Notas iniciais
Capitulo não betado, então desculpe os erros.
Depois que eu conseguir achar uma beta que não suma a fic será revisada ok?
Espero que gostem e não achem a Bella maligna. kk'

Pov. Bella

Finalmente eu ria colocar Renne em seu devido lugar e tentar ajudar a maluca da minha irmã.

Rebecca estava nervosa ao meu lado e se fosse em outra situação eu estaria rindo dela.

- Fica calma Becca, não como se fossemos para a forca. – Falei e ela revirou os olhos.

Saímos do elevador e quando eu ia começar a procurar o quarto onde aquelas duas estavam Becca me segurou pelos ombros e me virou para ela.

- Bella tem que me prometer que não vai se exceder e se for para descer porrada, que seja eu a fazer isso. – Falou seria. – Tem que lembrar que não é apenas você, agora tem os bebês. – Lembrou.

- Sei disso Rebecca! Por isso mesmo pedi para que viesse comigo . – Disse. – Sei que vou me exaltar e preciso de você para me controlar. – Bufei. – Sei também que não deveria estar fazendo isso, mas se eu não tentar acabar com esse joguinho sujo que elas estão fazendo agora eu nunca vou conseguir ficar em paz com minha família. – Rebecca suspirou e me soltou.

- Ok, vamos tentar acabar com essas duas, mas se Edward ficar sabendo disso eu digo que não sabia de nada. — Levantou as mãos em sinal de rendição e eu ri.

- Vamos logo acabar com isso antes eu a recepcionista perceba que eu menti e mande seguranças atrás de nós. – Assentiu. – Agora me fala qual é o quarto.

- Quarto 623, um dos melhores do hotel. – Falou quando começamos a caminhar para o lugar.

Quando paramos em frente a porta eu suspirei e olhei para minha amiga.

- Eu não sei se dou uns tapas em minha irmã ou tento conversar com ela. – Falei angustiada. Porra, apesar de tudo aquela garota era minha irmã e apesar de já ter dado uns bons tapas nela, agora que suspeito que ela está doente parece que tudo mudou.

Meu pai me disse que Gabriela sempre foi meio marrenta, assim como eu, mas mesmo tendo esse lado brigão ela era um doce com quem gostava. Não entendo por que ela está assim agora.

- Você querendo conversar? – Rebecca me perguntou com uma sobrancelha arqueada.

- Desconfio que Gabriela esteja doente. – Dei de ombros. – Vamos ver isso agora. – Bati na porta com certa violência e logo ouvimos um “Já vai” aborrecido vindo de dentro do quarto.

- O que foi? — Renné abriu a porta com violência e assim que me viu seu olhar raivoso se tornou debochado. – Olha o que temos aqui! Veio conversar com a mamãe? — Perguntou.

- Claro mamãe. – Disse no mesmo tom que ela e a empurrei para o lado para poder entrar no quarto. – Temos muito o que conversar. – Disse sorrindo, mas meu sorriso morreu assim que vi minha irmã deitada na cama, nua com dois homens ao seu lado. – MAS QUE MERDA É ESSA? – Gritei e olhei para Renne e só ai percebi que a vagabunda estava de roupão.

— Uma pequena festa. – Falou tranquilamente e se sentou em uma poltrona, coo se a cena de uma garota de dezoito anos com dois homens que me pareciam ter em volta de quarenta e poucos anos fosse normal. -O que foi? Vai dizer que agora se preocupa com a irmãnzinha? – Não respondi e fui até Gabriela.

- Acorda garota. – A sacodi e aos poucos ela foi abrindo os olhos lentamente.

- Isabella? – Perguntou e quando confirmou minha presença se levantou com um pulo. – O QUEÊ VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI SUA DESGRAÇADA? – Gritou e consequentemente acordou os dois homens, que olhavam tudo aturdidos.

- Agora vamos ter uma gravida e uma loira gostosa no pacote. – Um deles disse me olhando maliciosamente e eu senti nojo.

- Chega! – Falei e peguei Gabriela pelos cabelos, a arrastando para o banheiro enquanto a mesma se debatia e gritava, me xingando e gritando que iria ficar com Edward e meus filhos.

Á joguei dentro do banheiro e a tranquei lá dentro. Me resolveria com ela depois.

Fui até a mesa no canto o quarto e peguei a garrafa de vinho vazia que há ali.

- Vamos colocar fim na festinha. – Falei e bati a garrafa contra a mesa, á quebrando. – Quero vocês dois fora daqui seus filhos e uma puta, punheteiro do caralho! – Meu vocabulário nunca esteve tão sujo.

- Você não pode fazer isso Isabella! – Renne tentou se levantar da poltrona, mas Rebecca foi mais rápida e a segurou ali. – Me solta vadia!

- A única vadia aqui é você. – Becca disse com nojo. – Você não tem mais idade para isso não, vadia velha não faz dinheiro. – Disse maldosamente.

- FORA DAQUE SEUS VELHOS VIADOS! – Gritei indo para cima deles com a garrafa e os dois idiotas se levantaram rapidamente e saíram pegando suas roupas pelo chão. – Agora meu papo é com você Renné. – Falei entre dentes e fui até ela. – Eu vou acabar com você por ter me largado no orfanato, por estar fazendo minha vida um inferno e por estar manipulando minha irmã possivelmente doente! – Falei e a maluca riu.

- Nossa, a pequena bastarda é vingativa! – Falou. – Você não pode fazer nada comigo ou quer deixar o seu irmão triste? Sabe que apesar de tudo Emmett me ama. – Disse e eu praticamente rosnei, mas logo sorri.

- Emmett não liga mais pra você. – Ela fechou o sorriso e eu gargalhei. – Emmett odeia a mamãe dele, ele tem nojo do eu você se tornou Renne.

- É mentira, meu filho me ama, só está se deixando influenciar por você sua nojenta, bastarda dos infernos. – Rosnou. – Eu devia ter abortado você sua peste, ainda fui caridosa de deixar você viva! – De alguma maneira o que ela disse me abalou, mas consegui não demonstrar.

- Acho que eu sou seu carma. – Dei um sorriso afetado. – Quanto mais você tenta se livrar de mim, mais eu interfiro na sua vida, exatamente como um carma. – Ri. – Eu sei que você está armando um plano contra mim, mas eu não vou deixar você conclui-lo. – Falei.

- Eu vou matar você e essas coisas que tem no ventre. – Vi tudo vermelho e lhe dei um tapa com toda minha força.

- Ameasse meus filhos novamente e eu juro que mato você. – Falei e me endireitei. – Vamos eu que interessa. – Falou sorrindo falsamente. – Você é tão vaidosa mamãe, por isso vou te dar um lindo corte de cabelo de graça. — Ela –rregalou os olhos e tentou novamente se levantar, mas Rebecca a segurou com mais força. – Vamos brincar de salão de beleza, como eu sonhava quando era pequena. – Ri amargamente. – Teve um tempo em que eu pensava que você iria me buscar, que só havia me deixado ali por um tempinho porque tinha que trabalhar para me dar bonecas, mas um dia uma das irmãs me entregou o lindo bilhete que você havia deixado. – Uma lagrima solitária desceu por minhas bochecha, mas logo tratei de seca-la. – Ai eu pensava, “ por que a mamãe não me quer? Eu chorava muito quando era pequenininha?” Ai eu fui crescendo e percebi que não precisava de você. – Suspirei. – Agora percebo que além de não precisar de você eu tive sorte de nunca ter vivido com você Renne, você é o ser mais depressível que eu conheço.

- Então a bonequinha só queria o carinho da mamãe? – Riu maldosamente. – Eu só tenho um filho e você me tirou ele. – Falou. – Faça o que tem que fazer, mas lembre de que quando você virar as costas para ir embora, minha raiva só vai estar maior e com isso minha sede de vingança também. – A olhei por um tempo, mas logo tomei o lugar de Rebecca atrás da cadeira.

- Tsc, tsc, tsc, muito feio o que disse mamãe. – Falei e puxei um punhado do seu cabelo. – Mai feio que isso só seu cabelo. – Falei e com o caco da garrafa comecei a cortar seu cabelo.

Ela se debatia, mas Becca a segurava, mesmo que me olhasse do modo reprovador.

Logo terminei o que estava fazendo e fui para frente de Renne, que estava chorando silenciosamente.

- Agora sua beleza interior reflete na exterior. – Falei. – Agora nós vamos embora, mas fique tranquila, logo meu pai vai aparecer aqui para buscar minha irmã e dar uma palavrinha com você. – Ela não disse nada e continuava a me olhar com ódio. – Vamos Rebecca, meu namorado deve estar preocupado.

Rebecca soltou Renne devagar, mas ela não fez nenhum sinal d que iria se mover.

Saimos o quarto e fomos em silencio para o elevador.

Logo que chegamos no hall de entrada a recepcionista veio até, nós e eu agarrei com força o braço de Becca.

- Desculpa ter sumido, mas achei a loira biscateira. – Falei apontando Becca que arregalou os olhos com o que eu disse. – Muito obrigada pela ajuda e se eu fosse você subia por que eu fiz um estrago no zé ruela de pinto pequeno. – A mulher arregalou os olhos e entrou correndo em um dos elevadores, talvez para tentar achar o quarto onde meu “marido” estava. – Vamos logo sair aqui. – Falei e saímos rapidamente do hotel.

Sabia que provavelmente só deixei Renne com mais raiva de mim, mas de alguma maneira me sinto melhor com o que fiz e de alguma forma vou ajudar meu pai, já que ele quer a filha caçula dele bem.

Agora só me bastava esperar e torcer para que pelo menos por um tempo eu tenha paz.

Continua.

Notas finais
Então comentem e digam o que acharam.
Bella sentiu falta por um tempo de uma mãe não é? Acham que a Gabriela é doente ou apenas invejosa? Renné sofreu pouco ou muito?
Me respondam e me deixem feliz. kkk' Bjos.