Notas iniciais
Voltei!!!

Pov. Bella

Não sabia quando iria ter paz.

Eu só queria viver minha vida ao lado de Edward e meus filhos, mas como sempre na minha vida nada é fácil.

Grabriela estava descontrolada e eu sabia que não adiantaria nada falar com meu pai, já que apesar dele ser um homem bom, passa muito a mão na cabeça de minha irmã.

Renné estava se aproveitando dos problemas emocionais de minha irmã e eu não permitiria isso, ela já havia ferrado demais minha vida, mas não deixaria que estragasse esse momento tão bom em que eu estava.

Entrei no box e me enfiei embaixo dos jatos gelados do chuveiro. Eu iria resolver isso nem que tivesse que usar a força.

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Sai do banheiro apenas de toalha de dei de cara com Edward encostado no batente da porta.

- O que foi? – Perguntei e passei por ele.

- Eu é que pergunto. – Falou aborrecido. – Você entrou nesse banheiro a mais de meia hora totalmente calada, coisa que não é normal pra você e agora me sai como se nada tivesse acontecido. – Falou.

- Ainda não aconteceu. – Falei e deixei a toalha cair aos meus pés.

Eu estava estressada e precisando do meu namorado agora, qualquer coisa eu deixaria para resolver depois.

Fui até Edward, que me olhava confuso e admirado e o abracei pelo pescoço.

- Só me faça nesse momento me sentir amada e esquecer de toda merda que esta acontecendo fora desse quarto. – Sussurrei próximo aos seus lábios.

Edward suspirou e colou seus lábios nos meus em um beijo terno, mas não menos desejoso.

- Eu te amo tanto Bella. – Falou quando descolou sua boca da minha.

Me pegou no colo com facilidade e me deitou na cama e se deitou ao meu lado.

- Também amo você. – Falei e o puxei novamente contra mim.

Ele desceu suas mãos pela lateral do meu corpo, até meus quadris e fez o caminho inverso logo depois, colocando sua mão em meu seio direito e o apertou.

- Edward... – Sussurrei arqueando meu corpo em direção a ele.

- Calma Marrentinha. – Disse descendo seus beijos para meu pescoço. – Não temos pressa e quero tocar em seu corpo todo com calma. – Disse e abocanhou meu seio esquerdo enquanto ainda massageava o direito.

- Ah! – Ofeguei quando puxou meu mamilo e o torceu contra os dentes. – Por Favor... – Disse sem saber direito o que pedia.

- Me deixa amar você com calma. – Sussurrou e voltou a trabalhar em meus seios.

Meu corpo estava mais sensível aos toques de Edward e eu não duvidava que poderia gozar só com seus carinhos em meus seios, agora maiores e sensíveis.

Edward foi descendo seus beijos por meu corpo e deu um pouco mais de atenção ao meu ventre inchado antes de descer até minha intimidade.

- EDWARD! – Gritei quando senti seus dentes prendendo meu clitóris.

Ele colocou dois dedos dentro de mim e eu choraminguei de necessidade. Eu precisava do meu amor dentro de mim, mas antes eu tinha que agrada-lo também; fazia algum tempo que eu negligenciava o meu namorado e não poderia mais fazer isso.

Puxei seus cabelos e ele se afastou da minha intimidade para me olhar.

- Não quero terminar assim. – Falei e o puxei para cima, logo colando nossos lábios novamente.

Rapidamente, o deixando surpreso, nos mudei de posição e fiquei por cima de seu corpo.

Fui descendo beijos, mordidas e supões por seu corpo, rodeei um de seus mamilos com a língua recebendo um gemido filho da puta de tão excitante em troca.

- Amor... – gemeu quando percebeu minha intenção e até tentou de puxar para cima novamente, mas fui mais rápida e me desvencilhei de suas mãos.

O olhei enquanto segurava seu membro entre meus dedos e tive o prazer de ver meu namorado fechar os olhos e jogar a cabeça para trás. Sorri e me abaixei, passando minha língua por todo seu comprimento.

- Oh, merda! – Falou entre dentes e abriu os olhos para ver o que eu estava fazendo. Eu sabia que ele gostava que eu fizesse isso nele.

Sorri safada antes de abocanha-lo e começar movimentos e vai e vem.

- Caralho Isabella! – Disse e eu gemi ainda com ele em minha boca. Edward só dizia meu nome quando estava bravo ou muito excitado. – Isso amor... chupa... – Suguei seu membro com mais força, enquanto acariciava o que não cabia em minha boca com a mão. – Ah! Chega. – Disse me puxando pelos cabelos para cima novamente e me deitando de lado na cama, ficando atrás de mim. – Preciso de vocês Marrentinha. – Puxou uma de minhas pernas para cima e o senti entrando em mim.

- Oh! – Ofeguei quando Edward estava todo em mim. – Merda Edward, se mova. – Falei entre dentes quando ele continuou parado e rebolei, recebendo um gemido em troca.

Ele começou os movimentos e eu só sabia gemer.

- Senti tanta falta. – Falou quase sem folego, enquanto acelerava os movimentos.

- Hum... – Gemi sentindo meu orgasmo se formando. – Edward! – Choraminguei.

- Vem amor, comigo. – Disse e levou uma das mãos para meu ponto sensível.

Não consegui mais me segurar e com um grito cheguei ao meu orgasmo, logo sendo seguida por Edward.

- Caramba. – Falou sem folego e eu ri. – Descansa agora amor. – Deu um beijo em minha têmpora e saiu de mim.

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Depois de um tempo, percebi que Edward dormia profundamente e me levantei da cama.

Fui até o banheiro tomar um banho rápido e logo depois coloquei qualquer roupa e sai do quarto sem fazer barulho.

Já passavam das dez da noite e com certeza Emmett devia estar da boate rebolando aquela bunda peluda dele e Rose estaria lá, como um cão de guarda.

Peguei minhas chaves e celular na escrivaninha e sai do apartamento, já ligando para Rebecca.

- O quê? – Atendeu grossa.

- Calma Barbie da favela! Preciso da sua ajuda. – Falei enquanto ia para o estacionamento. – Me fala onde está hospedada que vou passar ai pra te pegar.

- E posso saber por que eu tenho que sair com você ás 23:20 da noite? – Perguntou.

- Por que estou gravida de cinco meses de gêmeos e não posso descer a porrada nos outros. – Falai já entrando em meu carro. – Me fala logo ode está loira estranha.

- Já que sou praticamente sua irmã e não quero que meus sobrinhos passem perigo por causa das suas loucuras eu falo. – Revirei os olhos e ela me passou o endereço.

- Chego ai em vinte minutos, coloque uma roupa de vagabunda, já que eu não estou em condições de seduzir ninguém. – Falei e desliguei sem dar tempo para sua resposta.

(...)

Parei em frente ao hotel onde Rebecca estava e logo vi a maluca vindo até o carro.

- Não sei por que ainda concordo com sua loucuras.; — Resmungou quando entrou no carro.

- Você está uma versão loira da Victoria. – Falei e ela me lançou um olhar mortal.

- Me fala logo o quê você quer que eu faça. – Disse.

- Você vai seduzir o cara da recepção do hotel onde minha irmã e Renne estão. – Dei de ombros. – Quero que você descubra em que quarto estão e que nos deixe subir.

- E se for uma mulher que estiver lá? – Perguntou se achando esperta.

- Eu sempre tenho um plano B. – Falei.

- Espero que dê certo, não quero ir parar na cadeia na minha primeira noite em Los Angeles. – Resmungou.

- Relaxa Becca. – Falei. – nós vamos ser presas de qualquer maneira. – Falei e gargalhei quando ela arregalou os olhos.

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- E agora gênio? É uma mulher na recepção, o que você vai fazer. – Rebecca disse, enquanto estávamos meio que escondidas na entrada no hotel.

- Se liga na minha inteligência, mondronga. – Falei.

Respirei fundo e entrei rapidamente no hotel.

- EU QUERO SABER ONDE AQUELE FILHO DA PUTA DE PAU PEQUENO ESTÁ! – Gritei e a moça da recepção me olhou assustada.

- Senhora, por favor se acalme. – Disse vindo até mim.

- ME ACALMAR É UMA PORRA! EU QUERO SABER ONDE AQUELE SAFADO SE METEU COM AQUELA LOIRA PEITUDA DE BUNDA MOLE E QUERO AGORA! – Olhei disfarçadamente para Becca, que estava de boca aberta. Fiz um sinal para quê ela fosse até o balcão e eu acho que a lesa entendeu.

- Senhora, se não se acalmar vou ter que chamar os seguranças. – Disse fazendo menção de voltar para seu posto, mas antes que se virasse a agarrei pelos ombros.

- Você não sabe o que estou passando. – Falei e comecei um choro fingido. – Meu marido desde que fiquei gravida arrumou uma amante. – A moça, que vi no crachá que se chamava Emily me olhou penalizada. – Segui o filho da mãe e vi quando ele entrou aqui com a loira biscate. – Funguei.

- Lamento senhora, mas não vi ninguém entrar aqui. – Falou. – Se me disser o nome do seu marido posso ver nos registros. – Falou tentado se virar novamente, mas a segurei no lugar.

- NÃO! – gritei assustando a pobre da moça. – Acho que estou passando mal. – Coloquei a mão no rosto teatralmente e dei uma olhada disfarçada em Rebecca. Essa me deu um sinal positivo e foi até um dos elevadores rapidamente. – Você pode buscar com copo d’agua por favor?

- Claro. – Disse me sentando em um dos sofás e correu para buscar a agua.

Quando Emily estava fora do meu campo de visão me levantei rapidamente e entrei no elevador junto com Becca.

- Pelo amor de Deus Isabella! – Rebecca gritou. – Você quase matou a moça de susto e ainda me fez me vestir de biscate atoa!

- Relaxa e me fala o andar. – Ela disse e eu apertei o botão correspondente.

Renne e Gabriela que me aguardassem.

Continua.

Notas finais
Eai meu povo? O que acharam do capitulo?
Resolvi colocar uma cena Beward no começo pq estava meio em falta né?
Me digam se gostaram e comentem e recomendem muito Ok?
bjos e até o próximo.