Live And Let Die
12 Capítulo 12 - Party hard, all day, all night
Notas iniciais
vcs sentiram minha falta? não? nem um pouquinho? ~okay
véi, nem cridito que eu to postando esse cap mas ok.
eu ia postar sábado, mas meu pai me levou em um churrasco. e eu ia postar ontem mas também não deu porque eu fiquei em depressão #AlwaysPotterhead eeeenfim.
me superei no cap de hoje com ajuda da My, um beijo pra ti minha puta o/
tá, vou parar de falar aqui '-'
Boa leitura!
[...]
Fui até o notebook e o liguei.
Abri o msn e esperei aquela josta carregar. Quando finalmente entrou a Alice veio falar comigo. Pelo menos ela estava online...
Alice diz:
PUTA LINDA DO MEU HEART *O* QUANTA SAUDADEEE! :B
Anne diz:
OMG, VADIA MAL COMIDA *OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO* eu queria um abraço seu agora ):
Alice diz:
Você não é a única! ): Mas então, o que me conta? ;B
Anne diz:
A mesma merda de sempre: nada, haha :*
E você, o que tem de bom pra me falar? ;B
Alice diz:
Sabe onde eu estoooooooooooooooooooou? :B
Anne diz:
Miga, você está no puteiro, todo mundo sabe disso :P
Alice diz:
Não meu amor, puteiro é para os fracos, os fortes vão para esquina procurar um rico pra te levar pra um hotel au7
Anne diz:
Depois reparte a grana comigo quando eu for aí pro Brasil ;B
Alice diz:
AFF VÉI, ACORDA
EU
ESTOU
EM
UM
HOTEL
EM
LA!!
Anne diz:
COMÉQUIÉ? *O*
Alice diz:
SIMMMMMMMMMMMMM *U*
Anne diz:
OMGMOGMGMOGMOGMOGMOGMOOGMMGOMOGMOG *OOOOOOOOOO*
Alice diz:
Chega!
Anne diz:
Ok né... ;-;
Alice diz:
Como hoje é sexta eu poderia ir para aí né? ;B
Anne diz:
Tanto pode como deve! Hoje vai ter uma festa no ap. de um dos alunos aí... É as 20h tu ta perto daqui né?
Alice diz:
Perto eu sei que eu estou, só não sei como chegar até aí :s
Anne diz:
Passa o nome aí do hotel que eu vou te buscar
Alice diz:
E vc pode me explicar como você vai me pegar aqui? ;-;
Anne diz:
De carro (?)
Alice diz:
Mas você só tem 14-quase-15 anos ;-;
Anne diz:
Alguém aqui disse que eu tenho habilitação? Acho que não... xD Passa logo aí o nome que eu te busco.
Alice diz:
É alguma coisa com Platus.
Anne diz:
Sei onde é, me espera na frente, mas com todas as tuas coisas pq tu vai vir morar aqui u.u
Alice diz:
Como eu vou arrumar tudo em pouco tempo?
Anne diz:
Eu disse arrumar? Mete tudo dentro das malas e ta feito ;-;
Alice diz:
Mas porq vc não pode entrar?
Anne diz:
O carro é roubado ;--;
Alice diz:
VOCÊ TÁ ROUBANDO? ‘O’
Anne diz:
Clarquinão, é que o Fê é traficante
Alice diz:
Traficante de que?
Anne diz:
De tudo que você possa imaginar... Agora vai se arrumar porq eu estou indo fumar um cigarro, quando ele acabar eu vou aí te buscar, flw? Flw
Alice diz:
Beleza.
Só fechei o notebook e fui me vestir com a roupa que eu escolhi pra festa. Depois comecei a revirar minhas coisas a procura de uma carteira de cigarros e Felipe entrou no quarto.
- Falae futura namorada – ele veio e me abraçou por trás. – Tá procurando o que?
- Meus cigarros, mas parece que esses bosta criaram pernas e saíram correndo para o Slash – ele começou a rir. – o que foi?
- “Esses bosta” – ele falou em uma tentativa frustrada de imitar a minha voz. – Porra, eu acho que é melhor parar de fumar porque isso já está afetando o seu cérebro. Sei lá, só acho. – ele começou a rir descontroladamente e eu lhe acertei um tapa na orelha.
- Não teve graça! – cruzei os braços e fiz uma cara de indignada.
- Claro que teve! – quando eu ia abrir a boca pra retrucar ele me interrompeu. – E você tem que conhecer o Jonah, e ver o pênis dele, é claro. – ele sorriu maliciosamente.
- Quem é esse Jonah? E porque eu tenho que ver o pênis dele? – o encarei com medo da resposta.
- Jonah é o organizador da festa e o dono do maior pênis na escola, e, provavelmente do mundo. – ele me olhou com um certo olhar invejoso e depois sorriu.
- Agora me diz, como você sabe que o dele é o maior? – tá, essa conversa está meio maluca...
- É que é uma festa pra medir os pênis dos caras e tals... O dele mede 34 centímetros, velho! – o olhei incrédula. – O que foi?
- O que foi Felipe? O QUE FOI NÉ? – falei com uma voz puro sarcasmo. – O QUE FOI É QUE TU VAI ME LEVAR EM UMA FESTA ONDE MEDEM O PÊNIS DOS CARAS! O QUE DEU NA SUA CABEÇA?
- Calma Anneliese! – hahaha pediu pra morrer.
- Não me chama de Anneliese, seu inútil! – sorri e saí do quarto. Ouvi o Fê gritar meu nome, mas que se foda, vou lá buscar a Alice. De taxi é obvio né, não quero ser pesa.
{POV Alice}
Anne saiu do MSN e eu fui correndo para os meus armários, peguei as roupas e as joguei em cima da cama. Fui atrás das minhas malas (que por sinal, são VARIAS), joguei-as no meio do quarto e abri uma por uma e fui jogando minhas roupas nela. Parece até aquelas cenas de quando o marido ou a mulher falam que vão embora de casa né, mas ok.
A parte mais difícil foi fechar as malas, mas eu consegui porque eu sou foda!
Meu celular começou a tocar e eu estranhei por ser a Anne, porque ela falou que ia demorar um pouco pelo que eu entendi.
- Fala Anne.
- Me espera lá embaixo que eu já estou chegando.
- Mas você não viria depois? Você disse que não ia entrar.
- Mas eu vim de taxi, então eu vou entrar.
- Mas te liga só, meu quarto é no 19º andar, se você está chegando e ...
- Só me espera lá embaixo, porra!
Ótimo, ela desligou na minha cara!
Saí correndo do quarto e vi que o elevador estava no térreo.
- Merda! – falei baixinho
Agora, só há uma opção mais rápida do que pular os degraus: ESCORREGAR NOS CORRIMÕES! Ainda bem que a escada daqui é em circulo porque daí da pra ir rapidinho sem parar. Beleza, dezenove andares, desse jeito ou chegar lá embaixo sem blusa porque né. Quando eu ainda estava descendo passei por algumas pessoas pela escada e elas ficaram me olhando incrédulas, mas quer saber? Que se foda! Cheguei no primeiro andar com a barriga doendo talvez pelo simples fato que eu vim escorregando pelo corrimão, mas ok. Fui para a portaria do hotel esperar a Anne chegar.
Sentei-me em uma das poltronas azul escura e peguei uma revista que repousava em uma mesinha ao lado de onde eu estava acomodada.
- Ótimo, uma revista de moda só para piorar um pouquinho. – disse baixinho enquanto folheava a revista. Se passaram um cinco minutos e eu me arrependo de não ter vindo de elevador porque a dor na minha barriga só aumentou.
- ALICEE! – gritou uma garota baixinha de cabelos compridos e descoloridos vindo em minha direção.
- Anne! – joguei a revista de volta na mesa e corri em direção a minha baixinha e a abracei.
- Quanta saudaaade minha puta favorita. – ela disse em um tom alto e divertido me apertando cada vez mais.
- Sabe, eu não consegui ir ao puteiro sem a tua companhia, eles me demitiram – tá, eu falei isso quase gritando e atraí os olhos de um monte de pessoas ao redor de nós.
- É melhor a gente calar a boca antes que eles realmente achem que isso é verdade – ela me soltou rindo. – Vamos logo para o seu quarto, a gente só vai voltar quando a festa começar então eu vou te ajudar a se arrumar.
- Tá bom, siga-me então. – falei a puxando pela mão para dentro do elevador. Apertei o número 19 e ficamos conversando até chegar ao andar desejado.
_
Ajudei o carinha a por a minha ultima mala dentro do taxi. Abri a porta e me sentei ao lado de Anne que estava quieta só olhando pela janela.
- O que aconteceu Lili? – ela sorriu, provavelmente porque eu a chamei pelo o apelido que só nós conhecíamos, afinal poucas pessoas sabem o nome verdadeiro dela.
- Só estou... pensando um pouco sabe. – ela me olhou e sorriu, mas era meio triste.
- O que houve? Você sabe que não consegue me enganar né pequena Lili? – ela riu e me abraçou.
- Deixa pra lá, outra hora eu te conto tá bom? – assenti. – Mas então, como está o Senhor Nery?
- Ah, ele está melhor né. Ele está fazendo fisioterapia porque ele quebrou as duas pernas quando foi atropelado pelo ônibus...
[n/a: eu comecei a rir quando escrevi isso, não me julgue ok My? É engraço e fim u.u]
- Mas você o deixou sozinho com o Pedro? Você é louca? – ela arregalou os olhos.
- Claro que não, ele veio pra cá também. Só que ele está lá com o seu pai e talvez o Pedro vá para a mesma escola que nós. – sorri e ela suspirou.
- Meu tio falou que vai abrir matrículas para garotas no segundo semestre, porque se alguém descobrisse que eu estudo em uma escola só para meninos a barra ia pesar para o lado dele – ela riu amargamente. – Espero que não tenha tantas patricinhas, se não eu explodo aquilo lá.
- Patricinha tipo quem senhorita Anne? É impressão minha ou tem um certo grau de ciúmes na sua voz?
- Você percebe tudo né Lils? Quando a gente chegar lá eu te explico, te juro.
- Bem senhoritas, chegamos. Deu quarenta dólares. – o taxista olhou para nós e sorriu.
- Porra! 40 dólares? Pode ser em real? – dei o meu sorriso mais encantador possível.
- Deixa que eu pago Lils. – Anne disse pegando a carteira do bolso e tirando umas notas de lá. – abre ali o porta-malas pra gente pegar as coisas tá tio? – ela disse isso e saiu do carro e eu a acompanhei. Pegamos as malas e segui a Anne para dentro da escola.
- Me espera aqui que eu vou falar com o meu tio ta bom? – assenti e ela largou as malas no chão. Sentei em cima de uma bolsa e esperei a Lili voltar.
- Hey Lils, olha o que eu tenho aqui – ela balançou uma chave na mão e abriu um sorriso.
- O que é isso? – perguntei me levantando e indo em direção a ela.
- É a chave do mustang 67 do meu tio – ela disse com uma euforia e começou a pular. – Beleza, agora pega essas malas e vamos logo.
_
A música é tão alta que dá pra ouvi-la lá da China. Tinha um monte de pessoas já bêbadas quase peladas dançando loucamente na pista. Nos cantos tinham mesas que mais serviam como uma cama para algumas pessoas desesperadas por sexo. Ao lado da porta de entrada do ginásio havia um bar com uns cinco carinhas quase se matando para atender ao pedido de seus clientes o mais rápido possível e mais para o centro havia um palco onde alguma bandas se apresentavam, e, apesar de serem só bandinhas de colegial eram muito boas. Levantei-me da cadeia onde estava peguei uma garrafa de vodka e fui para frente do palco afim de saber de Anne ainda estaria lá. Logo vi ela e fui em sua direção.
- Hey Lili. – cutuquei o braço dela e ela se virou pra mim.
- Fala Lils! Mas antes que quero te apresentar o traficante – ela riu e puxou o garoto que estava atrás de si pela camiseta. – Lils, esse é o Felipe. E Fê, essa é a Alice – ela sorriu e ele me abraçou.
- Prazer – não não honey, o prezer é todinho meu. Nossa que fogo! Ele tem olhos verdes pelo que as luzes me deram a liberdade de enxergar e tinha o cabelo castanho. Ele tem umas sardinhas e é bem alto.
- O prazer é todo seu – sorri fria e me direcionei a Anne. – Lili, quero falar contigo, só que A SÓS! – a puxei pelo braço e nos distanciamos de Felipe.
- Porque você falou daquele jeito com ele? Porra véi, ele não quer dar em cima de ti então não precisa dar uma de difícil.
- Não estou dando uma de difícil Lili, eu só não quero ser amiga de um traficante! – abri a boca para falar algo mas um carinha subiu no palco, ele é bem alto como Felipe só que o cabelo dele é loiro e vai até mais ou menos três dedos abaixo de seu ombro.
- Com licença um pouquinho – ele falou no microfone chamando a atenção dos demais. – Então, eu queria falar algumas coisinhas para a garota mais maravilhosa do mundo – pela minha visão periférica pude ver Anne abrir um sorriso. – Sobe aqui Susan! – a loira nojenta que estava do meu lado começou a gritar e pular e foi correndo para o palco. Com ajuda de uns garotos a loirosa-nojenta subiu no palco, abraçou o Duff e empinou a bunda para mostrar sua calcinha (se é que aquele fio dental pode ser chamado de calcinha). – Então, ‘cê sabe que eu gostaria muito de namorar com você. Você é uma garota maravilhosa, linda, — puta — e gostosa. Então Susan, você...
- PARA TUDO! PARÔ O CUTUQUE! – o traficante falou e pulou no palco arrancando o microfone da mão do loiro oxigenado. – Aproveitando o clima de putaria... Opa! Quer dizer... de “romance” – ele fez as aspas com os dedos -, eu quero também pedir uma garota que é uma pessoa BEM mais bonita do que essa daí – ele apontou para a loirosa com desgosto -, bem mais gostosa e bem menos puta. Não que você seja puta né Anne, mas... Então, sobe aqui minha mini vadia. – NOOOSSA VELHO, QUANTO ROMANTISMO!
- Sobe lá Anne – eu disse segurando o riso e a empurrando para mais perto do palco. O traficante estendeu a mão para ela e a puxou logo em seguida.
- Então, para acabar com esse romantismo fajuto que estava tendo aqui antes – ele apontou para Duff e Susan que estavam pasmos com tudo aquilo acontecendo -, eu quero abrir meu coração para essa baixinha linda aqui do meu lado. Então Anne, eu me lembro de quando você chegou aqui, você estava morrendo de medo que alguém te estuprasse talvez pelo simples fato de ser uma escola só para garotos, mas né, nós, os “ogros”, como você gosta de dizer, estamos aqui para proteger você né smurfette?! – ele a abraçou e a levantou. – Eu só quero que saiba que eu te amo, e que nada e nenhum idiota vão mudar o que eu sinto por você. A gente se conhece a pouco tempo eu sei, mas eu te amo muito. Quer ser minha pequena? – ele a soltou e tirou uma caixinha preta do bolso e a abriu. Não dava para ver direito pelo ângulo de onde eu estava, mas parecia ser um anel. Ela ficou olhando para ele com uma cara de boba e logo deu sua mão para ele colocar o anel. Anne pulou em cima do traficante e ficaram abraçados por um bom tempo enquanto todos aplaudiam a cena linda que acabara de acontecer ali. – Agora eu deixo o microfone com o nosso fofo do Steven. – todo mundo olhou para uma moita loira que estava no meio da multidão e ele foi correndo para o palco enquanto o traficante e a Anne desciam dele.
Ele pegou o microfone e ficou olhando para os pés por um tempo, mas logo tomou coragem, ergueu o microfone e começou a falar.
- Então, eu estou apaixonado por uma pessoa, mas né, por fontes não tão confiáveis eu fiquei sabendo que essa pessoa também gosta de mim. Então... ahm... – ele fechou os olhos como se tivesse medo de estar falando aqui. – André Müller, eu te amo. E... eu não sei mais o que falar – ele riu timidamente enquanto o chato do André subiu no palco e beijou a moita descolorida. Todo mundo foi à loucura e começaram a gritar e pular e bater palmas. Eles se separaram do beijo e se abraçaram. – Dé lindu, quer namorar com a coisinha fofinha aqui? – ele abriu um de seus sorrisos infantis e ficou olhando para a cara do André que o beijou ferozmente. – Isso significa um sim? – ele alargou um pouco mais o sorriso quando viu o poço de espinhas (lê-se André) assentir e abraça-lo. Agora sim é que todo mundo aplaudiu, gritou, pulou. E tímpanos pra que né?
O resto da festa foi a mesma coisa de sempre. A única coisa que me deixou puta mesmo (mentira, morri de tesão) foi que os meninos mediram o pênis no palco. E quem ganhou foi o organizador da festa, o Jonah. Velho, são 34 centímetros de puro tesão! [n/a: eu explico nas notas finais, flw? flw] Enfim, o tal de Jeff ficou em segundo lugar com 29 e o traficante ficou em terceiro lugar com 28 centímetros. A banda dos meninos tocou e rolou muita putaria entre as pessoas que estavam dançando, só que do tipo encoxadas e companhia. Eu fiquei na mesa bebendo Jack e conversando com a Anne e tendo que aguentar as cantadas de bosta do Jeff bêbado do tipo “A noite ainda é uma criança! Então vem cá, me deixa ser o seu brinquedo” ou “Meu nome é Jeff, Jeffzão... Aprende pra saber o que gritar mais tarde”. Daí como eu sou uma pessoa muito bem educada sabe, eu peguei e toquei uma garrafa vazia de Jack nele que cambaleou para trás e caiu no colo de uma morena peituda (e muito gostosa) que ficou de gracinha para o lado dele, eu realmente estou com pena do Jeff.
Notas finais
eeeeenfim, mereço reviews? *O*
Nó próximo capítulo tem uma surpresa para os tarados de plantão ;B vou tentar postar ele amanhã flw? é que eu vou viajar quinta (de noite) mas eu volto segunda (de noite também) vou tentar escrever o próximo rápido pra postar antes de viajar.
Enfim, beijos e até o próximo :*
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