Live And Let Die

11 Capítulo 11 - Planos e planos


Notas iniciais
~subindo a ladeira.
Hey pessoas! :3
Viu, não demorei dessa vez u.u ~euacho
eeeeeeeeeeeeeeeeeeenfim
Eu só não postei antes por um simples motivo: CASTIGO! ~epreguiçatambémmasxápralá
Vamos parar com a enrolação né?

Viu sua idiota, vai perder o homem que você mais ama! Eu não amo o Duff sua maluca, hunf! Acho melhor você abrir o olho, porque você se chamou de maluca. Se bem que você é uma maluca né... Eu não vou discutir com a minha mente. Dá um tempo! Vai discutir nada, você vai é me escutar sua baleia. JÁ NÃO PARTE PRA OFENSA! Ui, ela ficou irritada HAHAHAHAHAHAHAHAHA Ai, por favor, me deixa tá? É melhor, porque agora você deve estar com uma cara super idiota e brisando, na visão deles. Eu só tenho que dar um passo para trás e fechar a porta, SÓ isso! E porque eu não consigo? Oras, é porque você está em transe tentando digerir a informação. Mas eu não amo o Duff, caramba! Eu nem se quer gosto dele. Gosta sim, só que só agora foi perceber. Agora que ele vai ficar com outra garota? Nossa, grande momento para descobrir isso não? Você ainda pode conquistá-lo... Posso, mas antes tenho que sair daqui, não acha? Vou te dar uma ajudinha. Ajudaria bastante se eu voltasse ao normal...

– Anneeeee! – ele estalou os dedos na minha frente, permitindo-me voltar ao consciente. – Onde ‘cê estava mulher?

– Eu estava pensando... – PENSA RÁPIDO GAROTA! – na minha mãe. – olhei para baixo fingindo estar triste.

– Aah, dá aqui um abraço no Duffy. – tá, isso foi muito gay. Ele se aproximou e envolveu seus braços em volta de mim. Como eu adoro este abraço, é como se ele quisesse me proteger do resto do mundo, ou deve ser só delírio de uma pirralha apaixonada como eu (se é que eu estou apaixonada, tenho que parar de acreditar no que eu acho) – Agora você vai me ajudar a procurar os anéis ok? Garanto-te que você vai ficar melhor. – ele sorriu. Preciso dizer que eu derreti? Ai que coisa mais melosa. – Hein? – há-há ele realmente acha que eu vou ajuda-lo a procurar essas merdas? Coitado.

– Eu tenho que ir pra casa pra escolher uma roupa pra festa. – MERECE PALMAS ESSA DESCULPA! POR FAVOR.

– Mas você já escolheu. É aquele vestido azul se lembra? – eu realmente não sei mentir, que coisa!

– É que aquele vestido mostra muito minhas coxas... – Por favor, me mata.

– E o que tem isso? – ótimo!

– É que eu me – cortei – machuquei hoje no carro...

– Quer que eu dê uma olhada?

– Que isso, não precisa não Michael. – ele me olhou confuso, deve ser porque eu o chamei pelo nome.

– Ok então, até mais. – ele sorriu e foi para outro cômodo retomar a sua busca pelos anéis.

Eu dei um tchau pro Stie e saí em direção ao meu prédio. E claro, bolando um plano pelo caminho pra ir acabando com a Susan aos poucos... Mas para colocar em prática vou precisar de uma mãozinha do Fê. Eu estou sentindo até pena da Susan, ela não sabe o que a espera MUAHHAHAHAHAHAHA.

[n/a: eu sei que essa risada está tosca, masok.]

Entrei na sala e fui direto para o quarto do Fê para lhe falar sobre meu plano, eu sei que ele irá entender.

– Falae Anne! O que te traz aqui? – perguntou ele se levantando e vindo em direção a mim.

– Preciso da sua ajuda. – sorri amarelo e ele colocou as mãos na cintura e me olhou incrédulo.

– Então quer dizer que você só quer saber de mim por interesse? – ele cruzou os braços e fez uma expressão carrancuda, ou tentou né, porque dava para ver que ele estava quase rindo.

– Fê, não seja bobo. Você sabe que eu te amo e que você é meu melhor amigo. – fiz uma carinha de gato de botas e ele sorriu que nem bobo.

– Awww Annezinha, vem cá. – ele se aproximou de mim e me abraçou. – Mas o que você quer?

– É que tipo, eu acho que estou apaixonada. – ele me soltou e ficou me encarando.

– MEU BEBEZINHO TA CRESCENDUUUU! AIIIN GEEEEEENTE. – tem que ser esse viado mesmo.

– Menos Felipe, bem menos! Eu falei que eu acho, mas preciso descobrir se é verdade...

– E quem é o bofe? – na moral? Ele só pode ser gay.

– Saiu do armário quando? – o olhei com uma cara de debochada.

– Todo mundo diz que sempre é bom ter um melhor amigo gay. Estou tentando né... – ele fez uma cara viado ofendido.

– Mas eu gosto de você como você é então não precisa se fingir de viado. Enfim voltando ao assunto, eu vou lá escrever no meu diário a ideia e depois de mostro ok? – ele assentiu com a cabeça e eu fui direto pro meu quarto, entrei no closet e fui em direção à caixinha preta lá no fundo. Peguei e reparei que ela está mais leve. – Não, é só uma paranoia da tua cabeça garota! – falei pra mim mesmo e abri a caixinha. – PUTAAAAAAAAAA QUEEEEEEEEEEE PAAAAAAAAAAARIIIIIIIUUUUUUUUUUUUUUUU! – eu gritei o mais alto que pude e logo surge um Felipe assustado na minha porta.

– O... Que... Houve? – ele colocou a mão no peito e chegou mais perto.

– Pegaram! – apoiei minha cabeça em minhas mãos – Pegaram. O. Meu. Diário! – falei eu um fio de voz. – Não acredito nisso...

– Calma, quem foi a ultima pessoa a entrar aqui antes de o seu diário sumir?

– Foi... O... – FILHO DE UMA QUENGA! – DUFF! – levantei a cabeça e fiquei brisando por pelo menos dez minutos e depois saí correndo imaginando a cara de bixa confusa do Fê. Quando cheguei ao prédio dezessete eu estafa quase vomitando minhas tripas. Abri a porta e fui em direção ao apartamento deles. Bati pausadamente e logo o poodle-branco-que-deitou-na-lama veio me atender.

– Anne? Você de novo por aqui? – fiz a minha melhor cara de sem amigos e fiquei o encarando. – O que houve? – perguntou se afastando o máximo possível até se chocar contra a parede, dá até para ver o medo no olhar dele.

– Escuta aqui seu filho de uma puta mal comida e arregaçada, você tem cinco segundos para me devolver o diário, caso contrário, eu irei capá-lo com as minhas próprias unhas. – falei com a voz mais calma do mundo e sorri cinicamente.

– Que diário? – eu acho que ele não gosta de transar.

Cinco! – alarguei um pouco meu sorriso.

– MAS EU N... – sorte que eu não cortei minhas unhas.

Quatro!

– CARALHO! VAI S...

Três! – ele saiu correndo. Sorri vitoriosa e fui atrás dele.

– Toma essa porra e desaparece da minha casa! – entregou-me o diário e foi me empurrando até a porta.

– Perae! Você realmente acha que eu iria te capar com as minhas mãos? — ri escandalosamente. – Eu ia é pagar um negão pra te arregaçar e depois arrancar as suas bolas e depois seu pênis. – falei cuspindo as palavras.

– Você é uma serial killer. Eu não gosto de pessoas psicopatas, elas podem te matar quando você estiver...

– Tá, tá. Que seja! – falei e fui embora. Espero que ele não tenha lido uma sequer página daquele diário, até porque eu o comecei quando eu entrei nessa escola então ele entenderia os fatos e... Argh! Tenho que parar de pensar nele agora que ele vai ser só da vaca mal comida da Susan.

– É melhor queimar essa coisa rosa antes que alguém mais o pegue.

Por sorte eu tinha um isqueiro no bolso. Joguei o diário na calçada e logo taquei fogo naquela merda e saí correndo para casa.

Abri a porta e dei de cara com o Fê.

– Posso saber onde a senhorita foi? – ótimo, acabei de ganhar mais um pai!

– Queimar o meu diário, ué. – falei como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

– Mas você não disse que tinham pegado ele?

– Acho que alguém aí precisa lavar melhor as orelhas. Eu disse, ou melhor, gritei que estava com o Duff, daí eu fui lá, busquei e queimei. – sorri e fui para o meu quarto escolher uma roupa para ir à festa.

– Quer ajuda amiga? – ele riu divertido porque sabe que eu odeio que me chamem de amiga.

– Eu. Já. Falei. Para. Não. Me. Chamar. De. Amiga! – disse pausadamente para tentar me controlar para não pular no pescoço dele.

– Ui, me desculpa! Mas olha só, eu acho que só porque ele te chamou de serial killer devemos zoar um pouco ele. – ele sorriu, isso que eu amo nele, ele sempre me ajuda em tudo.

– E o que você tem em mente? – me entusiasmei.

– Ó, pega esse seu moletom da sexta-feira 13 e também coloca uma calça jeans. – ele me estendeu o moletom e eu fui escolher a calça. – Eu sei que todas as piriguetes vão estar com uns vestidos chamativos uÓ. Não reclama do meu uÓ, eu peguei essa mania agora.

– Só falta virar gay, quer dizer, gay tu já és, só falta mesmo arranjar outro pra poder foder. – mordi meu lábio inferior tentando abafar uma risada.

– Vou fingir que não ouvi isso. – revirou os olhos. – Continuando. Como eu estava dizendo, as vadias vão estar com vestidos chamativos pra caramba, então esse moletom preto vai fazer com que você passe despercebida e chame a atenção, entende?

– Um pouco...

– E ah, já ia me esquecendo da parte mais importante: Como o Duff vai pedir a vadia-de-quinta-a-noite-do-cabaré-mais-barato em namoro, eu também vou aproveitar esta ocasião. – falou com precisão tirando uma caixinha do bolso. – Bonito esses anéis né? – eram duas coras em formato de anel, uma de rainha que era a de ouro e um do rei que era de prata.

– São lindas! Pera... É bijuteria né? – prendi o riso.

– MEU DEUS! Temos uma prevedora do futuro aqui? – ele levantou as mãos.

– Felipe, as vezes a tua burrice me assusta mas tudo bem, agora vai lá escolher a sua roupa vai!

– Ui, ok miss simpatia. Se você quiser eu me mato afogado também. – fez uma cara de pouco caso.

– Ai Fê, ‘cê sabe que eu te amo! – o abracei. – mas agora eu vou falar um pouco com a Lils e não gosto de ninguém olhando por trás da tela.

– Lils?

– É a Alice. – ri divertida. – Mas você é burro hein! Agora te larga. – falei o soltando.

– Até depois futura namorada, haha. – ele me deu um beijo na bochecha e saiu.

Fui até o notebook e o liguei.


Notas finais
O próximo finalmente vai ser a festa o/
Repetindo: Venha ser meu amiguinho(a), me adicione no msn 8D marianacoin@hotmail.com
Rola um comentário? ;B
Até o próximo bjbjbj :*
~descendo a ladeira.