Livro 4: Ar

3 A Batalha por Republic City - Parte 3


Notas iniciais
Bom Dia gente (ainda são 12:43 aqui em SSA e ainda não almoçei...¬¬')!!!!
Deixo esse capítulo para vocês somente com quebra de texto (sabe aquele capítulo que fala alguma coisa da história, mas é só para não ir direto ao ponto? Bem, esse capítulo é assim)... kkkkkkkkkkkkkk... espero que gostem!!!
OBSERVAÇÃO: Gente, passem na fic de uma das nossas... está muuuuuito linda e merece ser lida e comentada... o link é: http://fanfiction.com.br/historia/332672/Amonster/
Fala sobre Lin, a filhote de Toph... MUITO BOA!!!

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Aang e Zuko haviam convocado uma reunião de emergência para tratar dos assuntos que surgiram nas últimas horas. Faltavam cerca de meia hora para o meio dia quando o grupo se reuniu no salão de guerra. As crianças brincavam no jardim enquanto que Honora foi chamada para participar com os adultos, porque como futura senhora do fogo, ela tinha que estar presente ali.

– A situação é a seguinte. – começou Aang a falar. – Long Feng reuniu a Dai Li e todos os poderosos dominadores para fazer uma grande rebelião.

– Ele nos disse que o primeiro passo seria uma invasão em massa a nação do fogo e destruir não só esse lugar, mas também todos os outros que o apóiam e depois conquistariam o Reino da Terra. – Zuko não estava no trono, como era de costume em uma reunião de guerra, ele estava sentado ao lado de todos os outros, ao redor do mapa onde estava circulado o local onde seria construído a Republic City.

– E isso não podemos permitir. – concluiu Aang.

– E o que devemos fazer? – perguntou Katara.

– Vamos precisar de toda ajuda possível. – Aang olhou o grupo que parecia bastante confuso. – Quando estávamos vindo para cá, eu e o Zuko tivemos uma brilhante idéia. Lembram-se do ataque no dia do sol negro?

– Claro que sim. – falou Sokka. – Como nos esqueceríamos daquele fiasco?

– Então, vamos fazer o mesmo só que em proporção maior e sem ciência por parte do inimigo.

– Eu ainda não compreendi, pés pequenos. – falou Toph.

– Nos vamos convocar o maior numero possível de guerreiros e para que isso aconteça, teremos que nos dividir. – Aang olhou o cunhado. – Sokka eu preciso que você vá até a tribo do sul e ao pântano e traga o maior número de guerreiros que conseguir.

– Sim senhor. – falou Sokka e ficou em posição de sentido. Aang sorriu.

– Querida, eu vou precisar que você vá até a tribo da água do norte e faça o mesmo.

– Deixa comigo. – falou Katara e piscou o olho para o marido.

– Suki, acha que a Ty Lee vai permitir que as guerreiras Kyoshi participem dessa empreitada?

– Eu falarei com ela, mas tenho certeza que podem contar com as meninas.

– Toph e Haru, preciso que vocês cubram a área do Reino da Terra e da mesma forma convoquem o maior números de guerreiros que conseguirem, isso sem deixar que Long Feng ou a Dai Li fiquem sabendo do plano.

– Deixa com a gente, baixinho. – falou Toph e se aproximou do marido. Haru segurava a bebê Lin que dormia tranqüila em seus braços.

– O Roku me mandou seguir para o templo do ar do Sul, tentaremos conversar com alguns espíritos e quem sabe, receber uma ajudinha extra.

– Aang, e eu? – perguntou Mayumi.

– Eu vou precisar que você fique comigo na nação do fogo. – falou Zuko. – Eu estou ferido e não vou poder comandar um exercito estando assim.

– Espera, espera... – Mayumi ficou séria de repente. -... Você não está querendo dizer que...

– Bem-vinda ao exercito do fogo. – Zuko sorriu ao mesmo tempo em que tentava ficar sério. – Parabéns Comandante. — a mulher cambaleou um instante no lugar, mas conseguiu se manter em pé.

– Eu não posso. – falou ela em um sussurro, quase ninguém ouviu.

– O que?

– Eu não posso. – falou ela mais alto e viu o cenho de Zuko franzir. – Eu não posso comandar o exercito do fogo, quero dizer, não sei se você reparou, mas eu sou uma mulher o pior, sou dominadora de água.

– Tia. – falou Honora e se aproximou de Mayumi. – vamos deixar os paradigmas de lado. Porque se eu fosse me apegar ao eles, eu não aceitaria ser a senhora do fogo quando o papai me passar o trono, afinal sou mulher e não-dominadora. – Zuko olhou a filha e sorriu. – Sei que a senhora será uma excelente comandante, não se preocupe.

– Eu mal consigo ser responsável por mim e por Zuli, como vou ser responsável por, sei lá, mil homens?

– Eu sei que vai. – Honora pegou nas mãos dela e sorriu.

– E recusar não é uma opção. – Falou Zuko dando o golpe de misericórdia. Ele cruzou os braços e olhou a mulher. Mayumi o encarou e depois olhou novamente a jovem princesa. O restante do grupo permanecia em silêncio vendo a cena ocorrer. A dobradora de água respirou fundo e sorriu.

– Sim senhor. – falou ela. – Mas a gente vai ter uma conversinha mais tarde. – Mayumi se aproximou de Zuko e deu um murro fraco no ombro. Zuko sorriu e a abraçou.

– Ótimo. –falou Aang. — Agora que todos estão devidamente encaminhados, vamos partir imediatamente.

– Aang, estamos esquecendo de algo super importante. – falou Suki.

– O que?

– As crianças. – falou ela. – Não sei se vocês perceberam, mas não somos mais, exatamente, os jovens livres e desimpedidos de antigamente. – Lin bocejou no braço de Haru e Toph a pegou.

– Eu posso ficar com elas. – falou Ursa, a mãe de Zuko, aparecendo na porta. Ela não era mais tão jovem quanto antes, mais ainda estava forte. – Desculpe-me pela intromissão, é que eu vim chamá-los para o almoço e não pude deixar de ouvir a conversa final de vocês.

–É uma excelente idéia. – falou Zuko e abraçou a mulher. – Obrigada mãe.

– Ok, ok, agora temos outro problema. – começou Sokka a falar. – Quem tem filho pequeno, como Toph e Katara, deveriam levar as crianças com vocês. Sabe como é não é? Vocês ainda estão amamentando e a mãe do Zuko, sem querer ofender, não vai poder fazer esse papel. – A equipe gargalhou.

– Não ofendeu, querido. – falou a mulher.

– Você tem razão, maninho. – falou Katara e como se fosse um reflexo, observou Tenzin dormindo em uma cestinha. – Toph e eu podemos levar os bebês conosco.

– Maravilha. – falou Sokka. – Agora só nos falta uma coisa para que possamos finalmente partir.

– E o que é? – perguntou Honora curiosa.

– Almoçar. – falou ele e sorriu. Abraçou a mãe de Zuko e os dois saíram da sala conversando sobre o cardápio do dia.

– Ele nunca vai mudar. – falou Suki e sorriu. O restante do grupo foi logo atrás, a fome havia apertado e o tempo era curto, eles tinham uma batalha para vencer.

Notas finais
Beijinhos e até mais!!!