá, mas não continuaram assim por muito tempo, porque a porta se abriu e por ela entraram Aang e Zuko. Aang estava bem, mas o senhor do fogo estava com a roupa rasgada na manga esquerda e podia-se ver o ombro enfaixado.

– Meu Deus. – falou Mayumi e se levantou correndo. – O que fizeram com você?

– Calma, eu estou bem agora, o Aang deu um jeito.

– O que aconteceu? – perguntou Katara examinando o marido para ver se estava tudo bem.

– A coisa é mais grave do que se imaginava. Não estamos apenas lidando com pessoas que estão lutando pelas suas terras, estamos lidando com bandidos.

– E o pior de tudo é quem é o líder. – falou Zuko e se sentou no sofá ao lado de Umi.

– Quem? – perguntou Suki receosa. Sabia que se arrependeria de ter perguntado.

– Long Feng. – respondeu Aang.

– E a Dai Li está com ele novamente. – concluiu Zuko.

– Então, o que estamos esperando? – falou Toph. – Vamos voltar lá e acabar com eles.

– Não será assim tão fácil. – falou Zuko. — Eles têm um exercito dos melhores e mais perigosos dominadores de água, terra e fogo e a cada dia chegam mais.

– Se quisermos realmente derrotá-los, teremos que formar nosso próprio exercito.

Notas finais
Beijinhos e durante a tarde (se eu tiver uma folguinha do meu chefe... ¬¬') eu vou respondendo os reviews... se não... só mesmo a noite!!!
Xêro meu povo!!!